terça-feira, 28 de junho de 2011

Nassau, nas Bahamas

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Bom, essa viagem foi memorável. Minha primeira vez num Cruzeiro daqueles gigantes. Embarcamos no pier super-movimentado de navios de Miami rumo a um dos países mais visitados do Caribe: as Bahamas. Outra opção de saída é a cidade de Key West.

O país é composto de várias ilhas, uma das mais importantes é a New Providence onde fica a capital Nassau (chamada de Paradise Island). Não preciso gastar meus dedos digitando o prazer que é visitar essas porçõezinhas de terra com aquelas águas quentinhas e cristalinas do oceano Atlântico (no verão!!!!). Antes de cogitar uma viagem a qualquer ilha no mundo inteiro é imprescindível que você faça uma pesquisa sobre a temporada dos furacões, apesar da maioria dos hotéis serem preparados para essa época e disporem de programações "indoor", acho muito mais interessante curtir um ilha do lado de fora, estirado numa bóia no mar. No caso das Bahamas as tempestades tropicais estão entre maio e outubro.

Depois das praias, o maior atrativo de lá é o Hotel Atlantis, um dos maiores resorts do mundo (SEIS estrelas) e que tem uma filial na discreta Dubai. A grandiosidade é pertubadora e lembra os parques da Disney, a diária na suíte presidencial gira em torno de US$ 25 mil, uma suíte comum (sem refeição) sai por volta dos US$ 200. Como estava no Cruzeiro não nos hospedamos e aí não pude ter essa experiência. Uma curiosidade é que as Bahamas são hoje ligadas ao governo inglês, isso mesmo quem comanda o Estado é a sortuda da Rainha.

Nassau - Bahamas Viagem: 2001 (janeiro).

´Assista: Cassino Royale.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Munique, na Alemanha




Eu simplesmente me apaixonei por Munique. Eu não sei explicar muito bem o porquê mas essa cidade é minha cara. Nos demos bem desde sempre (apesar do nosso hotel ter ficado longe do centro). A chegada de avião já foi bem emocionante, você tem simplesmente a vista magnífica dos alpes suíços, é de perder o fôlego!

O metrô, como sempre, funciona divinamente então nem as distâncias foram problema. A dica é comprar seu ticket/passagem e na entrada da estação validá-lo numas maquininhas amarelas, se você não validar e algum fiscal pedir para checar lá no trem, você paga uma multinha de mais ou menos 80 euros fora a vergonha pública (não existe nenhum argumento aceito para justificar, nem que você é turista). Durante toda viagem acho que apenas uma vez tivemos que nos relacionar com um fiscal, e estávamos “dentro da lei” naquele dia. São várias linhas de metrô (U-Bahn), trem de superfície (S-Bahn) e de bonde.


Começamos a andança pela Karlsplatz (tem um lindo chafariz no verão), dali você já pode pegar a Neuhauser Strasse uma rua de pedestre com muitas lojas e restaurantes (dica de almoço no restaurante Augustinerbräu, Neuhauser Strasse 16), você vai passar pela Igreja Frauenkirche até chegar na praça Marienplatz que tem o prédio da prefeitura o Neues Hathaus, na sua fachada tem um famoso carrilhão (???) que às 11, 12 e 17 horas fazem um show de música. Ali pertinho tem a Viktualienmarkt uma feira ao ar livre, e foi lá que eu comi a minha comida preferida da Alemanha: o Leberkãs. Também pudemos ver um dos famosos “biergarten” que são locais abertos onde os alemães costumam beber e socializar.

Existem muitos museus, mas fomos apenas no Deutsches Museum que é considerado um dos melhores da Europa. Também passamos pelo Allianz Arena (jogo do Bayern X Internacionale) e pelo complexo do Olympiapark. Você pode visitar o Englischer Garten (Jardim Inglês) um dos maiores parques urbanos do mundo.

A vida noturna, ahhhh a vida noturna....sensacional!!! Vou começar falando das cervejarias mais famosas: a hofbrau e a augustiner. São ambientes imensos com mesas largas de madeira. A decoração é muito bacana, música alemã tocada ao vivo e opções muito pequenas de copos de cerveja: meio ou um litro. Nós ficamos alegrinhas nos primeiros 400 ml. A dica é fazer um bom “esquenta” nessas cervejarias e de lá partir para a balada pesada.

Existe o Kultfabrik que é um complexo de boates perto da Estação de trem central, são várias boates dos estilos mais diversos, uma do lado da outra, com preços irrizórios (pagamos 2 euros em uma boate) e as bebidas são ótimas, é um circuito mais “turista”. Ali perto da Hofbräuhaus (arredores da Marienplatz) tem uma uma boatezinha lotada chamada Americanos, pagamos só 5 euros e as bebidas eram dose dupla, fora os bartenders que roubavam todas as atenções. O lugar da pegação é o MilchBar (Friedenstr, 10) , durante o dia fica completamente camuflado e passa desapercebido como mais uma fachada de loja e durante a noite é a maior loucura de gente jovem e bonita, eu achei o máximo!!!! E ainda, indico a boate 089 e a Pacha Munich que ficam uma do lado da outra na Maximiliansplatz 5. Gente é coisa linda de Deus!!!!

Ali bem próximo de Munique tem a cidade de Dachau onde você pode visitar e ter a experiência de entrar em um campo de concentração (dê uma olhada no post de Dachau). E, ainda, conhecer o Castelo  Schloss Neuschwanstein, a maravilha arquitetônica que foi fonte de inspiração do Castelo da Cinderela do queridíssimo Walt Disney. Eu não pude ir, infelizmente, mas na próxima oportunidade eu não vou marcar bobeira.

Eu não preciso nem descrever Munique em outubro na famossísima Oktoberfestestou passando mal de vontade de marcar logo uma ida até lá nessa época, está na minha “To do list” desde quando coloquei meu pézinho na hauptbahnhof (estão central de trem) da cidade. Eu amo Munique! E é mais uma cidade do mundo na qual adoraria formar uma linda família.


Munique - Alemanha Viagem: 2011 (março).


´Assista: Munique. 

Dachau, na Alemanha

"O trabalho liberta"

Ir até Dachau foi um daqueles momentos “tristeza” da viagem. É uma cidadezinha que fica bem próxima a Munique. Pegue um trem na estação central (hauptbahnhof) e em cerca de 30 minutos depois já está lá. O desembarque é na pequena rodoviária e é possível se dar conta do tanto de gente que acaba incluindo Dachau em seus programas turísticos.

A cidade é uma gracinha, bem limpa, arborizada e com muitas lojas e restaurantes (até engarrafamento eu vi). O principal atrativo da cidade é o Campo de Concentração de Dachau, várias linhas de ônibus chegam até o campo (o primeiro a ser construido e modelo para os demais).

A entrada é gratuita e existem passeios audio-guiados. A sensação de entrar não é nada boa. Eu me senti mal por várias vezes, principalmente quando estava dentro do prédio das celas de castigo. Tem muita foto, áudio, é possível entrar nos alojamentos, no pátio, no crematório...Tem algumas capelinhas e uns monumentos em homenagem às vítimas. A foto mais tirada é a do portão de entrada que traz os dizeres: "O trabalho liberta". É inimaginável a crueldade que aconteceu ali, o frio, na minha opinião, já foi severo o bastante com todo mundo.

Você pode tirar um período do dia para essa visita. Foi chocante mas não me arrependi de ter ido em nenhum segundo.


Dachau - Alemanha      Viagem: 2011 (março).

Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)

Depois do natal encantado que tivemos em Nova Iorque , partimos para Las Vegas para usufruir do famigerado réveillon. Adquirimos o voo...