terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Caso: o Turco na Alemanha



Da série Cuidado na estrada!




Estávamos eu e minha prima numa grande cervejaria de Munique (Hofbräuhaus). Como já estava fechando o estabelecimento, íamos sair dali e ir para uma outra casa de entretenimento noturno.

Ao sair do local, pagamos a conta ao garçom pouco paciente (ou nada) e passamos em frente à bandinha que tocava música alemã tradicional ao vivo e decidimos tirar uma foto. Um grupo de jovens teve a mesma ideia e pediu minha prima que batesse o retrato. Eu fiquei ali de lado segurando nossas bolsas e casacos enquanto ela se entendia com a máquina desregulada do pessoal. Nisso, o garçom (agora bem amigão) chega perto de mim com um senhor estilo “Seu Barriga”, menos gordo e mais alto, eu só olhei e deixei os homens falarem.

O garçom, auto intitulado "intérprete", veio confirmar nossa nacionalidade e logo depois apresentou o cover do Sargento Garcia que rapidamente revelou na sua retaguarda mais uns quatro homens (de idades variadas). Era um turco cujo nome nem foi captado por meus ouvidos. Falei que além do sorriso frenético, ele tinha (aliás, não tinha) os dentes laterais em falta? (pense no Tiririca).

Eu bem séria, continuei deixando o circo se armar, fiquei curiosa para saber o plano deles. Ele balbuciava coisas em turco para o "intérprete". Me elogiaram, eu agradeci. Perguntou se eu queria beber alguma coisa. Eu disse que a cervejaria já estava fechando e que ia ficar pra próxima (nunca seja rude, evite conflito em terras alheias). Perguntou se queria ir para algum lugar, qualquer um...eu poderia escolher. Eu disse que infelizmente já estávamos indo para um local encontrar um monte de gente (agora você valoriza, diz que está numa excursão de MMA com seu namorado) e que inclusive estávamos atrasadas. Minha prima chega junto e em menos de 2s, saca o que tá rolando. Ele insiste, e o garçom por conta própria, e completamente pasmo, me fala quase em segredo: “Vai, ele é rico!”.

Bom, veio umas 30 zilhões de coisas para falar naquele momento, mas soltei um: "Que bom, mas não precisamos disso." Ele traduziu a negativa para o velho turco-nojento-velho-horrendo, ele não gostou muito e insistiu mais. Não tem coisa mais irritante do que uma pessoa que não se liga em onde tem que parar? Que situação! Eu ainda disse (que nojo): "Vocês querem tirar uma foto? Uma foto pode ser!" Quando o garçom falou “foto” para o asqueiroso, a reação foi a mesma de um turco ouvindo um: “Pague o aluguel!”. Ele abominou a ideia, disse que foto não podia de forma alguma, palavras do garçom: “Foto não, foto não...problema no país dele, ele é político, é casado.”. Fizemos uma cara de “que pena” e saimos voando dali olhando em todas as direções e todos os lados.

O filho da mãe do garçom deve ter ido lá na mesa dos trouxas vender a gente - e tem gente que duvida do sucesso das 'Brasileirinhas'...hauhauauhauhauhauhau - (trocadilho mais infame!). Provavelmente ele ia ganhar o trocadinho dele. E se fossem mulheres do business (ou pretendentes dele), também não teriam perdido a oportunidade de dar um passeio com uma escala na loja Tiffany mais próxima.

Detalhe: ficamos sem a nossa foto com a banda.



Cuidado na estrada!


Tudo bem que você tá de férias, diversão, relaxamento...etc. Mas é preciso não se desligar totalmente do mundo e prestar atenção ao seu redor quando estiver em alguma viagem, e principalmente, se for fora do país. Os coitados dos gringos sofrem até as últimas por aqui, mas estar lá na terra deles não significa muita diferença, não quer dizer que não existe gente mal intencionada...mal intencionada para o mal.

Junte as dicas da senhora sua mãe, mais as dicas de pessoas que estiveram no local e, mais, as dicas comuns que vários sites dão para se evitar dores de cabeça. Turista é fonte de renda para todos setores, até para os dos trambiques e criminosos. Não se assuste, mas sempre poderá ter alguém com maus olhos em cima de você, sua bolsa, casaco, malas e corpo.

Tem que tomar cuidado, não ser mal educada para não gerar atrito e não cair nas conversas. Pra falar a verdade, nada me irrita mais do que um panaca chegar perto todo ouriçado falando: “Brasil? Ronaldo? Futebol?” E começar a sambar e simular jogadas de futebol na minha frente. Muitos fazem isso para ganhar a simpatia das pessoas e envolvê-las em algum golpe. Cuidado, gente. Olho aberto sempre na carteira, documentos, bolsas, bebidas...seja lá onde for.

O perigo aparece de várias formas, principalmente nas mais amenas possíveis. Como são muitas as situações que poderiam exemplificar o post, eu decidi, na medida que eu for lembrando, ir publicando “os meu causos”. Vai ser, no mínimo, engraçado.

Caso: O turco na Alemanha. 
Caso: Brasileiras no Red Light District em Amsterdam.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Depressão Pós Férias, é fato!



Hora de voltar ao trabalho, crianças!

Enquanto na escola era super legal chegar das férias e reencontrar os coleguinhas e escrever a tradicional redação “O que eu fiz nas férias?”, nos tempos da atualidade moderna e contemporânea, não acho nada/zero legal. Ontem assistindo TV, vi uma reportagem num noticiário que captou minha atenção instantâneamente. Diziam que muita gente estava sofrendo da chamada 'Depressão Pós-férias'. Eu sabiaaaaaaa....eu sabia que não era mais um típico exagero meu. Só não sabia que já existia clinicamente essa doença na paróquia.

A minha, ou melhor, as minhas DPV's têm esse nome um pouco diferente (inventado por mim), Depressão Pós-viagem, e pelo que já pesquisei na rede mundial de computadores tem vários sintomas similares aos da depressão que falaram no jornal.

A citada no jornal é um pouco mais séria e pode evoluir para casos graves de estresse. Ela aparece nos primeiros dias de trabalho podendo causar dores de cabeça e corpo, angústia, ansiedade, desânimo e cansaço profundo. Mas os sintomas desaparecem depois de uma semana. De acordo com a psicóloga da entidade de estudo e gerenciamento de estresse (Isma-Br), já atinge mais de 35% dos trabalhadores. Esse número diz respeito a diversos fatores de influência, nem sempre estão relacionados com viagens. Na minha DPV, seria a depressão causada pela falta de ânimo em voltar à realidade (e seus efeitos colaterais) depois de uma viagem, especificamente.

O detalhe é que disseram que as maiores causas estão em pessoas insatisfeitas com o trabalho ou que estão fora da área de formação. Tudo bem, estou encaixada na segunda parte – completamente fora da área de formação: uma publicitária-funcionária-pública que cuida de educação indígena no Brasil (?) -, e na primeira, realmente acho que meu salário poderia ser aumentado (segundo Maslow, motivo suficiente para insatisfação). Mas, veja bem, não significa que eu esteja completamente insatisfeita com o trampo.

Algumas soluções, é fracionar as férias no ano (não precisa me ensinar isso), voltar das férias uns dois dias antes de voltar ao trabalho (por enquanto não me é uma opção) e procurar um emprego que te dê satisfação (sempre aberta às opções).

É cada uma que me aparece...eu tava só brincando, gente.


Dirigindo em Miami



"Driving slow on sunday morning..."

O maior problema que você poderá encontrar é inabilitar totalmente sua perna esquerda na hora de dirigir. Como são movimentos que já estão no comando 'automático' de vez em quando você fica ali perdido com uma perna sobrando e sem saber o que fazer. Fora isso, é só ter cuidado com as leis básicas do trânsito local e saber dominar o GPS.

Poucos carros vão ter a chave tradicional, no painel fica a “nova chave” que é tipo um pendrive (sem entrada USB) que deve ser colocado num buraquinho do lado do volante, com ele lá dentro, pise no freio e aperte o botão “start”. E o carro liga como se fosse mágica, se quiser pode até tirar o “pen drive” e guardar na bolsa. Ai que tecnologia linda de viver!

Antes de sair, encima do retrovisor tem uma caixa com uma alavanca que precisa ser ligada. Ali funciona o pedágio. Praticamente todas as autopistas de Miami possuem pedágio e em sua maioria não adotam mais o estilo tradicional de guichês e moedas caindo na cuia. Agora são apenas câmeras encima da pista que debitam no automático o pedágio de todos os carros. Por isso é importante estar com seu dispositivo ligado o tempo todo durante a permanência com o carro. Essa conta vem na sua fatura do próximo mês cobrado já em real. Não se preocupe que não é grande coisa, rodando enlouquecidamente um mês pela cidade, pagamos apenas R$ 184,41.

As regras mais básicas que tenho a passar sobre a direção em Miami são:

  • Pare o carro independentemente de qualquer coisa (com ou sem carro vindo) em TODAS as placas de Stop. Isso é motivo de muitas e muitas multas.
  • É permitido virar à direita mesmo quando o sinal estiver fechado. Claro que se der para seguir.
  • Já implantaram radares em alguns semáforos, então sempre pare no sinal amarelo.
  • Se passar por semáforos intermitentes (piscando amarelo) a preferência do cruzamento é sua.
  • Nas grandes rodovias, highways, a pista é divinamente perfeita. Para evitar os cochilos dos motoristas, nas laterais (pouco antes do acostamento) existem ondulações que se o carro passar vai fazer um barulho alto o bastante para acordar até a Aurora (Bela Adormecida).
  • Dirigir por longas distâncias pode ser meio chato/monótono. Não existem curvas e as pistas são perfeitas. Tome cuidado com os cochilos, dormência no pé direito ou distração (para quem dirige com piloto automático). Se quiser eu empresto minha tia que fez meu ouvido chegar em Orlando saindo fumaça.
  • Fique de olho nas saídas, são todas numeradas e se você errar vai dar algumas voltas, além de escutar seu GPS pirando e dizendo: “recalculando”.
  • Em Miami existem muitos, muitos e vários viadutos dos tamanhos mais astronômicos. Muita atenção nas saídas e placas (sempre confie nas placas).
  • Se informe sobre os horários dos engarrafamentos, eles são inacreditáveis, mesmo naquelas pistas de tantas faixas.
  • Preste atenção e tente seguir sempre na pista central, existem saídas às esquerdas e direitas. E às vezes existem faixas que te obrigarão a pegar algumas saídas lá na frente (para ajudar siga as placas e o GPS).
  • Não exagere na velocidade, e se “do nada” os outros carros diminuírem, diminua também porque pode ser um carro da polícia na frente. Aliás, eles surgem do nada (meu primo diz que brotam da grama) principalmente para multar carros em alta velocidade ou que não pararam no “stop”.

Para abastecer é meio chato. Para quem tem preguiça de parar no posto e abastecer aqui no Brasil (eu), abastecer lá é uma pedra no sapato. Eu, aqui, evito sair para que não acabe a gasolina e eu tenha que ir no posto, posto esse que tem a maquininha de cartão que vai até a minha janela. Pois lá nos EUA, seja a hora que for e com o clima que for, todos fazem o bico de frentista. Pare na bomba, vá até a conveniência e peça para encher a bomba número tal (a que está seu carro). Hoje, você precisa já deixar uma grana que acha ser necessária para o seu abastecimento. Se der menos, depois é só ir lá pegar o troco, de ser mais, tem que ir lá dá a diferença. Que sacola!


Mas não se preocupe, se fizer algo errado, entrar na pista errada ou perder a saída, o máximo que pode acontecer é conhecer bairros novos e escutar um “recalculando” do seu GPS. Ele vai te tirar dali. Vai procurar uma rota alternativa para te levar ao destino marcado. A dica é não chamar muita atenção. Não me inventa essa história de fazer "gatos". Estilo low profile, por favor!


Alugando carro em Miami


Car Rental Center no aeroporto de Miami
As minhas experiências são todas da Flórida (Miami, Orlando e regiões). Então fora as dicas que vou colocar aqui, pesquise mais sobre as cidades que serão alvo da sua condução. O que posso dizer é que escolher as empresas grandes para locar vai te ajudar na logística, como pegar o carro em uma cidade e devolver em outra.

Fiz a locação aqui do Brasil, faça cotações nas agências de turismo ou nas próprias locadoras de veículos (Alamo, Hertz, Unidas, etc). Peguei um carro no estilo 'compacto' (por causa do porta-malas maior), com GPS e quilometragem livre (bom para viagens interestaduais). Se fechar a locação aqui no Brasil, não esqueça de forma alguma de levar o voucher na retirada do carro.

O esquema em Miami é profissional. Só o aeroporto é imenso, imenso mesmo. Sem mapa é impossível andar, e o serviço se resume à fórmula: [eficiência, + [ (fechado em eficiência e aberto em mais infinito). Depois de você resolver sua vida nas alfândegas e polícias federais da vida, é uma delícia chegar nas esteiras e ver suas malas todas prontinhas à sua espera.


Setas rosas 
Para facilitar todo o processo, eles fizeram um prédio exclusivo para as locadoras de automóveis. É só seguir as setas 'rosas' no aeroporto e você chegará na plataforma que te dá acesso ao mini-metrô (Mia Mover) do aeroporto feito unicamente para te levar até o Rental Car Center (pasme!).



É um prédio imenso no estilo “garagem”. Ache a sua loja e entregue o voucher. Será preciso mostrar a carteira de motorista aqui do Brasil e o cartão de crédito no qual foi feita a reserva. Eles vão te oferecer trezentas coisas...seguros, upgrade de classe de carro e etc (eu recusei tudo). Também te informarão sobre o serviço de pedágios. Vão perguntar se o carro será devolvido com ou sem gasolina. Opte por entregar com tanque cheio pois o valor do galão nas ruas é mais barato que o valor que eles cobram. Peça que eles coloquem o GPS (se puder escolher, peça o Guarmin que é mais fácil de usar que o TomTom) em português, e que salvem o endereço do seu hotel e da própria locadora (para facilitar na hora da entrega do carro). Se for sua primeira vez com um GPS, peça uma aulinha intensiva ao atendente.

A hora mais legal é quando se chega até a garagem em busca do seu carro. É de se passar mal com as belezinhas todas ali estacionadas. Na hora de entregar é mais fácil ainda. Para evitar atrasos na sua vida que estará prestes à embarcar de volta à vida, quer dizer, realidade no Brasil. Sem fila e nenhum empecílio, leve o carro até o andar da sua locadora, um funcionário vai conectar um aparelho para conferir tudo. E em menos de dois minutos, imprimirá o recibo e te libertará para voar.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Parques Temáticos: as novas atrações de Orlando



Eu canso de dizer que: “Não, não enjôo de ir aos parques de Orlando e região”. Não teve uma vez sequer que fui até à Florida e não passei uns gloriosos dias por lá pagando caro nos ingressos e perdendo um dia inteiro em cada um deles.

Tem gente muito mais viciada, tipo meus primos que moram por aquelas bandas têm ingressos anuais e vira-e-mexe estão em Orlando. Não sei explicar esse entusiasmo, pode ser que seja de família, sei lá. O importante é que todos já temos o mapa mental dos parques e sabemos no automático onde ir (a quantidade de vezes ainda é um problema sério).

Para agradar pessoas como nós, os parques estão em constante transformação. Encerram uma atração de anos (por exemplo o Tubarão, De volta para o Futuro, King Kong, as casas da Turma do Mickey...etc), reformulam e mantém alguns brinquedos (por exemplo Terremoto e o Rhino Rally) e, por fim, constróem áreas novas para o martírio dos nossos pezinhos (como a Harry Potter Zone e a Fantasyland no parque Magic Kingdom).

Também não posso esquecer de falar das novas atrações dos parques que encontrei esse ano. Tem muita novidade desde a minha última ida e valem, com certeza, a digitação no blog, tais como:

O novo show final do Magic Kingdom, o Wishes, está bem melhorado – como se fosse possível – com efeitos de lazers e projeções no castelo.

Castelo de Hogwards
No Island of Adventure, tem a nova área muito bem construída e decorada do Harry Potter, o The Wizarding World of Harry Potter. Fizeram o Castelo de Hogwards e a vila com todas as lojas idênticas às do filme. Existem apresentações de tempo em tempo nas ruas, as filas para entrar nas lojas são quilométricas (principalmente na que vende varinhas). O mais bacana é a atração que fizeram dentro do castelo, é um simulador 3D no estilo do brinquedo do Homem-aranha, no mesmo parque. É uma produção muito competente e você sai deslumbrado com o nível do brinquedo. Mega produção, coisa de primeiro mundo. Vale a pena pegar a fila!

Na Universal Studios, eles reformularam a atração Terremoto. Agora é um misto de show com brinquedo. A plateia participa da produção e tem coisas bem hilárias. Vale a pena.

Rock it!
Também na Universal, para animar o público mais jovem, inauguraram a montanha-russa “Rock it” que tem a subida mais inclinada que já vi na vida, o cinto de segurança é bem estranho e conta com a ajuda da força da gravidade (você encara os loopings preso apenas pela cintura). Mas o diferencial, além do looping parafusado, é o iPod pessoal no qual você escolhe que música vai embalar sua corrida. Eu escolhi, entre outras, duas que achei bem pertinentes: “I will survive” e “Bring me to life”. A dica é ir no carrinho da frente, nos outros, por conta velocidade, ela fica bastante instável, sacode muito e você sai com o cérebro deslocado do lugar.

Já na Meca Bush Gardens, inauguraram a montanha-russa “Cheetah Hunt”. Uma super montanha sem looping que coloca a velocidade em questão. Os cintos também são todos adaptados para que você fique mais “livre” na atração e tenha sensações diferenciadas. A cabeça tem sempre que ficar encostada no encosto (é o que dizem nos letreiros de segurança).  Show de bola!

Cheetah Hunt



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Croquetes holandeses...




Quando se vai até Amsterdam existe aquele certo medinho de sair de lá viciado em alguma coisa, seja ela a prostituição, drogas ou croquetes. Para sorte da minha querida mãe e azar das minhas calças jeans, eu sai de lá completamente maluca pelos croquetes holandeses da rede de “fast” food Febo.

Por todo canto que você andar, vai acabar dando de cara com a Febo e suas (também) vitrines do pecado. Talvez sejam as vitrines do pecado para as mulheres, para os homens a gente já sabe quais são...[...]. São vitrinezinhas que reservam diversos tipos de croquetes feitos a pouco tempo. Você decifra o sabor que mais gosta, põe suas moedinhas exatas (não me deu o troco uma vez) e espera o dispositivo da janela ser liberado. Abre e pega seu lanchinho sem ter que ficar brincando de Imagem & Ação com nenhum atendente-sorridente-funcionário-do-mês.

Ainda bem que já tinha pegado a dica do sabor no Blog do Alexandre, então cheguei lá e sem hesitar adquiri meu Runvleeskroket (croquete de carne) - ainda bem que essa operação não envolve pessoas, imagina ter que pronunciar isso para alguém? Eu ia ter que me satisfazer só com a Coca-Cola mesmo.

Assim como no American Pie, a primeira vez é inesquecível. Eu e minha prima fomos todas meninonas provar a tal comida com esse nome de runvlees...já começou puxado pra mim. Enfim, passamos pela fase do 'comprar' numa boa e agora teria que vir a fase do 'comer'. Medo, foi tudo que lembro daquela hora. Confesso que passou pela minha cabeça mandar ela para o precipício primeiro e depois perguntar se era seguro (como fiz em outra situação). Mas senti que a ideia não seria acatada. Resolvemos ir ao mesmo tempo e morder aquela fritura quentinha e com aspecto de Pepino do Mar à milanesa. Para alegria geral, era uma delicia! Nossa, eu não conseguia me conter e sempre que passávamos por uma Febo, eu tinha que comprar um croquetinho (com fome ou não).

Eu comia a parada como se fosse algum prato feito na casa da minha vó. Foi muita surpresa para mim ficar fissurada por uma comida holandesa. Tanto que perguntei a um funcionário (sim eles existem para vender as bebidas e trocar seu dinheiro) se aquilo era típico do país mesmo. Ele sorriu depois de me confirmar três vezes. Até hoje sinto umas vontades loucas de ir até lá só para visitar a loja Febo. E claro, aproveitaria a viagem para tomar mais alguns suquinhos de laranja...


TV - O Mundo Segundo os Brasileiros


Ontem eu recebi uma das melhores notícias da semana: um dos meus programas favoritos na TV está de volta! (será que minha campanha ajudou?) O Mundo Segundo os Brasileiros, na Band, está de novo na área (ou nas áreas) e apesar de tecnicamente está marcado para começar às 23:15 (todas as segundas), ontem só começou depois das 23:30.

Meu primo me ligou contanto a novidade, eu já estava meio que dormindo. Claro que não consegui dormir mais nada depois do aviso. Ele disse que eram capítulos novos (cidades novas), mas esperei até quase meia noite e quando começou era Hong Kong, poxa...capítulo velho. Já vimos esse.

Não conseguimos entender muito bem como está essa nova temporada, pois estão misturando coisas novas com velhas. Pouco me importa, estou super feliz porque voltou e já tem coisa interessante passando de novo na TV (aberta, por sinal).

Como todas as cidades que já foram ao ar, os capítulos estão disponíveis no Intúbio.

Seguem os links:

Primeira Temporada

América:  Miami  ,  Cidade do México  ,  Nova Iorque                        

Europa:  Berlim  ,  Londres  ,  Roma  ,  Lisboa  ,  Barcelona  ,  Amsterdam 

Ásia:  Pequim  ,   Hong Kong  ,  Tókio  ,  Jerusalém 



Segunda Temporada 

América                                                                                     
Havaí  ,  Miami  ,  Cancún  ,  San Diego  ,  São Francisco  ,  Buenos Aires  ,  Santiago  ,  Lima  ,  Los Angeles  ,  Las Vegas  ,  San Diego  ,  Aruba  ,  Texas (1)  ,  Bogotá  ,  Toronto  ,  Chicago  ,  Montevidéu  , Punta del Este  ,  Assunção  ,  Cidade do México  ,   Texas (2)
                                                                           
Europa 
Madri  ,  Palermo  ,  Praga  ,  Budapeste  ,  Porto  ,  Paris  ,  Ibiza (1)  ,  Andaluzia  ,  Istambul  ,  Dublin  , Praga  ,  Estocolmo  ,  Munique  ,  Copenhague (1)  ,  Moscou (1)  ,  Edimburgo (1)  ,  Oslo  ,  Belgrado  ,  Atenas  , Helsinque  ,  Copenhague  ,  Côte D'Azur   ,   Moscou (2)   ,   Ibiza (2)   ,   Edimburgo (2)


Ásia   
Seul  ,  Taipei  ,  Vietnã  ,  Nova Deli  ,  Dubai  ,  Tel Aviv  ,  Jordânia  ,  Singapura  ,  Bangkok  ,  Xangai

África 
Cidade do Cabo  ,  Angola  ,  Maputo (1)  ,  Náirobi   ,   Maputo (2)

Oceania
Sydney  ,  Melborne  ,  Auckland

Não sei se é mais legal assistir sobre uma cidade que você ainda vai visitar, ou se é melhor o episódio sobre a cidade que você já visitou. Como um amigo diz: “extremamente divertido!”.


Novidade: O Mundo Segundo os Brasileiros já pode ser assistido no Netflix. 


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Coffee Shops - Holanda


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Acabou-se o que (não) era doce...

Problemas econômicos e tráfico ilegal à parte, aconteceu o que eu já, sem querer, previa: a restrição de funcionamento dos Coffee Shops na Holanda. O governo quer restringir o acesso aos estabelecimento apenas aos holandeses e estrangeiros residentes. Vão funcionar como clubes fechados, para o desespero dos proprietários.

Não se deixe enganar pelo nome, tudo bem que você pode até achar café lá dentro, mas esse não é o carro-chefe do estabelecimento. Ao andar pelas ruas de Amsterdam você vai ver um a cada 200 metros com os tipos, fachadas, tamanhos e nomes dos mais variados. São nesses coffee shops que você pode/poderia comprar sua macoinha legalizada (e outros artigos do gênero).

Lá dentro é um bar/pub como um qualquer, com uma música não identificável rolando, pessoas meio estranhas, sinuca, junkbox, suco de laranja (o melhor do mundo) e o “cardápio da alegria”. Tinha de todas as potências, quantidades e arte finalização. Só entravam pessoas maiores de 18 anos, era proibida a venda de bebidas alcóolicas e o que você fosse consumir lá dentro, ia ficar lá dentro. Tecnicamente não é permitido o uso de drogas no meio das ruas, mas na prática, vira e mexe, você vê no banco da praça um fulano enrolando qualquer coisa num papel de seda (aconteceu comigo). Também é comum transitar nas ruas e sentir, em algumas variações de odor, aquele cheiro característico dos shows na Tenda na UNB, quer dizer, da cannabis. O problema é que você anda com uma fome de lascar a viagem toda...


Esse “Turismo do baseado”, como eu mesma já tinha dado minha impressão, não funciona muito bem para aquele espetáculo de cidade. Apesar de atrair muitos turistas justamente por conta dessa situação, essa liberação toda de drogas, e prostituição, quebra o clima que a cidade, no caso Amsterdam, nos proporciona. É meio trash mesmo.

Será que depois vão repensar aquela história das garotas na vitrine? A medida de restrição aos Coffee Shops, e consequentemente a sua "menina dos olhos", já entra em funcionamento agora em janeiro de 2012. Quem foi, foi. Quem não foi, vai ficar complicado...

Coffee Shops mais famosos: The Bulldog (o mais famoso, e o que eu acho mais indicado nesse caso), Smokey Pooltables - Juicy bar e o Mellow Yellow.


A vez é dos brasileiros


Viagem de família...visitar o Tio, o Tio Sam! 


Se antes ser brasileiro nos Estados Unidos era meio estranho, era ser considerado um imigrante problemático em potencial, hoje a coisa mudou de figura. E se mudou. Coincidentemente com a crise imobiliária que desde então só vem trazendo turbulências para a “primeira” economia, o trato com os turistas brasileiros está digno de primeira classe.

A crise, para ficar todo mundo por dentro, resumindo foi um vacilo do Estado americano e sua relação com o sistema bancário do país, que depois dessa crise adotou, finalmente, ações mais protecionistas no mercado. Sem nenhum controle do Estado, o resultado foi que o bancos, com redução de exigências, foram dando créditos para todo mundo que pretendia comprar uma casa. Era muito fácil fazer o financiamento. Os bancos “passaram para frente” essas carteiras dos financiamentos (para receberem o dinheiro antecipado) para os bancos de investimento (foi aqui que o mundo se envolveu na crise), que receberiam o valor financiado mais os juros (valia bem a pena). O problema é que os bancos não procuraram saber se realmente se as pessoas poderiam pagar o financiamento, de fato. A euforia tomou conta e todo mundo queria fazer esse negocião e aumentar o patrimônio. A inadimplência chegou, óbvio. As pessoas não conseguiram pagar seus imóveis, deixaram o rombo e todo mundo se deu mal. Se cuida Brasília (Águas Claras, Sudoeste e Noroeste)!

É aí que os brasileiros, entram. Com o mercado estagnado, a procura caiu e as ofertas são muitas. Hoje, compensa mais comprar um apê em Miami que um em Bras[sem noção]ília. Apesar de pagar em dólares, a procura já é bem grande. Afinal de contas, o aluguel também será em dólares. Essa é a hora de comprar, pois os próprios americanos não estão dando conta nem das próprias casas, muitos pararam de pagar o financiamento (que tiveram valores atualizados em acordo com o banco) e esperam até o dia em que o banco vem tomar suas casinhas.

Já para os brasileiros que apenas estão interessados em comprar, o ambiente está muito mais amigável. Não que antes não fosse, mas antes a relação não era tão aprazível assim. O modo desordeiro do nosso povo era completamente díspare da cultura americana. E isso irritava. Era só andar pelas ruas (do shopping) de Orlando para perceber o que estou falando. Até eu, conterrânea, ficava sem jeito. Parecia um arrastão digno das praias do Rio. Estabanação, falta de educação e barulho. Muito barulho.

Muitos não deixavam as gorjetas (não inclusas e habituais), viravam lojas e mercadorias de ponta-cabeça. No entanto, sempre deixaram muitos e muitos dólares (graças aos preços e impostos pagos no Brasil). Um Camaro no Brasil (mais simples) custa cerca de 180 mil reais, o mesmo nos EUA (mais simples) custa seus 23 mil dólares. Assim fica fácil de entender o porquê do comportamento dos brasileiros (desembestado) diante das vitrines.

Hoje, o furdunço continua. Ainda mais depois que surgiram os vôos diretos para Miami e Orlando. Também contamos agora com as facilidades de visto e importações de acordo com a Receita Federal. Fora o atendimento nas lojas, que muitos vendedores já falam português. São muitos os restaurantes, padarias e afins brasileiros, até Girrafas já tem em Miami. Muitos são os paparicos para agradar os brasileños. O que nos resta é aproveitar todos os mimos (todos mesmo).

Conheça a Casey, a Golden Retriever voluntária que recepciona os passageiros no Aeroporto de Miami. 


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Se dando bem na estrada....


"Excuse me, cause I might drink a litlle bit than I should tonight..."

Eu li num blog, no ano passado, um post que dava dicas de azaração nas viagens, principalmente nos mochilões e estadia em hostels. Eu acho bem legal ficar em albergues, a estrutura de muitos é sensacional, a localização é das melhores, os preços mais atrativos ainda, e as pessoas...bom, é um ótimo lugar para socializar e conhecer pessoas legais. As afinidades serão ou poderão ser muitas.

Para resumir um pouco o post que me fez dar muitas gargalhadas, vou colocar aqui as mesmas dicas misturadas com algum palpite meu. A linha do texto deles é: “E, vamos combinar, nada de puritanismo! No fundo, todo mundo quer!”.

Aprender a língua
Vai ser ótimo saber o básico na língua do local onde você está, tipo “oi”, “por favor”, “obrigado”, “com licença”, “sou modelo(a)”...etc. Para completar, afie bastante o inglês (língua padrão) para a comunicação de fato e o desenrolamento da noite.

Seja corajoso e extrovertido
Por mais que em casa você não seja nada confiante e extrovertido, nas viagens, bem distante do seu habitat natural, as pessoas costumam estar mais abertas às investidas do pessoal do albergue e afins. Até uma conversa com alguém do seu país pode ser interessante, ter um charme amais. Então, na medida do possível, solte mais as rédeas.

Finja estar perdido para começar uma conversa
Essa é muito boa, quase infalível. Quer conhecer alguém ou ao menos falar com alguém? Manda a conversa do “turista perdidão”. Mesmo que seja sua vigésima vez no lugar e que tenha um super mapa no bolso...pergunte!

Não fique discursando sobre suas peripécias
Coisa chata, não tem coisa mais chata do que alguém querendo ser o bonzão do pedaço, que já fez horrores e que é a pessoa mais divertida/louca/viajante/rica do universo. Tente impressionar de outra forma.

Banho! Sempre!
Não há o que comentar, não interessa se você está no inverno em Paris....banho! O perfume por si só não vai fazer milagre, muito pelo contrário, pode ferrar tudo de vez.

Tenha consideração com seus amigos mochileiros
Pra quem tem o costume de ficar em quartos comunitários, é de bem ter respeito pelos demais e não levar o “faturamento” da noite para um dos 30 beliches do quarto. O site sugere locais clássicos como (hahahaha): “lavanderias, terraços desertos ou os bons e velhos chuveiros (afinal, banheiros costumam ter trancas!)”.

Não perca a noção!
Se partir para a 3° base, não se esqueça da segurança. Afinal de contas, ninguém pretende levar na mala além dos souvernirs, um bebezinho de troco.

Essa é a propaganda turística de North Dakota, nos Estados Unidos, na qual convida os turistas (homens, por sinal) para a "pegacione". O texto diz: "Bebidas, jantar, decisões. Chegue como convidado, vá embora como uma lenda. Comece sua jornada legendária ligando para...." 



Quer ver o texto integral? Clica aqui.  

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Receita Federal - declarando seus bens



Eu já tinha citado num dos post anteriores essa nova história das regras de alfândega na entrada no Brasil depois de uma viagem internacional. Pois é, para agilizar a vida de todos nos aeroportos, e compensar a falta de funcionários para o volume de gente, a Receita tomou a (ótima) medida que já está se fazendo valer nos aeroportos do país.

Uma delas não é segredo, e eu mesma já citei várias vezes, na saída para a viagem não é mais necessário fazer nenhum tipo de registro de saída temporária dos seus bens, tipo câmera fotográfica, laptop, GPS..., basta apenas levar consigo as notas fiscais de todos eles.

A outra, mais relevante ainda, é que os produtos trazidos na viagem para uso pessoal não entram mais na cota estabelecida para cada passageiro ($500 aéreo e $300 terrestre), tipo câmera fotográficas e iPhones, digo, celulares. Eles dizem que é preciso provar que são para uso pessoal, sei lá como, mas precisa. A dica é tirar tudo das caixas, tirar fotos e levar na bolsa de mão – pelo o menos é que eu faço.

Já os notebooks, filmadoras e videogames entram na cota. Mas não se desespere, mesmo que sejam contabilizados, se o valor total não passar dos tais $500 você nem precisa preencher formulário algum (que lhe são entregues ainda no avião para preenchimento). E lá na fila para sair no aeroporto, se dirija à fila do “Nada à declarar”, Simples assim!

Mas tudo que envolve o tema é bem confuso principalmente nos aeroportos e aviões - que ironia. No vôo da volta eu coincidentemente li uma reportagem da revista Veja e, depois que meus olhos brilharam, chamei a aeromoça para confirmar as novas regras do jogo. Ela, bem desinformada, disse que tinha que preencher o formulário sim. Me fez preencher o formulário só para gastar papel, porque era só colocar meus dados e assinalar o balãozinho de “nada à declarar”. Sem falar que alguns itens ainda são um mistério; a dúvida é se entram ou não na cota (mesmo sendo para uso pessoal) tipo os iPads (consegue ser o meio termo entre a classe de produtos). Eu pesquisei em vários sites e no fim das contas continuei com a dúvida. Entrei com ele na bolsa, e não deu nada.

No aeroporto de Brasília, como é super pequeno e apenas um vôo é capaz de gerar tumulto entre os funcionários, essa alfândega é muito tranquila. Fora os zilhões de incentivos que existem, essa medida da Receita vai incendiar ainda mais as compras dos brasileiros no exterior, e por tabela aumentar o número de sonegadores de impostos. No meu vôo inteiro, que tinham sei lá quantas pessoas (muitas), não vi ninguém, isso mesmo, ninguém passando na fila de “bens à declarar”. Apesar da funcionária ficar ameaçando todo mundo dizendo que se for pego mentindo além de algumas multas, ainda pode responder por crime...blá blá blá...a coitada tava lá gastando saliva com brasileiros...

Eu já peguei épocas terríveis, onde até mala aberta e inspecionada tinha...quanto maiores eram as malas, mais certo que problemas elas iriam dar. E davam mesmo, eles olhavam tudo para ver se tinha alguma coisa não declarada escondida. Hoje, querido amigo, só posso te incentivar a ir e comprar muito. Hoje é “piece of cake”!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Frescura? tem certeza?



Eu sei que está no sangue de toda mulher o gene da frescura. Ele pode se manifestar de várias formas, nas mais simples ou nas mais loucas e exageradas situações. Em viagem, as frescuras podem ser um perigo. Tanto para você, tanto para as pessoas/coisas que estão com você.

Eu não me considero uma mulher fresca - talvez seja um pouco para comidas e sabores (estou trabalhando encima disso). E consequentemente não gosto de andar, sobretudo viajar, com gente assim. Seja homem ou mulher, família ou amigos. 

Nessa viagem de NY, no meu quarto estava minha tia que toda vida teve essa mania de levar o próprio lençól, fronha e afins para qualquer tipo de hotel. Com a convivência, a gente acaba pegando um pouco das manias e sotaques das pessoas com que convivemos, fato. O problema é que a mania não é originária, não é minha, e eu nunca lembro de levar a roupa de cama pra qualquer lugar que seja.

Na hora de dormir, eu querendo ser a fina do pedaço, entrei na onda do “nojinho” do travesseiro (totalmente desnecessário, o hotel era ótimo), vi minha tia com toda parafernalha se arrumando pra dormir, e eu notei que mal tinha levado minhas roupas (inclusive esqueci meu pijama)...fui lá, espertona, e “vesti” o travesseiro com uma das minhas blusas e dumi. Ok, tudo certo.

Levantamos no outro dia e saimos para o desbravamento da cidade. Foi o dia que mais andamos e chegamos capotando no quarto. Quando fui colocar a cabeça no travesseiro...Meeeeeooo cadê o travesseiro com a minha blusa???? A 'tonha' da arrumadeira levou ele com tudo, nem notou que minha blusa tava lá (ela era branca), ou pior, notou e deu o “banho”. Estava tarde demais para ligar na recepção e reclamar. Deixei para o outro dia.

Demorei muito para dormir pensando em todas as vezes que usei a blusa, era uma das minhas preferidas. Era mesmo. Amanheceu, e liguei no número das housekeepers. Expliquei, e ela disse pra eu ligar depois das 14h da tarde. Problema é que essa hora só Deus saberia onde ou iria estar e outra coisa, era o dia do Ano Novo. Beleza, cheguei no hotel ali pelas 19h e liguei em plena concentração do mundo todo para a virada. Expliquei mais cinco vezes para todos que me atenderam e última moça disse que ia mandar procurarem e que eu ligasse no outro dia às 9h.

Lágrimas escorriam do meu coração. Era uma blusa preferida. No outro dia liguei e nada, não acharam nada. Arrumadeira daughter-of-a-bi....! Como no filme da Jennifer Lopes no qual ela experimenta a mala inteira da hóspede, essa daqui simplesmente surrupiou minha blusinha para usar no reveillón. Rodei!

Eu liguei o botão do desapego, e let it go! O aperto no coração ficou até hoje, que vacilo. Que vacilo. Agora só tenho lembranças e fotos. Aliás vou parar de falar porque estou ficando mal. Além do meu nome na lista de 2h de espera da Serendipity, também ficou pra sempre em NY uma de minhas peças favoritas.

Dá próxima vez, colocarei uma blusa vermelha e amarrei a alça na cabeceira da cama. Eu paro para pensar: vale a pena bancar a fresca? Não, não vale! 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

New York - Ano Novo

Party rocks in the house tonight, everybody just havin a good time...


Se você estiver planejando o seu próximo reveillón e por um acaso digitar "Nova Iorque" no Google, vai encontrar muitos e muitos blogs e sites de pessoas que passaram pela experiência e têm muito (ou pouco demais) pra falar. Esse ano decidi celebrar lá a minha passagem de ano, como diz minha prima “Que baita ascensão! De São Luís à New York City”. Claro que foi mais uma desculpa para visitar a cidade, que há tanto eu queria. Estava só esperando a oportunidade surgir, como ela, para minha satisfação, o fez.

Eu sabia muito superficialmente o que era o ritual da passagem de ano em Nova Iorque. Sabia que era uma das mais famosas do mundo e que reunia uma quantidade catastrófica de gente de todos os confins desse mundo de Meu Deus. Sabia também dos tradicionais beijos entre os casais e da chuva de papeizinhos picados (escritos por todos com desejos e votos de um feliz ano nuevo). Também não esqueci, jamais, do frio glacial que faz nessa cidade principalmente nessa época do ano. A neve com certeza estaria presente.

Depois de passagens compradas e hotel reservado, fora o rascunho de plano de visita aos pontos turísticos, eu comecei a fazer uma leve pesquisa sobre o que poderia esperar. Também não gosto de ser meio psicopata e sair planejando todos os passos que vou dar numa cidade desconhecida. É bom sentir a incerteza […]. Pois bem, voltando ao assunto, fui pesquisar e sendo bem sincera só ouvir falar mal. Muitos chamavam de “o fiasco do ano novo”.

Eu pouco me abalei. Não caio muito nessa conversinha das pessoas. Acho que cada um tem sua opinião e a melhor forma de saber se a cidade/programa/boate/*Nsync presta, é indo lá e sabendo/escutando. Eu já disse e repeti que o pior erro de alguém, além de não usar perfume, é cair na conversa dos outros e não tirar suas próprias conclusões.

Já estava consciente que ia trocar o Brasil por uma friaca miserável, de pé por umas várias horas, me espremendo com meio mundo, sem poder beber nada, sem talvez conseguir ver algo...e assim sucessivamente. Mas posso falar? Foi sensacional! Foi uma experiência totalmente inédita na minha vida (o que já é bom). Não estava fazendo o frio esperado (tanto que foi o dia que andei apenas com uma meia calça e a calça jeans), a muvuca era completamente pacífica e engraçada (as pessoas entram no clima e tudo é motivo de risos e piadas) e o momento da virada, realmente, é super sem graça. Lógico que é, não se compara com nada no Brasil. Você tem que sair de casa sabendo que definitivamente você não estará no Brasil.

A virada, dentro do mundo sem graça dela, é legal. O clima é ótimo de energia positiva e confraternização. Todos se abraçam e desejam “Happy New Year”, quando você se vê, tá abraçando um monte de desconhecido. Isso é bacana. Os papéis caem, a contagem regressiva é feita no telão na Times Tower, saem alguns escassos fogos laterais e a bola feita de cristais desce num mastro simbolizando a passagem do ano. Antes disso, na espera pela 12:59, eles constroem um palco em um nível bem alto onde alguns cantores cantam 1 ou 2 músicas (esse ano teve Lady Gaga, Justin Bieber e Pitbull). São montadas 2 arquibancadas coladas nesse palco para pessoas convidadas, tipo os parentes do prefeito. Enquanto isso o povão fica lá embaixo só ouvindo o que está havendo no pedestal, quer dizer, palco. Apenas um telão em um dos lados transmite esses shows, ou seja, só quem deu a sorte de ficar desse lado consegue assistir. Voltando à virada, depois dos papéis, beijos e bolas descendentes, todo mundo se despede e vai embora pra casa, outros para o hotel e os sortudos, para as baladas.

Ah, esqueci de dizer que antes da hora H você tem 2 opções:
1 – Quer ver a qualquer custo o “espetáculo” da bola caindo? Então levante às 8h da manhã tome seu café reforçado e vá para a Times Square. Fique lá até as 00:10 do outro dia. De acordo com um dos policiais que ficou nosso “brother” às 9h da manhã a Times Square já reunia 1 milhão de pessoas à espera do Ano Novo. É preciso ir essa hora para guardar seu lugar (insane).

2 – Aproveite seu dia na cidade, faça reservas para um pacote de jantar e depois vá se juntar à multidão, com chances máximas de estar no meio da galera e mínimas de chegar na Times Square.

Como eu disse, muita gente compra esses pacotes de jantar. São meio caros (mas compensa). Muitos transmitem o evento em telões (eu fazia questão de estar na bagunça), oferecem o jantar, e emendam a baladex. É muito legal, mas precisa ser reservado com antecedência para não correr o risco de ficar sem. No meu caso, só tivemos o jantar e o resto foi passado nas ruas. Vários sites vendem essas festas que são em bares, restaurantes, hotéis e boates.

Apesar da Times e todas as ruas ali do perímetro terem super-mega telões, eles cometem o infantil erro de não transmitirem a festa ao vivo para todas as pessoas que estão ali (não são poucas). Também economizam demais nos fogos. Os prédios vizinhos poderiam muito bem também lançarem seus fogos. Iam fazer um efeito lindo sobre todas as ruas. A logística de quem organiza o evento é muito junior. Verdade seja dita.

Se eu indico? Claro que sim. É inexplicável dar as boas vindas ao ano novo ali naquele espetáculo de cidade.

Leia também: 


NY - Ainda falta...


I'll be back...

Tem alguns lugares que você visita e sabe que é sua primeira e última vez ali, afinal existem mais trocentos lugares para você gastar seu rico dinheirinho. Não é o caso de Berlim, Munique, Paris, Nova Iorque. Não é mesmo. São cidades que você pode ir todo fim de semana e ainda não será suficiente. No meu caso, acrescento Miami/Orlando/Tampa nessa lista.

Eu sai daqui sabendo que a minha sede de conhecer NY faria com que eu pudesse realmente conhecer muita coisa. Mas, no roteiro oficial (se é que existe um), ficaram de fora alguns lugares muito importantes e de bastante interesse pessoal. Eles até estavam nos planos iniciais, mas não poderia exigir tanto do pessoal que estava comigo, que por sinal já fizeram esforços extraordinários. Sangue né, minha família nunca fez corpo mole pra viagem. Pra falar a verdade, eu, no fim do segundo dia quase perdi as pernas. Elas começaram a latejar de um jeito que gerou um pouco de pânico interno. Como eu estava só com minha irmã, arranquei ela do Museu de Cera, pegamos aquela 7° avenida, e voamos para o hotel. Mas o vôo foi com escalas, no caminho tinha tanta coisa legal, que tivemos que parar e tirar fotos.

Os lugares que falei e que devem ser destino na sua ida até lá são: os museus MET (Museu Metropolitano de Arte), Moma (Museu de Arte Moderna) e o Guggenhein (estrutura arquitetônica espetacular), entrar na Serendipity, assistir uma ou várias peças da Broadway (quero muito ir ver o Spider-Man), tentar outra vez fazer parte da platéia do programa do Jimmy Fallon, visitar o bairro West Village (Friends e Sex and the City), assistir algum jogo/show no Madison Square Garden, conhecer a outra parte do Central Parque e ir em todas as baladas possíveis e impossíveis.

Quando vou em cidades grandes como essas nem fico triste, se não conheci tudo, ou desesperada, para ver tudo, porque sei muito bem que vou voltar lá de qualquer jeito. E nada melhor que retornar a uma cidade e ainda ter lugares bacanas para visitar...humm delícia!


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

New York, nos Estados Unidos

New York City, such a beautiful desease...


Ok, chegou a hora de conhecer a Big Apple. Dia mais que especial pra mim por uma série de motivos, ótimos por sinal. Sai de Miami e desci no aeroporto de Newark, em Nova Jersey. No próprio aeroporto é possível pegar um trem que te deixa numa estação de metrô, a partir dali você pega seu caminho até a ilha de Manhattan (ou serviço de ônibus executivo). Se estiver com muitas malas, de repente é melhor pegar um táxi mesmo, como eles não são muito caros é uma boa saída.

Fiquei hospedada no Hotel Pennsylvania na 7th avenida. A localização era perfeita além de ficar numa das principais avenidas da cidade, está em frente ao Madison Square Garden que conjuntamente tem a estação de metrô Penn Station, e colado na Herald Square onde está situada a maior loja Macys do mundo (o quarteirão intero e 8 andares). O hotel é imenso (acho que metade da quadra inteira), o hall é uma graça, é cheio de gente bonita de vários lugares, tem algumas lojinhas e restaurantes. O sistema de reserva é superfácil e o pagamento é feito lá na hora do check-out (às 11 da manhã) no cartão de quem fez a reserva ou em dinheiro. O check-in é as 15h e para guardar as malas eles cobraram U$ 4 por volume. É um hotel histórico, preserva as antiguidades com as modernidades. Resumindo, vale a pena o custo benefício. Pra falar a verdade achei baratíssimo considerando a época (Ano Novo) que fui.

Pernas à obra! No primeiro dia andamos cerca de 39 quadras. Haja fôlego! Vou tentar organizar melhor o post contando o que consegui fazer nessa primeira vez na NYC tentando dividir tudo em “regiões”:

5th avenida: Andei bastante por ela passando pelas alturas mais bacanas, da 32st à 59st. No Sq Park (encontro da Broadway com a 5th av e a 23st) está o Flatiron Building, um dos primeiros prédios da cidade (formato de ferro de passar roupa) e cenário de uma das lutas do Homem-aranha, que é bem bacana. Seguindo na direção norte, você vai ver o Empire State Building, atualmente o arranha-céu mais alto desde a queda das Torres Gêmeas. As filas são grandes, então é melhor ir bem cedinho (abre às 8h). Para subir até o 86° andar (suficiente) são U$ 22 por pessoa e a vista é espetacular, as fotos ficam incríveis. A lojinha também é super legal. Depois, na mesma avenida, está a Public Library, linda demais. Lá foram gravados diversos filmes como “O dia depois de amanhã” e é onde foi o – quase  –  palco do casamento da Carrie, do Sex and the City. Continuando a andança, você vai ver de um lado a St Patricks Catedral, a igreja gótica sensacional que foi inspirada na Catedral da cidade de Colônia (Alemanha), e do outro lado da rua o complexo do Rockfeller Center com seus vários prédios, a maioria deles da rede de TV NBC, sua linda e famosa árvore de natal, onde o Kevin do “Esqueceram de Mim 2” encontra sua mãezinha, e o rink de patinação no gelo (pequeno). Nessa época que fui estava completamente lotado então é melhor deixar a patinação para o Central Park. Quanto mais você se aproxima do parque, mais lojas caras, vitrines legais, camelôs e concentração de gente você vai ver. No fim da 5°, ainda tem a loja mais que perfeita do universo, a Apple Store, do lado está a FAO Schwarz, a loja de brinquedos mais famosa do mundo e também palco de vários filmes como “Quero ser grande”. Atravessando o sinal você já se depara com o The Plaza Hotel, luxuozíssimo e onde o Kevin do “Esqueceram de Mim 2” se hospeda. Uma diária numa época "nada a ver" custa cerca de U$ 2.000. Na altura da rua 82, pertinho do Central Park, está o MET – Metropolitan Museum of Art. Mais encima, na 88st está o Guggenheim, lindo lindo de morrer. Na 5th com a 53st, por sua vez está o Moma – Museum of Modern Art. Dessa vez, só deu tempo de entrar no de História Natural (que ocupou muito meu tempo por sinal)...taí mais alguns motivos para voltar à cidade (como se fosse preciso).

Ver na 5th: Vitrines das lojas Hollister (a mais espetacular que já vi na vida), Lord & Taylor, Macys, Sacks Fifth Avenue, Tifanny Co e da Bergdorf Goodman.

Central Park

Central Park: Ele é imenso (vai da 59st até a 110st). É coisa pra caramba! E seja lá a época que você for, tenho certeza que ele vai continuar sendo lindo e delicioso de andar. Ele fica entre o Upper East Side e o Upper West Side, regiões burguesas onde o poder financeiro impera, ou seja, moradia dos ricos. Acredito que andei quase 2/3 do total, passando pelas várias pontes, lagos e canteiros. Existem os passeios de charrete (meio caros), anfiteatros, zoológico e o Wollman Rink, a famosa pista de patinação no gelo. Você paga um valor e pode patinar o tempo que quiser. O visual é lindo, a pista é cheia mas não tem tempo de espera para entrar, o que é ótimo. Do seu lado esquerdo na 8th av, na altura da rua 74st está o American Museum of Natural History. Não sei nem o que escrever sobre ele. De longe o melhor museu que já fui na minha vida inteirinha. O catálogo deles é imenso e uma vez lá dentro, não dá vontade nenhuma de sair. Nota mil! Você já o viu no filme “Uma noite no Museu” e é lá também que o Ross Geller trabalha, em Friends. No planetário lá dentro (pago à parte), foi onde ele propôs a Rachel (Jenifer Aniston) em casamento.

Ali na redondeza, na 60st com a 3rd av, está o restaurante/confeitaria Serenditpity, homônio de um dos meus filmes favoritos (veja aqui). Meu sonho de consumo era entrar e tomar nem que fosse uma água lá dentro. É lindo, pequeno e despretencioso. A lista de espera superava 1h. Ela é conhecida por ter o sorvete mais caro do mundo (feito com baunilha do Taiti e chocolate do Caribe, ele vem servido com uma fina camada de folhas de ouro em uma taça de cristal Baccarat acompanhada de uma colher de madrepérola), que custa por volta dos mil dólares; sei também que os seus milkshakes são gigantes e maravilhosos. Como a espera era muito grande, infelizmente não deu pra ficar, aliás, meu nome está lá na lista até hoje.

Times Square: É um espetáculo de lugar, eu tirava fotos a cada 2 minutos (lotei um cartão de 8g), eram tantos  neons, propagandas, empenas, outdoors, vídeos...sonho de todo publicitário que se preze. Eu ficaria horas e dias parada ali só rodando o corpo 360° para ver tudo. Estava lotadaço, mas ao contrário dos lugares muito cheios, não me deu aquela aflição ou vontade de ir embora. Tudo fica secundário frente a tudo que aquele encontro de ruas (7th+Broadway+42st) quer te mostrar. São espaços caríssimos, propagandas das mais elaboradas e sempre tem uma novidade sendo lançada. A Times Tower é a mais famosa e a que provavelmente está vindo na sua cabeça agora, é de lá também que cai a bola de cristal simbolizando a passagem de ano no reveillón. As lojas que estão ali na Times são atrações por si só. Mesmo que você não vá comprar nada (meio caro para quem veio de Miami), a entrada é mais que obrigatória. Algumas delas são a Hersheys, M&Ms, Disney Store, NBA, Toys'R'us, Café Europa, Sephora, MAC, Aeropostale. No centro da Times, você acha o TKTS onde, se estiver com sorte, consegue comprar ingressos para peças de teatro mais barato. Ali coladinho já é a região de teatros da Broadway, nas ruas adjacentes. Também descobri uma rua chamada Litlle Brazil, isso mesmo. Dá até pra comer uma comida digna por ali. Em outra rua adjacente existe uma filial do museu de cera Madame Tussauds, custava U$ 37 e valeu muito a pena pra mim que pude ver de perto o sensacional *Nsync.

Ainda na Times, a loja Forever 21, tem um mega telão que fica passando suas propagandas. E em certo momento filma a galera que está em frente e transmite ao vivo para toda a Times. É muito legal se ver refletida naquele mundo de luzes e movimento. Vale a pena!


"Picture that with a Kodak. Or, better yet, go to Times Square..."

Wall Street: Essa área já fica lá no sul da ilha, lá na ponta. É onde se encontra a Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), a mais importante dos EUA/mundo. Andando por ali você encontrará o Charging Bull, aquele touro de bronze que representa a alta do mercado (bullish), e o Federal Hall Memorial, antiga sede do governo de NYC e onde George Washington tomou posse. Pertinho dali está o Battery Park, onde estão os ferrys para ida até a Ellis Island, ilha onde chegaram os primeiros imigrantes de NY (bem sem gracinha), e à Staten Island, onde está a Estátua da Liberdade. O passeio é bem legal, e você consegue ter uma vista incrível de Manhattan. A estátua simboliza as boas-vindas aos imigrantes em busca da tal liberdade. Como ela estava em reforma, não pude subir. Mas as fotos desse dia ficaram lindas (como se as outras não tivesse ficado...).

Ali nas proximidades, está o 9/11 Memorial, local onde estavam as torres gêmeas. Hoje abriga um museu e as duas piscinas no local onde elas estavam. É bem emocionante, e pisando lá você consegue minimamente ter noção do que foi aquele dia terrível quando aqueles, big power e fora do comum, arranha-céus ruiram. Para visitação é necessário agendar a ida pela internet, e é de graça. Ali no mesmo local estão sendo construidos 5 novos prédios (imensos). Na avenida Broadway, ainda é possível conhecer a Trinity Church, uma igreja no meio do centro comercial com ares bem sinistros, tem até lápides no seu jardim.

Não muito longe dali, está a romântica e famosa Brooklyn Bridge (a primeira ponte de aço suspensa do mundo), dá pra caminhar por ela ou atravessá-la e descer no Brooklyn Bridge Park e tirar lindas fotos no pier. Do lado dela, existem mais pontes legais como a Manhattan Bridge e a Williansburg Bridge.

Perto ali do Financial District, onde estão todos esses lugares que citei perto de Wall Street, estão alguns bairros bem tradiconais como o Litlle Italy, com muitos restaurantes italianinhos e gente falando italiano, óbvio. Mas a comida não é lá essas coisas, os molhos de tomate dos EUA são muito ruins e acredito que isso seja o responsável pelo “mal gosto”. Pensei que seria um almoção daqueles, mas foi bem “mais ou menos”, viu. Colado na Itália, esta o Chinatown. Terrível, eu não gostei não. Eu já não tenho muito chamego por esse país e mesmo visitando um pedaço dele na bela New York, não mudou muita coisa. Muito chinês, cheiro de comida forte, cacareco, barraca de verdura, gente estranha...me deu uma sensação de perigo. Não sei se é, mas queria o tempo todo me mandar rapidinho dali. Ainda bem que estava colado na Litlle Italy, ufa! Foi muito melhor receber os “Buongiorno” do carinhas bronzeados e metrosexuais italo-novaioquinos.  


New York - Estados Unidos    Viagem: 2011 (dezembro), 2019 (dezembro).


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