sábado, 7 de março de 2020

Como escolher seu hotel em Las Vegas



Sempre ouvi dizer que a hospedagem em Las Vegas é um item muito fácil de resolver, porque são muitas opções e, portanto, acaba sendo muito barata (e digna). Quando iniciamos as pesquisas, a primeira coisa que fomos descobrindo é que, para a época escolhemos ir, a parte do "mais barato" não era bem assim.

E a segunda coisa, é que os hoteis têm diferenças gritantes de categoria. Todos são interessantes e luxuosos, porém, atente-se para o fato de saber escolher o que cabe no seu bolso e lidar melhor com a expectativa vs realidade.

Quanto ao luxo (pelo que vi) os principais são: Caesars, Bellagio, Aria, Wynn, Encore, Paris, The Venetian, The Palazzo.

Os que achei mais caidinhos: Bally's, Circus Circus, Flamingo, Harrahs, Cassino Royale.

Observação: essas duas listinhas acima foram feitas apenas com base na minha observação como turista (que não se hospedou nesses lugares e tirou essas conclusões apenas julgando pelas áreas públicas e cassinos de cada um deles).

Considere o Bellágio como centro da Strip. E aí veja como vai funcionar seu roteiro de interesse na cidade (a que shows vai querer ir, pool parties, baladas, etc) e uma saída é escolher um hotel no epicentro de tudo isso. 

Você pode fazer como nós (fomos pela primeira vez) e escolhemos ficar em frente ao Bellágio, no Hotel Paris, porque a ideia era rodar tudo.



Eu acredito que os valores irão ser os grandes definidores dessa escolha. Numa pesquisa no Booking já é possível notar uma variação gritante de valores, e, pode acreditar, essas diferenças estão na categoria dos hoteis. Cuidado com isso, principalmente se tiver problemas respiratórios e alergias (lembre-se que os quartos nos EUA são todos em carpete). 

Resumindo, preste atenção na escolha da hospedagem e muito cuidado com essas promoções geniais e muito baratas. Geralmente, os hoteis escolhidos ou são de uma categoria mais baixa (Circus Circus) e/ou ficam fora da avenida principal (Trump, Circus Circus, Hard Rock ou Stratosphere), o que vai te fazer ficar refém de transporte. Não vejo nada de errado nisso, contanto que você saiba desses detalhes antes de embarcar.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Las Vegas: opções de bate-e-volta








Dependendo da época em que for, e do tempo que for ficar na cidade, vale a pena fazer uns bate-voltas ao redor de Las Vegas. Aqui no post vou falar apenas sobre alguns deles que acho bem oportunos para entrarem no roteiro:

Grand Canyon
Se você tentar ver um pacote nas agências espalhadas pela cidade, vai perceber que basicamente existem duas opções de roteiros para o Grand Canyon:

1. West Rim: o mais próximo de Vegas e que envolve a ida à represa Rover Dam (que abastece a região e separa os estados de Nevada e Arizona). Esse pedaço fica dentro da reserva indígena dos índios Hualapai, e é possível fazer voos de helicóptero, passeios pelo Rio Colorado e andar pela passarela de vidro suspensa no abismo, Skywalk. Dá pra fazer em 1 dia. Opções de ida: helicóptero, excursão ou de carro por conta própria.

2. South Rim e North Rim: pedaço mais distante e dentro do Parque Nacional do Grand Canyon. As excursões fazem em 1 dia, mas pelo que deu pra perceber é bem na correria. Melhor ir por conta própria e com mais calma (fazendo per noites). Opções de ida: excursão ou de carro por conta própria.

Resolvemos fazer a opção 1 meio que de última hora pois o tempo mudou (quando estávamos planejando desistimos de ir pois os relatos diziam que devido à neve, as vistas estariam comprometidas). Alugamos um carro no sufoco no Bellágio pois as locadoras estavam com praticamente todos os carros já reservados e fomos pro conta própria.

Chegamos a ver uma excursão num quiosque na Strip, porém, o fogo no rabo da vida loquice não nos permitiu entrar no mundo das regras (além do mais, o horário de saída era muuuito cedo).  Portanto, paramos no "mercado" (Lê-se "farmácia CVS"), compramos mantimentos alimentícios e tocamos o pé na estrada guiados pelo Google Maps.

Achamos a experiência muito boa, dizem que em termos de "Grand Canyon", o South e North Rim oferecem vistas melhores ainda, mas pelo que vimos, garanto que valeu a pena. Principalmente pra quem tá sem tempo ou não tem muita paciência para esse estilo de passeio. O pôr do sol é maravilhoso!

O caminho foi super tranquilo e sinalizado, apesar de em alguns trechos estarem com gelo nos acostamentos. As paisagens são incríveis! Paramos o carro a cada 2 km para tirar fotos.

Resumo do nosso roteiro: Roover Dam, Dam Bridge, ponto de observação Taming the Colorado, a cidade de Dolan Springs. Chegamos na entrada da reserva Hualapai Mountain Park. Lá você deixa o carro estacionado (de graça) e paga por pessoa para entrar e ter acesso ao:

- Eagle Point: tem ótimas vistas do Grand Canyon, barracas típicas dos índios e a passarela de vidro Skywalk (achamos o vidro meio riscado demais apesar de ninguém entrar de sapato e com proteção nos pés.Também não é permitido entrar com bolsas, celulares e câmeras. Isso significa que se você quiser fotos, vai ter que pagar por elas. Tem um restaurante (quando chegamos estava fechado).

- Guano Point: foi ponto de observação do Grand Canyon que mais gostamos. Se estiver sem tempo priorize-o. Tem um restaurante que estava aberto.

- Hualapai Ranch: é uma cidadezinha cenográfica no estilo faroeste. Meio bobalda mas você pode se interessar. Tem até lojinha de souvenir.

Para acessar esses três pontos, eles disponibilizam um ônibus gratuito de transfer que sai de 15 em 15 minutos. Lá na entrada da reserva também saem os passeios de helicóptero.

Las Vegas Ski Resort
Já pensou em ir a Vegas e esquiar na neve? Sim, é super possível! É só alugar um carro e ir até o Las Vegas Ski Resort, que fica a cerca de 80 Km de Vegas, no Mount Charleston. O translado vai durar tipo 1h (cada perna) e é conveniente você pegar um carro apto para o trajeto que provavelmente terá neve. Uma boa ideia, é ficar alguns dias no resort, mas caso não seja possível, algumas pessoas fazem um bate-volta de 1 dia. 

Não fomos até lá, mas pelo que pesquisei, não use a opção de ir de Uber pois no fim do dia vai ser quase impossível achar um pra te trazer de volta. 

Los Angeles
É bom cogitar dar um rolê pela costa oeste dos EUA, principalmente no verão. A viagem vai durar cerca de 4h de carro até Los Angeles (cada perna). Não fomos pois achamos muito apertado para ir e voltar no mesmo dia.

Kingman (Rota 66) 
Se quiser conhecer a famosa Rota 66, baste dirigir até Kinggman, uma cidadezinha, no estado do Arizona. A partir de lá, você poderá dirigir pelo o maior trecho ininterrupto da Rota 66.

Seven Magic Mountains
Um artista suiço resolveu fazer uma obra de arte no meio do deserto. Daí fez uma espécie de instalação de pedras coloridas e empilhadas ali pertinho de Las Vegas. É um daqueles lugares instagramáveis, com certeza. Acabamos não indo pois ficava para o lado contrário do Grand Canyon que estava no nosso plano. Mas, se não me engano, é possível ir de Uber, pois não fica muito longe da Strip. 



segunda-feira, 2 de março de 2020

Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 2)



Se você não leu à Parte 1 do relato de Las Vegas, clique aqui.

STRIP 
O roteiro da viagem vai levar em consideração a lógica da Strip, a avenida principal da cidade onde estão os famosos cassinos e atrações.

Como havia dito, é importante escolher o hotel de acordo com o posicionamento na Strip, não acho interessante ficar muito nas extremidades e nem fora dela. Mas vai do bolso e desejo de cada um.

Pode parecer à primeira vista rápido e fácil vencer a Strip e suas atrações, mas acredite quando te digo que você vai perder (e deve perder) uns diazinhos por ali vendo cada detalhezinho.

Detalhe que achei essa rua extremamente limpa, apesar de anoite rolar coisas que a gente não pode nem prever, não tem nem panfletos no chão. Nota 10!

Outra coisa importante, para atravessar a rua, é preciso usar as escadas rolantes. Apenas onde tem faixa de pedestre é permitido a passagem. Cuidado para não ter problemas com isso.


FREEMONT STREET
Quando você vencer a Strip, não se esqueça de pegar o ônibus em direção à Freemont Street (tem um ponto que pára praticamente na entrada dela). Ela fica um pouco distante da Strip, lá no que chamam de "Old Las Vegas", pois foi onde construiriam o primeiro cassino da cidade. Inclusive, têm cassinos mais raiz pra quem for do ramo das apostas.

O maior atrativo com certeza é o teto imenso de Led que fia mudando de cor o tempo todo. Por isso vale a pena ir anoite. É um arraso! Dá até pra fazer uma tirolesa por toda extensão do teto.

Você encontrará lojas, restaurantes, bares, pubs, shows, apresentações de rua e afins. Saindo da Freemont, você também pode caminhar até a Freemont East District, uma rua ao ar livre cheia de restaurantes e bares. Difícil saber onde ficar. Good Luck! Dica: inclusive tem um restaurante Nacho Daddy (que amamos muito) por lá. Ótimo para veganos, celíacos e chatos pra comer.

SHOWS
Quanto aos shows, a oferta é tão grande que vai ser difícil definir o que fazer. O bom é que, como alguns deles fazem mais de uma apresentação por dia, dá pra assistir a pelo o menos uns dois na mesma tarde/noite, basta ter muito $ no bolso.

E tem de tudo...espetáculos de Circo di Solei, mágica, dança, strip tease, comédia, shows musicais, até paródias, teatros, covers e por aí vai. Fora as baladas que são uma atração à parte.

Tivemos certa dificuldade, assim como em Nova Iorque, em selecionar nossos shows mas no final das contas deu tudo certo.

Escolhemos o Cirque de Solei Zumanity (único espetáculo para maiores de 21 anos, exclusivo de Vegas e com tema erótico...valeu cada centavo! Favor não perder a chance de ir! Tente sentar na parte debaixo e o mais centralizado possível), Le Rêve (show que envolve água e foi escolhido por vários anos o melhor show da cidade. Outro que não pode deixar de ir. Tente sentar mais atrás), Cris Angels Mind Freak (show do mágico famoso. As mágicas em si, achamos fraco. Porém, em termos de produção e apresentação de show, som e imagens, vale como pós graduação para quem trabalha na área. Tente sentar o mais próximo possível para ver melhor as mágicas.) e o show do Maroon 5 (como sou fá, não tenho do que reclamar. Cabe ressaltar que o comportamento das pessoas em shows que não sejam no Brasil é meio broxante, eles não sabem curtir como nós. Mas um quesito que o Brasil dá de 10 a 0 nos gringos. Evite sentar atrás da mesa de som).

Dica: chegue sempre com o mínimo de 30min de antecedência, principalmente para trocar os vouchers da internet pelos ingressos.

INFERNINHOS
Ao cair da noite, quando estiver andando pela rua, você vai notar umas senhorinhas distribuindo panfletos. Você pegará para ajudar, e aí vai se dar conta de que são santinhos de prostitutas e acompanhantes (de todas as raças etnias e signos). Inclusive, a maioria já vem com os preços.

Outra coisa que vai ver, são pessoas, geralmente homens, anunciando as boates de strip tease (que ficam fora da Strip). Algumas propostas oferecem ida de limonsine, entrada gratuita e apenas a obrigatoriedade da consumação de um drink. Eu confesso que queria muito ter ido, porém, devido à falta de tempo, não rolou.

Para fechar o tema "inferninho", é possível, ainda, comprar e usar recreativamente maconha no estado de Nevada. Só tome cuidado com as regras de consumo e seja feliz.

ALUGUEL DE CARRO
Sobre o carro, confesso que não acho necessário para rodar pela cidade, pois o sistema público funciona 24h e muito bem. Agora se você ficar em hoteis fora da Strip, quiser ir a supermercados (ficam distantes) ou lotar o porta-mala de compras dos outlets, também acho bom cogitar um carro. 

Mas para fazer uns bate-e-voltas é essencial e, além de tudo, super fácil de fazer o aluguel (precisamos apenas da carteira de motorista do Brasil). Praticamente todo hotel tem uma agência de aluguel de carro no Concierge e qualquer pessoa pode usufruir do serviço (não apenas hóspedes). Nós alugamos o nosso no Bellágio. 

A dica é fazer logo a reserva antecipada e não correr o risco de ficar sem, como a gente quase ficou porque a demanda era grande no Ano Novo. Fomos até o Grand Canyon, o carro deu uma sujadinha básica por conta de umas estripulias na neve, e nem precisamos pagar por uma limpeza extra. Dica: usamos o Google Maps para nos localizar. 


Leia também: 
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)
Las Vegas: opções de bate-e-volta


Las Vegas - Estados Unidos
Viagem: 2019/2020 (dezembro/janeiro).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)


Depois do natal encantado que tivemos em Nova Iorque, partimos para Las Vegas para usufruir do famigerado réveillon.

Adquirimos o voo interno na mesma compra do internacional e, por isso, tivemos direito às mesmas regras de bagagem (fica a dica), ou seja, não pagamos por elas.

Conhecer Las Vegas sempre fez parte da minha wish list, principalmente, acompanhada de amigos. Inclusive, posso dizer que faz muito sentido ir de galera para lá, tenha a idade que você tiver.

AEROPORTO E TRANSFER
O aeroporto de Las Vegas é muito próximo da Strip (avenida principal), rola até de pegar Uber/Lift (dependendo do dia e da quantidade de malas, claro).

Como íamos chegar mais de meia-noite, e estávamos com trocentas malas, resolvemos contratar o transfer Go Aiport Shuttle, que de madrugada funcionou bem demais. Porém, na hora de ir embora, tipo 19h30, eles simplesmente não apareceram no local combinado no nosso hotel.

HOSPEDAGEM
Sempre ouvi dizer que a hospedagem em Las Vegas é um item muito fácil de resolver, porque são muitas opções e, portanto, acaba sendo muito barata e digna. Quando iniciamos as pesquisas, a primeira coisa que fomos descobrindo é que, para a época escolhemos ir, a parte do "mais barato" não era bem assim.

E a segunda coisa, é que os hoteis têm diferenças gritantes de categoria. Todos são interessantes e luxuosos, porém, atente-se para o fato de saber escolher o que cabe no seu bolso e lidar melhor com a expectativa Vs realidade.

Como o tema é polêmico, vou fazer um post apenas sobre dicas de como escolher hotel em Las Vegas. Leia aqui.

Quanto ao luxo (pelo que vi) os principais são: Caesars, Bellagio, Aria, Wynn, Encore, Paris, The Venetian, The Palazzo.

Os que achei mais caidinhos: Bally's, Circus Circus, Flamingo, Harrahs, Cassino Royale.

Observação: essas duas listinhas acima foram feitas apenas com base na minha observação como turista (que não se hospedou nesses lugares e tirou essas conclusões apenas julgando pelas áreas públicas e cassinos de cada um deles).

Resumindo, preste atenção na escolha da hospedagem e muito cuidado com essas promoções geniais e muito baratas. Geralmente, os hoteis escolhidos ou são de uma categoria mais baixa (Circus Circus) e/ou ficam fora da avenida principal (Trump, Circus Circus ou Stratosphere), o que vai te fazer ficar refém de transporte. Não vejo nada de errado nisso, contanto que você saiba desses detalhes antes de embarcar.

LOCALIZAÇÃO
Outra coisa confusa é saber escolher, pela localização, em que hotel ficar. Eu tentei demais entender essa lógica antes de ir, seja conversando com quem já foi, seja fuçando o Maps, mas confesso que só consegui compreender chegando lá.

Esse mapa vai ilustrar bem as coisas. Pegue o Bellagio (circulado de amarelo) como centro e, assim, meu conselho é que você tente ficar o mais próximo possível dele. A lógica da cidade é ir andando por toda essa avenida, entrando nos hoteis e conhecendo suas atrações, então para gente funcionou muito ficar no Hotel Paris. Se não der, tudo bem, é possível percorrer toda extensão da Strip de ônibus e até metrô de superfície.



Eu e Math somos meio psicopatas de rua, então preferimos sempre caminhar. O clima estava bom também, estava um frio bom de andar pela rua. Se for no calor, melhor cogitar ficar próximo das atrações que pretende visitar pra facilitar esse deslocamento porque as temperaturas são dignas de deserto.

O HOTEL PARIS
Finalmente escolhemos o hotel Paris por vários motivos: a localização (no coração da Strip), a categoria (é de uma das categorias de melhor acomodação), preço (pagável para os nossos bolsos) e estética (eu, particularmente, sempre quis ficar num dos hoteis temáticos).

O cassino do hotel é tipo o do Venetian, todo trabalhado na cenografia parisiense que envolve do teto aos mínimos detalhes dos postes, tapetes e etc. É lindo...é tipo sempre pôr-do-sol dentro do hotel, sempre aquela vibe, com muito capricho nos detalhes, de Paris (segredo: só não é maior por conta do futum de cigarro no cassino).

Adoramos o quarto e, para o café da manhã, rolava um crédito pelo quarto que podia ser trocado por comida/bebidas num restaurante específico do hotel. Infelizmente, como era inverno, a piscina, que fica ao ar livre com vista para Torre Eiffel, estava fechada.

Tem um restaurante na Torre Eiffel (faça reservas) que tem uma linda vista da cidade, e pra quem quiser apenas subir, pode pagar entre U$ 10 e U$ 15. Também rola uma balada na torre, que pra quem é hóspede às vezes nem rola de pagar (veja as dicas de baladas aqui).

O Paris é interligado com Bally's, e uma coisa legal é que tem uma parada de ônibus bem em frente ao hotel.

Um detalhe mais específico é que no Paris as lojas e restaurantes eram bem temáticos, diferentemente dos outros hoteis que sempre tinham os nomes grandes e famosos. Vale dizer que não tinha um shopping interno. A parte negativa é o wifi, que em vários hoteis era free, mas no Paris era bem limitada (e cheia de regras) aos hóspedes.

TRANSPORTE
Sinceramente não acho que seja necessário um carro para fazer o circuito turístico da Strip e da Old Las Vegas porque tem ônibus rodando 24h pra esses lados, além no metrôzinho (monorail) da strip que interliga os hoteis.

O que mais usamos foram os ônibus, principalmente para ir ou voltar dos shows e/ou baladinhas nos hoteis mais distantes do Paris. Você pode comprar um passe que dá direto ao uso por 3 dias, ou o passe de 24h ilimitado. Não usamos o metrôzinho.

Acho o carro importante se você quiser explorar os arredores da cidade, tipo ir esquiar na neve no Las Vegas Ski Resort, que fica a cerca de 80 Km de Vegas no Mount Charleston (1h de carro – não vá de Uber porque depois não vai ter como voltar), ou fazer o rolê do Grand Canyon (veja aqui nosso relato), ou ir até Los Angeles (cerca de 4h cada perna).

OS HOTEIS E CASSINOS
O rolê turístico de Las Vegas se resume em visitar os hoteis que, se por fora já geram interesse, por dentro apresentam zilhões de opções de entretenimento, deixando os cassinos apenas sendo meros detalhes (se você não for jogador, óbvio).

Depois que você entra, pronto, o mundo todo se transforma na temática do hotel que está. Se perde e esquece da vida lá dentro. Sério...depois que você passa pelo cassino, você percebe um mundo oculto (e sem fim) dentro deles. São muito imensos, e a hora e o clima ficam intencionalmente neutralizados para você não se dar conta de nada (talvez seja por isso que Las Vegas é conhecida como a "Disney dos adultos").

São muitas atrações: cassinos, shoppings, praças de alimentação, parques temáticos, restaurantes temáticos, lojas de luxo, shows, teatro, buffets, baladas, bares....tudo! Armaria! Tudo que você quiser fazer, vai ter! Viva a terra dos exageros!

Os cassinos estão todos sempre com pessoas (24h), do mais ralé ao mais luxuoso. E as máquinas são todas temáticas, o que é divertido para gente que só brinca com a sorte. Achei estranho ver crianças, mas tem gente de todo tipo, de pijama, de roupa de balada, de pós balada, grupos, casais, famílias...tudo! Só de lembrar dessas coisas já dá vontade de rir...hahaha...

COMPRAS (TAXA DE IMPOSTO)
Caso você passe por outros estados dos EUA, é bom pesquisar a porcentagem da taxa de imposto de cada um deles pra saber qual a mais baixa. Em 2019 a taxa de imposto de Las Vegas (8,1%) era menor que a de Nova York (8,87%) então optamos em comprar por lá.

Eles têm dois outlets:
Las Vegas North Premium Outlets: ao ar livre (considere as condições climáticas), maior e um pouco mais longe da Strip (20 min de carro).
Outlet Premium South: fechado (com ar condicionado), menor e perto da Strip.

Fomos no South de ônibus e gostamos bastante, principalmente dos preços (e olha que somos os psicos de Orlando e Miami). Dica de Ouro: algumas lojas aceitam carteirinha de estudante e comprovante militar para dar ainda mais descontos (mesmo que você já tenha cupons).

Outro lugar must do que dispensa apresentação é a loja Ross Dress For Less (amor da nossa vida). Em cada ponta da Strip tem uma (uma em frente ao Hotel New York, New York e do lado da loja da Coca-Cola, e outra praticamente do lado do Hotel Encore). Vale sempre a pena ir, mesmo que elas não tenham o departamento de itens para casa.

Além disso, tem as dezenas de shoppings na Strip ou dentro dos hoteis. Fique tranquilo que não vai faltar lugar para torrar seu rico dinheirinho.



Leia também: 
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 2)
Las Vegas: opções de bate-e-volta.



Las Vegas - Estados Unidos
Viagem: 2019/2020 (dezembro/janeiro).

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Balada em Nova Iorque, nos EUA

Dentre as várias opções de entretenimento noturno em Nova Iorque achamos umas opções inusitadas para encaixar no nosso roteiro. E olha que quando se trata de balada em NY, as opções são amplas, vão de boates, rooftops e assim por diante.

Como resolvemos ir passar o réveillon em Las Vegas, deixamos para aproveitar a esbórnia da balada por lá mesmo, considerando que o desenho do nosso roteiro lá estava mais favorável a esse life style. Vale dizer que foram viagens bem diferentes, a da natalina Nova Iorque e da sin city Las Vegas.

Pois bem... estávamos zanzando pelo West Village atrás do apartamento de Friends e da casa da Carrie Bradshaw (Sex and The City), e lembrei-me de que tinha colocado nos planos a ida num bar/pub/sei lá o quê ali nos arredores: o Fat Cat. Quando percebemos estávamos muito perto dele, então resolvemos achá-lo e conhecê-lo. E o outro lugar desejado era o bar-cenário de uma das minhas séries favoritas da vida, o How I Met Your Mother, que desde Brasília já sabia que queria conhecer.


Fat Cat Jazz Club (75 Christopher St)
http://www.fatcatmusic.org/


O Fat Cat é um bar/pub completamente diferenciado de tudo que já fui na vida. A fachada despretensiosa não gera muita empolgação (ele fica do lado de um Dunkin Donuts que, inclusive, disponibiliza wifi free: fica a dica!). Ele fica no subsolo, logo na entrada tem uns panfletos de programação e não dá pra ver nada do ambiente. Pagamos $ 10 para entrar (naquela noite teriam apresentações de jazz).  Entramos e fomos reconhecer o ambiente. Pensa num lugar grande...tinha mesas com sofás, no estilo How I Met Your Mother, com pessoas bebendo, tinha o bar com umas banquetas (lotadas),  lá no fundo tinha várias mesas de jogos, ping pong, bocha, sinuca (e com certeza mais um monte que não estou me lembrando), também é possível alugar jogos de tabuleiro. Num outro canto tinha a banda de jazz (bem no estilo jazz americano) que concentrava uma galera apreciando e dançando. Eu amei...achei uma ótima opção de rolê. A quem interessar possa: tinha homens e mulheres bem apessoados de idades variando entre 21 a 40 anos.

Pub Mc Gee’s (240W 55th St)


O Mc Gee’s também não é uma boate, mas pode ser considerada uma bela opção para noite, bem no estilo seriado americano mesmo. Ele foi o bar que inspirou os roteiristas de How I Met Your Mother a criarem o Mc Larens (bar da série). O layout do ambiente nada tem a ver com o da série, mas a decoração traz várias referências e o cardápio também tem uma página só de itens baseados nos personagens, inclusive tem uns dias temáticos e coisas especiais para quem faz o tour de cenários de TV da cidade (veja mais infos no site deles). A música também é legal! Optamos em sentar no balcão do bar pra aproveitar bem aquele clima de bar americano que não faz parte da realidade bares aqui do Brasil. Vale super a pena!



Leia também:



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Natal em Nova Iorque: onde ir e o que fazer? (Parte 2)


Se você não leu a Parte 1 do relato do Natal em Nova Iorque, clica aqui. 

Bom, dando prosseguimento ao nosso roteiro, vou citar os principais pontos visitados. O roteiro (7 dias) foi todo estruturado em zonas de interesse (mapa abaixo) e os principais atrativos de cada uma delas. Vou confessar que praticamente fizemos tudo que estava planejado (e olha que bateu muito um medo de não conseguirmos devido à quantidade de pessoas na cidade nessa época). 

Tirando o museu do 11 de setembro e a Estátua da Liberdade (que decidimos ir de última hora), as demais atrações estavam tranquilas demais para acessar (pelo o menos usando o cartão Sightseeing Flex Pass). 

Para não ser injusta, não fizemos: a confeitaria Serendipity, o restaurante Carmine's (nem em Nova Iorque e nem em Las Vegas), o bondinho para Roosevelt Island e o Staten Island Ferry (porque fomos na Estátua da Liberdade). 



GARMENT DISTRICT / MIDTOWN 
Essa era a zona do nosso hotel, então andamos muito a pé, principalmente, pela 8ªav, 7ªav, 6ªav, 5ªav até chegar à Times Square e Central Park. 

Pontos de interesse: Madison Square Garden (assistimos a um jogo da NBA), Macys (a maior do mundo), mercado Target, The Pennsy Food Hall (super animada e tem opções veganas e gluten free), shopping Manhattan Plaza, Herald Plaza, Penn Station (hub de onde saem trens para todos os lados), bar Hooters, B&H Photo Vídeo (a melhor loja para comprar eletrônicos), Magnolia Bakery, Kmart, Times Square (tem wifi free), restaurante Ellens Stardust,  restaurante Carmine's, Park Bryant (tem a melhor feirinha de natal da vida), Josephine Shaw Lowell  Memorial Fountain (da abertura de Friends), Empire State Building, Port Authority Terminal, Pershing Square, Grand Central Station (muito linda e queridinha do cinema. Não deixe de ir no mercadinho de alimentos), Chrysler Building, Grand Central Library, Rockfeller Center (onde está a mais famosa árvore de natal da cidade), o observatório Top of the Rock (agende no local o horário de subida), Museu de Arte Moderna-MoMa (a lojinha é incrível), 5ª Avenida, Catedral St. Patrick (aquela gótica inspirada na Catedral de Colônia na Alemanha), Radio City Music Hall, Broadway (shows que fomos aqui), McGee’s Pub & Restaurant (cenário para o How I Met Your Mother), Apple Store, The Plaza Hotel (não deixe de entrar na praça de alimentação), Tramway Plaza (estação do teleférico até a Roosevelt Island), confeitaria Serendipity, Carnegie Hall, Pulitzer Fontain. 

UPPER WEST SIDE / UPPER EAST SIDE 
Para chegar nessas redondezas usamos o metrô para descer na 81-Street-Museum of Natural History Station (que já tem saída para dentro do museu). 

Pontos de interesse:
Museu de História Natural (não é muito legal para veganos...rsrsrsrs), The Metropolitan Museum of Art - MET (maior dos EUA e 3º mais visitado do mundo - imperdível) e o Guggenheim Museum (arte moderna e contemporânea).

CENTRAL PARK 
Para chegar nessas redondezas usamos o metrô para descer na 81-Street-Museum of Natural History Station. 

Pontos de interesse: 
Belvedere Castle (lá de cima ver Great Lawn), Shakespeare Garden, Ladies Pavillion, Strawberry Fields, inscrição Imagine, edifício Dakota (onde morou e foi assassinado John Lennon), Cherry Hill, Bow Bridge, Bethesda Fountain and Terraceum, The Mall (grande “avenida verde do parque”), Sheep Meadow, Carrossel e o Wollman Rink (a maior pista de patinação), Columbus Circle (tem uma feirinha de natal linda em frente à praça), Grand Army Plaza. 

GRAMERCY FLATIRON
Descemos no metrô 23 Street Station.

Pontos de interesse: Flatiron Building, loja Pottery and Barn, Madison Square Park, Eataly NYC Flatiron.

FINANCIAL DISTRICT / BATTERY PARK
Para chegar nesse ponto sul da ilha, descemos no metrô para WTC Cortlant (1) ou Cortlandt Street Station. 

Pontos de interesse: Estação Oculus (projetada pelo Calatrava, shopping Westfield Mall, shopping Brookfield Place (tem uma pista de patinação mais infantil), 9/11 Memorial (praça aberta ao público gratuitamente), Museu Nacional 9/11 (chegue cedo pra não pegar a fila gigantesca), Freedom Tower, observatório One World (ingresso bem caro mas vale total a pena), igreja Trinity Church (mais antiga dos EUA de 1846 - tem até um cemitério típico de filmes), Wall Street, New York Stock Exchange (bolsa de valores), Federal Hall (tem uma estátua gigantesca do George Washington e uma árvore grande e natural de natal), escultura Charging Bull (touro) e Fearless Girl, Stone Street (rua de pedestres e pubs - imperdível), Beaver Building (o Hotel Continental de John Wick), parque The Battery (tem uma vista da Estátua da Liberdade), Sea Glass Carrousel, porto do Staten Island Ferry, Estátua da Liberdade, Brooklyn Bridge, New Jersey e a Governor’s Island, Eataly Downtown, Le District (Mercado francês). 

CHINA TOWN / LITTLE ITALY / NOLITA / CHELSEA / WEST VILLAGE
Descemos no metrô Canal Street Station.

Pontos de interesse: Canal Street Market, Mott Street (está a Aji Ichiban Candy Shop tradicional loja de doces), Lombardi’s (primeira pizzaria de NY), brechós The Quality Mending Co e Ina Men, bar/pub Fat Cat, Apartamento de Friends (90 Bedford Street), Casa de Carrie Bradshaw (66 Perry Street), Corner Bistro (o melhor hambúrguer de NY do Marshall de HYMYM), High Line Park (jardim suspenso criado numa antiga linha férrea), Chelsea Market (mercado gastronômico), The Vessel, shopping The Shops. 

Ponto de referência de fronteira entre China Town e Little Italy: Broome St com a Mulberry St (nela tem o letreiro luminoso "Welcome to Little Italy"). Inclusive, aí nesse encontro de ruas está o restaurante Wild Giger (vegetariano, vegano e normal) que teve uma das melhores avaliações desse grupo (fica no lado China).

BROOKLIYN / DUMBO
Descemos no metrô Brooklyn Bridge City Hall Station.

Pontos de interesse: Brooklyn Bridge (1ª ponte do mundo a ser suspensa por aço), mirante do River Café, Brooklyn Bridge Park, Empire Fulton Ferry Park, Teatro St. Ann’s Warehouse, Jane’s Carousel, Manhattan Bridge, Grimaldi’s (pizzaria super famosa que chegou a ser eleita a melhor de NY) e Ice Cream Factory.


Usamos o Sightseeing Flex Pass (7 atrações): 
1. Observatório One World
2. Top of the Rock no Rockefeller Center
3. Memorial e Museu 9/11
4. The Metropolitan Museum of Art (MET)
5. Museu de Arte Moderna (MoMa)
6. Guggenheim Museum 
7. Estátua da Liberdade 

No Museu de História Natural pagamos o valor solidário (que você paga o quanto quiser) de U$ 1 por pessoa. Retiramos nossos cartões no Port Authority Bus Terminal.

Em relação aos observatórios, decidimos subir pelo o menos em dois deles, um de dia e um de noite (as vistas mudam completamente). Como usamos o cartão Sightseeing, optamos em usá-lo de noite no Top of the Rock e, de dia, no One World. O Empire State Building não aceita o cartão (e fica bem próximo do Top of the Rock). 

Como disse anteriormente, usamos o metrô com o auxílio do Google Maps o tempo inteiro para evitar os transtornos (baixe o mapa da cidade offline e use sem consumir internet). 

Vou fechar o post com chave de ouro: na véspera de natal, depois do show que compramos no Radio City Music Hall, não teríamos nada para fazer. No Brasil todos estariam fazendo a tradicional celebração, mas nos EUA o natal é comemorado no almoço do dia 25/12, então, por sorte, uma moça nos ofereceu ajuda na rua para achar um ponto de interesse, e numa conversa estendida perguntei a ela o que poderíamos fazer na noite do dia 24/12. Ela nos sugeriu ir a alguma igreja para assistir algum coral de natal. A ideia foi perfeita! Como iríamos sair do Radio City, jantamos no Bills Bar & Burguer e fomos até a Catedral St. Patrick, que fica praticamente no final da rua, para conferir a programação. Infelizmente, estava fechada. Dali seguimos pela 5ª Avenida até a igreja Saint Thomas Church que abriria à meia-noite. Saimos do restaurante direto pra lá, e ficamos na fila que foi se formando pelo quarteirão. Entramos e escutamos o famoso coral de homens e meninos de Saint Thomas. Foi lindo! Fica a dica!

Leia também: 
Dica de balada em Nova Iorque



New York - Estados Unidos    
Viagem: 2011 (dezembro), 2019 (dezembro).

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Natal em Nova Iorque: onde ir e o que fazer? (Parte 1)



O natal de 2019 passamos de uma forma completamente diferente dos outros anos: por conta do sonho do meu maravilhoso marido, decidimos ir para Nova Iorque. Sim, nossos pais não gostaram muito da ideia de ficarmos longe, mas confesso que foi uma experiência incrível. 

E teve mais, já que estaríamos nos EUA para o Natal, resolvemos passar logo o ano novo por lá também. Uma coisa levou à outra, e aí fomos festejar o reveillón em Las Vegas

A primeira coisa que fizemos foi comprar as passagens (tipo em janeiro), depois convencemos o Casal Net a ir junto, e a seguir reservamos hoteis, shows, transfer etc. Sim, organizamos uma viagem com 12 meses de antecedência...e o que eu te indico é fazer esse tipo de psicopatia quando seu destino for muito visado, e principalmente, numa data tão especial. Eu já estive em NY no ano novo também, e não sei dizer qual época achei mais lotada. 

Aéreos
Como eu disse, em janeiro compramos as passagens pela América Airlines, compramos na opção de múltiplos destinos para ter uma grande vantagem: não precisar pagar pelas malas no voo interno de NY para Las Vegas (sim, as malas são sempre compradas à parte nos Estados Unidos). Selecionamos todos os trechos numa compra só e deu tudo certo. Aliás, vale ressaltar que essa cia área dá direito a 2 malas de 23kg para despachar, mais um item e uma mala de mão (apenas com tamanho definido). 

A divisão do itinerário foi bem simples, do dia 20 ao 28/12 em Nova Iorque, e do dia 28/12 a 04/01 em Las Vegas, sendo que na volta ainda ficamos umas 6 horas em Miami (demos até uma aproveitadinha. Leia aqui). 

Quando compramos os bilhetes, nossos voos de volta estavam bem ruins, fazendo 2 paradas. Porém a cia aérea fez umas alterações e com isso, por sorte, conseguimos sem custo organizar tudo. No atendimento telefônico, a atendente conseguiu colocar todo mundo no mesmo voo de retorno e apenas com uma parada em Miami antes de ir para Brasília. 

Dica: se você tiver alguma restrição alimentar, pelo o menos 48h antes do voo, ligue para cia aérea e peça uma adequação na comida que será servida (para veganos dá sempre certo). 

Malas
Consideramos levar a quantidade de malas que tínhamos direito pela cia aérea (4 pessoas = 8 malas grandes + 4 de mão). A estratégia, considerando minha experiência "Miâmica", foi levar todas as malas possíveis (mesmo que vazias) para o caso de serem necessárias lá. Todas as vezes que não levei malas que à primeira vista eram exagero, me dei mal, e tive que comprar malas novas. A cotação do dólar não ajudou muito, então algumas malas tiveram que voltar vazias. 

Transfer
Levando em consideração o número de malas envolvidas nessa viagem, não tinha como apelarmos para o metrôzão, nem táxis e muito menos ubers. Contratamos uma van compartilhada no We Plann para nos pegar no aeroporto JFK e depois nos levar de volta para embarcarmos para Vegas. Deu tudo certo tanto na ida quanto na volta (não esqueça de dar U$ 1 de gorjeta por bagagem), só na chegada que tivemos que esperar muito pelo motorista e foi muito chato para nossa ansiedade. 

Hospedagem
Esse item, apesar da antecedência, não foi dos mais fáceis por conta dos valores de hospedagem nessa época. Olhamos de tudo, de hoteis mais baratinhos a hostels. E juntando o combo do custo-benefício do valor x localização, escolhemos o Hotel Pennsylvania (no Garment District), hotel que já tinha ficado na outra vez que estive na cidade e que já conhecia os prós e contras. Pró: localização na 7th avenida (no coração da cidade); Contra: o hotel está em reforma e ainda tem uns quartos antigos. Reservamos pelo Booking e pagamos o restante da reserva no check-in. Em frente a ele está o Madison Square Garden, a estação Penn Station, a praça de alimentação The Pennsy Food Hall, ao lado a maior loja Macys do Mundo e um supermercado Target, atrás o shopping Manhattan Plaza e a Herald Plaza.

Do grupo, apenas eu já conhecia a cidade, então a localização priorizou os programas turísticos raiz. Caso você já tenha ido a NY, sugiro escolher uma hospedagem nos bairros: Midtown East, Midtown  West, Chelsea ou West Village. Lembrando que o metrô funciona muito bem, então qualquer lugar perto dele vai dar bom. Dicas de como usar o confusinho metrô de NY aqui.

Passes e Cartões 
Depois do roteiro montado, percebemos que a viagem teria 80% de deslocamento a pé e o restante de metrô. Contando minimamente o número de vezes que usaríamos o metrô, nos certificamos de que valeria mais a pena comprarmos o Metrô Card de 7 dias ilimitados. Ele é individual e pode ser comprado em qualquer estação de metrô (cuidado: só pode usar no intervalo de 15 min). Dica: use o metrô com auxílio do Google Maps pois ele é bem confuso...uma entrada errada e você tá perdido!

Se você está com um roteiro extenso e, como a gente, ficou preocupado com o desenvolvimento da viagem em virtude de filas e distâncias, considere comprar o cartão e abusar muito do metrô para ganhar tempo. No nosso caso, ainda tinha o quesito da temperatura. Usamos muito o metrô nos casos de dor no pé e frio extremo. 

Para as atrações, compramos o Sightseeing Flex Pass no site Vou Pra, que dava direito à entrada grátis em 7 atrações e com menor fila. Usamos para: 1. Observatório One World (o mais caro de todos), 2. Top of the Rock  no Rockefeller Center (fila tranquila), 3. Memorial e Museu 9/11 (muita fila), 4. MET (fila tranquila), 5. MoMa (fila tranquila), 6. Guggenheim (fila tranquila), 7. Estátua da Liberdade (muita fila). No Museu de História Natural pagamos o valor solidário, que você paga o quanto quiser, de U$ 1 por pessoa. Retiramos nossos cartões no Port Authority Bus Terminal.

Compras
Como nossa viagem seria nas duas cidades, constatamos que em 2019 a taxa de imposto de Las Vegas (8,1%) era menor que a de NY (8,87%) e deixamos para visitarmos o outlet lá na Sin City. Em NY compramos apenas alguns itens de frio na Uniqlo e só...aliás, eu e Math caímos na bobeira de ir na Disney Store e M&M World na Times Square. Ah...também comprei umas maquiagens na Kiko - a melhor loja de makeup que me apaixonei na Europa, e na loja B&H Photo Vídeo compramos alguns eletrônicos. Depois disso, focamos na alimentação e atrações. Bom pesquisar esse tipo de coisa quando for aos EUA e for passar por diferentes estados. 

Clima
Diferentemente do que é mostrado no cinema, na semana do Natal e Reveillón, existe a possibilidade de nevar, mas não é algo muito certo e preciso. Dessa vez não nevou (e nem no meu ano novo de 2012). Porém a temperatura estava bem baixa, tipo com mínimas de 0 a 3º e máximas de 12º a 15º. Parece tranquilo, mas considere que estará andando pela cidade em que o sol não penetra nas ruas em praticamente nenhuma hora do dia (só em alguns cruzamentos em ruas mais largas). 

Alimentação
Nosso maior desafio foi alimentar diariamente o nosso grupinho do enjôo: um celíaco, um vegano, uma paladar infantil e uma café-com-leite (que comia de tudo). 

A dica é baixar o app Happy Cow que mostra opções de lugares veganos e gluten free. Para paladar infantil não tem jeito, tem que ficar na porta dos restaurantes e ver se sai alguma criança. 

O app salvou nossa vida, deu tudo certo, inclusive as melhores refeições foram feitas nos restaurantes veganos. Vale dizer que NY e Las Vegas estão super preparados para esse público (amém!). 

Dica de café da manhã: Pret a Manger e Lanwich (mais barato e gostoso ever). 
Dica de cupcake: Sprinkles.
Dica de Macarrons: Woops! (no Port Authority Bus Terminal).
Dica de paraíso Vegano: Veggie Grill.

Broadway, NBA e show de Natal 
Com muito custo, visto a quantidade de opções de peças, conseguimos chegar num consenso sobre os shows da Broadway que iríamos assistir. Optamos pelos clássicos O Rei Leão (tente ficar o mais centralizado possível) e O Fantasma da Ópera (tente ficar no primeiro ou segundo andar do teatro). Compramos os ingressos também no site da Vou Pra. Super indicamos os dois. Só não compramos mais dias por conta da cotação do dólar mesmo (cada show não saiu por menos de U$ 100). 

Nosso hotel fica exatamente em frente ao Madison Square Garden, e aí não pudemos deixar de comprar ingressos para assistir um jogo da NBA. Compramos o jogo do New York Knicks contra Washington Wizards (não se esqueça de retirar os ingressos e chegar cedo pois a fila pra entrar fica gigante). A experiência é muito válida, mesmo para você que não curte/entende de basquete, porque os americanos sabem fazer eventos, e o jogo é só mais uma das atrações.

Para o dia 24/12, resolvemos comprar ingressos para assistir ao show de natal "Christmas Spectacular", no Radio City Music Hall, que contou a história do natal em meio a muita música, dança e efeitos especiais. Eu amei! Vale muito a pena.

Chegue sempre um pouco antes em cada um dos teatros para trocar os vouchers pelos ingressos.

Feiras, lojas e decoração de Natal
Dentre todas as coisas mais gostosas de Nova Iorque nesse período de Natal, acredito que a decoração natalina das ruas e prédios adicionado às feirinhas temporárias de natal sejam a cereja do bolo. Não tem como não entrar no clima e ficar encantado com todas as luzes e brilhos.

Nem sei dizer quais são os melhores lugares no quesito "decoração", mas com certeza as 5ª e 6ª avenidas dão um show a parte, principalmente nos arredores do Rockefeller Center (que por si só é um show a parte). Vale muito a pena caminhar muito por ali (comece desde a Macys até o Central Park). Outro ponto que tem até uma árvore de natal, é o Financial District, em frente ao Federal Hall.

Quanto às feirinhas de natal, eu não sei nem como explicar como são charmosas e gostosas. É um misto de feirinha de artesanato com comidas...é como se a gente embarcasse para uma feira de cidade pequena, até nos esquecemos que estamos no coração de NY. Passamos por várias, mas vale ressaltar as do Park Bryant (a melhor ever), da Grand Central Station, a que fica em frente ao Columbus Circle (no Central Park) e da 6ª Av.

Nessa pegada ainda tem umas lojas temporárias só com enfeites e itens de natal "It's Always Christmas New York", não vou colocar os endereços específicos (nem no maps eu achei), mas nem se preocupe que com certeza você passará por alguma (prepare o bolso). 

Pistas de patinação no gelo
Quanto às pistas de patinação, além do famoso rink do Central Park (fila grande que anda e o maior de todos) e do Rockefeller Center (mais lotado), você pode patinar no Bryant Park (mais infantil) e no shopping Brookfield Place (mais infantil) no Financial District.

Dica: não sei como é nas outras pistas, mas no Central Park leve seu cadeado e use o locker para guardar seus pertences sem precisar pagar. O mais legal é que você paga um valor e pode patinar pelo tempo que seus pés aguentarem. E quem tiver patins próprio também se livra de pagar pelo aluguel de um.

Seguro Viagem
Compramos o seguro viagem pela Real Seguro e, graças a Deus, não precisamos acioná-lo. Gosto dele pois tem um preço acessível e mostra uma série de opções variando os valores e itens inclusos.  

Alfândega
Com todos aqueles volumes de bagagem, estávamos certos de que seríamos parados na reentrada no Brasil, visto que recentemente eu e o Math voltamos de Orlando em condições parecidas e fomos convidados a passar nossas coisas pelo raio-x. Porém, para o nosso espanto, nem fomos parados.

Vou fechar o post com chave de ouro: na véspera de natal, depois do show que compramos no Radio City Music Hall, não teríamos nada para fazer. No Brasil todos estariam fazendo a tradicional celebração, mas nos EUA o natal é comemorado no almoço do dia 25/12, então, por sorte, uma moça nos ofereceu ajuda na rua para achar um ponto de interesse, e numa conversa estendida perguntei a ela o que poderíamos fazer na noite do dia 24/12. Ela nos sugeriu ir a alguma igreja para assistir algum coral de natal. A ideia foi perfeita! Como iríamos sair do Radio City, jantamos no Bills Bar & Burguer e fomos até a Catedral St. Patrick, que fica praticamente no final da rua, para conferir a programação. Infelizmente, estava fechada. Dali seguimos pela 5ª Avenida até a igreja Saint Thomas Church que abriria à meia-noite. Saimos do restaurante direto pra lá, e ficamos na fila que foi se formando pelo quarteirão. Entramos e escutamos o famoso coral de homens e meninos de Saint Thomas. Foi lindo! Fica a dica!




New York - Estados Unidos 
Viagem: 2011 (dezembro), 2019 (dezembro).

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

City Walk, na Universal Studios



A Universal Sutidos também tem um centro de lazer e entretenimento à disposição de quem vai em seus parques ou não (é gratuito). O City Walk existe desde que o parque da Universal surgiu e o seu sucesso, acho que, influenciou muito a Disney a reformar o Downtown Disney e criar o Disney Springs.

Você com certeza conhece o City Walk porque as entradas dos seus dois principais parques estão lá (Universal Studios e Island of Adventures).

São várias lojas, restaurantes, bares, boates, cinema, confeitarias, karaokê, golf e afins reunidos numa área só. Então, antes ou depois de curtir os parques, você pode ficar e curtir o City Walk (se você ainda tiver energia). Lá é um considerado um dos principais locais para passar o reveillón (fica a dica) e onde tem atrações que fecham mais tarde em Orlando.

É um lugar muito bonito, principalmente anoite, quando as luzes se acendem (funciona até as 2h da manhã). Mesmo se você não for aos parques, acho que é uma parada obrigatória em Orlando. Vale dizer que o estacionamento (U$ 20) após às 18h é gratuito. E alguns restaurantes validam o estacionamento para você não pagar nada.

Dentre os principais estabelecimentos, cabe ressaltar a presença do Hard Rock Cafe, Blue Man Group, Bubba Gump, Margaritaville, NBC Restaurant, Toothsome Chocolate Emporium, Fat Tuesday, e uma loja imensa da Universal Studios.

Para as baladas (para maiores de 21 anos), você pode comprar um ingresso para ter acesso livre em todos os clubes, o CityWalk Party Pass. Se você comprar ingresso para mais de 1 dia para os parques, ele estará incluso. Aliás, nossos ingressos para festa de Halloween também davam direito ao Pass, porém, como sai sem pernas da festa, nem cogitamos ir (quem sabe um dia).

sábado, 25 de janeiro de 2020

Disney Springs, o complexo de lazer da Disney na Flórida



Pra quem é das antigas, a Disney Springs veio substituir o que era o Downtown Disney (downtown = centro). Não só isso, veio reformular tudo que tinha antes, inspirados, na minha opinião, no City Walk da Universal.

É um super complexo de lazer gratuito (inclusive os estacionamentos e wifi) que reúne belas paisagens do Lago Buena Vista e uma dezena de restaurantes, bares, boates, teatros, lojas, cinema, confeitarias e etc.

Sério...não dá vontade de sair de lá! Ainda mais com a praticidade que é de chegar, estacionar e blá blá...

Eu sempre indico às pessoas que tentem ir ao Disney Springs durante o dia e durante a noite (fica aberto diariamente das 10 à meia-noite). Tem gente que vai depois do parque, mas particularmente vamos em dias exclusivos para ficar de boa e sem correria (até porque depois do parque estamos geralmente destruídos). Dica: tem vários restaurantes com opções veganas e vegetarianas.

Ainda acontecem apresentações culturais nos anfiteatros ao ar livre de música, dança e teatro. No verão tem umas fontes em que a criançada faz a festa.

Também estão lá um Cirque di Solei e o Disney Quest, o parque temático interativo de jogos e atrações virtuais da Disney.

Basicamente íamos para comer e zanzar pelas lojas (tem a maior loja da Disney, outras temáticas dos Avengers, Uniqlo, Sephora, Mac, Zara, Kippling, Lacoste, Pandora, Lego e mais um monte de outras). Tem uma mega loja da Coca-cola e da NBA (que também é um restaurante).

Dentre os restaurantes, tem para todos os bolsos e vontades. De comida americana à cubana, italiana, irlandesa e etc. Você vai achar o Rainforest Cafe, Planet Hollywwod, Ghirardelli, Earl of Sandwich,  Blaze Pizza (você monta sua pizza) e tantos outros de vários estilos. Alguns deles exigem reserva, é bom dar uma olhada com antecedência.

Não se preocupe que logo na entrada eles disponibilizam uns mapas do local (sim, você acha que a
Disney não facilitaria sua vida?) que é dividido em quatro áreas: Town Center, The Landing, Marketplace e West Side.

Acho que a Disney Springs é uma das ótimas opções de entretenimento noturno em Orlando. As outras que indico são: Universal City Walk, Disney's Boardwalk, I-Drive 360 (onde está a roda gigante Icon), além da International Drive e suas mil atrações.

Veja mais informações sobre a Disney Springs no site oficial da Disney.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Anna Maria Island, na Flórida



As pessoas começaram a se tocar muito recentemente que a Flórida, além dos pântanos, abriga uma série de outras atrações bem diferentes dos parques de diversão. Se você puder acrescentar uns dias extras na sua viagem, faça isso para poder aproveitar melhor suas férias.

Tem de tudo, de cidade com rio termal, até passeio nos pântanos e, o que eu mais amo, que são as praias. Tem praia demais, tanto do lado do oceano Atlântico, como no lado do Golfo do México. 

Como queríamos pegar uma praia mais estilo Caribe, optamos pelo lado do Golfo que tem uma cartela de praias nesse estilo que vão te gerar todas as dúvidas. Ficamos na dúvida entre as praias: Anna Maria Island, Clearwater e Siesta Key. Todas ficam próximas à Tampa e Orlando, e de Miami (veja no mapa). 


No nosso caso, resolvemos ir de Tampa até Anna Maria Island, e depois até Orlando onde ficamos o resto dos dias.

A viagem por si só foi uma delícia, pois as vistas são incríveis das baías e pontes que atravessamos para chegar em Anna Maria. É sem dúvidas um ótimo programa de bate-volta.

Confesso que não esperava achar o que achamos...que praia linda e deliciosa. Sério. Paramos o carro numa rua qualquer logo atrás da praia. Uma ruazinha residencial, com umas casas de morrer de amor. Quero alugar uma delas na próxima, com certeza. 

O estilo de praia americano é aquele em que você leva tudo. Então vimos muitas famílias levando tendas, barracas, coolers e etc...toda infra necessária. Nós, turistas, levamos só umas cangas, comidas e bebidas mesmo (e fritamos no sol). 

A areia é branquinha e gostosa, o sol pegava fogo (fomos em setembro) e a água estava numa temperatura muito agradável, nem pelante e nem fria, além de ser muuuuito clara e calma (sem ondas) no estilo Caribe mesmo. 

É aquela típica praia boa para crianças e famílias. Para os mais preocupados, ainda tem um ou outro restaurante e bar "pé na areia" disponíveis . Dá pra alugar caiaques, stand up paddle e equipamentos afins. Aliás, é ótimo para snorkel pois a água é muito clarinha (dava pra ver peixinhos a olho nu). Tem até passeio de barco para ver golfinhos.  

O mais famoso da praia é o pôr do sol, que infelizmente não pudemos assistir devido ao fogo no rabo pra ir em parque de diversão. Mas fica a dica! 

Outra coisa que está bastante na moda lá é a loja de donuts The Donut Experiment, que promete ter as melhores rosquinhas ever (prepare-se para filas) que você monta de acordo com seu gosto.

Não deixe de andar pela extensão da praia de ponta a ponta e de passar no mercado pra comprar comidas e bebidas, caso não queira ficar num restaurante/bar.

Obs: acho que pode ser um ótimo lugar para casamentos.


Anna Maria Island - Estados Unidos     
Viagem: 2019 (setembro) 

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Halloween Horror Nights, a festa da Universal Studios



Depois de termos ido às festas de halloween do Busch Gardens e da Disney, faltou conhecermos a festa "Halloween Horror Nights" no parque da Universal. 

Compramos os ingressos da festa no site Vou Pra na opção de usamos de domingo à sexta (ilimitadamente). Optamos em ir mais de uma vez, porque pesquisas apontaram que o parque ficava muito lotado e não daria tempo de conhecer todas as casas do terror (enquanto no Busch Gardens eram 6, aqui eram 10 casas + 5 scare zones + 2 shows).

O calendário da festa trazia opções de setembro a outubro (praticamente todos os dias). Não é permitido o uso de fantasias e máscaras, mas o pessoal abusa das camisas temáticas e divertidas. 

Em 2019, estávamos animadíssimos pois o tema da festa era Strange Things, e ainda as casas dos Caça-Fantasmas, Nós e, claro, do Strange Things.

A regra mais básica é: ninguém vai tocar em você. Pode ficar tranquilo quanto a isso. Então é só enfrentar o medo e curtir...

É aquela história, a festa começa às 18:30 e vai até meia-noite (alguns dias até às 2h), e quem não tem ingresso é convidado a se retirar do parque às 17h (ou seja, perde umas horas de parque). 

A maior expertise da Universal Studios é fazer cinema e arrasar nos efeitos especiais. Então o que esperar dessa festa? Tudo e um pouco mais! 

É a festa mais cansativa porque tem muito mais atrações e as filas são gigantescas (me arrependi de não ter alugado uma cadeira de rodas elétrica). Se você tiver limitação de hora e dias, melhor comprar o fastpass da festa. Depois compra logo um refil de refri, cerveja e vá curtir. 

Alguns brinquedos ficam abertos, mas como nas outras festas, não são o foco do público: Transformers 3D, Hollywood Rip, Ride It, Rock It, The Revenge of The Mummy, Man In Black Alien Attack, Harry Potter and the Escape from Gringotts e o Simpsons.

Acho que a maior dica é chegue cedo! Porque as filas para entrar são quilométricas (eu nunca tinha visto isso). Como compramos passes da Universal para usar durante 30 dias, entramos mais cedo no parque e já ficamos lá dentro (o que foi bom pra já irmos pegando a fila do Ghostbusters e nos poupar da confusão no acesso ao parque). 

Resumindo: é bem legal e bem produzido. Mas achamos que a festa do Busch Gardens zerou a vida. Então a sugestão é: vá primeiro na festa da Universal e deixe por último a do Busch. Com certeza assim vai dá bom! 

Assustômetro:
Disney: light
Universal: medium
Busch Gardens: hardcore



Orlando - Estados Unidos
Viagem: 1997 (janeiro), 2001 (janeiro), 2005 (julho), 2009 (agosto), 2011 (dezembro), 2018 (abril), 2019 (setembro).



sábado, 18 de janeiro de 2020

Mickey’s Not So Scary Halloween Party, a festa da Disney




Depois de termos passado pelo halloween do Busch Gardens, e a festa da Universal, fomos conhecer a Mickey’s Not So Scary Halloween Party, a festa da Disney que acontece no parque Magic Kingdom, em Orlando.

Já vou começar dizendo que é o contrário do Busch Gardens, o que ele tem de adulta, a Disney tem de infantil/família. É uma pegada totalmente diferente, e que posso dizer é que é muito legal. 

Não tem casa de terror e não tem scary zone (áreas de sustos). Mas tem decoração, tem distribuição de doces (trick or treat) e fantasias! Muitas fantasias! Nessa festa é possível ir fantasiado (tem algumas regras) e o pessoal capricha! É uma diversão por si só ficar rindo das fantasias das famílias e crianças. 

O calendário de noites com festa é muito extenso, vai de agosto a novembro. Basta pesquisar no site da Disney. A festa vai de 19h à meia noite.

Logo na entrada, quem não tem cestinha de abóbora, ganha uma bolsinha para recolher seus doces. O melhor é que tem sacolas para alérgicos, celíacos, vegetarianos, veganos, diabéticos e etc. Basta pedir para um dos funcionários a sacolinha diferente e depois trocar as fichas por doces especiais. 

O mapa informa os pontos de distribuição de doces, daí é só entrar na fila (que está sempre andando) e deixar os funcionários esvaziarem a mão cheia de tranqueiras na sua sacola. Vale ressaltar que as tranqueiras são de ótima categoria. 

No mais, os brinquedos continuam funcionando normalmente (não deixe de ir na Space Mountain que sofre uma leve, mas determinante, alteração de halloween), e acontecem shows ao longo da noite no Castelo da Cinderela (adoramos o Hocus Pocus Villain Spelltacular: com as vilãs dos filmes misturado com o Abracadabra). Também não perca o desfile (Boo To You Parade) nas ruas, ele acontece duas vezes na noite. E o show final de encerramento também é temático: Disney’s Not So Spooky Spectacular.

Compramos o ingresso da festa no site Vou Pra. Não compramos o ingresso para curtir o parque pois com o ingresso da festa, pudemos entrar a partir das 16h e aproveitar algumas atrações (que reservamos o fastpass pelo aplicativo da Disney). O Magic Kingdom não tem tantas atrações adultas que justificassem nossa ida de manhã (o bom foi que economizamos no ingresso do parque e ainda fomos em todas as atrações desejadas). Durante o dia, fizemos hora na Disney Springs.

A partir das 19h quem não tem ingresso para a festa é convidado a se retirar (e fica sem o show de encerramento no castelo - isso é grave). Se você for curtir o parque durante o dia e não vai à festa, é bom escolher um dia que não tenha festa para não atrapalhar seu roteiro (nos dias de festa quem não tem ingresso vai embora mais cedo e não assiste ao show de encerramento). 

É uma festa bem light, de boa, e que para quem ama da Disney, vale a experiência!

Assustômetro: 
Disney: light



Orlando - Estados Unidos
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Howl-o-Scream: o Halloween do Busch Gardens


Uma das grandes experiências da vida de qualquer fanático por parques (e principalmente da Flórida) é ir ao Busch Gardens na época de Halloween.

Aliás, o parque tem várias festas temáticas ao longo do ano. Vale a pena dar uma olhada no calendário. 

Se você já foi trocentas vezes no parque, tá na hora de renovar as expectativas (assim como eu e o Math). Nós dois somos loucos com filmes de terror e em 2019 conseguimos tirar do papel os planos de curtir o Halloween nos parques (veja nosso relato nas festas da Disney e Universal). 

Dentre as festas dos parques que fomos, já adianto que a do Busch Gardens é mais raiz, mais hardcore, mais cabulosa...o que para quem gosta do tema, vai ser diversão garantida, e pra quem tem muito medo, não sei se vale a pena ir (na real). 

A regra mais básica é: ninguém vai tocar em você. Pode ficar tranquilo quanto a isso. Então é só enfrentar o medo e curtir...(eu me pendurava no Math que nem um gato).

Ficamos de olho no site do parque até abrirem as vendas (em 2019, começou no final de julho). O calendário mostra as noites que terão festa entre os meses de setembro e outubro. O nome da festa é Howl-o-Scream. É bom ficar de olho nas regras de conduta, tipo não ir com fantasia e etc. 

Nos dias de festa os visitantes do parque que não têm ingressos para o Howl-o-Scream, são convidados a se retirarem 18h (vale dizer que mais cedo que o normal). Quem tem ingresso pode ficar no parque e ganha uma pulseira de diferenciação. Isso é ótimo pois já pode ir pegando as filas das casas do terror (que são imensas nos fins de semana), mas por outro lado é cansativo demais.

Eu e Math fizemos a loucura de curtir o parque das 10h às 19h30, e ficar para o halloween (que só terminou às 1h30 da manhã). Foi muito cansativo, mas com álcool as coisas ficaram mais toleráveis (uma longneck custava U$ 10 e as seringas de vodka por volta disso também). Enfim, se tiver dias sobrando, aconselho curtir o parque e a festa em dias diferentes.

Por volta das 18h a equipe de produção começa a transformar o parque o decorando para a festa e quando a noite cai, ele já se transformou em outra coisa. É impressionante! Os visitantes se renovam (muita gente jovem viaja das cidades próximas só para curtir a festa) e a produção arrasa na caracterização dos atores, lugares, efeitos especiais e demais detalhes. 

Durante a festa alguns dos brinquedos continuam funcionando (só com uma iluminação diferente), inclusive as filas são bem tranquilas, pois a atração da noite são as casas do terror. Vale ressaltar que durante o dia (setembro) as filas também estavam muito tranquilas, o parque não estava cheio (fica a dica). 

O esquema é pegar o mapa da festa e ir de casa em casa do terror, e no meio desse caminho passar pelo que eles chamam de "scare zones", que são áreas de susto ao ar livre. Sério, é um misto de medo com muita gargalhada...porque não tem como não se divertir com os sustos que a galera toma (além dos seus próprios). Não vou colocar muitos spoilers aqui para não perder a graça. 

Em 2019, foram 9 scare zones e mais 6 casas do terror:

Insomnia – tema: hospital psiquiátrico;
Simon’s Slaughterhouse – tema: açougue de carne animal e humana;
The Black Spot – tema: uma ilha pirata assombrada;
Death Water Bayou – tema: pântanos e cultura vudu da Lousiana;
The Residence – tema: casa amaldiçoada; 
Motel Hell – tema: um motel infestado que matou seus hóspedes e funcionários.

Além do ingresso (entre U$ 40 e U$ 80), é possível comprar alguns passes para furar fila, se você estiver com problema de tempo, eu acho a melhor opção, pois as filas são muuito imensas. Em uma ou outra casa nós pegamos pouca fila. Cabe ressaltar que não compramos o fura-fila (fastpass), e deu tempo de fazer tudo até a festa acabar (até ir numas montanhas-russas). 

Sobre a ida de menores, vimos muitas crianças (inclusive se divertindo) mas eu não sei se levaria meu filho(a). Os americanos levam crianças para todo lugar, então não são muito parâmetro pra gente. É bom consultar no site a idade mínima para entrada dos pequenos.

Como sabíamos que o dia (e noite) seriam exaustivos, nos hospedamos bem perto do parque, no hotel La Quinta Inn by Wyndham.

E também compramos no site da Vou Pra o passe de ingressos na opção "Quatro parques: visitas ilimitadas + estacionamento gratuito", que dava direito a entrada no SeaWorld Orlando, Aquatica Orlando, Busch Gardens Tampa Bay e Adventure Island (único que não fomos). Considere comprar ingressos já com estacionamento incluso pois eles custam geralmente U$ 25. 

Resumindo: é massa demais! Queremos ir todo ano!

Assustômetro: 
Busch Gardens: hardcore


Tampa - Estados Unidos       Viagem: 1997 (janeiro), 2005 (julho), 2009 (agosto), 2011 (dezembro), 2018 (abril), 2019 (setembro).



Como escolher seu hotel em Las Vegas

Sempre ouvi dizer que a hospedagem em Las Vegas é um item muito fácil de resolver, porque são muitas opções e, portanto, acaba sendo ...