sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Welcome férias!

Uhull...sim elas chegaram mais uma vez (aleluia!). Ficando atoa-do-pedaço, vou tentar ser mais frequente ao blog e me desculpem pelo sumiço (não, não estive viajando por aí) mas é que nesse fim de ano várias outras coisas surgiram para tirar o juízo dos trilhos. 

2014 se aproxima me trazendo muitas expectativas e até um pouco de medo. Mas a boa notícia é que passei na seleção de mestrado e vou trabalhar com duas coisas que tem tudo a ver com minha vida: comunicação e viagens. Sim, muitas expetativas, planos e ideias. 

Para não perder o costume e as rédeas das minhas férias: vou viajar, e dessa vez para um lugar totalmente novo nos meus planos: Uruguai. Pois é, a viagem já se revela atípica pois ainda não pesquisei nada muito concreto sobre o que fazer e o que irei ver. Final dos tempos? #medo

Além da falta de tempo e de ser um local completamente novo no histórico de viagens, já percebi que o inglês não é muito o forte do pessoal, fato que aumenta consideravelmente o level dos imprevistos de percurso. Resumindo, boas histórias se anunciam por aí...


Welcome férias minhas!!!!!!!




quinta-feira, 7 de novembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Viajando forever alone



Impressionante como algumas coisas que crescemos escutando (ou escutamos crescendo) viram realidade à medida em que ficamos mais velhos e que o tempo passa. E não para por aí, as coisas que vemos também seguem à mesma regra. E uma coisa que sempre vi, e me incomodava ao cubo, era essa "mania" que algumas pessoas tinham/têm de viajarem sozinhas. Já andei palpitando aqui blog sobre o assunto e resumidamente só falei sobre os prós, os contras, mais contras...e só. 

Não sei se é por conta desse ritmo-frenético-hipermoderno de nossas vidas, mas pessoalmente falando, eu tenho sentido o mundo e o tempo passando rápido, rápido demais. E nessa mesma velocidade desembestada, quase que como uma entidade de 3ª pessoa, tenho sido espectadora do meu próprio amadurecimento (se é que essas coisas são tão simples assim). 

Dentre outros paradigmas que muito facilmente se foram ao chão, eu já estou encarando a possibilidade imaginária - a nível de suposição - da realização prática de uma viagem sozinha. Não, não estou com tudo agendado e não vou nas próximas férias curtir uma viagem comigo mesma, porém, minha evolução até o fechamento desse post, colocou na pauta da minha vida esse fabuloso tema para grandes e revolucionários debates. 

Costumo dizer que aos que me perguntam sobre as viagens sozinha que "ainda não cheguei nesse nível", mas estou completamente certa da ideia de que isso um dia vai chegar. E vai mesmo, alguém duvida? 

Engraçado, viajando, a gente sempre tem muito contato com os viajantes solitários e o que dá para ver é uma viagem ótima, divertidíssima, proveitosa e nunca, não mesmo, solitária. Antes de por o pé na estrada eu só vejo (ou prevejo) um contexto, um clima, uma vibe de viagem completamente deprê mesmo depois de testemunhar, da minha ótica não-solitária, que a realidade não é esse dia chuvoso pelas ruas de Londres (a não ser que você vá sozinho de férias para Londres); mas se viajar sozinho não é se molhar nas lágrimas londrinas, também não é um dia ensolarado num parque da Disney...percebo que minha percepção continua do lado negativo do cabo de guerra. Logo eu, que faço tanta questão de ser otimista com tudo ou com o que demanda otimismo. 

A evolução se aproxima, antes escrevia sobre o assunto posicionando todas as fichas nos 'contras' da viagem sozinho, hoje fiz um post exclusivo sobre o assunto e quem sabe na próxima vez eu já trate de novo do tema com uma foto que não tenha sido resultado da busca "viajar sozinho solidão".

E se eu for sortuda de verdade, ainda almejo um pós-post escrito de algum lugar do mundo na minha primeira viagem com eu, eu mesma e Aline, porque antes só do que mal e bem acompanhada.

Em tempo, nessa brincadeira (de post, evolução e cabo de guerra) acho que acabo de dar três passos para frente. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Caso: Correria mode on na Oktoberfest

Da Série Cuidado na Estrada!



Acho que depois de, "ter excesso de bagagem", perder o transporte numa viagem deve ser o maior fantasma de todos os viajantes. Pois essa história é mais uma dessas em que o desespero e a angústia passam de simples manifestações para a personificação propriamente dita. 

Ano de 2012, outubro mês da sensacional Oktoberfest de Blumenau em Santa Catarina: estávamos eu, minha amiga Juliana e meu casal preferido, Núbia Blue Eyes e Tiago, aproveitando no modo hard aquele final de semana que tinha como foco exclusivo a cerveja, digo, a festa alemã. 

Viramos praticamente a sexta e o sábado pelos pavilhões da Vila Germânica devidamente vestidos à caráter. Nos divertimos bastante pelas trocentas opções de chops das várias cervejarias, pelas dancinhas típicas em alemão...uns se jogaram na barraca de batatas recheadas, e outros pelas lojas familiares de canecas de cerveja...

Nossa vida germânica acabaria na segunda-feira, então domingo foi o encerramento oficial da festa e nossa despedida da cerveja, digo, de Blumenau. Ficamos até o fim e depois voltamos para o hotel. Eu a Juliana meio que já ajeitamos nossas malas para que no dia seguinte as coisas já estivessem mais agilizadas apesar do nosso voo estar marcado apenas para o período vespertino. Já os nossos colegas de quarto fizeram planos mais ousados, tipo acordar com uma antecedência boa o bastante para: os dois despertarem, tomarem banho (separados), arrumarem as malas, tomarem café, irem de carro até Navegantes, fazerem o check in e tranquilamente procurarem seus assentos na aeronave. 

O casal nota mil, deveria seguir de Blumenau para Navegantes de táxi para pegarem o vôo para Brasília. (Nota: esse vôo estava marcado para o período matutino). Eu não sei quem fez essa logística deles, mas também não cabe ficar aqui debatendo isso. Enfim, eles, muito bem assessorados por Núbia Cabeça de Vento (carregada de experiência da recente viagem para a Espanha), combinaram com o taxista brother esse traslado entre o hotel e o aeroporto (que estava em outra cidade) na manhã seguinte, tipo seis horas da matina. Ok, tudo certo, hora de dormir, certo? Errado! Ficamos matracando de noite no quarto (no qual estávamos todos hospedados) até muito tarde da noite. 

Não sei a que horas exatamente, mas o telefone toca na mesinha do lado da Juliana. Ela atende e eu escuto um "Ah tá, só um minutinho!". Ela coloca a ligação em espera e fala num tom quase angelical no quarto (eu confesso que ainda estava sonhando e pensei estar ouvindo a voz de um anjo): "Gente, vocês não vão mais não? O rapaz do táxi já está na recepção". 

Foi só prazo das palavras saírem da boca da Juliana, se propagarem pelo ar e chegarem até nossos ouvidos, ou seja, em 3 segundos, pulamos da cama, eu (que nada tinha a ver com a história), a Núbia e o Tiago. Pulamos naquele estilo básico: "torradas prontas na torradeira". A Núbia gritou que era para o taxista esperar 5 minutos que eles estavam descendo. Essa foi a deixa...

A Juliana deu o recado, desligou o telefone, virou para o lado e dormiu. O casal se atirou sincronizadamente para o banheiro e, eu no modo "zumbi amigo" levantei da cama, vi aquela zorra de coisas deles espalhadas por todo o quarto e a missão foi accepted. Enquanto eles se viravam no banheiro, eu limpei o quarto todo para dentro da mala indiscriminadamente. Tudo, eu disse tudo, que estava no perímetro foi para dentro da mala (acho que até o tapete do hotel). Quando eles saíram do banheiro, já estava tudo pronto para zarpar. Confesso que tenho muita habilidade nessa tarefa, meu quarto, mãe e malas que o digam.

O trabalho foi realmente em equipe, fizemos tudo em menos de 5 minutos, que foi o prazo acordado, e não sei como foi a ida pela estrada até o aeroporto e muito menos a entrada no avião, só sei que depois recebi uma mensagem confirmando a chegada de ambos vivos em Brasília. 

Pensando bem, definitivamente o Tiago também não é o responsável da galera, a busca continua; até porque a velha falha em acertar o alarme do celular já está tão batida... (eu que o diga... mas essa é uma outra história.)


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Opções de Viagens - Ano Novo 2014

Bom, estamos num período do ano que está mais do que perfeito para o planejamento do Ano Novo. Se você pretende fazer alguma viagem e sumir da sua cidade-natal é bom ficar esperto e já se mexer antes que a hospedagem se esgote ou os preços fiquem impagáveis. 

Eu fiquei pensando em dicas de locais legais para ir passar o réveillon, fiz umas pesquisas na internê mas achei os resultados muito "iguais", sempre os mesmo lugares...blá blá blá...então vou dar algumas sugestões que parecem ser bem legais.


     Maceió - AL


     Fortaleza - CE


      Ilha Bela - SP


       Maresias - SP


       Punta del Este - UR


       Morro de São Paulo - BA


       Nova Iorque - EUA


         Santiago - CL

       Florianópolis - SC


       Balneário Camboriú - SC




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Use o cinto de segurança


Fasten your seat belts!

É por notícias desse tipo (Globo.com: Passageiro registra teto quebrado após turbulência e relata 'gritaria' - 02/09/2013) que eu sempre, sem-pre, fico de cinto nas viagens de avião. Não interessa se eu não caibo na poltrona, se tem uma criança enchendo os pacovás no perímetro do meu assento ou se bate um sono desenfreado...com turbulências, gravidade e pressurização eu não brinco! O cinto deve estar o tempo inteiro na barriga, mesmo se a viagem for noturna, num vôo vazio e com a fileira de cinco bancos inteira só para você. Se amarre, vá todo torto, use os bancos de cama e deite, mas sempre com o cintinho afivelado que nem a aeromoça ensina.

É coisa séria, gente. A qualquer variação do avião você vira um objeto voador não controlável dentro da cabine e sai quicando por todos os lados. Não interessa se o vôo é curto ou longo, o que interessa é que pelo o menos essa orientação a gente precisa seguir. 

Graças ao bom Deus nunca passei por nenhuma situação como esse pessoal da matéria do site experienciou, mas já basta o susto de ver tudo tremilicando e máscaras de oxigênio caindo automaticamente...imagina, além disso, você fazendo o estilo "criança no castelo inflável pula-pula". Acho que não, hein. 

Talvez seja o caso até de segurar ao máximo a vontade de ir ao banheiro... hehehehe


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Abrindo parênteses: Vinte e poucos anos...



Acho que esse vai ser um daqueles meus posts "momento diário" para o blog. Eu estou numa fase da minha vida em que tudo, tudo mesmo, me faz pensar no meu presente e no meu futuro (no passado a gente pensa sem pensar). E o que mais me tem feito "pensar" ultimamente é mais uma vez sobre a passagem do tempo, a passagem das nossas vidas. 

Acho que estou compreendendo drasticamente (e finalmente) que a vida começou há muito tempo, desde quando ainda estava na barriga da minha mãe. Quando crianças somos criados de tal maneira que parece que algo ainda vai acontecer, que a vida a partir de um momento X vai começar...sei lá, quando ficarmos adultos, quando terminarmos o colégio, depois a faculdade, depois... o fato é que no meio dessas nossas atividades, a vida já acontece e muitas vezes não damos o valor e atenção merecida.

Os tais "vinte e poucos anos..." estão aí (pelo o menos pra mim). Os anos em que podemos "tudo", os que muitos chamam de "anos dourados". É quando a vida começou e ao mesmo tempo ainda não. Seria a passagem entre o nascimento e a vida? Não sei...se for, melhor aproveitar mais porque pela minha experiência de vida, meus anos teens passaram muito rápido e até agora não voltaram não.

Dentre meus vários pensamentos voadores, comecei a vislumbrar por exemplo que tipo de coisas eu teria (e deveria) fazer nos meus vinte e poucos anos. O pessoal da Multishow também pensou nisso e fez um programa com o Bruno de Lucca em 2012 - 30 coisas para se fazer antes dos 30.

Realmente, algumas coisas nasceram para ser feitas nessa fase da vida. Viajar é viver. Eu logicamente pensei nas minhas viagens, e no fato de muitas delas serem feitas agora. Elas podem ser feitas depois? Sim, com certeza sim. Mas o detalhe é que eu quero que sejam feitas agora, porque combinam com minha vida atual e para mim fará total diferença. 

Eu fiz a assinatura da revista Viagem e ultimamente não sei se tem me feito muito bem recebê-las todos os meses em casa. Confesso que está me gerando impotência. Parece que para todo lugar que eu olho tudo me lembra de uma "to do list" que não consigo alcançar (por alguns motivos e nem sempre é dinheiro): no seriado que estou acompanhando atualmente, nas conversas de desconhecidos na fila do almoço, na revista que assino, na aula do professor de mestrado, nas luas de mel dos amigos, nos sites que navego, nos emails e spams que recebo, nos facebooks dos meus contatos... até nos meus sonhos anoite não tenho tido sossego. 

Eu não sei explicar, acho que cheguei em um nível que ficar sem um plano de viagem acaba comigo. Isso me afeta em todos os outros campos da vida, é como nadar e não sair do lugar. Não sei, mas acho que cada dia que passa me aproximo (contra minha vontade) mais das viagens sozinha...

Sem querer achei um vídeo que fala muito bem disso, que vou encarar como mais uma indireta do mundo, do destino ou seja lá de quem for, para mim. Mais uma para coleção...



Inspirador...dizer o quê?


...Fechando parênteses!




quinta-feira, 18 de julho de 2013

Caso: As mágicas de Ibiza

Da Série Cuidado na Estrada!


Puft!

Pronto, estamos em Ibiza. E o plano é alugar um carro para conhecer várias praias que não estão no previsível circuito "transporte coletivo". Inclusive, é uma ótima ideia o aluguel do carro mas esse não foi o X da questão. 

Pedimos para o recepcionista brother do hostel fazer umas cotações para gente nas agências que ele conhecia para um carro econômico e básico. Ele fez o dever de casa certinho e arrumou toda a logística pra gente. 

No dia de pegar o coche (carro) o pessoal da tal agência passou bem cedinho no hostel para irmos lá fechar o negócio. Papelada pra cá, seguros, opcionais e mais papeladas pra lá, decidimos e assinamos tudo bonitinho. A moça explicou todas as regras e nos deu um "mapa" da ilha.

Dentre todas as recomendações, de uma pessoa que não estava com muita paciência para informá-las para umas pessoas que estavam tão ansiosas em sair motorizadas pela ilha, uma delas era a mais importante. Importante porque a mulher do aluguel a repetiu tipo umas 5 vezes em menos de três minutos. 

A tal informação era que para a retirada do carro era necessário deixar € 150 como caução. Na devolução do carro, seria preciso entregar a cópia do contrato para que os cento-e-cinquenta-euros-e-não-reais fossem devolvidos. Ela frisou bem a parte do "Deve ser apresentada a cópia do contrato", "Não percam!", "Guardem bem a cópia do contrato", "Se não tiver a cópia do contrato teremos problemas"...

Eu peguei a tal cópia-do-contrato, dobrei com o maior carinho possível e...e essa foi a última vez que me lembro dela. Pegamos o carro, rodamos para todos os lados possíveis e no outro dia na hora de devolvê-lo o clima "esquentou".

O dia começou frenético pois tínhamos que achar o endereço da locadora, devolver o carro, ir até a rodoviária, pegar um ônibus para o porto de Ibiza e pegar o útlimo ferry que saia para Formentera (às 11:00). 

Tínhamos ido dormir bem tarde por conta da balada, e quando o despertador tocou pela primeira vez, pelo que me lembro já estávamos escovando os dentes. Tomamos o café da manhã no modo express e eu pensei em pegar o contrato do carro para facilitar as coisas na devolução. Procurei na minha mochila e não achei. A Núbia procurou na bolsa dela e nada. Entramos no carro, fizemos uma varredura e não achamos. Eu voltei no quarto no modo The Flash, revirei tudo e também não estava lá. O caso era que: "Núbia, we have a situation...". 

Chegamos na locadora explicamos o caso, eu disse que tinham roubado minha bolsa (acho que o último caso de roubo de bolsa lá foi em 1.200 a.c) e que o papel não existia mais (achei que dizer que o papel tinha se desintegrado no Cosmos meio que não ia colar). Era uma outra atendente e ela nos respondeu com o que mais temíamos: que o papel era necessário. 

O problema era que o tempo estava passando e ainda teríamos que andar meio mundo para pegar o ferry lá no porto de Ibiza. E pelo que todos nós sabemos, 150 euros é MUITO dinheiro. Falamos, falamos, falamos...pedimos para ela procurar o contrato original, blá blá blá...e finalmente a criatura resolveu nos devolver a grana. Ufa!

O que nos restou foi sair correndo no estilo Forrest Gump pelas ruas de Sant Antoni até a rodoviária (não passa ônibus por suas ruelas) e, ainda, correr feito loucas até o porto de Ibiza na esperança de pegar nosso passaporte para perfeita ilha de Formentera. Detalhe: conseguimos! (mas essa é uma outra história...).

Bem que o apelido já diz tudo: Ibiza, a "ilha da magia". Realmente é o lugar onde as mágicas vivem acontecendo. E o contrato? Sei lá do contrato...

A sombra do mês de julho

Bate o mês de julho e é inevitável não ficar pensando em só uma coisa na vida: Ibiza! Amanhã, dia 19 de julho, há exatamente um ano eu estava embarcando com uma mega amiga, Núbinha Blue Eyes, para a Espanha

Que maravilhosos dias vivemos...digo até que incomparáveis. E Ibiza se tornou para mim quase que uma filha, uma filha que não posso deixar de ir visitar. Que vontade louca de ir para Ibiza agora...

E foi aí, em julho de 2012, que meus meses de julho nunca mais foram os mesmos...além das outras trocentas coisas, Ibiza deixou esse legado em mim: a sombra do mês de julho longe dela. 

Então em comemoração, seguem algumas fotos que provam o poder que essa ilha tem sobre mim...

Eivissa arribo de nou a vostè el més aviat possible! Espera m!

































Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)

Depois do natal encantado que tivemos em Nova Iorque , partimos para Las Vegas para usufruir do famigerado réveillon. Adquirimos o voo...