quinta-feira, 18 de julho de 2013

Caso: As mágicas de Ibiza

Da Série Cuidado na Estrada!


Puft!

Pronto, estamos em Ibiza. E o plano é alugar um carro para conhecer várias praias que não estão no previsível circuito "transporte coletivo". Inclusive, é uma ótima ideia o aluguel do carro mas esse não foi o X da questão. 

Pedimos para o recepcionista brother do hostel fazer umas cotações para gente nas agências que ele conhecia para um carro econômico e básico. Ele fez o dever de casa certinho e arrumou toda a logística pra gente. 

No dia de pegar o coche (carro) o pessoal da tal agência passou bem cedinho no hostel para irmos lá fechar o negócio. Papelada pra cá, seguros, opcionais e mais papeladas pra lá, decidimos e assinamos tudo bonitinho. A moça explicou todas as regras e nos deu um "mapa" da ilha.

Dentre todas as recomendações, de uma pessoa que não estava com muita paciência para informá-las para umas pessoas que estavam tão ansiosas em sair motorizadas pela ilha, uma delas era a mais importante. Importante porque a mulher do aluguel a repetiu tipo umas 5 vezes em menos de três minutos. 

A tal informação era que para a retirada do carro era necessário deixar € 150 como caução. Na devolução do carro, seria preciso entregar a cópia do contrato para que os cento-e-cinquenta-euros-e-não-reais fossem devolvidos. Ela frisou bem a parte do "Deve ser apresentada a cópia do contrato", "Não percam!", "Guardem bem a cópia do contrato", "Se não tiver a cópia do contrato teremos problemas"...

Eu peguei a tal cópia-do-contrato, dobrei com o maior carinho possível e...e essa foi a última vez que me lembro dela. Pegamos o carro, rodamos para todos os lados possíveis e no outro dia na hora de devolvê-lo o clima "esquentou".

O dia começou frenético pois tínhamos que achar o endereço da locadora, devolver o carro, ir até a rodoviária, pegar um ônibus para o porto de Ibiza e pegar o útlimo ferry que saia para Formentera (às 11:00). 

Tínhamos ido dormir bem tarde por conta da balada, e quando o despertador tocou pela primeira vez, pelo que me lembro já estávamos escovando os dentes. Tomamos o café da manhã no modo express e eu pensei em pegar o contrato do carro para facilitar as coisas na devolução. Procurei na minha mochila e não achei. A Núbia procurou na bolsa dela e nada. Entramos no carro, fizemos uma varredura e não achamos. Eu voltei no quarto no modo The Flash, revirei tudo e também não estava lá. O caso era que: "Núbia, we have a situation...". 

Chegamos na locadora explicamos o caso, eu disse que tinham roubado minha bolsa (acho que o último caso de roubo de bolsa lá foi em 1.200 a.c) e que o papel não existia mais (achei que dizer que o papel tinha se desintegrado no Cosmos meio que não ia colar). Era uma outra atendente e ela nos respondeu com o que mais temíamos: que o papel era necessário. 

O problema era que o tempo estava passando e ainda teríamos que andar meio mundo para pegar o ferry lá no porto de Ibiza. E pelo que todos nós sabemos, 150 euros é MUITO dinheiro. Falamos, falamos, falamos...pedimos para ela procurar o contrato original, blá blá blá...e finalmente a criatura resolveu nos devolver a grana. Ufa!

O que nos restou foi sair correndo no estilo Forrest Gump pelas ruas de Sant Antoni até a rodoviária (não passa ônibus por suas ruelas) e, ainda, correr feito loucas até o porto de Ibiza na esperança de pegar nosso passaporte para perfeita ilha de Formentera. Detalhe: conseguimos! (mas essa é uma outra história...).

Bem que o apelido já diz tudo: Ibiza, a "ilha da magia". Realmente é o lugar onde as mágicas vivem acontecendo. E o contrato? Sei lá do contrato...

A sombra do mês de julho

Bate o mês de julho e é inevitável não ficar pensando em só uma coisa na vida: Ibiza! Amanhã, dia 19 de julho, há exatamente um ano eu estava embarcando com uma mega amiga, Núbinha Blue Eyes, para a Espanha

Que maravilhosos dias vivemos...digo até que incomparáveis. E Ibiza se tornou para mim quase que uma filha, uma filha que não posso deixar de ir visitar. Que vontade louca de ir para Ibiza agora...

E foi aí, em julho de 2012, que meus meses de julho nunca mais foram os mesmos...além das outras trocentas coisas, Ibiza deixou esse legado em mim: a sombra do mês de julho longe dela. 

Então em comemoração, seguem algumas fotos que provam o poder que essa ilha tem sobre mim...

Eivissa arribo de nou a vostè el més aviat possible! Espera m!

































sexta-feira, 5 de julho de 2013

Balada em Cancún, no México

Posso tá falando besteira, mas acredito fortemente na tese de que, de todo Caribe, Cancún seja a mais festeira e recheada de agitos noturnos. Existe um concentrado de boates e bares na blvrd Kulkucán na zona hoteleira que todos os dias está abarrotada de gente em busca de diversão. 

O número de turistas, principalmente jovens, é o principal fator de influência na qualidade e quantidade de baladas disponíveis. A dica de horário continua sendo por volta das 23h por conta das filas. 

Assim como eu já tinha dito no post de Playa del Carmen, em Cancún também não existe face control. O esquema também pode ser na barra libre ou pagando somente o ingresso mais barato. Pesquise entre os promoters o melhor preço. 

O esquema das baladas é muito louco, eu mesma nunca tinha visto isso, elas são open bar. Sim, a boate é open bar. Por volta dos 45/ 60 dólares você entra com barra libre até mais ou menos umas 3h da manhã. Também é possível pagar menos na entrada e pagar as bebidas por fora. O tal open bar é muito bom, tem tequila, cerveja, vodca, uísque, água e vários drinks, miséria não tem não. Ainda assim, mesmo com a variedade de opções e a facilidade de conseguir bebidas, minha dica é pagar bebidas por fora ou beber antes de entrar na festa (exceto na Coco Bongo que super vale a pena o open bar). 

Eu não encontrei dificuldade em pegar bebidas no open bar como já tinha lido em vários outros blogs. A única ressalva que faço é que antes de fechar o open bar você pense um pouco se vale a pena. De repente, é mais em conta beber shots de bebidas nos barzinhos antes de entrar na balada e não precisar pagar mais caro na barra libre. 

Uma coisa muito bizarra que reparei é que eles tentam controlar o consumo de bebidas das pessoas que pagaram a barra libre e o das pessoas que pagaram só a entrada. Explicando melhor, significa que se você está com a pulseira do open bar você pode pegar milhões de copos de tudo que estiver disponível, o que você vai fazer com eles é problema seu. Se quiser beber pode, se quiser derramar no chão pode, se quiser dar para seu colega sem pulseira open bar NÃO pode! Definitivamente você não é o dono da sua bebida porque tem um cara contratado especificamente para fiscalizar o contrabando de goró. Sim, é verdade. Ele chega ao ponto de te marcar com um laser verde (tipo sniper), te abordar (se você estiver sem a pulseira open bar) com pouca educação e pedir para que jogue fora o copo de suas mãos e que pague por sua bebida dignamente. Acredito que o copo do open bar seja diferente do pago por fora, por isso ele sabe se você tá brasileirando pilantrando ou não. 

O mesmo funciona se você por um acaso pedir um combo com seus amigos. Fica um sagaz funcionário regulando a garrafa. Só bebe quem rachar a conta, nada de copos para as garotas que você estiver flertando, só se for uns goles do seu próprio copo. Bizarro!

A forma de se locomover é bem tranquila, basicamente todos vão e voltam usando os ônibus que funcionam 24h e passam de 3 em 3 segundos. A passagem é super baratinha, tipo 12 pesos ou 1 dólar. É super seguro e, além do mais, mega divertido. Pense na farra nos ônibus...

São muitas opções reunidas num mesmo bloco, como o Daddy Rock, a Congo, e os grandes nomes como a Palazzo, Mandala, Coco Bongo, The City, Hooters, Hard Rock Cafe; e o Señor Frogs que está um pouco antes na avenida. O legal é que dá para entrar nas festas para ver como estão e depois decidir se quer ou não ficar lá. É só falar com algum dos promoters que ficam pela rua que eles entram com você. 

Fora as boates dentro dos hotéis, no nosso caso no Grand Oasis Cancún. Para hóspedes é de graça e pelo o menos uma delas é aberta para o público em geral. 

Na saída tem um monte de lanchonetes e locais para matar a fome, inclusive é possível comprar pizzas Domino's por 10 dólares na mão de algum dos vendedores que ficam de plantão nas portas das baladas.

Mandala Beach Club (Blvd. Kukulcan Km 9.5 Zona Hoteleira)
http://mandalabeach.com/


Mandala Beach

Em Cancún a Mandala tem duas casas, a normal e a beach club, uma do lado da outra. A convencional é nos moldes da franquia de Playa del Carmen mas numa proporção muito maior, e a beach club é um arraso. Um lugar muito bacana com muitas piscinas, jacuzzi e o mar de pano de fundo. Nesse dia que fomos estava rolando uma festa de todos os hotéis com um tradicional concurso de biquíni estilo filmes americanos. Lotou muito,fez um calor da madrugada incrível e o pessoal se jogou nas piscinas. A música era muito boa e a galera pirou no concurso que realmente foi divertido. Eu gostei bastante.


Coyote Loco Bar (Grand Oasis Cancun Resort, Blvd. Kukulcan Km 16.5 Zona Hoteleira)


Coyote Loco

A intenção nem era ficar lá, mas passamos rapidinho no Coyote para ver como era e nos apaixonamos à primeira vista, ou, ao primeiro acorde. Bem na hora começou a tocar uma banda de rock no palco encima do bar que contagiou todos no ato. Estava muito animado e encheu de gente em pouco tempo. Esse é um bar estilo pub para os hóspedes do hotel Grand Oasis (não sei se pessoas de fora podem entrar). Tinha rock ao vivo, mulherzinhas dançando no balcão, open bar de bebidas, um malabarista de garrafas e depois do show um dj com as tradicionais músicas de balada. Uma pena que acabou cedo, tipo umas 00:30. Curtimos muito e ainda por cima foi de graça.


Kinky Night Club (Grand Oasis Cancun Resort, Blvd. Kukulcan Km 16.5 Zona Hoteleira)


Kinky

Esse local também é do hotel Gran Oasis, mas essa é aberta para o público em geral. Saimos do Coyote Loco e fomos acabar a noite na Kink. Essa sim tem totalmente a cara dos Estados Unidos. As músicas sairam radicalmente do circuito modinha e entraram de cabeça no hip hop (e afins) bem americanizados. Não deixou de ser divertido afinal já tínhamos conhecido muitas pessoas também hóspedes e o clima de celebração da vida foi geral. Num outro dia rolou no mesmo lugar uma foam party (festa da espuma), até entrei para ver como estava (mulheres free). Não tinha muita gente mas em compensação muita espuma, o pessoal do hotel se jogou bonito. 


Hard Rock Cafe (Blvd. Kukulcan Km 9.5 Zona Hoteleira)
http://www.hardrock.com/locations/cafes3/cafe.aspx?LocationID=8&MIBEnumID=3


Hard Rock

Ficamos pouco mas sempre vale a pena curtir o Hard Rock, principalmente se for para comer também. O tradicional estava acontecendo: uma banda tocando rock de qualidade na última altura. A tentação de ficar foi muito grande. Não é tão grande como os outros vários espalhados pelo mundo mas a sensação é sempre a mesma, seja lá em que cidade for. 

Señor Frogs (Blvd. Kukulcan Km 9.5 Zona Hoteleira)
http://www.senorfrogs.com/


Señor Frogs Cancún

Esse é com certeza um dos melhores lugares que já fui na vida. É um bar, meio restaurante, meio balada, meio loja....meio tudo. Mais cedo durante o "momento restaurante", entramos sem pagar nada, depois tudo se transformou e quando percebemos virou uma balada propriamente dita. Os funcionários interagem e dançam com todo mundo, os copos e drinks são todos diferentes, a decoração é o máximo de divertida, todas as pessoas se animam de alguma forma e o clima fica extremamente maravilhoso. Rolam competições de dança entre o público, bebidas grátis para todo mundo e a música é muito boa. Sinceramente, homens e mulheres conseguem se divertir sem gastar um centavo. Não perca, aos domingos, a Glow Party (as tintas são pagas a parte) e a Foam Party (festa da espuma) que acontece às quintas, a dica é ir de biquini e levar uma mini toalha, na hora da espuma é só festa (até que digna) mas na hora de embora é bom pegar a roupa seca que tava guardada na bolsa. Preferimos a festa da espuma. 

Coco Bongo (Blvd. Kukulcan Km 9.5 Zona Hoteleira)
http://www.cocobongo.com.mx/coco2010/inter/main/1/


Coco Bongo

Também é um TOP 10 da minha vida. Que balada louca! Alta produção! É uma noite de muita música e interação. O tema são os grandes clássicos do cinema e os grandes astros da música mundial. Durante a noite tem algumas apresentações de sósias, covers e trechos de filmes. Muito bacana mesmo. Nos intervalos rolam músicas que fizeram época e não tem como todo mundo se contagiar. Depois de mais ou menos umas 2h, quando acabam as apresentações, começa a tocar músicas populares lá do México, de bandas pop, regatones e tudo mais. Nada visto em nenhuma das outras boates. Se você pagar o open bar na fila já vão te dando bebidinhas. Não pode entrar com líquidos e foi a única que fez uma revista na entrada. O local é bem bacana com vários andares e locais com mesas para quem quer ficar sentado. Vale a pena pagar o preço (o mais alto), pegar a fila básica (gigante), porque as bebidas são as melhores de Cancún e com certeza também vai ser uma das melhores baladas que você já foi (principalmente quando você participa do show e dança no palquinho na frente de todo mundo).


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Isla Mujeres, no México

vista de Playa norte em Isla Mujeres

Fazer um bate-volta para Isla Mujeres é obrigação de quem está em Cancún. Você pode até pensar (como eu) que não é tão necessário ir até lá sendo que você já foi em Cozumel. Não se sabote, não perca o foco e vá sem dúvida alguma a Isla Mujeres. 

Do porto de Isla Cancún saem ferrys o tempo todo para lá e a travessia ainda dá direito a um passeio ótimo por toda orla da praia de Cancún. A ilha também tem aeroporto e grandes hotéis, caso você queira ir direto. 

Como fica claro na foto, ela não é tão grande então dá para rodar bastante por todos os cantos e conhecer logo tudo. O que o pessoal mais faz é alugar uns carrinhos de golfe para a locomoção, nem sei se tem como pegar um carro. É engraçado porque você olha para uma rua e consegue ver no fim dela o mar. Na minha opinião, em um dia dá para conhecer praticamente tudo. Nós não precisamos alugar nenhum transporte já que fomos apenas em uma praia que ficava a poucos passos do porto de onde desembarcamos, praia essa indicada pelos locais como a melhor de todas. 

Essa praia é a Playa Norte, justamente essa que aparece na foto nesse tom mais claro de verde. Elegemos essa como a praia mais TOP de toda a viagem por vários motivos tais como a qualidade da areia fininha e branquinha, a beleza natural, a clareza, temperatura e estilo da água, pela característica da infraestrutura das barracas, pelo preço e qualidade dos restaurantes...e por ela ser quase que deserta. Realmente é do jeito que muitos falam por aí, é possível ir andando mar adentro com água praticamente na cintura. 

Muita gente aproveita para conhecer o Parque Nacional El Garrafon e o Parque Dolphin Discovery para nadar com golfinhos. 

Não tem como nem explicar, com certeza é um dos melhores lugares que já estive no mundo. O que foi mega surpreendente pelo fato de eu ter cogitado nem ir até lá. 


Isla Mujeres - México    Viagem: 2013 (junho)

Cancún, no México - Parte 1



Eu acho que nenhuma foto consegue mostrar toda a beleza do mar de Cancún, essa aí de cima até chega perto pois é incrivelmente maravilhoso. Depois de ir lá eu acredito na existência do photoshop natural de Deus. E o mais impressionante é que tudo isso está na praia principal da cidade, aonde estão os hotéis...assim fácil, simples assim. 

Cancún é o que eu chamo de "quintal" dos americanos. Pudera, além de estar pertíssimo, para eles essa viagem deve ficar de graça. A grande maioria de turistas vem dos EUA, a "cara" da cidade é igual a de uma Miami da vida, muitas placas estão em inglês, o dólar é praticamente a principal moeda circulante e o estilo das festas é muito parecido com o americano. Playa del Carmen tem mais "cara de México".

O local para hospedagem é na Zona Hoteleira, na Boulevard Kulkucan. Ambas estão na chamada Isla Cancún, uma península ligada ao resto da cidade. É a área turística de maior circulação, com a principal praia, shoppings e baladas. Os resorts da Zona Hoteleira tem a premissa de serem no mínimo 5 estrelas e basicamente todos funcionam sob o regime do all inclusive.

Ficamos no Grand Oasis Cancún por muitas indicações de amigos e por ser, muito provavelmente, o mais badalado de todos. As melhores festas do Spring Break, por exemplo, acontecem nele. O que tenho a dizer é que foi o melhor hotel que já fiquei na minha vida. A faixa de praia é simplesmente a melhor, as atividades, restaurantes e estrutura são impecáveis. A dica é se informar sobre o sistema de reservas dos restaurantes, alguns necessitam de reserva antecipada. E o grande detalhe: a internet não é free, tudo é grátis, menos a internet que é bem cara por sinal, impagável. Pensando bem, deve ser uma tática muito subliminar para fazer a gente se isolar do mundo de verdade e curtir ao máximo as férias paradisíacas. 

A estadia em Isla Cancún se resumiu em descansar de todos os passeios que fizemos em Playa del Carmen e em curtir ao máximo todo o resort open-tudo que tínhamos à disposição. Dentro do hotel além dos 20 restaurantes, mais bares e lanchonetes, ainda tinham boates com atrações muito divertidas. Afinal de contas, não fazia muito sentido sair para comer fora tendo um all inclusive padrão Fifa na diária. 

Reservamos um período do dia para conhecermos Isla Mujeres que fica bem pertinho e só tinha elogios no currículo. Também saimos uma tarde para fazer comprinhas básicas em algum dos zilhões dos centros comerciais que têm espalhados por toda cidade. O mais conhecido é o shopping La Isla, mas meu amigo pegou a indicação da Plaza das Américas que fica na zona urbana e tem preços melhores, decidimos ir para lá. 

A forma de locomoção é muito simples. Os táxis são muito baratinhos e na Blvrd Kulkucán passam ônibus de 5 em 5 segundos por 12 pesos ou 1 dólar.

A noite é muito agitada e tem alguns dos melhores clubs que já tive a oportunidade de ir. Vale muito a pena curtir as baladas de Cancún que estão sempre recheadas de gente.

Está mais do que aprovado o descanso like a boss no resort e ainda por cima naquele paraíso. E assim como eu, trace a meta de experimentar todos os drinks possíveis e impossíveis do bar (o bar do restaurante japonês é o melhor). Cancún, com certeza nos vemos em muito breve!

Leia o relato do post Cancún - parte 2


Cancún - México     Viagem: 2013 (junho)


Balada em Playa del Carmen, no México

A noite de Playa del Carmen é bem movimentada muito porque várias das baladas de Cancún também estão por lá. Não tem erro, é só caminhar até a Calle 12 com a Quinta Avenida e se deparar com muitas opções de discotecas. 

Mais ou menos umas 23:30/24:00 as baladas começam a lotar, mas seja esperto e chegue mais cedo um pouquinho para não correr o risco de não entrar (principalmente na Cocobongo que só aceita um número específico de pessoas). 

Andando pela rua trezentos promoters vão te abordar querendo vender as pulseirinhas, pesquise bastante antes de fechar. Muitas das baladinhas também deixam mulheres entrar de graça, por isso é bom se arrumar bem e pesquisar bastante antes de escolher a farra da vez. Também não existe nenhum face control, todo mundo entra de qualquer jeito e vestidos da forma que for.

O esquema das baladas é muito louco, eu mesma nunca tinha visto isso, elas são open bar. Sim, a boate é open bar. Por volta dos 45/ 60 dólares você entra com barra libre até mais ou menos umas 3h da manhã. Também é possível pagar menos na entrada e pagar as bebidas por fora. O tal open bar é muito bom, tem tequila, cerveja, vodca, uísque, água e vários drinks, miséria não tem não. Ainda assim, mesmo com a variedade de opções e a facilidade de conseguir bebidas, minha dica é pagar bebidas por fora ou beber antes de entrar na festa. 

Eu não encontrei dificuldade em pegar bebidas no open bar como já tinha lido em vários outros blogs. A única ressalva que faço é que antes de fechar o open bar você pense um pouco se vale a pena. De repente, é mais em conta beber shots de bebidas nos barzinhos antes de entrar na balada e não precisar pagar mais caro na barra libre

Eu mais ou menos consegui dividir o estilo das baladas da Rua 12. As mais "de classe" (onde estão as pessoas mais bonitas e turistas) seriam a Cocobongo, Mandala, Señor Frogs e Palazzo. As mais "people go crazy" (entenda como quiser) seriam a La Vaquita, a Tabú e o Tribeca. E no meio desse caminho está a  Blue Parrot e o La Santanera. Não sei, mas às vezes eu prefiro pagar para curtir uma noite num local do que entrar de graça em vários outros vizinhos. 

Uma coisa muito bizarra que reparei é que eles tentam controlar o consumo de bebidas das pessoas que pagaram a barra libre e o das pessoas que pagaram só a entrada. Explicando melhor, significa que se você está com a pulseira do open bar você pode pegar milhões de copos de tudo que estiver disponível, o que você vai fazer com eles é problema seu. Se quiser beber pode, se quiser derramar no chão pode, se quiser dar para seu colega sem pulseira open bar NÃO pode! Definitivamente você não é o dono da sua bebida porque tem um cara contratado especificamente para fiscalizar o contrabando de goró. Sim, é verdade. Ele chega ao ponto de te marcar com um laser verde (tipo sniper), te abordar (se você estiver sem a pulseira open bar) com pouca educação e pedir para que jogue fora o copo de suas mãos e que pague por sua bebida dignamente. Acredito que o copo do open bar seja diferente do pago por fora, por isso ele sabe se você tá brasileirando pilantrando ou não. 

O mesmo funciona se você por um acaso pedir um combo com seus amigos. Fica um sagaz funcionário regulando a garrafa. Só bebe quem rachar a conta, nada de copos para as garotas que você estiver flertando, só se for uns goles do seu próprio copo. Bizarro!

Resumindo, a noite é muito animada e dá para ir e voltar para o hotel andando (não achei nada perigoso). Mas se o pé estiver doendo muito ou o teor etílico prejudicar, é só pegar um táxi (baratinho) ou ser mais freestyle e pegar carona com o moço da bicicletinha que faz o trajeto cobrando "uma propina que valha a pena". Propina seria a gorjeta, que fique registrado. 

Para quem é muito fã de música eletrônica não vai achar muitas opções nessas baladas da Rua 12, o estilo de todas é mais um eletro pop (como dizem por aí), com muito Pitbull, Rihanna e músicas modinhas. Totalmente o contrário de Ibiza, por exemplo. 

Palazzo Disco (Calle 12 Norte Playa del Carmen, centro)

Palazzo Disco
A Palazzo é uma das baladas que super indico. A decoração é sensacional e a música muito, muito boa. O open bar era super tranquilo de acessar e tinha muita gente bonita (muitos turistas). Pagamos a barra libre que ainda nos dava direito a entrar na Mandala que pertence ao mesmo grupo. Eu gostei bastante e na mesma noite ainda rolou um concurso de biquíni para a mulherada. Muito boa, vale a pena. 

Mandala Night Club (Calle 12 Norte Playa del Carmen, centro)



A Mandala também é uma das tops discos de Playa, fomos pelo o menos duas vezes lá e uma delas com entrada grátis para mulheres mais um welcome drink. Dá muita gente bonita e a música também é maravilhosa, acho que foi a que mais gostei. Ela lota e o open bar também é super tranquilo.  Ela é aberta e dá para sentir todo o clima da rua mesmo. Um local que dá mais turistas e sempre vale a pena voltar.

La Santanera (Calle 12 Norte 251, Playa del Carmen, centro)
http://lasantanera.com/

La Santanera

A gente entrou muito rapidinho porque simplesmente nem homens e nem mulheres pagavam para entrar. Basicamente essa baladinha é no segundo andar do prédio num estilo mais lounge. Eu gostei da decoração e do ambiente mas a música não era tão empolgante e não estava lotado. Tinham muitos sofás, puffs e pessoas conversando. Acho que é uma coisa mais "leve" e para maiores interações interpessoais. 

Tabú Night Club (Calle 12 Norte, Playa del Carmen, centro)

Tabú
Os homens pagavam uma merreca e as mulheres entravam de graça com barra libre, pense! A pista de dança estava bem cheia e a música até que era boa. Esse foi o único lugar que tivemos dificuldade em pegar bebidas porque era muita gente no bar e poucos bartenders. Achei o público bem mexicano e tinham até uns quejinhos com gaiolas para as mais ousadas se jogarem. Do nada, uns go go boys (bem bonitos) subiram na bancada do bar e começaram a dançar, inclusive usando as mãos da mulherada que passava distraída pelo local. Foi bem divertido mas não foi a única balada da noite. 

La Vaquita Playa (Calle 12 Norte, Playa del Carmen, centro)

La Vaquita

É um lugar aberto para a rua e não muito grande. Mulheres entravam de graça e não conseguimos ficar muito tempo por lá porque estava muito cheio (tipo São Paulo dentro de Goiânia) e a impressão é que era a música mais alta do quarteirão. Também não tinha gente bonita e acredito que a maioria delas eram do próprio México (preconceitos à parte). Pelo o menos o pessoal tava se divertindo muito. 

TriBeca Playa (Calle 12 Norte, Playa del Carmen, centro)

TriBeca
A TriBeca também é um local aberto com vista para rua, do lado do La Vaquita. O que chamou minha atenção foi a bandinha de rock cover que começou a tocar vários clássicos como Pearl Jam e Guns'n'Roses às 03:30 da madruga. Muito bom o som que era diferente do que já estávamos acostumados a escutar em todas as outras baladas. Mulheres entravam de graça e valeu a pena curtir a música de lá. Acho que é um reduto também mais para mexicanos.

Shots Factory (Calle 12 Norte, Playa del Carmen, centro)
http://www.shotsfactory.mx/sucursales.html

Shots
Quando eu disse que era legal parar num bar e beber alguns shots antes de entrar na balada, eu estava falando justamente de pegar um local como esse. Aí tem um parede inteira com milhões de opções de shots de todas as combinações possíveis. São sete categorias tipo com fogo, picante, doces, exóticos, para garotas e etc, e dentro de cada uma tem cinco níveis de "intensidade". Não paga nada para entrar e a música também é muito boa. Um ótimo lugar para um "esquenta" de responsa. Adorei!

Blue Parrot Beach Club (Calle 12 Norte, Playa del Carmen, centro)

Blue Parrot

A Blue Parrot já tem um formato bem diferente de todas as outras baladas. É mais reservada, ao ar livre e tem espaço de sobra. Mulheres entravam de graça e estava bem confortavelmente lotado. Gostei muito da música, até Michel Teló e Gustavo Lima rolou. Como é um beach club tinha acesso à praia. Gostei de lá, vale a pena dar uma passada.



Veja as dicas de Baladas em Cancún aqui. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Dr. House Viajante


Cozumel, no México





Uma das queridinhas dos transatlânticos, Cozumel que está no Caribe mexicano tem até aeroporto. É super pertinho de Playa del Carmen de onde saem ferrys de 30 em 30 minutos. A dica é fazer um bate-e-volta de um dia e curtir as praias e passeios de mergulho de Cozumel. 

Falando nisso, a ilha é muito conhecida pelas águas perfeitas que tem: transparentes e quentinhas. Tem a segunda maior barreira de corais do mundo (perde apenas para a da Austrália). Eu aconselho algum tipo de mergulho seja no cilindro ou snorkel, não pode deixar a oportunidade de estar lá passar. Como nunca fiz cilindro, fechamos um snorkeling com cinco mergulhos que superou todas as minhas expectativas. Até agora não consigo nem descrever a sensação dessa experiência. A claridade e diversidade marinha são tão grandes que impressiona a qualquer um, fico imaginando como é mergulhar mais fundo com o cilindro. Passeio nota dez!

Quem se hospeda no Park Royal Cancun pode fazer um day-use grátis no Park Royal Cozumel que é um dos hotéis mais maravilhosos que já tive a oportunidade de ir. 

Logo próximo ao porto de desembarque tem uma rua bem extensa cheia de lojinhas e restaurantes de bom gosto. Também é possível fazer um "city tour" numa carruagem guiada por um mexicano bem típico.


Cozumel - México     Viagem: 2013 (junho) e 2016 (fevereiro)



terça-feira, 2 de julho de 2013

Riviera Maya, Playa del Carmen, no México

Playa del Carmen
Que delicinha de cidade! E ponto de parada obrigatória em viagens para Cancún. Playa Del Carmen é uma das cidades que formam a chamada Riviera Maya, talvez a mais badalada. Lembra muito Búzios/RJ para se ter uma ideia. Ela fica há mais ou menos uma hora do aeroporto de Cancún e tem todo aquele charme interiorano mesclado com uma infraestrutura linda para o turismo. 

Além do clima maravilhoso das suas ruas, a maior vantagem de ficar uns dias por lá é o fato dela estar muito mais próxima que Cancún dos principais passeios oferecidos na região. 

Pegamos um transfer já pagando pelo site do Brasil (Cancun Shuttle) e seguimos para Playa del Carmen onde ficamos por 5 dias. Detalhe que o transfer deu super certo, foram muito carinhosos e profissionais. 

Pagar por um hotel comum é o melhor a se fazer já que praticamente todos os dias você estará fora fazendo algum passeio. A dica é ficar no Quinto Sol Boutique Hotel que está localizado justamente na Quinta Avenida, a mais badalada e movimentada rua de pedestres. Também está no melhor ponto da praia, sem falar nas acomodações muito confortáveis, a decoração aconchegante e a hidromassagem no terraço que é de tirar o fôlego. 

Eu particularmente gostei muito de lá, principalmente da Quinta Avenida que está repleta de restaurantes e bares de muito bom gosto, dá vontade de entrar em todos. Também tem um monte de lojinhas de souvenirs e coisas típicas. Além da rua da balada, a rua 12 perpendicular à 5a Av. Anoite essa rua pega fogo, todos vão para lá decidir em que disco entrar. 

Compensa fazer vários passeios saindo de Playa como ir aos parques áquaticos naturais Xel-Há, Xplor e Xcaret, ir até Tulum, Cobá, Sian Ka'an, Akumal, conhecer o Chichen Itzá e Cozumel e, ainda, se aventurar nos vários Cenotes da região. 

Passamos um dia inteiro no Xcaret, um parque aquático nos moldes "Disney" (não crie tanta expectativa). Aproveitamos nossa ida para nadar com golfinhos lá (pagando além do ingresso). No fim do dia, às 19h, começa o show final que conta minuciosamente toda a história do México, passando pela cultura Maia e indo até as características de todas as regiões do país. É bem cansativo, dura três horas, mas não tem como ir embora sem assistir. 

Num outro dia fechamos um passeio até o Chichen Itzá, uma cidade arqueológica da civilização Maia situada no estado de Yucatán. Bem interessante e digna de milhares de fotos, principalmente da pirâmide de Kulkucán (uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo). Se prepare para o calor, exagere no protetor solar e no repelente. As lembrancinhas lá dentro caem de preço à medida que as horas vão passando, ótimo local para comprar souvenirs com preço baixo. 

No mesmo pacote do Chichen Itzá, visitamos o Cenote de Ik Kil. Os cenotes são umas espécies de grutas que formam poços de água doce abastecidos por rios subterrâneos. É lindo de morrer! Impressionante demais além de ter uma água bem gelada e deliciosa. E para finalizar o dia, passamos numa outra cidadezinha da região chamada Valladolid, que deve ter entrado no roteiro só para tentar alavancar a receita da simples cidade. Lá pode-se experimentar umas tequilas e licores da região. 

No outro dia, seguimos para o porto de Playa del Carmen para pegar um ferry rumo à ilha de Cozumel. Como ela está muito próxima, dá para fazer um bate-volta de um dia já que tem saídas e chegadas de 30 em 30 min. 

Pegamos um ônibus no Terminal de Playa del Carmen para Akumal que significa "lugar das tartarugas". Elegemos Akumal a segunda melhor praia de toda viagem (a primeira é Playa Norte em Isla Mujeres), e preciso dizer que é imperdível. Lembrei muito de Formentera na Espanha pelo visual todo e pelo estilo da água quentinha e calminha. Se você não tiver o próprio equipamento de snorkel, alugue um na própria praia e vá nadar com as tartarugas. O local do nado é super pertinho da areia e elas são muito fáceis de achar. Vendem vários pacotes desse nado com tartarugas, mas não é preciso contratar ninguém para nadar e achar as tortugas. A praia não é cheia, não é muito badalada e os restaurantes sensacionais (com preços que cabem no bolso). Faça um favor para mim: peça o Pescado com Salsa de Ajo (alho). 

É importante separar um tempinho no seu roteiro para curtir Playa del Carmen que também tem uma água maravilhosa, experimente muitos restaurantes e ande bastante pela Quinta Avenida.


Playa del Carmen - México      Viagem: 2013 (Junho) e 2016 (fevereiro)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Viajando para o México

"...and she dreamed of para-para-paradise..."
Decidir ir passar férias no México é mais que uma sábia escolha, além de ser pertinho a gente ainda tem tanta beleza natural que não dá vontade de voltar nunca mais para casa. Também é acabar sabendo de várias informações, que eu particularmente não sabia, como o fato de Cancún estar no Caribe mas não ser mais uma ilha dele.  

Lapsos geográficos à parte, o aprendizado vai muito além disso. Decidi ir para o Merrico pela diversidade e riquezas culturais, queria ir para um lugar não tão longe do Brasil, não muito caro e que valesse a pena gastar meu tempo de sobra. Com o país escolhido o desafio era definir que cidades visitar, duas opções fizeram minha cabeça: Acapulco ou Cancún. Duas grandes diferentes opções já que Acapulco tem toda sua magia importada do programa Chaves e Cancún é Cancún e dispensa apresentações. 

Entre as águas do Pacífico de Acapulco e o mar Carbeño, achei que estava na vez de Cancún. Santa escolha!

Em que época ir?
O importante na hora de se planejar é pegar a época certa de ir longe dos furacões, ou seja, de janeiro a julho. O calor é predominante o ano inteiro mas pode acontecer de cair uma chuvinha de verão "do nada". Mas relaxa que ela vai embora super rápido. 

Eu sempre pensei que iria para Cancún na época do famoso Spring Break (março), acho que vou acabar indo, mas sinceramente acho que deve ser tenso demais levando em consideração a quantidade de gente que ele reúne na cidade/hotel. Dependendo do seu foco de viagem, fuja da época do SB. 

Que moeda levar?
Uma das maiores dúvidas era que moeda levar pois além da moeda local, os pesos, o dólar é muito usado. Minha maior dica é levar tudo em pesos. Aceitam dólares em todos os lugares mas o troco vem em pesos e nem sempre com a melhor cotação. Então para facilitar a vida e as contas, faça uma conta rápida de quanto deverá levar em dólares, depois converta esse valor para os pesos mexicanos e troque por eles. E lógico, não esqueça do cartão de crédito habilitado para uso no exterior.

Ir ou não ir num pacote?
Definitivamente, a resposta é não. Os pacotes além de terem preços altos, oferecem poucos dias (não dá nem para fazer o básico) e hotéis nada atrativos (em pontos horríveis e não tão bonitos da praia).

Alugar ou não um carro?
Eu não acho que seja a melhor ideia no caso dessa viagem, talvez por um dia para conhecer algumas praias diferentes. Mas no geral, para fazer os passeios, não indico o carro porque a maioria dos pacotes de passeios que podemos fechar pela cidade já incluem o transporte levando e buscando do hotel, fora o fato de não ter que voltar dirigindo depois de um dia cansativo num parque aquático. Vou dizer uma coisa, passeios que envolvem água, praia e sol cansam pra caraca.

Negociando com os mexicanos
Nas grandes lojas não tem o que fazer, mas nas lojinhas e ruas sempre barganhe com os vendedores. Quando for fechar algum passeio, pesquise bastante pois o preço pode variar radicalmente. Não caia na conversa  do primeiro que te der alguma informação sobre valores e horários. Tenha sempre uma segunda, terceira...vigésima opinião.

Quantos dias ficar?
Para curtir as praias, os hotéis e os passeios fique no mínimo 9 dias. Caso tenha mais tempo e dinheiro, acho que entre 12 ou 15 é mais do que perfeito e dará para fazer tudo, tudo mesmo.

Como fazer o roteiro?
Levando em consideração que você não vai em nenhum pacote de viagem, divida seu roteiro em duas partes: Riviera Maya (Playa del Carmen) e Isla Cancún.

Pegue mais dias em Playa del Carmen pois lá é o ponto mais próximo para a maioria dos passeios. Reserve um hotel comum e todo dia faça um passeio diferente. Não esqueça de reservar pelo o menos um dia para curtir a praia de lá e zanzar pela Quinta Avenida.

Depois finalize sua estadia indo para algum hotel resort all inclusive em Isla Cancún e curta muito o hotel e a praia dele. O regime all inclusive é ótimo e tem centenas de bares, boates e restaurantes nos hotéis para a gente se acabar. No máximo saia uma tarde do hotel para conhecer algum centro de compras (existem milhares) como o Shopping La Isla ou a Plaza das Américas. Também compensa pegar um período do dia para conhecer a ilha Isla Mujeres.

Na minha opinião é melhor fazer a Playa del Carmen primeiro e depois ir descansar no hotel-resort de Isla Cancún.

Onde se hospedar?
Em Isla Cancún, escolha algum dos hotéis da Zona Hoteleira onde o pre-requisito é ser 5 estrelas. Já em Playa del Carmen, fiquei em algum próximo à Quinta Avenida (a principal). Fiquei no Quinto Sol Boutique Hotel e só tenho lembranças boas de lá. Localização perfeita na 5a Av, no melhor ponto da praia, ótimo serviço, quarto mega confortável...não pense duas vezes.

A dica de ouro está no fato de em Isla Cancún você se hospedar no Oasis Cancún Hotel. A rede Oasis é a mais famosa e procurada por todos, além de ter um sensacional custo x benefício. Fuja do Hotel Oasis Palm Beach (o dos pacotes de viagem) que está localizado numa área muito ruim de praia. Escolha entre o Oasis Cancún Hotel ou o Grand Oasis Cancún, ambos estão juntos e dividem a mesma área comum. A diferença entre os dois é apenas um frigobar no quarto e o fato de estarem em prédios diferentes (um do lado do outro). A diferença de preço é grande e os dois são all inclusive, ou seja, faça reservas para o Oasis Cancún Hotel.


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Depois do natal encantado que tivemos em Nova Iorque , partimos para Las Vegas para usufruir do famigerado réveillon. Adquirimos o voo...