segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Zipaquirá, na Colômbia



Zipaquirá é uma cidadezinha que está próxima a Bogotá e é mais conhecida por abrigar a Catedral de Sal. Seu centro histórico é bem visitado e possui uma arquitetura típica dos colonizadores espanhóis. 

É possível chegar até lá de trem ou de micro ônibus, como no nosso caso. O caminho é bem bonito e vale a pena ficar acordado para apreciar (não foi o nosso caso). 

A Catedral de Zipaquirá foi construída clandestinamente dentro das minas de sal que começaram a ser exploradas desde a era pré-colombiana. É uma construção católica (sem status oficial) subterrânea (200m de profundidade) e é possível fazer vários tipos de passeios. Fizemos o comum com direito ao passeio de trem pela cidade. É bastante impressionante ver de perto o que conseguiram fazer e o mais louco é que ela é totalmente funcional, acontecem missas, batizados e até casamentos. 

No caminho até a entrada da catedral sentimos bastante a altitude - muito cansaço mesmo fazendo esforço mínimo. A dica é comprar bastante água para diminuir os efeitos da altitude e salinização. Também é importante desligar os celulares e levar baterias extras de câmeras fotográficas pois o sal faz com que o consumo seja acelerado. Fazer um lanchinho também é ótimo porque saimos com uma fome histórica do passeio. 


Zipaquirá - Colômbia        Viagem: 2014 (setembro)


Bogotá, na Colômbia



Já vou dizendo logo de cara que a nossa experiência em Bogotá foi incrível. E o mais louco de falar isso, é que se você for pesquisar na internet ou seguir seus instintos, provavelmente não encontrará muitos incentivos para ficar um tempinho maior pela capital.

É a maior cidade do país e está a 2.640m acima do nível do mar. Confesso que não sentimos muito os efeitos dessa altitude. A população são de pessoas extremamente simpáticas, divertidas e apaixonadas por futebol. 

A maioria das pessoas preferem apenas fazer escalas em Bogotá e se mandarem o mais rápido possível para o litoral colombiano, mas cometem um erro gigante quando fazem isso. Ficamos apenas três dias e duas noites e saímos de lá muito satisfeitas com a cidade. Talvez tenha sido porque fomos muito bem acolhidas por amigos colombianos, talvez porque as cias de viagem eram maravilhosas...eram muitos agravantes.

Minha dica é ficar ao menos três noites por lá. Nos hospedamos no Hostel La Pinta no bairro Chapinero (é simples mas eu indico) e não posso deixar de fazer o alerta sobre o clima, Bogotá (pelo o menos na época que fui - setembro) é bem fria, principalmente anoite, e cheia de probabilidade de chuvas. 

O hostel fica perto da Zona T, que é a área de bares, restaurantes e lojas (shoppings e galerias). Um bairro muito legal com opções variadas de comidas e lojas - alias, lojas padrão Estados Unidos. Almoçamos num local por ali e experimentamos um prato típico, a Picada, que é tipo uma chapa com vários tipos de carne assada, frango e porco, além disso vem algumas batatas cozidas e arepas. Anoite, voltamos para jantar em um dos restaurantes mais legais que já fui na vida, no Andres Carne de Res (relato aqui). 

O trasporte é ótimo, além dos ônibus comuns, existe o Transmilênio que é como se fosse um metrô (só que ônibus) de superfície que corta praticamente a cidade toda. Pegamos o Trasmilenio para irmos ao centro antigo da cidade, a Candelária. 

Passamos pelo centro da cidade, a Candelária, onde está aquela concentração gigante de pessoas e vendedores de milhões de comidas e bebidas malucas nas suas barraquinhas. Não tivemos coragem de experimentar muita coisa, mas para quem é mais vida loka é um paraiso. O melhor câmbio, sem dúvidas, estava naquela região (troque tudo lá). No centro está também o Museo do Oro (interessante e item básico da rota turística) que traz um pouco da história da Colômbia, suas origens indígenas e etc. Muito perto dali está o Museo Botero, mas não deu tempo de visitar, por isso fomos no de Medellin. 

Caminhamos bastante por toda aquela região ciceroneadas por um amigo de um amigo que se tornou meu amigo logo de cara, o querido Erick que nasceu em Bogotá. Conhecemos as ruelas do El callejón del Choro de Quevedo e a Plaza del Choro de Quevedo, não entramos (infelizmente) mas passamos pelo Centro Cultural Gabriel Garcia Marques (não deixe de tomar um café ou chocolate no Juan Valdez Cafe). Fomos até a Plaza de Bolivar, onde está a Iglesia de la Plaza Bolivar e o Palacio Nariño (casa do presidente). Apesar de reunir uma quantidade grande de pessoas, não passamos por nenhuma situação de perigo - a dica é sempre não dar mole para o azar. 

No dia seguinte, engatamos um turbo para subir até o Cerro Monserrate, o ponto mais alto da cidade e que tem uma vista panorâmica incrível. Não tivemos muita sorte, pois amanheceu chovendo e a vista estava parcialmente coberta. Ainda assim, subimos pelo funicular e conhecemos a igrejinha que está lá em cima. Nesse mesmo dia, partimos para um bate e volta em Zipaquirá

Depois ainda deu tempo de fazer o passeio que consideramos mais especial-perfeito-imperdível de toda viagem: na volta de Zipaquirá para Bogotá, subimos até o Parapente Paraiso. Ele fica no topo de um morro e serve, dentre outras coisas, para os saltos de parapente e asa delta. A cereja do bolo é o restaurante delicinha que nos dá uma vista panorâmica de tirar o fôlego. É tudo que a gente precisa naquele clima frio: de um restaurante rústico, com aquecedores naturais e aguadepanelas (uma bebida tri tradicional que todos são apaixonados). Veio uma caneca gigante para cada um, e eu fiquei com aquele meu velho medinho de coisas novas, mas tomei numa boa (é tipo a nossa rapadura em foma líquida e muito quente). Esse passeio não está nos roteiros turísticos e por isso é a dica de ouro. Foi mais um presente super agradável dos nossos amigos colombianos

Ainda por esse caminho, passamos na outra filial do restaurante Andres Carne de Res em Chia. Tiramos várias fotos e depois seguimos para o hostel para descansar e sair para night. 

Adoramos Bogotá com todo coração porque contamos com a melhor recepção do mundo. E olha que a viagem só estava começando...



Bogotá - Colômbia        Viagem: 2014 (setembro)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Colômbia es realismo mágico



O que dizer de um lugar onde o principal slogan de turismo é "Es realismo mágico"? Pois é, é assim que você começa a montar uma viagem para Colômbia, com esse tipo de incentivo. 

Eu sempre tive uma vontade grande de ir até Cartagena ("O amor nos tempos do Cólera" é meu livro favorito), mas confesso que não conhecia nada, apenas tinha conhecimento de alguns nomes de cidades mas não sabia nada que me fizesse pensar no tal realismo mágico. 

É sempre assim, a gente tem aquele velho preconceitinho, começa a pesquisar e descobre um país incrível e que merece muitos mais dias do que tinham sido planejados. 

A Colômbia é isso, um país com regiões super diferentes umas das outras, de climas completamente variáveis (enquanto faz um frio danado em Bogotá, faz um calor bizarro em Cartagena) e de um povo muito, mas muito, acolhedor. Acho que foi o melhor povo latino com o qual já tive contato (na verdade os peruanos estão no páreo duro). Pessoas adoráveis e apaixonantes. As músicas e ritmos muito contagiantes e divertidos, uma viagem nota mil.

Na minha opinião dá para reservar uns 15 dias (eu fiquei 11) para fazer um roteiro legal, e o melhor é que nem gastamos investimos tanta grana assim.  

Pelo que deu para entender, os principais pontos dos roteiros são: Bogotá, Zipaquirá, Medellín, Santa Marta (não fui porque teria que acrescentar mais dias e porque não sabíamos do seu potencial no planejamento), Cartagena, Barranquilla (não fui porque a pesquisa não apresentou um bom motivo para conhecermos - saber que é a terra da Shakira não foi suficiente) e San Andres

O câmbio vale muito a pena quando trocado lá (não troque no aeroporto ou no Brasil) e não passei por nenhuma situação de perigo por todo tempo da viagem, veja bem, ne-nhu-ma!

Não deixe de comprar uma das típicas bolsas colombianas (depois que vimos a Isabelle Fontana usando uma, entendemos qual o sentido dela na vida), experimente o Antioqueño que é uma aguardente tipo a nossa cachaça (a nossa dá de mil a zero) e que todos bebem nas situações mais variadas - na praia, na balada, etc. Não gostamos muito do gosto e não sentimos nenhum efeito de álcool, mas vai entender...vale a experiência pela diversão.

Resumindo, é uma viagem relativamente barata, para um lugar super perto do Brasil e com opções de entretenimento que valem muito o custo benefício. Indico para todas as pessoas do mundo!

Quer saber mais? Basta clicar AQUI para ler todos os posts desse país maravilhoso. 


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Caso: E volta o cão arrependido em Montevidéu

Da Série Cuidado na Estrada!



Nessa mesma época ano passado, eu estava com minha viagem de ano novo para o Uruguai completamente montada, reservada e super esperada. Nada melhor do que planejar essas coisas com antecedência, mas nada melhor ainda do que levar sustos durante a viagem (só que não...). 

Acho que sou muito mestre nessas auto-pegadinhas e mais uma delas aconteceu em Montevidéu. Na verdade a confusão surgiu ainda no Brasil quando decidimos vender a alma comprar os ingressos da festa de pré-réveillon Hed Kandi. Essa festa é super famosa e acontece todos os anos no dia 31/12 em Punta del Este

O plano era passar a virada em Punta, mas antes ficar alguns dias na capital Montevidéu. A Noelyza, muito crazy, deixou tudo por minha conta e eu fiz as reservas nos dois hostels. Elas foram confirmadas e estava tudo lindo e maravilhoso.

Compramos os ingressos da festa pela internet e depois de um mês, finalmente, chegaram na minha casa. Fiquei admirando aquele "passaporte da alegria" até que um detalhe chamou minha atenção: o número 31. Pois é, a festa de pré-réveillon realmente é dia 31, só que nas nossas reservas, no dia 31 estaríamos simplesmente em Montevidéu. Dessa maneira, eu tinha acabado de detectar um "probleminha" na programação. É isso aí, compramos ingressos para uma festa de R$ 500 em uma cidade em que nós nem estaríamos. 

Sem nenhum pânico conversei com a Nônô e nem passou pela nossa cabeça chorar em cima dos ingressos de R$ 500 (cada), então resolvemos ir pra Punta mais cedo. Entrei em contato com o hostel de Montevidéu para diminuírem uma das nossas diárias, e falei com o pessoal de Punta para acrescentarem uma. Tudo certo, mudanças confirmadas e vida que segue. 

A viagem chegou e curtimos muito Montevidéu de dia e de noite. Na manhã do dia 30 estávamos praticamente vegetando em cima daquela cama quando alguém começa a esmurrar a porta (tipo o que houve em Dusseldorf) de uma maneira muito violenta (se é que tem alguma forma de fazer isso na paz). A Noelyza estava mais perto e foi ver o que estava acontecendo, voltou e disse "Aline, eles estão dizendo que o check-out é agora às 10h". Eu, dormindo, respondi: "Relaxa, a gente só vai embora amanhã". Ela foi lá conversar com o "Incrível Hulk da limpeza" e voltou dizendo que nossa reserva estava até aquele dia, e que precisaríamos sair para a limpeza do quarto. 

Aí o bicho pegou! Olhei para o relógio e faltava pouca coisa para às 10h, tipo uns 60 segundos, e começamos a socar tudo que estava completamente espalhado por todo quarto nas mochilas, malas, sacolas, pescoço, decote e bolsos (do mesmo jeito que aconteceu na Oktober de Blumenau). Depois de reunirmos todas as nossas tralhas fora do quarto, fui até o balcão resolver essa confusão sobre os dias, afinal de contas, precisaríamos de teto por mais uma noite (do mesmo jeito que foi em Barcelona). 

Não sei qual foi a bruxaria da reserva mas só sei que oficialmente tínhamos perdido o único quarto privado (e com ar condicionado) do hostel, a vida granfina durou menos do que esperávamos. Nossa salvação foi uma beliche em um dos quartos coletivos (sem ar condicionado e com um ventilador que produzia mais calor do que vento) que por uma glória divina estava liberada (nessa época conseguir qualquer tipo de vaga era uma Odisseia). Fizemos nossa mudancinha, no estilo cão arrependido, para o quarto da humildade só para aprender a sermos mais humilde e levar a fase de preparação da viagem mais a sério. Não poderia ter lição de vida melhor e numa época melhor, começamos o ano com uma baita reflexão...isso, isso, isso, isso!


domingo, 30 de novembro de 2014

Valeu Chavinho...

Certamente um dos dias que mais me comoveu foi sexta-feira, 28/11/2014, o dia em que Roberto Bolaños faleceu. E junto com ele, seus personagens que de tão presentes na nossa memória (e vida) não se desvinculam do ator. Não sabemos separar a obra do criador, aliás nem ele sabia, então foi um dia de tristeza principalmente porque estávamos nos despedindo do querido Chavinho. 

Fica a tristeza e a eterna vontade de passar férias onde ele passou. Aliás, foi ele que me mostrou a querida Acapulco que com muita certeza trouxe tanta alegria ao pobre Chavinho e vai trazer a mesma para mim também. 



quinta-feira, 27 de novembro de 2014

E a América do Sul?



Engraçado como a gente admira a Europa (e os europeus) pelo fato de todos eles estarem a pequenas distâncias uns dos outros. O certo, para todos que moram na Europa, é conhecer praticamente todos os vizinhos em viagens de fim de semana. Ir a Paris é como ir a Caldas Novas.

A parte "engraçada" está no fato da gente não usar a mesma lógica e sair conhecendo nossos vizinhos sulamericanos. É mais fácil encontrar amigos que já foram para a Nova Zelândia mas que ainda não conhecem o Peru. 

Claro que isso está quase que totalmente atrelado ao fato de nós não termos uma linha férrea de conexão entre os países como os europeus têm, como seria lindo ter aquela disponibilidade de trens ao nosso alcance. Mas ainda assim, na minha opinião, a maior parte das pessoas que se aventuram em férias explora muito pouco o próprio continente.

As razões podem ser várias, de problemas logísticos de deslocamento até o preconceito étnico e de segurança. Cabe, sem dúvidas, uma investigação super interessante sobre os motivos que nos levam (ou não nos levam) a não cumprimentar "nossos vizinhos de porta".

Eu tiro por mim mesma, apesar de já ter ido a alguns países (Chile, Argentina, Colômbia e Uruguai) acho que conheço pouco da América Latina. Mas como as coisas na vida não acontecem sem motivo (estou começando a acreditar nisso), ganhei esse ano o "Guia criativo para o Viajante Independente na América do Sul", e agora estou mergulhando demais na vibe da minha América.

Eu não tô dizendo para você virar um Che Guevara da vida (ou estou sim), mas ignorar todas as belezas e experiências que estão aqui na vizinhança, estou cada vez mais convencida, de que é um pecado mortal.

Porque ir tão longe se podemos achar aqui pertinho desertos, cordilheiras, cachoeiras, florestas, vulcões, estações de esqui, vinícolas, ilhas e praias paradisíacas...?

São tantas coisas legais para "ir ver" que eu mesma acabo me perdendo, vou listar apenas algumas que me vêem à cabeça e que merecem a sua atenção:

- A maior cachoeira do mundo  (Salto Angel) e Los Roques na Venezuela;
- As linhas de Nazca e Machu Picchu no Peru;
- O Salar de Uyuni na Bolívia;
- Galápagos no Equador;
- Uma das maiores piscinas do mundo no hotel San Afonso del Mar, em Viña del Mar no Chile;
- As estações de esqui em Bariloche na Argentina;
- As cataratas do Iguaçu, Floresta Amazônica e Fernando de Noronha no Brasil;
- A Terra do Fogo e a Patagônia na Argentina;
- Cartagena e San Andres na Colômbia;
- O deserto do Atacama no Chile.


E a lista tem muito mais coisa interessante...enfim, nada melhor do que ir lá ver se a grama do vizinho é mais verde. Porque mais apimentada, com certeza é.

Dress Code nas igrejas italianas




Eu já falei bastante sobre essa questão do dress code nas baladas pelo mundo afora, mas o post hoje vai para as regras de vestimentas para entrar em várias igrejas italianas. Sim, tem que saber como proceder antes de pegar um avião aqui no Brasil e ir parar lá no país da botinha e da capital da moda. 

Eu já sabia que é sempre bom ter o bom senso de ir decente para qualquer igreja, seja ela onde for. Mas confesso que na Itália o dress code faz toda a diferença e pode ser motivo simples para arruinar seus planos de viagem. 

Então, para que ninguém fique frustado, é bom saber que por conta do tamanho da sua roupa você pode ser barrado na porta da igreja, mesmo depois de ter ficado mil horas na fila dela. 

As dicas são simples, as mulheres não podem usar transparências, saia curta e ombros de fora. A saída é andar com um bom chale na bolsa para colocar nos ombros. O que muita gente pega de surpresa faz, é comprar chales dos ambulantes (os espertinhos já sabem que vão precisar) e improvisar uma saia maior - é o que mais se vê na fila do Vaticano. Já os homens, também devem evitar bermudas curtas e camisas regatas. 

Isso vale para qualquer igreja na Itália, do Vaticano às basílicas de Florença (no caso eu fui barrada). Não vacile, leve uma blusa de frio para o problema dos ombros e uma saia ou legging que não ocupe espaço para as pernas. 

É bom estar preparado porque no verão em toda Europa, principalmente na Itália, como o calor é avassalador, às vezes a gente esquece desses detalhes e acabamos sendo barrados sem dó nem piedade. 

Eu nunca tinha visto um controle tão rígido de dress code em nenhum outro país europeu (só na balada mesmo). Fica um segurança na porta incumbido exclusivamente de escaniar a olho nu os trajes de todo mundo que tem a pretensão de entrar ali. Prepare-se para repressão indumentária e de silêncio - vira e mexe entra um guarda na igreja que manda o pessoal calar a boca na cara dura mesmo. 


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pompéia, na Itália




Uma boa esticada que dá para fazer quando estiver em Roma é ir até Pompéia. A viagem pode ser feita de trem passando pela cidade de Nápoles (não achei nada atrativa, é bem descuidada) e de lá seguindo para Pompéia. Reserve um dia para fazer a peripécia. 

Chegamos bem cedo na estação de trem de Pompéia depois de admirar bastante as vistas do caminho que beiravam o litoral e do outro lado o robusto vulcão Vesuvio que acabou com a cidade em 79 a.c. 

A cidade é bem bonitinha e tinha até wifi liberada na rua. Fomos caminhando para a o Sítio Arqueológico de Pompei onde estão as ruinas da cidade que foi totalmente lavada de lava pelante. 

Faz muito calor e a cidade é enorme, mas vale a pena (e paciência). Algumas coisas são emocionantes, tipo ver os corpos petrificados (muitos duvidam da veracidade) de humanos e até animais que ficaram com as mesmas expressões do dia do acidente. É patrimônio Mundial da UNESCO, o que rende muita movimentação turística para lá. 

Uma dica feminina é passar na loja da Dove na estação de trem em Nápoles. Bom demais. 


Pompéia - Itália  Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Pompéia


Roma, na Itália - Parte 1



Roma foi um grande exemplo que tive de poder conhecer e apagar tudo que tinha no meu imaginário sobre ela. E isso não é uma coisa ruim até porque gostei, resignifiquei, mas gostei.

Antes de qualquer coisa, é bom sempre ter em mente a parte em que ela é uma cidade grande, e por isso, respira e tem aquele ar digno de capital do país.

Alugamos um apê ali perto da estação central de trem, foi tranquilo o deslocamento porque estávamos muito próximos do metrô e de alguns pontos que estão fora do centrinho mais conhecido de Roma. Deu para andar bastante ali pelos arredores e conhecer uma Roma mais moderna e com clima de cidade grande. 

Estavam próximos o Coliseu, Basilica di San Pietro in Vincoli (tem a estátuta de Moisés encomendada pelo Papa a Michelangelo), o monumento do Vítor Emanuel e as Ruínas do Foro Romano que ficam na avenida que desemboca no Coliseu. Não posso deixar de citar que também por esses arredores comi o melhor carbonara da minha vida (oh God!). É possível comprar um bilhete que dá acesso ao Foro Romano e ao Coliseu. A dica é tentar entrar no Coliseu no fim da tarde, umas 2h antes do seu fechamento pois a fila poderá estar menor, a concentração de pessoas lá dentro possivelmente pequena e sem falar na parte de pegar o pôr-do-sol mais privilegiado de todos. Eu senti uma emoção muito grande em entrar no Coliseu, é um daqueles lugares que existem de verdade mas que a gente custa a acreditar. 

Aproveite para do Coliseu ir caminhando até o Circus Maximus, o local onde eram feitas as corridas de bigas e o jogos de entretenimento dos reis romanos. Atualmente é só um descampado, mas interessante de ver. Lá no final do Circus está a Basílica de Santa maria in Cosmedin onde o maior atrativo é a Bocca della Verritá. Forma-se uma mega fila na porta da igrejinha para colocar a mão dentro da boca da verdade (uma imagem esculpida no mármore e detentora de mentiras) e tirar fotos, tome cuidado com o horário pois ela fecha cedo. 

O metrô tem apenas duas linhas e na parte mais antiga não consegue chegar, porém deixa bastante próximo então não dá muito estresse. O mais louco é pensar que Roma está muito perto do litoral e que em caso de temperaturas muitos altas (como as do verão que chegam a 40 graus) a maior sacada do mundo é ir para praia. As águas são do mar Tirreno que eu também não fazia ideia que existia (ele faz parte do mediterrâneo) e fiquei bolada de não ter ido conhecer. Acredito que em 5 ou 6 dias é possível visitar os principais pontos de Roma (incluindo Vaticano) e ainda embarcar no circuito praia. Fica a dica!

No outro dia fizemos a parte mais antiga e central da cidade. Descemos na estação dos Jardins da Villa Borghese, um jardim (lindo) elevado que tem uma feirinha gracinha e uma super vista panorâmica do pedaço (dá pra ver até o Vaticano). Dali seguimos para Piazza del Popolo (não deixe de ver em uma das fontes a escultura da loba alimentando Rômulo e Remo. Seguimos para Piazza Spagna onde está uma das fontes mais bonitas que já vi (ela é em forma de barco). O lance é se perder por essa ruelas e ir encontrando os principais pontos "na sorte" (e depois voltar no que não achou), também é importante desviar dos milhões de turistas, estrangeiros vendendo besteiras e carros, tem ruelas que aparentam ser de pedestres mas que transitam carros - é bom não se assustar. 

O grande ponto, sem dúvidas, é a Piazza di trevi, onde está a linda, maravilhosa e super povoada Fontana di Trevi. Não preciso explicar porque em todas as 5 vezes que passamos por lá ela estava lotada de gente. A dica é ir pelo o menos duas vezes: uma de dia e uma de noite. Não sei qual versão é a mais encantadora. Outra delícia são os restaurantes que ficam ali nos arredores, apesar do preço mais requintado (não é caríssimo não), vale muito a pena almoçar ou jantar. 

Pelos arredores não deixe de visitar a Piazza della Rotonda onde está o Panteão, um templo construído em 27a.c, depois reconstruído e hoje se encontra em perfeito estado de conservação. Ele é fantástico porque tem uma tecnologia de iluminação natural feita pela cúpula. Vale a pena, mas também tem horário para entrada gratuita de visitantes, se não me engano só a partir das 18h. Pertinho dali está a Piazza Navona que também é um show, ela é mais ampla e é onde está a embaixada do Brasíl (coincidentemente). 

Para quem curte umas compras e restaurantes mais qualificado$, vale uma passada na Via Vittorio Venetto que é a rua cara e elegante de Roma - cenário de Fellini em La Dolce Vita. 

No outro dia fomos conhecer o Vaticano e no fim da tarde passamos pela Ponte de Sant'Angelo, em cima do Rio Tevere, que dá acesso ao Castelo de Sant'Angelo (não entramos). Era fim de tarde e o pôr do sol, lindo. Do lado esquerdo tinha uma feirinha bem curtinha que não pode passar desapercebida. Como ainda sobrou um pouco de dia na conta, compramos sorvetes no Carrefour e pegamos um ônibus para rodar aleatoriamente pela cidade. Ah, ainda tem outra opção de transporte que são os trens de superfície. Roma é muito moderna gente!

Para quem curte um bate-e-volta, rola de ir até Tivoli, Nápoles e Pompéia. Outras coisas que fizemos mais fora da cidade foi conhecer a Via Ápia (Appia Antica), uma das principais estradas de Roma que começou a ser construida em 312 a.c. É um super lugar histórico (e incrível para fotos) com muitas ruínas e atrações tipo as Catacumbas de Calisto. Esse passeio é muito sinistro, você entra literalmente dentro da terra, por corredores sem muita iluminação e que muitas vezes só cabe uma pessoa para ver os túmulos e criptas de vários papas. O mais louco é o frio que faz lá dentro, como se tivesse ar condicionado, arquitetura nota mil. Resumindo é um lugar muito sinistro que abalou até euzinha que não tenho muito dessas frescuras. 

Roma é legal, tem gente que ama de paixão, eu apenas gostei muito. Não contava com a "cara de cidade grande" e aquele batalhão de turistas é meio tenso. Amei os pinheiros gigantes que estão espalhados pela cidade inteira, as fontes geladas de água e a história rondando a viagem o tempo inteiro, literalmente.

Leia o Post Roma - Parte 2 aqui.

Roma - Itália    Viagem: 2014 (maio)


´Assista: La Dolce Vita, Para Roma com Amor, Anjos e Demônios, A identidade Bourne, Bridget Jones, no limite da razão, Comer, Rezar e Amar, Quando em Roma, A princesa e o pebleu, O talentoso Ripley, Só você


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Sorteio - Um pedacinho da Itália

Que eu voltei da Itália diferente é fato. Não tem como conhecer qualquer cidade daquele país, seja pelo tempo que for, e não sair completamente mudado. Gostei tanto, que além de trazer o máximo de coisas que me fazem lembrar dos bons dias que tive por lá, também trouxe um presente para sortear aqui no blog e fazer com que você também tenha um pedacinho da Itália na sua casa. 

O presente é um cubo de cristal com impressão 3D de alguns dos principais pontos turísticos de Roma: o Coliseu, a Praça de São Pedro no Vaticano e a Fontana de Trevi. Não consegui tirar uma foto legal, mas é tipo esse que está aí embaixo com o globo.
  


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Na mensagem é preciso ter a sua cidade e dizer como conheceu o blog (e qualquer outra coisa que queira falar também).  




As inscrições para o sorteio vão até o dia 31 de outubro de 2014 e o resultado sairá no dia 01 de novembro de 2014. Será atribuído um número por ordem de envio de inscrições, e o vencedor será escolhido através desse número de forma randômica.



Bom, o presente é simples mas ocupou lugar na mala, pesou nas minhas costas e ainda por cima é do estrangeiro. Participe!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Caso: Corrida com obstáculos e malas na Alemanha

Da Série Cuidado na Estrada!





Pense numa pessoa desmantelada, essa pessoa sou eu. Essa história é maravilhosa e aconteceu na Alemanha, especificamente na viagem noturna de trem entre Berlim e Colônia (Koln). Esse foi o único trem que compramos bilhetes para cabines privadas. Eram cabines para seis pessoas (privada pra caraca) e que por um acaso eu não indico. Achamos nossa cabine (que já estava lotada), foi um caos acomodar nossas bagagens (dois mochilões e mais algumas malas de rodinha) e tentar relaxar (a pretensão era dormir) sentadas com aqueles 4 estranhos no mesmo ambiente. 

Numa certa hora os estranhos desceram e ficamos somente eu e minha prima Clarissoca na cabine, não hesitamos em deitar nos bancos transformando-os em camas. Não imprimimos o itinerário das estações para sabermos mais ou menos quando deveríamos descer, então o esquema era ficar de olho nas placas todas as vezes em que o trem se aproximava de uma estação. Ou seja, saberíamos onde descer apenas quando o trem estivesse parando, de fato, na nossa parada. O tempo para embarque e desembarque é muito curto, é meio que um "salve-se quem puder". Decidimos dormir em turnos, porque alguma das duas deveria estar acordada para saber em qual daquelas mil estações que parávamos era a nossa. 

Eu estava no meu turno de sono sonhando com nuvens e algodão doce. Senti "do nada" uns tapinhas no ombro. Era a Clarissa dizendo: “É aqui!”. Essa foi a largada! Eu - sendo observada em silêncio pela minha prima - levantei (ainda dormindo) e em frações de segundos, sem hesitar, vesti meu casacão de frio, enrolei o cachecol no pescoço, coloquei minha mochilona nas costas, peguei as duas malas de rodinha (uma em cada mão) sai andando para porta de saída do trem e pulei! Pulei. Minha prima continuou de longe só observando. Tinha dois degraus para sair, eu pisei em apenas um e saltei direto na plataforma. Como estava com a mochila de num sei quantas arrobas nas costas, desestabilizei, sai cambaleando uns 500 metros, joguei a mala da mão direita pra um lado, a da mão esquerda para outro e tentei um malabar com a mochila nas costas. 

Infelizmente tinha um rapaz no meio do caminho. Ele estava ali tranquilo quando a porta do trem abre e sai uma louca jogando coisas para todos os lados. Ele ficou apavorado, não sabia se pegava minhas malas, se me acudia ou se saia do caminho. Acho que depois dessa loucura eu acordei de verdade. 

Depois da cena, sai minha prima na maior calma e devagareza do mundo que nem uma lady do vagão se matando de rir de mim, das minhas coisas espalhadas por todos os lados e do pobre rapaz que teve uma descarga forçada de adrenalina pelo corpo. E foi assim que eu aprendi a jamais intercalar degraus de escadas, principalmente com um mochilão na coluna, e a descer que nem gente de um trem na Europa.





sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Tivoli, na Itália



Tivoli é uma cidadezinha que fica ali nos arredores de Roma, é super pequena, tem no máximo 50 mil habitantes e é uma graça de cidade. É o tipo do lugar que a gente vai quando já está há alguns dias em Roma e entende que tem tempo sobrando. 

Para chegar em Tivoli é preciso pegar o metrô e descer na estação Monte Mammolo, lá é possível comprar a passagem e pegar o ônibus da empresa Cotral. Custa bem baratinho, tipo uns 3 euros e as paisagens são bem interessantes. 

O que fizemos e achei super bacana foi conhecer a Villa d'Este que é um palácio de uma família de bastante representatividade. É possível visitar os aposentos, salas, ver pinturas e a arquitetura dos cômodos. Mas a cereja do bolo está no jardim que é super bem cuidado e é conhecido como o jardim das "cem fontes". Como fica na parte alta de uma montanha, ainda proporciona uma vista linda.

Vale a visita! Mas é um passeio que dá para fazer em uma manhã. Aproveite para depois dar uma andada pelas ruas da cidadezinha medieval, comprar uns souvenirs e almoçar em algum dos charmosos restaurantes que existem pela redondeza. 

A volta para Roma foi meio punk, pois todos os ônibus saiam muito lotados (impossíveis de subir). Tivemos que andar até as paradas anteriores para conseguir pegar o ônibus dignamente. O legal foi poder ver mais um pouco de Tivoli nesse meio caminho. 


Tivoli - Itália    Viagem: 2014 (maio)


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sorteio - Um pedacinho da Itália

Que eu voltei da Itália diferente é fato. Não tem como conhecer qualquer cidade daquele país, seja pelo tempo que for, e não sair completamente mudado. Gostei tanto, que além de trazer o máximo de coisas que me fazem lembrar dos bons dias que tive por lá, também trouxe um presente para sortear aqui no blog e fazer com que você também tenha um pedacinho da Itália na sua casa. 

O presente é um cubo de cristal com impressão 3D de alguns dos principais pontos turísticos de Roma: o Coliseu, a Praça de São Pedro no Vaticano e a Fontana de Trevi. Não consegui tirar uma foto legal, mas é tipo esse que está aí embaixo com o globo.
  


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Bom, o presente é simples mas ocupou lugar na mala, pesou nas minhas costas e ainda por cima é do estrangeiro. Participe!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vaticano, na Itália



Bom, como todos sabem, o Vaticano é uma cidade-estado (a menor do mundo) que é sede da Igreja Católica e é governada pelo Papa. Vale dizer que é um "país" independente e soberano. A população é de 800 pessoas e a economia sobrevive do apelo turístico do Museu do Vaticano, dos serviços dos correios e de donativos. A segurança do Papa é feita pela guarda suíça, e seu uniforme é algo bem peculiar, com cores vivas e totalmente diferente de tudo que já vimos; pelo que andei pesquisando, o design da roupa é assinado por Michelangelo. 

O Vaticano é parada obrigatória para que vai a Roma, inclusive tem algumas paradas de metrô que ficam bem pertinho dele. A visita se resume-se basicamente em ir ao Museu do Vaticano e à Basílica de São Pedro

Na Europa, todos os museus são gratuitos aos domingos, inclusive o Museu do Vaticano. Então vale pensar um pouco se é ou não uma boa decisão ir visitá-lo no domingo. Eu e minha família fizemos isso e não me arrependi (mesmo que tenha ficado com muito medo do número de pessoas). A dica é sair muito cedo de casa pois a fila fica monstruosa e eles só deixam as pessoas entrarem até as 11h da manhã (se não me engano). Chegue, se possível, às 8h da matina (ou menos) para garantir a entrada e para ter tempo de curtir as salas do museu. 

Faça o Museu do Vaticano primeiro (pois tem esse limite de horário) e só depois a Basílica de São Pedro. O museu é muito sensacional, imenso e diferenciado. Vi muita arte em tapeçaria e muitas esculturas humanas com o "sexo" arrancado (seria uma censura?). Ele é super interessante e o ponto alto está na busca pela Capela Sistina. Todas as placas apontam para ela e sua visita acaba se tornando uma verdadeira caça ao tesouro, ou seja, à capela com teto mais famoso do mundo.

A capela, diferentemente do que eu imaginava, na verdade, é uma sala do museu. Os guardas não se intimidam em pedir silêncio para as pessoas, já que se trata de um lugar sagrado. Todos os centímetros da capela são disputados, principalmente as laterais com bancos propícios para a admiração do teto. Falando no teto, ele é imenso e lotado de afrescos. São muitas narrativas e realmente dá para ficar anos ali com a cabeça pra cima e o com o torcicolo comendo solto. Mais ou menos no meio, está a cena mais famosa de Michelangelo: "A criação de Adão". É realmente um tesouro da humanidade. E detalhe: não pode tirar fotos, sob pena de levar um sabão de um dos guardas que passam vigiando as câmeras. Mas vira e mexe você vê um ipad ou iphone invertido disparando fotos para todos os lados afim de conseguir apenas uma foto digna.

Ficamos a manhã toda por conta do museu, almoçamos na sua praça de alimentação (que é super boa), e depois fomos para a praça de São Pedro onde já existia uma fila épica para entrada na Basílica. O pior não foi a fila, e sim o sol escaldante, se tiver um guarda-chuva não hesite em levar no dia.

Até que a fila não demorou e entramos na Basílica. Eu confesso que realmente é a sede da Igreja católica. É muito lindo, mas muito lindo. Mais lindo do que tudo que já tinha visto, de todas as igrejas, catedrais, basílicas e tudo que já vi por esse mundo. Eu fiquei muito encantada com todos os detalhes, e principalmente com a escultura legítima da Pietá, também de Michelangelo que está lá dentro. Não deixe de descobrir uma escadinha que leva ao subsolo onde estão os mausoléus dos antigos papas.

A cereja do bolo está na parte em que é possível subir até o topo da cúpula e ter um visão da basílica e depois da parte externa que dá para ver todo o Vaticano em 360° e, consequentemente, Roma. O detalhe é que só é possível subir de elevador até um certo andar, depois tem que ser por rampas e escadas. Pessoas que não se dão bem em lugares estreitos não devem ir, é muito cansativo mas vale muito a pena.

No final, ainda presenciamos a troca da guarda suiça no portão lateral da Basílica o que também foi muito legal.

Experiência show!

Vaticano - Itália     Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Anjos e demônios, Van Helsing, Eurotrip, 2012.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Pisa, na Itália



A cidade de Pisa fica a poucos minutos de trem de Florença e vale ao bate-e-volta para conferir sua famosa torre inclinada. 

A maioria vai até lá só para ver a Torre de Pisa e depois cai fora. Eu acho meio radical essas coisas, e apesar de ter feito isso em virtude da escassez do tempo, acredito que pode ser uma cidade que tenha muito mais a oferecer. 

Enfim, vá para a estação central de trem de Florença e compre apenas o bilhete de ida para Pisa (para não ficar se espremendo no tempo caso tenha um horário de volta para cumprir). Minha dica é ir de manhã cedo para almoçar em algum restaurante gostosinho em Pisa. 

Chegando na estação de Pisa, é fácil pegar informações e tomar um ônibus até a Piazza del Duomo onde está a catedral e a torre pendente de Pisa. A torre é toda feita de mármore branco, patrimônio mundial da UNESCO e foi restaurada e estabilizada (por mais duzentos anos) por conta do seu apelo turístico. Dá para subir e ter uma vista de toda cidade, também dá para visitar a catedral (pena que poucos o façam). 

Logo em frente tem um monte de barraquinhas de souvenirs e mais um monte de restaurantes bem apresentáveis. Sem dúvidas vale o almoço. Depois e tudo é só voltar para a estação e pegar o trem de volta.

Ah e não se esqueça de tirar a foto mais clássica com a torre!



Pisa - Itália        Viagem: 2014 (maio)

´Assista: O paciente inglês


Florença, na Itália



Eu conhecia muito pouco de Florença quando fui para lá, mas coincidentemente hoje na minha aula de mestrado estudamos um livro de Maquiavel, um ilustre florentino e que tem uma estátua merecida no Palazzo Vecchio. Florença (Firenze) é a capital da Toscana, berço do renascimento italiano, patrimônio mundial pela UNESCO, cidade natal do Pinocchio e uma das cidades mais belas do mundo de acordo com a Forbes

Realmente é uma cidade linda e que merece ser explorada a pé. Acho que três dias podem ser suficientes e ainda é ideal incluir um bate e volta (de um turno) para a cidade de Pisa

Me hospedei no Soggiorno Santa Reparata que é um Bed & Breakfast, ou seja, uma penzione, tipo um hostel na casa de uma família italiana. Lá eles tinham um épico quarto com cinco camas e o café da manhã era uma delicinha. A localização era boa e acho que super vale a pena. 

Ande bastante e use ônibus apenas para subir até a Piazzale Michelangelo que fica na parte mais alta da cidade e que oferece uma vista panorâmica daquelas de se perder horas. No fim da tarde, nas escadarias, ainda rola uma musiquinha ao vivo de um artista de rua e muita gente fica sentada curtinho o pôr-do-sol. Não deixe de reparar nos "pés" dos postes de luz. Lá encima, ainda é possível visitar a Chiesa di San Miniato al Monte. 

Na Piazza del Duomo está a Basílica Santa Maria Del Fiore que tem a cúpula mais famosa da cidade, é parada obrigatória tanto durante o dia, quanto a noite. Passamos um dia anoite para jantar, e tinha muita gente concentrada nessa praça batendo papo, socializando, etc. 

Passe também pela Igreja Santa Maria Novella, uma das mais antigas do pedaço e que tem uma "cara" diferente das outras. 

Visite também a Piazza della Signoria que está na parte medieval da cidade, e ali perto ainda está o Palazzo Vecchio. Outro museu que deve ser visitado é o Museo Nazionale del Bargello, considerado um dos melhores do mundo. 

Um dos lugares que mais gostei foi a Ponte Vecchio que foi construída ainda Roma antiga, passou por reconstruções e hoje abriga as lojas mais caras do mundo no ramos de jóias e relógios. As fotos dela com o rio Arno ficam lindas.

O meu lugar favorito, preciso dizer, que é a Galleria dell'Accademia onde estão várias esculturas do gênio Michelangelo, inclusive a obra-prima: David (sim, é o que nós conhecemos por Davi de Golias). Ele é simplesmente a beleza em forma de mármore (tanto que tem sempre muitos alunos de arte estudando suas formas) - numa pedra que tinha sido diversas vezes recusada por outros artistas. Quando eu fui não era permitido tirar fotos, mas agora já é possível. O impossível é ficar menos de trinta minutos hipnotizado pelo gigante David (ele tem 5 metros e pouco). É um ícone do renascimento e até eu que sou leiga fiquei impressionada, dá para ver até as veias impressas por Michelangelo. Genialidade. 

Dica: dá pra comprar miniaturas do David em lojas que ficam mais longe da Galleria, inclusive mais barato. 

Dá para almoçar em locais mais em conta e gostosos ali perto do Palazzo Strozzi. O legal é que, vira e mexe, você acaba caindo numa feirinha interessante (principalmente ali pelas bandas da estação central de trem). 

Não deixe de experimentar em algum restaurante o Spritz, uma bebida laranjada que praticamente todo mundo bebe e é bem refrescante. E a cerveja (birra) Nastro Azzurro.


Florença - Itália    Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Sob o sol da Toscana, Beleza roubada, Chá com Mussolinni


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Veneza, na Itália



























Conhecer Veneza para mim foi quase como conhecer Paris, aquela mistura de ilusão com realidade. É impressionante estar presente numa cidade de que tanto ouvimos falar, tanto vemos fotos, etc. É muito surreal ver que existe!

Veneza é o tipo da cidade que em dois dias dá para se conhecer bem. Desça na estação central de trem e vá se perdendo pelas ruelas. 

Ficar hospedado na cidade pode realmente ser caro, muita gente fica nas cidadezinhas do lado como Pádova ou Mestre, e aí fazem o deslocamento de vai-e-vem via trem ou ônibus. Eu fiquei num apê alugado em Veneza mesmo e acho que se for possível, é a melhor opção. Fiquei no Venice Apartments, dê uma olhada aqui.

O sistema de transporte é muito legal, é feito pelo Vaporetto. Você paga um cartão de 48h e pode andar livremente com ele. É como se fosse o metrô de Veneza, existem as paradas espalhadas por toda cidade e ele passa de tempo em tempo. Ele é 24h mas durante a noite os intervalos são bem maiores, é bom ficar de olho. 

O segredo é se perder pelas ruas sem medo, ir conhecendo cada cantinho, restaurante e cenário de filmes. Ande em direção à Praça de São Marcos que é a única praça de toda Veneza e à Ponte de Rialto. 

Durante a noite os restaurantes próximos à Praça de São Marcos são parada obrigatória (os que estão nela são meio caríssimos, tem até orquestra tocando música clássica), inclusive comi a melhor lasanha da minha vida por ali. O clima é ótimo e muita gente se arruma bastante para curtir a lua veneziana. Extremamente romântico. 

Os passeios de gôndola são bem caros, mas o truque é negociar no estilo brasileiro com o gondoleiro. Em todo caso, o passeio no Vaporetto é show de bola e serve como city tour. 

As máscaras de carnaval são bem lindas, e várias tem um preço bem acessível. Também nos demos muito bem em algumas lojas de roupas que vendiam tudo a 10 euros. A dica de ouro é comprar os colares feitos de arte em vidro (famosos da ilha vizinha de Murano-Burano), é possível achá-los por 1 euro. São presentes perfeitos: lindos, diferentes, pequenos e baratos. 

Vi várias plaquinhas sobre informações sobre os períodos de Acqua Alta, que é quando a maré do Mar Adriático aumenta e vários pontos acabam alagados. Acontece geralmente em novembro e dezembro mas não é nada alarmante, inclusive dizem que não atrapalha em nada a vida do turista. Existem apenas orientações sobre como proceder e continuar a diversão em paz. 


Veneza - Itália   Viagem: 2014 (maio)


´Assista: O turista, Cassino Royale, A liga extraordinária, O mercador de Veneza



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Lido - Paris



Em praticamente toda cidade que visitamos nas férias tem um show típico para apresentar um pouco da música, dança e cultura do local. Em Buenos Aires tem o show de tango, em Sevilha os de flamenco, e em Paris os "musicais cabaré".

É aquele mesmo esquema de sempre, um teatro muito fino e com uma decoração primorosa. Dessa vez resolvemos conhecer o show do Lido, uma famosa apresentação musical que fica num teatro na avenida chiquérrima Des Champs-Elysées (com um metrô na porta). São mesas e você pode fechar um pacote com jantar ou sem jantar (apenas com uma garrafa de champagne). Os preços são bem salgados, é aquele programão típico de turista mesmo. Escolhemos ir sem jantar, ganhamos a garrafa de birita, uma mesa colada no palco, muitos flertes com os homens (e mulheres) da apresentação - sim, eles meio que flertam com você. Até porque a mesa era tão perto que eu me senti no show várias vezes, se eu soubesse tinha caprichado mais na maquiagem, inclusive. Bateu uma fominha, e pedimos uns aperitivos no cardápio. O ingresso custou mais ou menos uns 80 euros, e olha que foi sem o jantar. 

Eu não tinha ideia do que iria assistir, confesso. Minha mãe já tinha ido no Molin Rouge (mesma proposta), então fomos conhecer o Lido. Pelo que sei, o Molin Rouge só tem uma desvantagem: estar no bairro de Montmartre que durante a noite dizem ser perigoso. Se estiver de excursão acho que não é problema, mas se for de metrô acho que já fica uma pulga atrás da orelha até porque eles acabam tarde, tipo meia noite. 

Fui de coração aberto, tomei a garrafa de champagne praticamente sozinha com minha tia e a diversão já se garantiu. 

O show é de uma produção muito alto nível, eles colocam coisas naquele palco que até Deus duvida. Muito bom, de uma qualidade digna de Paris. Os cantores e coreografias são muito legais. Não sei se deveria, mas vou dar um spoiler pensando em você que, de repente, é muito ciumenta: as mulheres dançam e se requebram de topless (termo mais eufemístico), e várias vezes, nas trocas de figurino, eu vi os homens usando fio dental (quando você tem muito champagne na cabeça, isso fica muito divertido, acredite em mim). 

Enfim, acho que vale a pena porque é muito bem produzido. É possível comprar os ingressos no próprio teatro ou nos pontos de auxílio ao turista. Se não me engano são duas apresentações por noite e é sempre bom comprar com antecedência para garantir o ingresso e reserva de mesa. 

Aqui está o site deles: http://www.lido.fr/


Paris - parte 2




Este post é um complemento do Post Paris - parte 1, meu primeiro relato sobre a cidade ainda em 2009. 

...dessa vez me hospedei numa região completamente contrária da que fiquei em 2009 (La Villette) e também por mais dias. 

Fiquei no bairro de Porte D'Ivry, e me hospedei no Kyriad Paris Sud - Porte D'Ivry. O hotel fica há uns 10 minutos da estação de metrô e e numa região tranquila. Em Paris o importante é ficar perto do metrô, sempre. Era um hotel digno e decente, nada demais.

Nesse mês de maio tava rolando um friozinho básico, mas com muito sol e uma necessidade louca de muito protetor solar. 

Essa ida foi muito imporante para eu valorizar a minha primeira vez em Paris, pois fiquei "muito menos" tempo e fiz um roteiro com minha prima que foi de enlouquecer qualquer um. Fizemos cada minuto daqueles dias render mais do que humanamente podiam. Dessa vez, por obra do destino (e olha que nem acredito tanto assim nele), encontrei uma amiga que coincidentemente conheci lá em Paris: a dona Sammyra que estava passando uma temporada básica pela França e compartilhou com a gente várias experiências na capital. Inclusive com direito à Favela Chic (nosso bar/boate preferido) mas sem boa noite cinderela...hilário...

Eu já tinha dito que Paris é o tipo do destino que você precisa voltar periodicamente porque sempre vai acrescentar alguma coisa na sua vida. E minha segunda vez me provou isso. Mais importante do que conhecer Paris, é importante voltar lá. 

Refiz alguns passeios (que agora me mostraram coisas que eu não tinha visto antes) e fui a locais novos. Foi pura mágica, como Paris é.

Os maiores ganhos da viagem foram:

- Basílica de Sacré-Coeur no bairro de Montmartre que é tudo aquilo que foi mostrado do filme da Amélie Poulain. Não tinha dado tempo de ir da outra vez e eu mal esperava para subir toda aquela escadaria que deu câimbra nas duas pernas da minha prima. Na real, a escadaria não é tão hard e no caso de pessoas com mais dificuldade de deslocamento (como minha mãe e tias) existe um mini-teleférico na lateral para fazer a escalada até o topo da montanha e entrada da igreja. Basta usar um dos bilhetes de metrô e perder uns 2 minutos da sua vida. Enquanto isso lá nas escadas o dia estava lindo, o céu maravilhoso e as panturrilhas mega torneadas.

É possível entrar na basílica e ir até a sua cúpula, que deve ter uma vista de Paris mais impressionante ainda. A cerejinha do bolo fica nas ruas que ficam atrás da Sacré-Coeur, tem um monte de lojinha, restaurante e cenários para fotos. Uma delícia.

- Outra região que achei o máximo ter conhecido é o Quartier Latin que é um dos mais caros do pedaço. Se você quiser boemia noturna corra para lá, pois está cheio de bares e mini boates super interessantes, já durante o dia também é bem legal porque possui uma porrada de restaurantes muito gostosos. Depois dali, ainda fomos caminhando e achamos várias lojinhas de souvenirs e a diversão foi garantida.

- Não tinha ido na famosa ponte dos cadeados de Paris. É fato de que praticamente em todas as pontes você ache símbolos de amor pendurados, mas tem uma delas que pode ser considerada a principal: Pont de l'Archevêchê. A coitada está mega super lotada, não cabe mais nenhum cadeado. Pelo que dizem é estritamente proibido anexar mais algum sob o risco de desmoronar a ponte rio Sena abaixo. É fácil de achar essa ponte, ela fica meio que nos fundos da Catedral de Notre Dame na Île de la Cité.

- Também fomos até os Jardins de Versailles e ao show Lido na Des Champs-Élysées, mas estes são assuntos para posts exclusivos.

-  Obviamente voltei à Torre Eifel, e dessa vez com direito à observação do Trocadéro, um local bem conhecido por fotos da torre (e cenas de filmes também). Realmente, vale muito a pena. Desça no metrô do Trocadéro, Faça mil fotos e desça as escadaria para chegar até ela. As fotos noturnas também ficam maravilhosas. 

- Refiz o Arco do Triunfo, Pompidou, a avenida Des Champs-Elysées, o Arc de la Defense, a catedral de Notre Dame, o museu do Louvre (conheci outros setores), Les Galeries Lafayette. E andei muito pelas ruas, ai plea região dos Invalides e Place de la Concorde.


Veja o post Paris - parte 1. 

Paris - França   Viagem: 2009 (novembro), 2014 (maio)

terça-feira, 29 de julho de 2014

Londres, na Ingleterra




Eu me surpreendi bastante com Londres, achei que fosse encontrar um clima meio down por suas ruas mas, pelo contrário, adorei as pessoas, comidas e atmosfera dos lugares. Claro que são todos muito respeitosos e sabem bem aonde devem ir na relação com o próximo, mas são pessoas bastante simpáticas e que adoram um happy hour e respeitar a faixa de ultrapassagem as escadas rolantes do metrô. 

Me hospedei em um apartamento (Union Apartments) que ficava muito pertinho da London Bridge, no bairro de Borough. Adorei o apê e super indico principalmente se você for com umas cinco pessoas (no mínimo), com certeza foi a melhor hospedagem da viagem. 

A dica não foge do convencional: priorizar as caminhadas pela cidade, mas é importante usar o metrô (chamado de Underground ou The Tube) que é o mais antigos do mundo, de 1863, e também dar um giro por algum dos ônibus double-deck tão típicos daquela cidade. 

Minha primeira vez em Londres foi curta, de apenas dois dias mas deu para fazer bastante coisa legal. Compre um guia/mapa na primeira lojinha de souvernir que passar e siga as marcações dos principais locais para se visitar, é tudo muito bem dividido e ilustrado. 

Uma coisa que eu não ia deixar de fazer era ir até a Abbey Road, lá está a famosa faixa de pedestres do álbum dos Beatles. Bem em frente fica o estúdio onde foram feitas as gravações e também funciona um museu dos Beatles gratuito. Pegue o metrô e desça na estação St John's Wood (Jubilee line) - apenas tome cuidado para não ir parar em outra região que também tem esse nome. Na estação tem uma lojinha/café fofa com produtos da banda, não deixe de ver. É um programa bem de fã, não tem muita graça. A rua é bem movimentada e tirar uma foto na faixa de pedestres sem sair morto é uma baita aventura. Eu curti. 

London Bridge além de constante cenário de filmes, é linda de morrer, principalmente no pôr do sol sob o Rio Tâmisa. Parada mega obrigatória, sem dúvidas porque ela é uma das pontes mais famosas do mundo. Ela fica super perto de uma áreas que tem diversos prédios comerciais mega futurísticos, e dá aquela mistura do clássico da ponte com a pós modernidade dos arranha-céus espelhados e em formatos inovadores.

Se não me engano todos os museus de Londres são gratuitos, então não perca essa oportunidade. O mais sensacional com certeza é o Museu Britânico (British Museum). Lá está a Pedra de Roseta (graças a ela foi possível decodificar as escritas egípcias) e partes originais do Parternon da Grécia. Não deixe de prestar atenção no hall de entrada do museu  que tem o teto trabalhado, é de tirar o fôlego. E prepare-se para andar muito porque ele é simplesmente imenso.

Ali na região da do Palácio de Westminster, local onde está o relógio gigante Big Ben, está a Abadia de Westminster (local de coroação da monarquia e onde foi realizado o casório da Kate & William), e a praça Parliment Square onde tem algumas estátuas de pessoas muito importantes como o querido Nelson Mandela.

Ali pertinho fica o Palácio de Buckingham, casa da rainha Elisabeth. Na grande boulevard (The Mall) que leva até a entrada do palácio corre todos os dias às 11h a troca da guarda do palácio. Eles vão marchando desde a rua principal até o interior do palácio sob os olhares de trocentas mil pessoas. É bom chegar cedo se quiser ver todos os detalhes possíveis para pegar um local adequado. Do ladinho ainda é possível curtir o St. James Park Lake, vi uma galera tomando sol numas cadeiras de praia que ficam lá à disposição de qualquer um. E do outro lado está o Green Park, esse é bem maior e tinha muita gente praticando esporte, além de fazer jus ao nome e ser praticamente uma coleção de plantas totalmente verdes.

Dando mais uma caminhadinha chegamos à Tralfagar Square, palco de muitas comemorações da cidade e um local bem bonito. De lá siga para a Piccadilly Circus, a Times Square londrina. Não preciso explicar muita coisa, resumindo é muita gente, muitos letreiros luminosos e propaganda, talvez a praça mais famosa da cidade. Ao seu redor tem bastante loja e opções de restaurantes. Não deixe de reparar na fonte com Eros que está no centro da praça.

Se quiser ir na loja famosa Harrods, vá do Palácio de Buckingham que fica meio perto. Nós inventamos de ir da Piccadilly Circus e andamos muito, mas muito mesmo (o bom é que podemos passar pelo Hyde Park).  Essa loja é uma loucura, acho que a maior que eu já fui na minha vida (é a maior de Londres). Tem incontáveis departamentos com todas as marcas da humanidade. Impossível não se perder. É a loja da família do Dodi Al-Fayed, inclusive existe uma singela homenagem ao rapaz e sua amada Lady Di, basta entrar e ir perguntando para as pessoas como achar o memorial (é mais fácil ir para Roma, viu).

Acho que Londres e Paris estão num páreo duro para ser a cidade com mais atrações turísticas.

Seguindo a visita, não exite em dar "um giro" na London Eye, a roda gigante que fica no Rio Tâmisa (que foi totalmente despoluido). Não demora muita coisa, e a vista lá de cima é extremamente espetacular. Se a fila tiver muito grande (de manhã geralmente está), volte no fim da tarde.

Amei...voltaria mais incontáveis vezes. Não esqueça o guarda-chuva!

Londres - Inglaterra    Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Harry Poter e as relíquias da morte, O retorno da Múmia, Closer, Matchpoint, O sonho de Cassandra, 4 casamentos e 1 funeral, A dama de ferro, O quarteto fantástico e o surfista prateado, Um dia, O diário de Bridget Jones, Cassino Royale, Diana, O discurso do Rei, As crônicas de Nárnia, Velozes e Furiosos 6, Gravidade, Johnny English, Lara Croft: Tomb Rider, Os miseráveis, No limite do amanhã, A rainha, Sherlock Holmes, V de vingaça, Guerra Z Mundial, X-men: primeira classe, Um lugar chamado Nothing Hill, Sweeney Todd, Orgulho e preconceito, Amor e inocência, Simplesmente amor. 

Ano Novo em Las Vegas

Depois do Natal em Nova Iorque , decidimos voar para Las Vegas para curtir o reveillón. Plano ousado e cheio de expectativas.  Pri...