sexta-feira, 24 de abril de 2015

Balada em San Andres, na Colômbia

San Andres além de ser um arraso durante o dia, é muito bacana também durante a noite. Aliás, o que dizer de uma ilha que tem uma dança típica que todos que visitam aprendem de alguma forma: o ragga?

Nós fomos e voltamos da balada andando mesmo apesar de o Hostel El Viajero não ficar no setor de hotéis da praia de Spratt Bay. Era coisa de sete minutos apenas. Achei mega seguro. 

Fizemos o esquenta do bar do hostel que antes fez umas aulas de dança e depois deixou um DJ tocar. Foi bom para aumentar o network com o pessoal do hostel e já combinar a balada da noite. 

Coco Loco Disco Club (Av. Colombia - Zona Rosa)



Acho que o que mais bombava era o Coco Loco, pagava-se baratinho para entrar. Estava lotado e tocava todas as músicas da modinha na Colômbia, aqueles ritmos típicos como a salsa, cumbia, rumbia, reggatone e etc. O Coco Loco é super grande e o pessoal se jogou muito na dança, inclusive com uns passos muito loucos que eu não tinha visto em nenhuma outra balada colombiana. O pessoal do litoral sempre tem um molejo mais quente. Foi massa demais, aprendemos bastante a requebrar porque sempre tinha alguém nos tirando para dançar. 

San Andres, na Colômbia



Fechamos com chave de ouro nossa super viagem na paradisíaca ilha de San Andres que pela foto já mostra de que tipo de mar estamos tratando. Esse mar é conhecido como "o mar das sete cores" porque consegue fazer um degradê surreal de 7 tonalidades de azul - e é a mais pura verdade. 

Amei San Andres antes de embarcar de férias porque ela tinha tudo que na minha opinião é perfeito: águas quentinhas + paisagens caribenhas paradisíacas + bom custo benefício + cotação favorável + pouca invasão de turistas + tamanho ideal para exploração + tax free em toda ilha. Comprei uma GoPro só para essa viagem!

Nos hospedamos no El Viajero Hostel San Andres e gostei bastante. O quarto era ótimo (com ar condicionado, mas chuveiro frio) e tinham várias atividades com o pessoal que estava hospedado, como aulas de salsa e de uma dancinha típica da ilha,  o ragga (que é sensacional). Como não amar uma ilha que tem até um baile típico? Todos dançam, e até você vai também. 

Dica: compre seu próprio equipamento de snorkel (máscara e canudo), uma câmera que tire fotos embaixo da água e sapatos próprios para entrar no mar. 

Chegamos no fim da tarde e fomos andar a pé pelo calçadão da praia de Spratt Bay. Ali nos arredores tem várias ruas de lojas (compre sapatos para praia, eu mesma já aproveitei para comprar meus pés de pato), era como estar num duty free a céu aberto. No dia seguinte alugamos um carrinho de golf (solicitamos no próprio hostel) e fomos contornar toda a ilha o que foi uma experiência e tanto. Compre comida e água no super mercado porque o dia vai ser intenso. 

É super fácil de andar e a cada momento somos surpreendidas por vistas maravilhosas e por atrações que são bem baratinhas. Paramos em La Piscinita que é um bar que proporciona o mergulho com snorkel. A entrada é por um preço simbólico e ainda te dão pães para atrair os peixinhos. Tinha um cara que trabalhava lá e nos ajudou bastante na parte no mergulho, inclusive nos levou para um passeio mais afastado que deu para ver um fundo do mar espetacular. 

 

Seguimos viagem e a próxima parada foi no West View, outro restaurante (que ninguém ligava para comida) que dava acesso ao mar para snorkel e, além disso, tinha um trampolim e toboágua bem interessantes e que atraiu todas as atenções das pessoas. O ingresso de entrada também era bem baratinho. 

No final da tarde chegamos em Rocky Cay, uma ilhota a poucos metros da praia que tem um navio encalhado. O legal disso tudo é que dá pra ir andando da praia até Rocky Cay e a água não passa dos ombros. Eu achei o máximo ir andando mar adentro. Não esquece de levar os sapatos de praia para subir nela e tirar fotos. 

Decidimos não fazer o passeio até Johnny Cay, outra ilha próxima da praia mas que envolve cias de turismo com lanchas/barcos, porque seu maior atrativo é fazer o snorkel. Como já tínhamos feito bastante esse tipo de mergulho, não queríamos perder tempo e dinheiro nesse passeio. Ele também é programa básico de turistas e ficava sempre cheio - o que para o snorkelling é péssimo. 

Sendo assim, fechamos o passeio até e ilha Cayo Bolivar, a melhor escolha que já fizemos na vida. Veja o relato aqui. 

No centro os restaurantes eram ótimos e a noite também achei bem animada. Balada em San Andres aqui. 


San Andres - Colômbia       Viagem: 2014 (setembro)



Balada em Cartagena de Índias, na Colômbia

Cartagena é o máximo porque, apesar de ser uma cidade pequena (pelo o menos eu achei) e mais histórica, ela tem uma noite super animada - não é atoa que tem o apelido de "cidade bailarina".

Confesso que fomos e voltamos andando das baladas (sentimos muita segurança em andar pelas ruas até durante a noite). Os preços são dignos e são várias as opções de boates e bares  - fora da cidade amuralhada, além das músicas que são de contagiar até quem não sabe dançar.

Achei muito legal o gosto e orgulho das pessoas pelas músicas colombianas (as salsas, rumbias, cumbias, reggatones, merengues, etc). Em todas as festas todas as músicas que estavam em alta naquela época eram tocadas e o pessoal dançava (e cantava) muito. Quando entrava um DJ com alguma música eletrônica mais internacional era nítido o esvaziamento das pistas de dança. Eu achei isso o máximo, além de ter gostado muito das músicas nacionais. Eram muito divertidas e não tinha como ficar parado.


Cafe del Mar (Baluarte de Santo Domingo, centro histórico)
https://www.facebook.com/cafedelmarcartagena


Esse é o melhor ponto para curtir o pôr do sol (tal como o Cafe del Mar de Ibiza). è uma lugar super bem decorado e de bom gosto. Dá um pessoal mais selecionado até porque os preços não são dos mais acessíveis, mas ainda assim vale cada momento e bebidinha. Tem uns drinks muito legais e o que mais combina com essa brincadeira é o Coco Loco (eu fiquei meio bêbada só com uma marguerita). Quando a noite cai, rola uma música mais eletrônica com DJs, além de ficar super lotado. Parada obrigatória.

Mister Babila (Avenida del Arsenal # 8b-137)
http://www.misterbabilla.com/

Mister Babila

Esse foi um dos lugares mais legais que já fui na minha vida. Você não dá nada pela fechada do lugar mas quando entra se depara com um puta estabelecimento com muitos ambientes para jantar, beber e dançar. As decorações são muito legais e cabe muita gente (à propósito, fica lotado). A música é muito boa, variando entre todos os ritmos colombianos e alguma coisa de música internacional (diga-se de passagem que o pessoal nem gosta muito e esvazia a pista). Tem música ao vivo e DJs. Eu achei o máximo, vale demais a pena!

Chiva 

Chiva

A primeira dica para turistas é fazer o passeio das Chivas que são ônibus escolares totalmente gourmetizados com o tema "Colômbia". Ele faz um tour pela cidade mais moderna com uma música típica super alta tocando, além de ser open bar. Eles fazem umas paradas para aulas de dança e é bem engraçado e divertido. É tipo o tour da zueira alcoólica (eles até dão uns salgadinhos de aperitivos). Ao final ele ainda dáo o direito de entrada de todos numa baladinha que recebe toda galera que estava fazendo alguma Chiva naquela noite. Reservamos nossa Chiva no próprio hostel e o ponto de encontro foi na Torre do Relógio. Vale a experiência.


Babar (Centro, Plaza de Santa Teresa Esquina)
https://www.facebook.com/pages/Babar/159603300746458

Babar

Esse club foi o destino final do passeio de Chiva. Eu gostei porque era bem animado e um ótimo lugar para dançar as salsas da vida. Lá deu para escutar todas as músicas que eram modinha na época. Achei o lugar digno, apesar de pequeno e tá lotado de pessoas (turistas) que eram provenientes de todas as Chivas daquela noite. Eu senti que é um típico tipo de bar que muda de nome frequentemente, mas não tem erro, está na rua do Mister Babila.


Cartagena de Índias, na Colômbia



Chegar em Cartagena para mim foi um momento único porque desde quando li "O amor nos tempos do cólera" desenvolvi uma vontade muito grande visitar essa cidade. A chegada é bem pontuada pelo calor e umidade que não se encontra nem em Medellín e Bogotá

Posso dizer que Cartagena se divide entre a parte antiga (Cidade Amurallada) e a mais nova com os prédios e shoppings. Ambos me pareceram ótimas opções de hospedagem, mas confesso que amei ter ficado na cidade antiga (ficamos no El Viajero Hostel Cartagena). Cartagena, apesar do calor exagerado, tem um clima delicioso nas suas ruas...o legal é sair andando sem rumo mesmo. Depois suba no muro que rodeia a cidade velha e faça o trajeto que tem umas vistas legais da cidade e oferece uma linda paisagem do mar (o pôr do sol é lindíssimo e rende excelentes fotos). Um dos melhores pontos é com certeza o Cafe del Mar, um barzinho/lounge em cima da muralha, que reúne uma quantidade grande de pessoas que chegam no fim da tarde e ficam para a festa com música e agito que rola madrugada adentro. 

A ideia central é escolher e sentar nos vários restaurantes e barzinhos que estão a cada esquina, a dica é comer uma pizza na Pizza en el Parque que é sensacional. Não deixe de experimentar o refrigerante Kola Roman. Pelas ruas também dá pra comprar vários artesanatos e as bolsas típicas colombianas. Não deixe de fazer o passeio noturno na Chiva. Muita gente faz um bate e volta até Barranquilla, mas como não nos interessamos pela cidade, não fizemos. 

A praça principal da cidade amurallada é a Plaza de la Paz, nos seus arredores estão alguns restaurantes como o Hard Rock Cafe, a Torre do Relógio,  casas de câmbio com um ótimo preço e o Portal de los Dulces onde pode-se comprar vários doces e comidas típicas. Depois seguimos pela Plaza de la Aduana até chegar na Iglesia de San Pedro. Seguimos caminhando sem planos, e conhecemos a Plaza Santo Domingo (uma das mais bonitinhas para sentar e comer). Passamos, ainda, pela Catedral Metropolitana de Santa Catalina de Alejandria. Fora da muralha visitamos o Monumento Índia Catalina e pegamos um ônibus até a parte mais nova de Cartagena.

A orla (Carrera 1) é bem movimentada com vários hotéis e restaurantes, assim como a rua de trás (San Martin) que é repleta de lojas. Visitamos o shopping NAO e depois almoçamos no Mall Plaza El Castillo que ficava ao lado do Castillo de San Felipe de Barajas, uma fortaleza construída pelos espanhóis para se defenderem dos piratas do Caribe. A vista panorâmica é legal, dá pra entrar em algumas passagens e túneis meio sinistros (na total escuridão) mas não tem tantas coisas a se fazer. 

As praias da cidade não são tão bonitas (e nem cheias) então o passeio que rola é pegar uma excursão até Playa Blanca. Você pode fechar o passeio no hostel ou no próprio porto de Cartagena (dá pra ir a pé). A maioria dos passeios inclui uma parada em Islas Rosário para fazer snorkelling e uma visita ao Oceanário, além de ter o almoço incluído. A saída é bem cedo, porém, a organização do porto com as companhias de turismo é bem zoneada e acabamos saindo bem tarde, tipo umas 10h. Esse pistop em Islas Rosário, particularmente, não foi do nosso agrado porque não queríamos fazer o snorkel e muito menos visitar o oceanário, queríamos ir logo para Playa Blanca e curtir sua paradisíaquicidade até porque o calor era muito grande. Infelizmente tivemos que esperar um bom tempo por lá porque algumas das pessoas da nossa escuna foram fazer as atividades (achamos horrível ter que ficar por conta e perdendo tempo na praia além de morrer de fome. Vendiam umas coisas meio sem higiene num espaço mínimo onde as pessoas que, como nós, tinham que ficar esperando). Chegamos em Playa Blanca praticamente na hora do almoço (chegamos no porto às 8h). Nossa experiencia com o almoço não foi das melhores e na praia não tinha praticamente nenhuma opção de restaurante, ou seja, passamos um pouco de fome. Leve bastante comida, essa é a dica. Também não curtimos tanto assim a praia, talvez seja pelo ponto em que fomos deixadas ou por ser domingo e a praia estar repleta de gente. Também não gostamos da insistência dos vendedores ambulantes e das massagistas. 

Tenho que dizer que o caminho foi ótimo porque o mar tinha umas variações de cores muito lindas e a água da praia também era uma delícia de quentinha. Se puder, tente achar um passeio mais exclusivo e mais maleável de acordo com as suas preferências. 

Gostei muito de Cartagena e apesar do calor voltaria com certeza. É uma cidade com um clima maravilhoso, de ruas lindas e uma boite bem divertida (não é atoa que é chamada de "cidade bailarina"). 



Cartagena de Indías - Colômbia         Viagem: 2014 (setembro)

´ Assista: O amor nos tempos do Cólera, Cartagena


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Balada em Medellín, na Colômbia

Eu já elogiei exaustivamente o bairro em que me hospedei, El Poblado. Confesso que nem sei o que mais tem (e se tem) em Medellín porque nossa viagem se reumiu basicamente ao Poblado e todas as suas deliciosas atrações. São ruas e quadras com um clima tão gostoso que não dá vontade de sair. Encontra-se muitas opções de bares e restaurantes que chega a ser difícil de decidir onde ficar, são comidas de todas as nacionalidades e os preços de medianos a carinhos. Mas vale super a pena, sem dúvidas.

Se você se hospedar por ali dá pra ir andando para a praça de maior agito: o Parque Lleras. É aquele vai-e-vem de pessoas (me lembrou muito Playa del Carmen no México), restaurantes, bares e baladinhas lotadas, a praça cheia de pessoas conversando, artistas e diversão. 

Pegue táxi só para voltar ao hostel, o que também não foi nada difícil de conseguir na porta da balada. Os preços eram super justos e com opção de pagar a entrada com direito a open bar/barra libre (água, cerveja e um drink típico). 

Não deixe de tomar a cerveja Paisa e de pedir nos restaurantes o Refajo (uma bebida que é resultado da mistura de refrigerante com cerveja) que deixa a gente "alegrinho" fácil fácil.

Achei muito legal o gosto e orgulho das pessoas pelas músicas colombianas (as salsas, rumbias, cumbias, reggatones, merengues, etc). Em todas as festas todas as músicas que estavam em alta naquela época eram tocadas e o pessoal dançava (e cantava) muito. Quando entrava um DJ com alguma música eletrônica mais internacional era nítido o esvaziamento das pistas de dança. Eu achei isso o máximo, além de ter gostado muito das músicas nacionais. Eram muito divertidas e não tinha como ficar parado. 


Tree Bar (Carrera 35 # 7-108, Poblado Provenza)

Tree Bar


Ess bar fica no hostel Happy Buddha (que é perfeito) e tem uma decoração muito top. Cada dia da semana tem uma programação, além de rolar o happy hour e DJ's. Ele fica lotado com o pessoal que está hospedado e pessoas de fora que pagam uma simbólica entrada. Um lugar interessantíssimo para conhecer pessoas de todos os lugares do mundo, principalmente jogando sinuca ou ping pong. Super indicado para fazer o esquenta da balada. 

Babylon Disco (Carrera 41 #9-22, El Poblado)


Babylon Disco


Essa é uma baladinha com uma decoração de cinema com vários posters pelas paredes. É bem divertida e tem uma fila bem grande na porta, na maioria composta por homens (acho que as mulheres não pegam fila). Compensa pagar a entrada com a barra libre inclusa. É bem animada, toca bastante as músicas típicas da Colômbia, tipo as cumbias, rumbias e regattones da vida. E em certo momento começa uma música ao vivo. É bem divertida!


Medellín, na Colômbia



Incluímos Medellín no roteiro sem saber praticamente nada a respeito da cidade, era só um nome conhecido. Depois vieram algumas pesquisas simples e ficamos seguras de que tinha sido uma escolha, no mínimo, interessante. 

O mais legal é que foi, de longe, a melhor hospedagem da viagem (e top 5 da minha vida). Ficamos num bairro super bacana e delicioso da cidade (fica mais afastado do centro) que se chama El Poblado. Não tenha dúvidas em ficar em algum lugar por ali, lá estão reunidos vários bares, restaurantes e baladas, além de ter um clima maravilhoso (requintado). Nosso hostel (boutique, sim boutique) foi o Happy Buddha - detalhe que tinha uma moça só para preparar o seu café, era só numerar o que queria que ela fazia tudinho e te entregava literalmente de bandeja. Esse hostel foi uma atração à parte, era muito legal. Mega confortável e limpo além de super badalado (pessoas de todos os cantos do mundo). Rolavam festas no terraço que bombavam de gente até que não estava hospedado. Dá vontade de voltar o tempo todo para lá.

Pertinho do hostel está o Parque Lleras, durante o dia é bem pacato, mas durante a noite é o verdadeiro point da galera. Ao seu redor existem uma série de restaurantes muito delicinhas além de baladinhas (com placas proibitivas para o uso de armas).

Para ir até o centro da cidade usamos o metrô, eles têm uma linha bem satisfatória. No centro visitamos o Museo de Antioquia (e seu terraço) que está exatamente na Plaza Botero (Plaza de las Esculturas) que tem um monte de réplicas das esculturas do Botero espalhadas pela praça disponíveis para fotos e escaladas. Também na mesma praça está o Palácio de la Cultura que dentre várias exposições e instalações, oferecia a Exposição de Botero com as peças originais.

O centro é relativamente grande mas deu para fazer vários trajetos a pé. Pegamos um mapa no centro turístico da Plaza Botero e seguimos a caminhar. Às vezes era um pouco tumultuado porque passávamos por umas ruas de lojas e compras e aí já se viu...mas foi tranquilo, não surgiu nenhuma ameaça de segurança. Compramos pelas lojinhas as famosas bolsas colombianas por um preço mais digno e até uma versão de "O amor nos tempos do Cólera" num desses sebos tradicionais de rua.

Fomos até a Catedral Metropolitana e depois pegamos o metrô até a Estación Cisneros. Passamos pela igreja Sagrado Corazón de Jesús indo em direção ao Parque de los Pies Descalzos, uma mini praça onde a brincadeira é colocar os pés na areia (numa forma de terapia) e esquecer um poucos dos problemas já que a arquitetura com algumas fontes de água gelada isolam o barulho característico da cidade, do trânsito e etc. É bacaninha. Ali do lado está a Plaza Mayor onde tem uma série de restaurantes que são ótimas opções para o almoço. Conseguimos até encontrar um arroz com frango delícia, e para acompanhar um refrigerante Quatro. Nessa região ainda tem a Plaza Cisneros que traz a ideia de ser um bosque artificial com cerca de 300 postes de iluminação.

Não deixe de ir no Metrocable, o teleférico integrado com o metrô que serve como transporte público (o primeiro da América latina para tal fim). Ele foi criado para chegar nos locais mais difíceis de acesso como nas favelas verticais que ocupam uma grande região da cidade. São morros (estilo Rio de Janeiro) imensos e que parecem não ter fim. Segue-se até a estação final do metrô e depois é possível prosseguir viagem morro acima via Metrocable passando por cima das favelas e por várias estações no meio desse caminho. Um passeio imperdível, dá pra ver vários detalhes da vida daquela população e seguir uma boa parte do trajeto pela floresta preservada - não se esqueça de levar roupa de frio porque nessa altura do campeonato a temperatura está bem baixa.

Eu gostei muito de Medellin mas confesso que mais pelo bairro El Poblado. Ele por si só já compensa a viagem porque oferece opções mil de restaurantes e baladinhas muito gostosas. Além de concentrar pessoas de vários lugares do mundo nos seus hostels.

Veja as dicas de balada em Medellín aqui.


Medellín - Colômbia         Viagem: 2014 (setembro)

Como escolher seu hotel em Las Vegas

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