quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dia dos namorados: boa oportunidade

"Love is in the air...and under water"


A dica do post de hoje veio de uma amiga que bem lembradamente me lembrou, na minha bagunça pessoal de vida Oklahômica, do fato de Dia dos Namorados estar chegando. Nada melhor do que transformar feriados ou as datas especiais pra gente em desculpas esfarrapadas para se inventar uma viagem. Sem falar na parte em que lotar a casa da pobre namorada de pelúcia já está muito batido...(sqn).

Então seguindo essa levada, vou despejar, talvez pela primeira vez na história desse blog, todo meu romantismo que coincidentemente está bem latente (culpa do Netflix e seus zilhões filmes de amor que tenho assistido).

Quando penso na sinergia perfeita entre o Dia dos Namorados + Viagem, só me vem à cabeça uma viagem que confesso que me apetece bastante. O tipo da viagem que merece ser esperada para ser feita no tempo certo e com a pessoa certa, não, não estou falando da minha lua-de-mel ainda, mas sim de: Cartagena das Índias com uma esticada na ilha de Los Roques. 

Não desmerecendo outros destinos, que se a gente parar aqui para pensar iremos reunir uma lista infinita de opções, mas que ideia genial...que romântico! Sem sombra de dúvidas o Dia dos Namorados mais top de linha do mês de junho. 
Los Roques
Cartagena fica bem pertinho da gente ali na Colômbia (sim, sem fazer cara feia) e Los Roques também. Mas, porém, contudo e todavia se o tempo e a grana estiverem curtos, não tem problema, vá para só um deles que já vai ser o máximo. Inclusive, junto com a ideia do post, minha amiga me mandou o link de uma agência de turismo que preparou três ofertas especialmente para o Valentines Day e olha quem está lá: veja aqui.

Eu sei que uma viagem desse naipe para menos de um mês pode ser difícil, mas a intenção é, de repente, dar essa ideia de viajar para você caro colega que não comprou nenhum presente e não tem ideia do que comprar. As cidades vizinhas estão aí para isso, então, com certeza, opções como Pirenópolis e afins estão super na mesa. Sem falar que quando há paixão, tudo é lindo e está ótimo. 


terça-feira, 21 de maio de 2013

KM de Vantagens - Viagens



Se assim como eu, você participa do programa de pontos Km de Vantagens e está cada vez mais "rico" de pontos que num futuro muito próximo vão expirar, eu tenho uma boa ideia para compartilhar. A pergunta que fica é "porque não usar os pontos e convertê-los em milhas nas companhias aéreas?". Bom, porque pelos cálculos que já fiz, simplesmente não vale a pena pagar a taxa de transferência dos tais pontos. O preço acaba ficando igual (ou maior) que as tarifas cobradas em passagens normais. 

Sendo assim, com essa leve frustração, a boa ideia consiste no fato de não sair acumulando os tais Km de Vantagens e deixá-los mofando até a morte. 

Dá para fazer uns resgates bem bacaninhas com seus pontinhos no site deles tipo conseguir descontos na assinatura da Revista Viagem, vouchers de 10% de desconto em reservas no site Hotéis.com, descontos no aluguel de carros na Unidas, entre outros.



É melhor do que nada, certo? Não custa nada dar uma olhadinha antes de sair fechando serviços por aí.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Caso: Eco-passeio em Formenteira



The perfect trip


E o plano era: passar um dia inteiro na linda e deliciosa Formentera, uma ilha um pouco ao sul de Ibiza na Espanha. O plano era, e foi! Com alguns detalhes básicos pelo caminho, mas foi. 

O dia já começou frenético muito cedo e já com mil e uma tarefas a serem cumpridas: pulamos da cama, fomos devolver nosso carro alugado, corremos até a rodoviária, pegamos um ônibus até o porto de Ibiza,  corremos pelas ruas até chegar no porto, chegamos no porto e fomos providenciar nossa ida até a outra ilha dos nossos sonhos. 

Pois bem, basicamente tínhamos duas opções de fazer a travessia entre as ilhas, num ferry grande (pense numa espécie de navio) ou num barco menor (pense num bote pesqueiro). Fora as dimensões, as diferenças eram o preço e o tempo de viagem (o "navio" custava uns 40 euros por pessoa e era mais rápido, e o "pequenino" 19 eurinhos e fazia uma parada). 

No ferry, vimos muita gente mais velha, famílias e etc, por outro lado, a galera jovem estava toda concentrada na área de espera do Aquabus (o low cost das embarcações). Com o raciocínio afetado, e muito influenciado pelas rebajas (promoções) das lojas, não hesitamos em nos enturmar na fila do low cost e economizar alguns euros na passagem. E o conceito de fazer a viagem no low cost também foi mais atrativo. 

O ferry partiu e logo depois vimos nosso barquinho chegando para nos pegar. Não economizei no diminutivo: barquinho mesmo (tenha uma ideia aqui). Olhei no olho da Núbia, ela retribuiu, e embarcamos.

No início foi tudo lindo, passamos pelos arredores de Ibiza, as vistas eram ótimas e um pouco de Gustavo Lima no serviço de som. Fizemos uma parada na Playa d'en Bossa para trocar de embarcação. Deu tempo de ir na lanchonete em frente ao cais e comer alguma coisa. Núbia, Blue Eyes, tratou de forrar o estômago com algumas frutas e tomar seu coquetel de medicina. Afinal de contas ela é daquelas que passa mal observando o aquário do dentista (Núbia, temos que encarar a realidade).

Finalmente fomos mar adentro rumo à Formentera e, à medida que nos afastávamos de Ibiza, o clima foi ficando muito tenso no meio do Mediterrâneo. Ah...Mediterrâneo! Como ele estava nervoso aquele dia! Sim, ele estava com muito mau humor e quem sofreu as consequências fomos todos nós humildes turistas murrinhas/quebrados/bêbados...

Nosso barquinho começou a entrar de lado nas ondas e no início foi divertido. O pessoal até soltava uns gritinhos, estilo parque de diversões. Eu fiz a linha durona e fiquei rindo como se estivesse tudo perfeitamente normal, seguindo o protocolo.

Pouco tempo depois olhei para o lado e vi Núbia admirando a paisagem e, do nada, lhe bateu um sono arrebatador. Ela se entrelaçou no meu braço e em cerca de segundos dormiu. Eu achei bem bonitinha a aproximação dela e segurei na sua mão como uma boa amiga deve fazer. Uma japonesa sentada imediatamente na frente dela começou a olhar de uma forma meio estranha para Núbia, aquilo me chamou a atenção. O caso era que Núbia tinha despertado do seu "sono" e não estava tudo muito bem não. Aí que fui reparar na parte em que ela não se dá bem com movimentos e automaticamente lembrei que tinha colocado uma sacola plástica na bolsa para por o biquíni molhado. Disse: "Núbia, se você precisar eu tenho um saco aqui na bolsa tá?!", na verdade só disse aquilo para fazer meu filme de boa amiga, até porque ela estava "bem" e não era o caso de usar os saquinhos de emergência.

Estava tudo bem, só que não. Ela me escutou e disse: "Tão me dá logo ele aí!". Confesso que me senti muito boa gente podendo ajudá-la, peguei mega satisfeita a sacola e taquei na mão dela. Na hora de pegar o tal saco na correria de levantar da cama e sair em tempo record do quarto, não reparei num detalhe do saco: que ele estava com o fundo totalmente removido. Basicamente eram só duas alças de plástico (dava para atravessar o braço e até a cabeça através dele). Ela foi com tudo e teve que abortar a missão nos 47 min do segundo tempo. Arremessou o "saco" para mim e disse de maneira enfática (para não usar outra palavra): "Bem bom esse seu saco!". A japonesa acompanhou toda saga e viu o desespero da Blue Eyes à aquela altura com a mão na boca, ela afastou os pés pra cima do banco e apontou a janela do barco para Núbia. Os japoneses sempre salvando nossas vidas! Em três segundos Núbia já estava lá na janelinha curtindo a vista e alimentando os peixinhos do mar Mediterrâneo. E eu? Eu só consegui fazer uma coisa: rir! Depois ela me disse que nem estava com vontade de usar o saco, mas como eu toquei no assunto veio "tudo" à tona...

Depois que o serviço ecológico dela foi feito a barra ficou mais pesada ainda na batalha Barco vs Ondas. Era uma refilmagem do filme "Mar em fúria". Lembra da euforia da galera soltando gritinho? Abriu espaço a um pânico (de leve) em geral. O silêncio tomou conta do barco e muitos rostos assustados surgiram. Começamos a escalar as ondas e depois cair delas. Acredito que as coisas pioraram bastante quando as ondas começaram a quebrar na lateral/janelas e lotar tudo com muita água.

A gente torcia mais que tudo para chegar logo no raio do destino enquanto o "piloto" se matava de rir do pânico à bordo. Tirando a aventura marítima com direito à alimentação de peixinhos, valeu super a pena ter ido até Formentera. É um passeio mais do que obrigatório a todos que vão para Ibiza. A única pulga que ficou na nossa orelha foi a parte em que teríamos que encarar o mesmo trajeto no fim do dia de volta para casa (e por ironia do destino: choveu). Hahahahaha...


terça-feira, 7 de maio de 2013

Clube de Viagem - Aruba



Como o caribe tá muito na moda, agora é a vez de uma ilha super famosa e que fica pertinho do Brasil: Aruba. Também como novidade é o fato de ser um Clube de Viagem bem lua-de-melado. Meu amigo foi recém casado até Aruba e ficou por lá 5 dias em dezembro de 2012. 

Estilo da Viagem: Romântica/Casal - Lua de Mel
Hospedagem: Hotel The Westin     Indicaria? Sim, mas acho que o Hotel Radisson (que estava no mesmo valor) deve ser melhor.
Deslocamento: Voando Gol
Grana: Gastei o previsto. 
Sugestão de dias mínimos na cidade: 7 dias. 

Baladas, shows e afins: A cidade não tem baladas agitadas. O forte de Aruba são os restaurantes, diga-se de passagem, todos que fui são excelentes. Bar um pouco mais agitado é o Senor Frogs (o que também tem em Cancún) no mesmo local onde fica um centrinho com vários restaurantes e lojas. Recomendo, é legal até mas não vá achando que é uma balada, as coisas fecham cedo, tipo umas 22:00 ou 23:00.

Hospedagem: Ficamos no The Westin, muito bom e atendimento bom também. Café da manhã bem gostoso com bastante coisa, inclusive gorduras americanas (linguiça, bacon, salada de frutas e etc). Cama muito confortável, depois fiquei sabendo que o forte desse hotel são as camas e roupas de cama e travesseiros, etc. Até brinquei com uma funcionária se tinha como eu levar um travesseiro pra mim e ela falou o hotel vende no site seus produtos. Nunca vi hotel ter conjuntos de cama essas coisas de marca própria pra vender.
Tem o Hotel Radisson que é o mesmo preço e acho que é muito bom também. Na verdade achei a área da piscina dele melhor e mais aconchegante. O hotel por dentro vi muito pouco mas acredito sim que deve ser tão bom quanto o The Westin. Aconselho o Radisson porque ele fica na frente do “centrinho da cidade” e o The Westin é perto mas é preciso andar uns 2 km (no máximo) para ir e voltar, talvez nem isso. Mas o fato de uma melhor localização é muito importante.
Agora se tiver grana o suficiente vai e fica no Hotel Riu, que hotel sinistro! Tudo liberado (acho que isso nem vale muito a pena para que se possa conhecer os outros restaurantes da cidade), mas a estrutura é impressionante, todo o hotel lembra um castelo.
Obs: depois que reservar o hotel, na semana de ir, ligue ou mande um e-mail falando que está indo de lua-de-mel e pergunte se não tem como melhorar um pouco o quarto para fazer uma surpresa. Eles normalmente te colocam em um quarto um pouco melhor e com direito a uma garrafa de champanhe. Fizemos isso, aluguei um quarto básico normal e pedi na “cara dura” e consegui um quarto alto com vista para o mar e para piscina. E de quebra ainda colocaram uma garrafa de champanhe no nosso quarto no segundo dia. 

Passeios: Só fizemos o passeio do barco com comida e bebida liberada. O barco fez duas paradas para mergulhos com snorkel (ou cilindro para quem quisesse pagar mais), uma delas num navio naufragado bem legal. Acho que foram $ 70 dólares por pessoa. Íamos fazer o passeio com um quadriciclo mas preferimos alugar um carro para andar pela ilha. Fica muito mais em conta e mais divertido.

Alugou carro? Sim, vale muito alugar um carro lá. Acho que alugar por uns 3 dias é o suficiente. Você roda a ilha toda, conhece todos os lugares e vai aos restaurantes mais afastados sem precisar pagar táxi e vai a Palm Beach que é bem longe mas vale a pena ir conhecer. As praias têm uma água muito azul!



Estilo de árvore famoso em Aruba: as watapana ou árvores divi-divi


            O que indicaria?

Indico muito os restaurantes de Aruba. Saímos todos os dias para jantar e cada dia em um restaurante diferente. O atendimento e os restaurantes são excelentes, comida muito boa e visual fora de série. Jantamos em dois restaurantes na beira da praia. Um diga-se passagem com aquela água azul a um passo dos nossos pés, se a maré tivesse um pouco mais cheia ia passar por cima de umas pedras e iria molhar nossos pés. Queria muito que isso acontecesse...afinal o restaurante tem em cada mesa uma espécie de cabide para sapados para que assim os clientes possam chegar e ficar descalços para desfrutar do prazer de comer com os pés na areia e quem sabe com os pés na água. Fica então a dica desses dois restaurantes maravilhosos:
- Passions onthe Beach: esse restaurante fica próximo aos hotéis e ao centro e uma “avenida beira mar”.
- Flying Fishbone: esse fica mais longe, próximo a Baby Beach, mas vale muito ir até lá.

Outra dica muito importante para esses restaurantes na beira da praia é fazer reserva e ir no horário de 18:00 mais ou menos para que possam pegar o pôr do sol que é muito bonito.

O que não indicaria?

Confesso que não tenho nada para não indicar. Tudo que fiz na cidade valeu muito a pena. Todos os restaurantes que fomos eram muito bons e o atendimento nota 10. O único passeio que fizemos foi o do barco com bebida liberada e um lanche. Nesse passeio fizemos duas paradas para mergulho que foi bem legal também, mas pra quem já teve oportunidade de fazer algum passeio desses aqui pelo Brasil ou em algum outro lugar não tem muita diferença, ou seja, vale pensar antes de fazer.  

Resumo da viagem: Voltaria de novo, não deu tempo de ver tudo. 


Quem ficou com vontade de casar e ir para Aruba na Lua-de-mel levanta a mão!!! Eu: \o/




quinta-feira, 2 de maio de 2013

O mais chato de viajar é...


Esse é um post bem diferente de tudo que já escrevi (com aquele meu positivismo característico), mas é que não podemos fugir dos fatos uma vez que uma viagem, como tudo na vida, tem lados positivos e negativos. E dessa vez vamos focar nos negativos. Pode ser até um bom exercício de reflexão para que possamos evitá-los ou não nos surpreendamos com eles (sim, porque alguns são inevitáveis) no futuro. 


Viajar com gente chata
Não preciso escrever muita coisa aqui, mas pessoas chatas em viagens tendem a ser tornarem insuportáveis até quando respiram. O que provavelmente acontecerá é o risco iminente de você se jogar da primeira ponte que cruzar pelo caminho (e sem o elástico do bungee-jump). O que tem de pior além de: Casais que vivem brigando? Pessoas que não topam nada e acham tudo ruim? Gente que não bebe cerveja?

Gente com mente fechada
Tenho pavor dessas pessoas, imagina viajando comigo...Não que eu seja a Miss Vida Loka do universo, mas gente com mente fechada é como se fosse uma pedra amarrada no seu tornozelo, além de prejudicar a própria vida ainda vem infectar a saúde mental e física dos outros. Gente com mente fechada deveria ficar fechada num quartinho qualquer. Tá no inferno, abraça o diabo!

Crianças no vôo
Esse é um Top 5 da minha lista, não tem chateação maior no ouvido de qualquer bom samaritano que um iluminado chorando, brincando, comendo, gritando, chutando, correndo, sorrindo e/ou dormindo no avião. Já disse que amo crianças mas preciso ser muito sincera em repetir que ainda bem que aquelas janelas não abrem! Meu sonho de consumo é...leia aqui.

Gente barraqueira
Taí uma coisa que também é muito constrangedora, estar com uma pessoa barraqueira é queimar seu filme mesmo se você não estiver envolvido na confusão. É um desgaste desnecessário da imagem e corre-se o grande risco de comer algo sabotado da cozinha do restaurante (brigar com o garçom, com o funcionário da cia aérea, com o taxista e afins não é uma boa atitude). 

Arrumar e desfazer a mala
Eu acho meio esquisita a ideia de pensar que tem pessoas que amam fazer essas atividades. Eu mesma não tenho muita paciência, na verdade nenhuma. Infelizmente é algo imprescindível - pelo o menos a parte de fazer as malas, já a parte de desfazer....não é tão imprescindível assim (meu quarto e minha mãe que o digam). 

Ter que comprar coisas que deveriam estar na sua mala
Acidentes acontecem e vez ou outra uma coisa não vai na mala e você tem que gastar seu rico dinheiro comprando ela. É meio chato, mas fazer o quê? Como eu consigo esquecer coisas básicas tipo escova de dente, case de lentes de contato, minha cabeça...?

Desconvidar alguém para uma viagem
Nossa, essa realmente é uma coisa tri-chata. Eu pessoalmente não sei como desfazer o trato, o ideal é ser verdadeiro e expor os reais motivos quando eles são de força maior, claro. Se o problema estiver diretamente relacionado com o cidadão convidado, significa que o bicho pegou para você. Provavelmente será um amigo a menos no Facebook, mas o importante é que você NÃO viaje com ela (dos males o menor!).

Ser roubado ou perder dinheiro
Chato mesmo, e nem precisa de discussão. O negócio é tentar não tornar o fato um atenuante e ferrar o passeio de vez por conta disso. Tem que deixar ir...(let it go!).

Mala extraviada 
Graças ao bom Deus isso nunca aconteceu comigo. Na verdade é um dos meus maiores pavores na hora de viajar. Deve ser uma pedra no sapato não ter nada lá no seu destino, sem falar na parte em que você fica sem todos os seus preciosos pertences (de valor estimado) se a mala não for encontrada. 

Pessoas que precisam ir ao banco toda hora
Ah nem, ir o tempo todo no banco? Ah nem! Além de poder ser perigoso é uma perda de tempo injusta com os companheiros de viagem. Quanto mais resolvido você for, melhor. Esse lance de ficar se enchendo de compromissos é muito chato até porque as viagens são feitas para os não-compromissos, certo?

Desconforto no trajeto
Adoro viajar mas sofro tanto nos aviões da vida...sou pobre e não viajo na primeira classe então o desconforto sempre aparece nas minhas pernas, coluna, cabelos...fazer o que? Sei lá, talvez um pilates (antes) e fisioterapia (depois). 

Climão no meio da viagem
Ter uma briga com o companheiro de viagem é tenso. É bom largar o orgulho de lado e resolver logo as coisas em prol da viagem em si, quanto mais rápido for resolvido, melhor. Andar emburrado é um saco (minhas experiências com minha família sempre me mostraram isso).

Gente murrinha
Cada um sabe até onde pode ir com suas finanças mas tem umas economias que não fazem sentido nenhum e só causam estresse. Coisa chata: pessoas que querem comer da sua comida e economizar no prato delas, que querem dividir refrigerante refil em restaurantes que não são fast-food ou não estão em praças de alimentação, que ficam convertendo a moeda para reais e ficam fazendo milhões de contas, que querem economizar no táxi e ir do pior jeito possível e assim por diante.

Cansaço corporal
Não tem o que fazer, mas que é chato é! Ficar com tudo doendo e calos até no sangue, não é do bem não minha gente. 

Pessoas que não obedecem ao horário
Me irrita, isso me irrita. Se foi combinado um plano é tão bom seguir o raio do plano. Eu acho até falta de respeito com as pessoas que estão junto. Não que eu seja a "Bernardinha" do roteiro mas uma vez estipulado um horário (democraticamente), o mínimo que se preze é que todos os respeitem. 

Roupa errada no avião
É preciso tomar cuidado com a roupa que você escolhe para engatar numa viagem de avião, carro ou seja lá como for. Cuidado para não passar frio, para ser apertado pela calça jeans ou pela blusa colada, cuidado com o sutien, com o sapato...eu até evito o rabo de cavalo porque não consigo encostar a cabeça direito no banco. 

Viciados em tecnologia
Não há nada melhor que embarcar numa viagem e esquecer da vida, das horas e dos problemas. Nos tempos de hoje, é tão bom se isolar do mundo quando estiver andando por ele. Também é falta de educação ignorar as pessoas dessa maneira.

Pessoas sabotadoras
Isso é chato mesmo, pessoas sabotadoras de programas para fazer com que todos acabem fazendo a sua vontade. O pior é que elas existem mesmo, tem que ficar de olho...kkkk!

Tempo aeroporto
Tem coisa mais chata do que esperar aquela conexão de mil anos? Ter que ficar olhando o desespero daquelas pessoas que correm para a fila de embarque é um dedo no olho bem dado.

Implicam com minha mala
Poxa o que é que tem se minha mala parece um contêiner? Ter que ficar explicando o que estou levando, abrindo para polícia ou se desculpando por você [e sua mala] existirem para o taxista é um tanto quanto chato. Fora aquela hora do check-in quando a formosa atendente pede para colocar a mala na balança e informa que o peso foi excedido. Lá vai você começar um remanejamento de objetos ali com a fila inteira de plateia.


Só eu percebi que, majoritariamente, todos os itens estão relacionados com a interação interpessoal? Ou seja, tudo que envolve gente é mais complexo e exige um malabarismo radical para não "desandar". Mais um reforço para a ideia de que escolher a pessoa certa é a fase mais importante da sua viagem.


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