quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Explodindo de alegria...

Explodindo de alegria, estou eu. 
Chegou minha vez de pisar na ilha da magia,
Sentir o clima que há tanto eu queria.
Realizarei um sonho gigantesco,
Depois te falo se ela é coisa de filme ou se existe mesmo. 



New York City, such a beautiful disease...
(escute Norah Jones)


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Valeu demais 2011!!!

"I hope to see you soon..."


Nossa, como o ano voou. Aliás, desde que sai do ensino fundamental os dias, os meses e os anos estão passando rápido demais. E esse ano para mim se comportou como se fosse o último mesmo (verdade ou mentira 2012?), foi um ano que vai ser difícil de bater, esteve no nível do meu 2009 (também inesquecível). 

Depois dessa maratona de ano o meu balanço é mais do que positivo, paro para pensar e muita coisa boa me aconteceu. Revi grandes amigos que não via a muito tempo e não moram mais em Brasília, conheci uma porção de gente nova, fortaleci os laços que já existiam, conheci muitos lugares novos e culturas completamente diferentes. Além disso, na minha vida pessoal será um ano marcante, espero que seja a continuação de uma vida justa, e que a expectativa de dias muito melhores se concretize.

Como eu disse eu nem consigo acreditar na dinâmica que minha vida tomou durante o ano, foi mais do que eu podia ter planejado/esperado. Os números são ótimos e eu agradeço à Deus por me dar a oportunidade de ter dias, planos, família, amigos e viagens tão bacanas como eu tenho tido.

O ano foi tão marcante que teve de tudo, as partes boas das viagens e até a memorável crise econômica mundial e pessoal. Digno de um grande ano. Quero desejar a melhor transição de ano para todos, com muita saúde e alegria. 

O importante é sempre ter a força de vontade de entrar num ano novo com vontade de aproveitá-lo como se “não houvesse amanhã”. Eu aprendi que não basta apenas sonhar, ter vontade ou almejar algo, mais do que isso, é preciso colocar os planos/pensamentos no papel. Viver agora. Não espere pelo futuro, antes você esperava ser adulto para fazer uma série de coisas, pois você já é um adulto e nem percebeu. Está na hora de realizar seus sonhos, chegar onde na prática nem pensava chegar.

Não espera, faça. Se planeje e vá.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Retrô 2011





Só tenho a agradecer esse ano de 2011, sério. Foi muito mais do que eu pedi na cartinha do papai noel. Tomara que não funcione no estilo dos bancos, eles creditam uma grana estranha na tua conta, você fanfarrão gasta tudo e no mês que vem tudo debitado sem choro nem vela. De qualquer forma, minha cartinha para esse Natal já foi feita e encaminhada via sedex 10 para a Lapônia. Preciso já garantir meu próximo ano, né?

Olhando pra trás fico até sem fôlego [e recursos], mas sobrevivi. Ah se sobrevivi! Foi intenso, maravilhoso, revigorante, enriquecedor e épico. Eu posso dizer que é tudo questão de planejamento e concessões, completamente possível mesmo para você que mora em Brasília e não é política e nem sobrinha de algum.

2011
Paradeiro
Obrigada demais!
dez/Janeiro
São Luís (Lençõis Maranhenses)
Clarissations e Pri
Fevereiro
Quietinha em casa
-
Março
Europa (Alemanha, Bélgica, Holanda e Portugal)
Clarissations
Abril
São Paulo (U2)
Clarissations
Maio
Quietinha em casa
-
Junho
Quietinha em casa
-
Julho
Quietinha em casa
-
Agosto
Gramado (Festival de Cinema)
Ju e Rachel
Setembro
Caldas Novas (Pousada do Rio Quente)
Família
Outubro
Rio de Janeiro (Trabalho), Pirenópolis e Blumenau (Oktoberfest)
Alex, Polly e Dani
Novembro
Rio de Janeiro (Pearl Jam)
Alex, Nubioka, Rachel e Ju
Dezembro/Jan
Miami, Nova Iorque e Orlando
Família


Meninices à parte, eu vivi grande e muitas emoções ao longo desse aninho. Talvez o que teria vivido em 5 anos. Muito obrigada Deus, universo, natureza, mãe, internet, destino (se é que ele existe) e Mastercard. Vocês foram bons demais comigo e prometo continuar sendo uma boa menina o ano que vem. E o agradecimento se estende para todas as pessoas queridas que, apesar de não terem sido cias de viagem, foram parceiras da mesma forma aqui em Brasólinha. Beijo grandão people!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Visa Travel Money, vale a pena?



Não sei se você já conhece o cartão Ourocard Visa Travel Money, eu fiquei sabendo da existência do dito cujo e decidi ir atrás para ver se vale a pena mesmo. Me pareceu ser uma super novidade, e é. Mas como dizia meu professor de física: "depende do referencial". De forma geral, é um cartão de débito pré-pago para uso no exterior.

Como tudo (ou quase tudo) na vida, tem suas vantagens e desvantagens. E antes de sair fazendo o cartão desenfreadamente (reflexos de lojas de departamento) é melhor analisar bem seu caso, ou melhor, o caso da sua viagem.

Como funciona...

Você transfere dinheiro da sua conta corrente para o uso no exterior através do cartão, que por ser da bandeira Visa é praticamente aceito em todos os lugares do mundo (deu medinho mas nos lugares que não aceitar, pague cem cash). O dinheiro (reais) sai da sua conta e nessa transferência já são debitados o IOF e a taxa que o banco cobra com os valores atualizados do dia da compra. A cada transferência é cobrado o valor de U$ 20, ou seja, para quantias grandes vale super a pena.

Para conseguir o cartão, vá até uma agência do Banco do Brasil que realiza a venda do cartão, para saber a agência mais próxima ligue no número 4004-0001. Aqui em Brasília você pode ir até as agências: Banco Central, Liberty Mall (mais tranquila) e Aeroporto. Ainda assim, ligue antes na agência para confirmar se naquele dia específico eles têm o cartão disponível. (tel agência Liberty Mall: 3327-1957). Leve a identidade e o cartão do banco (sempre confirme os documentos necessários antes de ir).

No ato, você já recebe o cartão e também cria a sua senha. É possível fazer um cartão para o uso de dolares ou euros. Ao fazê-lo é  necessário o depósito mínimo de 100 dólares ou euros. 

Vantagens...

  • A grande e maior vantagem é segurança. Andar com muita grana na pochete não é algo muito tranquilizante mesmo em paises de primeiro mundo, e muito menos deixar no hotel (ainda que em um cofre). Então, de repente dividir a quantia total do que você vai levar entre a carteira e o cartão é uma ótima opção.

  • A facilidade de se efetuar o câmbio do real para a moeda estrangeira. Basta você fazer tranferência da sua conta corrente para o cartão. Mais fácil e seguro que ir numa casa de câmbio ou no próprio banco e depois sair de lá com os bolsos recheados. 

  • A grana no cartão está diponível para o uso sem precisar sofrer mais tributação alguma, independente do dia que você está fazendo a compra, é um dinheiro limpo. Pronto para usar. 

  • No primeiro ano você não paga anuidade (se for cliente BB) e ganha um cartão extra para os casos de danos ou impossibilidade de uso de algum deles. Também é possível pedir cartões adicionais, mas por esses existe uma quantia a ser paga.

  • O cartão fica pronto na hora, então dá para fazê-lo bem nas últimas das últimas horas. 

  • O cartão é boa opção para tranferências que envolvam muito dinheiro e feitas de uma vez só, pois será cobrado apenas 20 dolares, sendo assim valerá a pena.

  • É melhor usar esse cartão (débito) nas compras pois é um dinheiro “limpo” que não vai sofrer mais nenhuma tributação, ao invés do cartão de crédito, que te trará toda tributação encima dos valores do dia da fatura. No cartão de débito você escolhe o dia da melhor cotação, no crédito, não (ele pode estar muito baixo, médio ou muito alto. Pura sorte!).

  • Não há limite de uso, o limite é o saldo disponível. 

  • Se na volta da viagem sobrar algum dinheiro no cartão, você pode resgatar, ou não, aqui no Brasil.


Desvantagens....
  • Toda transação de transferência dos reais para o cartão, deve ser feita pelo titular da conta. O dinheiro só pode sair da conta dele, ou seja, se você estiver na Disney e sua mãe quiser depositar uma graninha extra para a batata frita, ela não poderá depositar direto no seu cartãozinho da alegria. Qual a graça disso?

  • O titular do cartão pode apenas tranferir dinheiro de DUAS formas: ou ele liga no número 0800 do banco (sem chances, de fazer isso numa ruela da Itália) ou indo numa agência do Banco do Brasil, não pode ser qualquer uma, tem que ser uma que realize operações de câmbio (sem chances, perder seu precioso tempo procurando banco nas avenidas de Nova Iorque). Nem pela internet dá para fazer...Resumindo: praticidade zero. 

  • Para quantidade pequena de dinheiro, o cartão não fica muito viável pois a cada depósito será cobrado U$ 20. É muito melhor comprar o dinheiro e levar em espécie mesmo. 

  • Se você já tiver a moeda em espécie, não compensa jogar no cartão (para tentar garantir um pouco de segurança ao seu dinheiro) porque esse dinehiro irá sofrer uma tributaçãozinha e, querendo ou não, você vai acabar perdendo um pouquinho. Uma vez o dinheiro na mão, sempre na mão (é o que compensa mais).


Minha dica é se for usar o cartão faça logo a transferência de uma quantidade grande de money para compensar os 20 dolares que serão cobrados e tudo aqui no Brasil, antes da viagem. Deixar para mexer com isso lá no destino só vai te fazer perder tempo de diversão correndo atrás de banco ou telefone. Ah, e lembre-se de levar uma quantidade no cartão e outra em espécie. Uma coisa eu preciso dizer: o cartão chegou deixando para trás aquela conversa de sair de viagem parecendo um político do mensalão com dinheiro espalhado por todas as partes do corpo...meia, cueca, sutien e afins.

Vai viajar? É muito importante fazer um seguro saúde. Minhas experiências foram com a Real Seguro Viagem, faça uma cotação aqui

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Planejando com as próprias mãos...



Essa talvez seja a maior dúvida de muita gente, e ironicamente ainda não tinha escrito nada aqui sobre o tema. Na verdade, posso e vou escrever sobre o meu método de planejamento, é o que tem funcionado comigo. Vou tentar ser bem minusciosa e o mais clara possível, afinal de contas é mais complexo um pouco do que ir até a agência de viagens, folhear o catálogo de pacotes e digitar a senha do cartão.
Eu separo o planejamento em três partes:
1. Concepção: É o momento em que surge a oportunidade de realizar uma viagem. Seja por motivos naturais, promoções ou por intervenção de algum santo amigo. Aqui você vai definir o(s) destino(s), o motivo da viagem, a época e as parcerias/cias.
2. Logística: Diz respeito a tudo que gira em torno à parte prática para a viagem se consolidar. Como traslado, deslocamento, hotel e etc.
3. Guia: Depois de tudo reservado e comprado, você se joga na pesquisa do que você poderá encontrar pelo destino. Fica por dentro dos restaurantes, baladas, lojas, marcas, produtos, tradições, regras...É a hora de fazer seus contatos.
Etapas:
1. Decidir que quer viajar
1. Definir a quantia financeira disponível para o investimento (lembre-se viagem é sempre um investimento de vida e não um gasto ou despesa)
1. Definir cias de viagem (provavelmente uma das partes mais importantes, gaste mais tempo aqui)
1. Decidir o destino (abra o mapa mundi e veja as suas opções, eu sempre faço isso)
1. Decidir época (verão, inverno...)
2. Escolher cidades (às vezes as mais famosas não são as mais interessantes)
2. Estipular dias de permanência nas cidades (pesquise sobre o tamanho e atrações de cada uma para ter uma noção de dias que precisará reservar)
2. Pesquisar/Comprar aéreos de saída e volta ao Brasil (provavelmente será sua primeira compra, pesquise os melhores valores, trechos e cias aéreas)
2. Pesquisar/Comprar trens, ônibus e balsa entre cidades (parte mais chata, mas indispensável deixar para ver isso no dia é autosabotagem)
2. Pesquisar/reservar hospedagem (faça junto com a pesquisa/compra dos meios de locomoção entre cidades para uma melhor visualização de diárias a serem reservadas)
3. Pesquisar baladas, pontos turísticos, restaurantes, lojas, passeios, etc. (essa parte é mais divertida e vai te dar vontade de antecipar logo a ida)


A qualquer tempo:
  • Comprar a qualquer tempo a moeda do país (fique de olho para comprar o melhor câmbio).
  • Recolher dicas com pessoas que já estiveram por lá (o chamado benchmarking).
  • Comprar seguro viagem (às vezes se faz necessário).
  • Comprar um guia pequeno em alguma livraria ou, de repente, deixar para comprar na própria cidade.

É importante começar o trabalho todo com antecedência. Se seu roteiro é complexo e envolve muitas cidades e muitos deslocamentos eu aconselho iniciar com mais de 6 meses antes do embarque. Dessa forma, você economiza nas passagens e não corre o risco de se deparar com hotéis sem disponibilidade ou coisas do tipo. É possivel viajar com menos tempo de planejamento? Claro que sim, mas porque deixar para fazer a amanhã ou que se pode fazer hoje? E olha, é uma delícia essa trajetória de pendências e pesquisas para uma viagem, você já entra no clima um ano antes de pensar em fazer as malas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Feriadex



Em pleno feriadão de novembro curtido em casa no maior reboliço de mudança de casa, fiquei com uma saudadinha de escrever para o blog. Fazer mudança de casa é como fazer malas numa potencialidade elevada a décima quinta potência. Ô trem trabalhoso! Em meio a essa atividade toda e fora as muitas dores musculares localizadas, tenho escutado sobre viagens e a chegada do verão, ah o verão!

Todos os jornalecos enfatizam os preços das passagens em ascendência nesse fim de ano. Ok, quem não sabia? Todo santo ano é assim, a tal da alta temporada. Por isso frizamos tanto o planejamento e as compras antecipadas. Outra coisa que vi, dessa vez no Fantástico, foi aquele quadro “O que vi da vida” com Amyr Klink. Foi bacana, muito bom escutar o que esse homem tem a dizer. Coloquei o vídeo aqui para quem não viu:

"O importante é ir ver!"
                                     Amyr Klink



Inclusive se alguém da minha família estiver lendo esse post e estiver com a velha dúvida do presente de natal/aniversário um livro como o dele é bem legal, fora um secador de cabelo portátil para viagens, uma mala grande e resistente, cadeados para malas...

Também vale destacar o que a primeira ministra alemã disse, que este é o momento mais duro da crise mundial desde a segunda guerra. As coisas estão bem cabreiras para principalmente a Itália e a Grécia. Não sei se é prudente armar alguma viagem para esse primeiro semestre à Europa. Vamos ver como se encaminham as coisas.

No mais, é isso. Muita gente se jogando no sertanejo de Caldas Nápoles e outros batendo cabelo em Sum Paulo no SWU, para quem não sabe, Starts With You...rsrsrs. Eu reporto aqui de Brasólia chuvosa, coisa mais gostosa do mundo. Eu sou meio controversa mesmo, amo ficar em casa. Tem gente que acha que eu saio todos os dias, todos os dias #morri. Quem dera...

É gente, o ano tá acabando...mais um ficando para trás. Boa noite procê! Ah, (eu sei que não tem nada a ver escrever isso, masss...) quando um homem tem algum interesse "diverso" em você, ele vai começar a conversa com um “Oi linda...”. É batata!


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Clube de Viagem - João Pessoa (PB)


Esse mês a dica vai ser de João Pessoa, também no nordeste que ,vale dizer, está bombando neste período de chuva em Brasília. Quem esteve por lá foi minha grande amiga Polly que também me acompanhou naquela viagem da Oktoberfest em Blumenau. Ela ficou por lá por 5 dias, coincidindo com o primeiro fim de semana de novembro.

Estilo da Viagem: Amigos
Hospedagem: Casa de conhecidos (R$ 0,00).
Deslocamento: TAM no programa de milhagem.
Grana: Gastou menos que o previsto.
Sugestão de dias mínimos na cidade: 3 dias.
Baladas, shows e afins: Ela indica a choperia Chopp Time.

Pôr-do-sol na Praia do Jacaré
 
O que indicaria?
           Indico comer muitos frutos do mar e não deixar de ir, de forma alguma, na Praia do Jacaré e ver o pôr-do-sol super famoso ao som do bolero de ravel.


O que não indicaria?
           Não indico a praia de nudismo de Tambaba. 

Resumo da Viagem: Gostei da cidade, mas agora vou para outros lugares.

Ficou com alguma dúvida ou curiosidade? Entre em contato com a Polly: polly.basso@gmail.com


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Saco de malas!

Minha mala


Hoje fiquei com vontade de escrever sobre malas, de novo. Sim, de novo. Parece que esse assunto nunca tem fim. Eu adoro viajar mas duas coisas, disparado, me matam de preguiça, desapego e falta de paciência: arrumar e desarrumar as malas.

Quando eu penso nessa parte, dá vontade de desistir de sair de casa, e levando em consideração que eu jamais faria isso e ainda mais por um motivo  desses tão supérfulo, tenho que me jogar mesmo na produção das mesmas. Antes eu escolhia a mala da vez e uma semana antes do embarque ela ficava aberta no meu quarto pra que eu fosse lembrando de coisas importantes e arremessando pra dentro dela. Hoje, eu faço a mala de qualquer jeito na noite anterior da viagem.

Ah eu sei que tá errado, mas é que não tenho paciência mesmo. Uma vez, uma amiga teve que ir até minha casa arrumar a minha mala que não estava cabendo o “necessário”. Graças a Deus ela acatou a missão com muita seriedade e além de eliminar itens invasores de malas, com todo jeitinho e paciência me deu uma mala super organizada e cheia de espaços para emergências.

Eu tenho um pouco de problema em levar coisas que relamente usarei, sempre vai e volta coisa que foi só pra ocupar espaço. Às vezes esqueço coisas meio úteis tipo escova de dente, shampoo, creme de pele, uma bolsa...às vezes coloco essas coisas líquidas no lugar errado e no aeroporto tenho que jogar fora. Às vezes chego no destino abro minha mala e não gosto de nada que levei. Fico triste.

Na volta, depois de alguns precedentes, na minha última viagem levei um susto quando voltei do trabalho e minha mala estava completamente desfeita e com todos os encaminhamentos dados (tipo roupa suja no cesto de roupa suja). Minha mãe, querida mãe, tratou de resolver essa pendência com as próprias mãos. Me senti meio mal, confesso. Tanto ela, quanto eu, sabíamos que aquela mala ficaria rolando ali pelo quarto umas 4 semanas, até de repente emendar na próxima viagem. Quem estou querendo enganar? Era justamente o que ia acontecer, líquido e certo.

Bom, hoje tenho uma mala para fazer, de final de semana. Teoricamente, super tranquila e fácil. Teoricamente. Eu queria muito ter a opção de apertar um botão e meu guarda-roupa ejetar uma mala prontinha em alguns minutos, para ter essa tecnologia toda, eu esperaria até algumas horas sem problema algum. 

Meu sonho de mala


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Oktoberfest - Blumenau 2011 e 2012

Biergarten no setor 3


Antes que ocorra algum mal entendido, aquele post sobre minha recessão bancária era pra valer sim. Todas essas minhas viagens são as causadoras da crise, não pensem que no alto da minha armagura financeira eu estou me dando luxos de viajar por ai. Não é isso. Tudo que está ocorrendo agora já estava “planejado” agora só estou cumprindo tabela.

Olha, se antes eu não estava arrependida de ter feito tantos planos para pouco salário, depois da minha ida a Blumenau, tenho certeza de que fiz a coisa certa. Fui lá conhecer a famosa Oktoberfest brasileira, a maior festa alemã fora da Alemanha. Eu já estava meio alemã esse ano todo, e não pensei duas vezes em aceitar o convite de visita da minha querida amiga que mora em Timbó, cidadezinha do lado.

Não preciso descrever a diversão daquela festa. É uma imersão completa no tradicionalismo tanto nas roupas, comidas, músicas, ambiente...Eu indico mais que sorvete na praia. A festa acontece todos os anos, são 17 dias de alegria que não se fadigam nunca, vai do primeiro ao penúltimo fim de semana de outubro.

A grande maioria vai vestida à caráter, as mulheres de frida e os homens de fritz (coisa mais bonitinha do mundo), é muito bacana, pode ir tranquilo. Sem falar que quem usa os trajes típicos não paga a entrada na Vila Germânica (mesmo a entrada sendo super barata e ainda aceitar carteirinha de estudante). Os choops custam R$ 4,50 e tem vários artesanais e na parte externa tem Brhama. Os meus preferidos foram os da Einsebahn.

Ainda tem a opção de comprar o camarote VIP, eu mega desaconselho mesmo que você seja um viciado em áreas vips. O camarote lá é quase um auto-exílio da festa, bem nada a ver. É muito melhor ficar lá embaixo e se misturar com a alemãozada.

A festa é uma delícia! Tem muita gente bonita, criança, famílias, velhinhos...uma estrutura sensacional, e não vi nenhum princípio que seja de briga, e olha que com aqueles policiais catarinenses, não seria má ideia arrumar uma confusãozinha qualquer. Durante o dia tem os desfiles na rua, mas isso tudo você poderá acompanhar na programação do site oficial.

Os melhores dias para curtir são os de quinta e sexta, os sábados especialmente são muito lotados, muito mesmo. E o fim de semana do feriado do dia 12 de outubro costuma ser o mais tenso em questão de pessoas, de repente é melhor evitar. No sábado anterior ao que fui (fui no final de semana de encerramento) a festa bateu o record de público com 98 mil pessoas. Eu não consigo nem pensar nisso. Para você ter ideia o Rock in Rio reuniu por dia 100 mil pessoas. 

Frida e Fritz's

Ano que vem, prepare-se para ir também. Eu com certeza voltarei. Os hotéis ficam lotados o mês todo, então faça reservas com muita antecedência. As opções de aterrizagem são em: Floripa (umas 2 horas), ou Camboriu (1 hora e pouquíssimo), ou Itajaí (1 hora e pouquíssimo) ou Navegantes (50 e poucos minutos), não sei porque ainda não fizeram um aeroporto em Blumenau.

Tem mais uma dica: muita gente sabe que o sábado é muito lotado e foge para as festinhas top-de-linha na praia de Balneário Camboriú, daí curtem a sexta e o domingo de Oktober. Olha, eu amei essa experiência. Fico pensando como é a festa original lá em Munique, eu faço muita questão de ir lá conhecer. Alguém anima ir comigo? Vamos planejar isso gente!

Alles Gute! Alles Blau! Ein Prosit!



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vou ou não vou de taxi?


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Na minha escala de conceitos, depois dos jornalistas e metereologistas, talvez os profissionais que mais enganam pessoas no mundo sejam os gloriosos taxistas. Se seu pai, mãe, tio, namorado, etc é taxista, eu já peço minhas desculpas pelas opiniões que vou compartilhar nas próximas linhas.

Eu sei que não podemos generalizar nadinha nessa vida, nem as mulheres, tampouco esses profissionais que dirigem carros coloridos, mas eu pessoalmente não gosto muito dessa classe, tirando os gatos pingados que são honestos, eu evito essas pessoas ao máximo (que nenhum deles tenha acesso a essas informações!).

Não querendo ser não-protecionista, mas já sendo, a qualidade dos serviços de táxi variam de acordo com o poder aquisitivo do país onde se encontram, é o que estou podendo notar (pode até ser uma inverdade). Em paises mais desenvolvidos é muito mais amistoso e honesto esse “contrato de trabalho”. Por exemplo, se você chega no aeroporto de Berlim, além de ficar pasmo com o fato de todos os taxis serem Mercedes com teto solar e o caramba, não precisa pensar nem três vezes em pegar um deles e fazer uma viagem sensacional até o seu hotel sem falcatruas, caminhos mais longos, pilantrices e derivados.

Por outro lado, os taxistas de Buenos Aires possuem a maior fama de estelionatários do pedaço, além da lavagem de dinheiro (trocam notas falsas), taxímetros adulterados e rotas labirintosas. É o tipo de lugar no qual você deve usar o serviço no último do último dos casos, é mais seguro pegar carona na beira da estrada.

Infelizmente, no Brasil a realidade não é muito boa. Não sei você, mas onde quer que eu vá, eu fico com uma sensação de refém assim que faço o sinal com o braço na rua. Acredito que a maioria seja honesta, composta por pessoas trabalhadoras e justas. Mas tem uma galerinha do mal que barabriza por aí. É só saber que você é de outra cidade que o olho cresce, nem imagino o que os “pobres” dos gringos não devem passar.

Para não usar uma palavra pior, vou me limitar a dizer que tenho asco desses caras. No Rio, uma vez, a maioria não quis me levar porque o destino era perto demais. Alguns ficam de conversinha mole pra saber se você já conhece o caminho ou não, para ter certeza se pode ou não iniciar as pilantrices sem limites.

Um teste de honestidade foi feito pela Record ainda esse ano com alguns taxistas lá de São Paulo, apenas assista. Não interessa se você é ou não brasileiro. 


A dica que eu dou, e a que eu uso, é sempre pesquisar no google maps a rota, tentar descobrir qual valor certo da corrida, as ruas por quais vai passar. Diga que não mora lá, mas vai sempre. Veja se não existe uma foma melhor de fazer esse deslocamento, se existir use-a! Em outros paises, veja se não tem nenhum serviço de traslado (você paga um valor fixo), se usar taxi reze para que ele seja uma pessoa do bem.

E esqueci de dizer que existe o site Calculador de Tarifa de Taxi, que te ajuda a prever o valor justo da corrida. Eu já fiz uns testes e gostei bastante. E o melhor é que serve para várias cidades brasileiras. Outra dica é checar se na cidade de destino existe algum serviço de ônibus executivo que liga o aeroporto à cidade por um preço bem justo.

Sacaneie um taxista você também: aprenda aqui.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Visto EUA




De novo, vou falar sobre o tema “Visto para os Estados Unidos”, mas é que tem uma galera com dúvidas e como o meu visto foi tirado há uns 2 anos atrás eu não tinha mínima propriedade para dar muitos detalhes sobre o assunto. Pois bem, como minha prima está nesse processo resolvi entrar na história pra me atualizar e repassar aqui no blog.

Vou estruturar em forma de dicas para facilitar o entendimento.

Dica 1: Só decida tirar o visto se você já tiver uma viagem em vista porque ele tem data de validade e tirar para deixar parado é besteira. É como ser criança e comprar um carro.

Dica 2: Como a procura pelo visto cresceu muito, as filas de espera na Embaixada dos EUA são muito longas. Então, marque sua viagem e cerca de (pelo o menos) seis meses antes vá atrás dessa papelada de burocracia.

Dica 3: Faça seu passaporte antes de dar entrada nos procedimentos do visto, pois o número dele será essencial. O passaporte é como se fosse sua carteira de identidade no exterior. Qualquer um pode tirar com ou sem viagem marcada, porém ele tem data de vencimento.

Dica 4: Depois do passaporte feito, agende sua entrevista pela internet na cidade mais cômoda (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife). Para agendar entre aqui.

Dica 4: Agora você precisa preencher o formulário que deverá ser enviado pela internet e levado no dia da entrevista. Todos os detalhes no site da embaixada americana aqui.

Dica 5: O formulário está todo inglês, era para funcionar a ferramenta de tradução mas nem sempre funciona. Se você tiver dificuldades com a língua, peça ajuda.Nem que seja ao google translator (que é tudo de bão).


Eu preenchi o formulário da minha prima e o que tenho a dizer que é muito longo, feito para você desistir mesmo. São aproximadamente 15 folhas que só se habilitam se a anterior for devidamente respondida. Dentre as informações vão perguntar sobre sua vida, seus pais, seu passaporte, motivo da viagem, sobre quem vai pagar a viagem, com quem você vai, aonde vai ficar lá, quanto tempo, se conhece alguém lá, expectativa de ida e retorno e ainda, perguntas do tipo:

“Você é membro ou representante de alguma organização terrorista?”
“Você já ordenou, incitou, cometeu, auxiliou ou participou de alguma forma de algum genocídio?”
“Você já esteve engajado no recrutamento de crianças para o exército?”
“Você já cometeu ou conspirou a fazer tráfico humano nos EUA ou fora dos EUA?”


Qualquer dúvida é só perguntar que a gente faz uma força-tarefa pra que tudo ocorra tudo bem, ok?! Afinal de contas não é uma burocraciazinha dessas que vai nos tirar do jogo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Clube de Viagem - Natal (RN)


Confira as dicas quentes da Núbia que gastou um total de 11 dias entre os meses de setembro e outubro de 2011 por aquelas bandas. A seguir, estão as informações básicas da viagem:

Estilo da Viagem: Casal/romântica
Hotel: Pousada Das Flores Inn  Indicaria? Sim. Gasto na Hospedagem: R$ 805 p/ casal.
Deslocamento: TAM no programa de milhagem.
Grana: Gastou o previsto.
Sugestão de dias mínimos na cidade: 5 dias. 
Baladas, shows e afins: Ela indica o Taverna Pub, Forró com Turista e o Rastapé.

Lagoa de Genipabu

O que indicaria?
          Indico os passeios à praia de Pipa, para o litoral norte de bugre, a visita ao maior Cajueiro do mundo, o mergulho em Maracajaú (mas olhe antes a tábua das marés). 
          O melhor lugar para se hospedar é no bairro de Ponta Negra, pois é onde se localizam os melhores restaurantes, bares e baladas da cidade. O restaurante Camarões  e a tapiocaria/cuscuzeria Casa de Taipa  são excelentes. De toda a orla de Ponta Negra dá para ver o Morro do Careca - cartão postão de Natal. A vista é linda, e os melhores quiosques da praia ficam perto do morro.
          Os meses de junho e julho chove muito (inverno no nordeste) e em agosto e setembro venta bastante, então a melhor época pra ir em baixa temporada é entre outubro e novembro.

O que não indicaria?
          Não indico o passeio a Galinhos, a praia é realmente linda mas para se chegar lá, é preciso pegar uma van por cerca de 2h30, mais 30min de barco, depois pegar um taxi–jegue, e se quiser chegar às dunas ainda tem que pegar um bugre. Com todo esse deslocamento o passeio se torna super caro e extremamente cansativo, na minha opinião, não vale a pena. 
          Também não gostei do restaurante Terra dos Camarões, a comida não é tão boa, a música ambiente é péssima e o preço é mais caro que os outros restaurantes que fomos.
 
Resumo da Viagem: Vi tudo, e voltaria de novo pois amei a cidade.

Ficou com alguma dúvida ou curiosidade? Entre em contato com a Nubioka: nubiaaugusto@gmail.com



terça-feira, 11 de outubro de 2011

Japão já?





Nem só de caos vive o mundo. Olha que notícia mais bacana saiu na Revista Época: O Japão vai oferecer 10 mil passagens aéreas para incentivar o turismo. Depois da queda do turismo de 30% após aos desastres naturais (lembra do terremoto?) o governo está buscando formas de melhorar o ego do país. 

A partir de abril quem quiser se candidatar, deve preencher uma ficha na internê criada pela Agência de Turismo do Japão. Eles vão dar uma selecionada básica no naipe do pessoal que ao fim terão que escrever uma redação discorrendo sobre a experiência da visita. Mas serão só passagens, o resto - hospedagem, compras e etc - como diz a propaganda da Hugo Boss, “The rest is up to you”.

Bem, levando em consideração que o Japão fica literalmente do lado do mundo, ganhar as passagens aéreas já é um graaande incentivo, não? Eu achei bacana, muito porque eu nunca me interessei demais em viajar pra essas bandas. Eu tenho umas impressões (preconceitos) ruins à respeito do povo, comidas e estilo de vida. Entretanto, em relação às paisagens e cultura eu até acho bem interessante. Depois de ver um episódio do “Mundo Segundo os Brasileiros” em Hong Kong, eu fiquei já bem mais aberta em visitar um país oriental mesmo tendo nojo das comidas e tudo mais, viva o Mc Donalds e afins, nesse caso. 

Quando li a matéria tive a sensação de que será uma boa oportunidade para que eu venha a visitar aquela região. Eu me conheço e se depender dos meus planejamentos vai demorar um pouquinho para eles, o Japão e cia, entrarem na “to do-list”. Taí uma boa oportunidade, vai que eu ganho? Vamos acompanhar para todos nós participarmos, quem tiver interesse, claro. 

E ai? Te interessa? Pelo que pesquisei temos que ficar de olho nesse site aqui ó: Japan National Tourism Organization. E nele apenas tem a mensagem de que essa historinha ainda vai passar por aprovação do governo. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Viaje com ele?

"I love it when we are cruisin' together..."



Não é porque eu estou de mãos (e bolsos) atados que não posso continuar pensando e sonhando com coisas que um dia qualquer (espero que em breve) eu posso vir a realizar. Aliás, não custa nada sonhar sentada na cadeira dessa repartição pública...quero ver quem vai me podar (tudo bem, meus chefes podem fazer isso). Enfim, deixando a hierarquia e o feudalismo do meu trabalho de lado, comecei a pensar muito esses dias sobre as lindas e maravilhosas viagens de casais. 

Ah o amor, que delicinha. Ainda mais misturado com viagem. Até o lugar mais sem noção do mundo é capaz de ficar incrívelmente agradável, até o Afeganistão. Você, ele ou ela, aquelas paisagens lindas, ruas deslumbrantes, lojinha de flores, um café repleto de pessoas, fogos de artifício. Hã? Fogos de artifícios? Acorda gente, são tiros, guerra! Afeganistão! Corre! Corre! Se joga no chão!

O Ivan Martins, o colunista da Época que escreve todas quartas, uma vez escreveu sobre essa experiência de viajar com seu parceiro (leia o texto aqui). Disse que é uma ótima oportunidade de saber se o relacionamento vai dar certo. Eu concordo plenamente com ele. É o contexto certo para testar como os dois lidam, principalmente, com o silêncio, na minha opinião, uma das melhores dicas para saber se ele (a) é a pessoa certa. Lidar com o silêncio é uma experiência reveladora, apesar do nome “silêncio” diz demais sobre duas pessoas numa relação. Se o silêncio for incômodo, desconsertante ou constrangedor, pode cair fora! Simples assim. E até eu, que consigo ir tagarelando num vôo inteiro até a Europa, tenho vários momentos de silêncio e introspecção numa viagem. 

Pelas minhas andanças já cansei de presenciar casais em momentos muito legais, e muitos (muitos mesmo) em situações de puro stress, tipo "divórcio on the road". É difícil entender, mas muito fácil de ler: o avião na volta vai ter que fazer mais escalas. 

Uma conhecida embarcou em férias paradisícas com o então namorado para Fernando de Noronha e durante a viagem ele terminou com ela, na volta já vieram em poltronas separadas. Foi tudo premeditado pelo rapaz. Eu fiquei sem nada para dizer, apenas segurei comigo mesma uma imensa vontade de pedir o telefone do indivíduo, mas achei que não cabia. Poxa, se for terminar comigo, que termine em Fernando de Noronha. Dos males, o menor. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Prioridade: fim de ano

Cada um com suas prioridades...
Outubro chegou! E além de nos trazer umidade para a atmosfera brasiliense (e caos no trânsito), também nos traz a maior festa alemã das Américas, a Oktoberfest de Blumenau em Santa Catarina (começa hoje). Também é o mês chave para quem precisa descolar algum programa para esse fim de ano. 

Pessoas mais planejadas ou que precisam poupar dinheiro, numa altura dessas já está com tudo fechado para o Natal, Ano Novo e férias de janeiro. Como todo ano, eles chegaram numa rapidez maluca e se você não andar logo está correndo o sério risco de ficar mofando em casa. 

Cada um tem suas prioridades, a maioria geralmente fica com a família no Natal e a busca do “programa perfeito” cai para o mês de janeiro e o reveillon. Opções não faltam para dentro e fora do país. Se eu tivesse que postar alguma preferência pessoal seria: 

Dentro: Rio de Janeiro ou Fortaleza
Fora: Nova Iorque (Estado Unidos) ou Punta del Este (Uruguai)

Para falar a verdade, o lugar é o que menos me importa. Com pessoas legais e importantes, vale a pena passar a virada do ano até em Brasília mesmo debaixo daquela chuva, depressão e ruas abandonadas. Eu gosto de “oba oba” mas às vezes é bom ficar quietinha, longe do stress e da bagunça. Como eu disse cada um tem suas prioridades. Esse ano eu vou passar com minha família, vai ser numa friaca miserável nova iorquina, mas o que vale é o programa em si. Espero que o seu seja bem legal. 

Vou reforçar que é bom se apressar se não quiser ser o porteiro de Brasília. Apesar de serem datas muito visadas e consequentemente a alta estação, têm surgido muitas promoções de passagens pra essa época. Já está passando da hora de fechar seu fim de ano, a tendência dos preços é só aumentar. E nada melhor que ficar tranquilo, poder escolher as coisas com calma. Se você não se tocou que o ano já praticamente acabou, este é o “click” que te faltava para acordar para vida e programar seu fim de ano. Agora sua prioridade tem que ser essa, anda logo!

iSad




Hoje é um dia, aliás ontem, em que eu não poderia de maneira alguma deixar de escrever para o blog. O dia 05 de outubro de 2011, deu mais um indício de que aquela tal história do fim do mundo em 2012 é real, foi o dia em que o homem se eternizou mito: Steve Jobs. Mais uma que é demais para a concorrência. 

Estamos vivendo a época de uma revolução na vida do mundo inteiro. Esse cara, mudou nossa forma de ver e viver. Ele simplesmente colocou o futuro em nossas mãos. O futuro mesclado de passado com muitos pontos a serem conectados...voltamos a era da maçã. Vamos comê-la ou não? Comemos. Mudamos nossa forma de consumir música, fotos, vídeos...nos ensinou a não ter medo da tecnologia e a nos relacionarmos com ela. Deslizar os dedos significa muita coisa.

Talvez para você seja apenas a morte do diretor executivo de uma das maiores empresas do ramo de tecnologia, pode ser um fato mercadológico e ponto final. Mas não é. A grandiosidade do trabalho e legado desse cara com “job” no sobrenome nos mostrou que devemos usar nossa vida para propósitos importantes, ela é curta e sutil demais para ser usada em vão.

Eu posso estar levando um texto muito dramático, mas queria apenas expressar a tristeza de uma consumidora dos sonhos dele. Uma paciente crônica da doença que ele disseminou, a doença da maçã mordida. Quem também sentiu o gosto dessa Apple sabe do que estou falando. A vida nunca mais foi a mesma, e tenho certeza absoluta de que nunca mas será. Vamos todos "Stay hungry, stay foolish".

Rest in peace, Steve. Great Job! 

Discurso recente do Steve em Stanford:



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ossos do ofício



Uma boa saída (da rotina) para pessoas muito compromissadas, tipo eu e o sofá lá de casa, é ter a oportunidade de serem mandadas a trabalho para alguma viagem. É, pra você ver, aconteceu comigo. E ainda disseram que eu estava na pior...Apesar do horário do meu vôo, de manhãzíssima, até que estou demasiadamente feliz. Mais uma vez o destino (palavra misteriosa para mim) está me presenteando. 

Eu falo assim, mas não sei seu gostaria de ser uma dessas pessoas que trabalham e também, literalmente, vivem viajando. Eu tenho a impressão de que tudo que é demais na vida acaba perdendo a magia, até brigadeiro. Fora a parte de viver num intenso e infinito jetlag (um pouco de exagero habitual). É como transformar brincadeira em serviço, como ser segurança de balada, como ser a moça que faz ovomaltine no Bob's.

Não viajar freneticamente mas, confesso, que gostaria de sair mais para esses trabalhos em campo. Apesar de ser bem pior em questão de trabalho, no mínimo você respira um arzinho puro lá fora, conhece pessoas, curte lindas paisagens e ainda dá pra ganhar umas milhazinhas. Nem sempre é possível, mas não custa nada tentar curtir um pouco a cidade (mesmo que sua viagem seja numa segunda-morta-feira e um dia depois do Rock in Rio). 

Não preciso dizer que estou animada. Pra quem estava com a agenda fechada até fevereiro do ano que vem, eu vou tratar de ser a melhor funcionária do ano nessa viagem. Será que isso tudo é porque o mundo realmente vai acabar em 2012? Se for, que seja ali pela última semana de dezembro, não é?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pesquisa



Pessoal, abri ali na barra lateral (à direita) uma enquete básica só para saber como está sendo a frequência de acesso ao blog. Quem quiser participar é só dar um "clique" e está feito! Vai ajudar na atualização dos posts e não custa nada, vai lá!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ihh choveu...



Hummm...hoje é um dia mais que maravilhoso para todo mundo que mora em Brasília, depois de 107 dias, cai um pouco de água do céu. Nossa, foi bem complicado, a gente só ouve falar do tal do desmatamento, e dessa vez entendi o que ele significa: respirar poeira invisível. Todo brasiliense vem com a mesma ladainha: “Eu nasci aqui, já tô acostumado com a seca”, mas durante esses três meses de sofrimento físico só vi gente reclamando, se queixando, morrendo...É está cada ano pior. Eu, filhinha do cerrado, admito.

A seca, além da moléstia, nos proporciona um dos efeitos colaterais mais legais de se ter: a vontade de sumir dessa cidade (no bom sentido). Quanto mais horas você conseguir ficar fora, mais sortudo é você. É aí que muita gente acaba se decepcionando com algumas viagens. A seca te faz delirar e por questões corporais e neurológicas a única coisa que passa por sua cabeça durante a estiagem é o oposto, a praia. No Brasil, praia é sinônimo de nordeste. E é aí que mora o perigo. 

Perigo sim, no maroto e pecaminoso nordeste brasileiro. Pouca gente sabe que em julho (mês das férias e início da desertificação), é o período de mais chuva nas praias nordestinas, da Bahia até a Paraíba. As agências de viagem borbulham pacotes para todas as capitais, quem estuda entra de férias e mais o quesito biológico (seu cérebro quase virando areia) só fica aqui quem não tem amigos, é pobre ou é o próprio calango.

Na minha família aconteceu em julho desse ano, uma historinha parecida com essa. Foram para Maceió e chegando lá o sol estava rebelde e a chuva tomou conta de praticamente toda aquela semaninha. Eles odiaram a viagem e, injustamente, a cidade. Eu tentei argumentar, defender, tentei explicar que isso já era mais que previsto. Mas foi em vão, cliente é fogo! eles querem ter sempre a razão, até quando a questão gira em torno do clima (eu pedi pra o meu tio mandar um memorando para Deus, mas a ideia não foi bem aceita). 

Um amigo pediu opinião sobre uma viagem em janeiro pela América do Sul, disse que queria passar, dentre outras, por Bariloche e Punta Del Este. Eu já disse que ia ser uma baita furada, esse mês não favorece nenhuma das duas cidades, em Punta não vai ser alta temporada e por isso vai ser equivalente a uma cidade fantasma; E Bariloche, a época de esqui é em julho/agosto, o que uma pessoa vai fazer em Bariloche sem neve? Preciso gastar mais linhas? 

Não é só porque você, a pessoa mais especial do mundo, decidiu embarcar de férias que o universo vai trabalhar para te dar os melhores dias do milênio. Chuva, frio, vento, furacão, enxente, vulcão...são fenômenos da natureza (lembra da aula de português?), são imprevistos! Não adianta jogar a culpa na pobre cidade ou na agência de viagem. A única coisa que dá pra fazer é planejar melhor as férias levando em consideração a região e a época do ano para diminuir os ricos ao máximo (porém eles sempre existirão); e no caso de chover na sua praia, é ter atitude positiva. Você já tá lá, vai fazer o que? Emburrar? Nesses casos, vale lembrar o que minha tia sempre dizia pra mim e meu primos quando alguém emburrava num dos parques da Disney: “Vaaaaale a pena....?” O resto da frase eu não sei porque nunca ninguém esperou ela passar disso.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Esse é o nosso clube...




Eu andei pensando e não tem sentido o blog ser feito apenas por mim. Se eu mesma já cansei de dizer que esse lance de viagens é muito subjetivo e personalíssimo, é mais do que obrigatória a participação conjunta de vocês (meus amigos) que perdem tempo lendo as minhas abobrinhas. 

Eu pensei e repensei numa forma legal e útil de mais gente contribuir, e consequentemente mais pessoas se beneficiarem do conteúdo do blog. Eu sozinha não consigo ajudar todo mundo, existe muita cidade espalhada por esse mundo. Por mais que eu ache o máximo a ideia de conhecer logo todas elas, eu ainda não trabalho num programa de TV ou no Emprego Perfeito da STB (já criei meu perfil).

Enfim, criei o Clube de Viagem. É um clube composto por meus amigos: pessoas que conheço, confiáveis e que são "gente da gente" (nenhum Álvaro - sem carisma - Garneiro). Se você quiser fazer parte é só me avisar quando for viajar, eu te mando um formulário de orientação (simples) para que você responda DEPOIS da viagem. Deus ô livre de levar uma prancheta para o meio do passeio nas dunas num bugre ou para o salto de asa delta. 

A inauguração do Clube vai ser feita por minha amiga Núbia que embarcará semana que vem para Natal, no Rio Grande do Norte. Acredito que você, eu, nós...ajudaremos muita gente. E o melhor, sem fazer muito esforço. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Falsos Brasileiros




É muito engraçado, mas tem gente que lembra que é brasileiro só quando viaja ao exterior. Gente que enxerga as qualidades do seu próprio país quando está conversando com pessoas extrangeiras, que por sua vez idolatram o Brasil. Ainda têm coragem de só falar mal, criticar e sempre valorizar o jardim dos vizinhos. Gente essa, que me dá nos nervos. Que tira minha paciência. 

Eu já tive oportunidade de conhecer outros países e culturas e posso dizer com total propriedade que o Brasil é um país e tanto. Além das questões econômicas que não vou entrar no mérito agora, existem quesitos menos financeiros e mais culturais que fazem uma diferença absurda. Aliás, são independentes dos variantes 'pobreza' e 'riqueza'.

Para você entender onde quero chegar, vou escrever um comparativo entre o Brasil e alguns países:

No Brasil... Por aí...
As pessoas que trabalham em restaurantes e lanchonetes usam luvas, guardanapos e tentam ter o mínimo de salubridade no preparo dos alimentos. Na Alemanha vi essas pessoas preparando comidas com a mão, sem nenhum cuidado com a higiene.
Pessoas que trabalham com preparo de comida não trabalham no caixa. Na Alemanha, a mesma pessoa que preparava a comida com as mãos fazia o manejo do dinheiro.
As louças dos restaurantes são devidamene lavadas. Na França, os copos são apenas mergulhados na água quente. Chegam à mesa com as marcas da sujeira.
A maioria da população toma pelo o menos um banho por dia. Na Europa, a média é de 1 banho por semana.
Qualquer garçom dá aulas de simpatia e cortesia. Na França, eles podem ser extremamente mau humorados e rudes.
Existem regras de respeito aos não-fumantes. Na Europa, quem não fuma é motivo de estranheza. Fumam em todos os lugares.
Você paga se quiser os 10% dos serviços. Na Europa, é uma regra. Se não deixar é quase um pecado. Em NY, os taxistas podem até te xingar.
É o povo mais alto astral e as pessoas mais sensuais/sexy do mundo. Os árabes e ingleses são considerados os piores amantes.
O sistema trabalhista é humano e beneficia os trabalhadores. Na maioria dos países o ritmo de trabalho é escravizador e praticamente não têm benefícios.
Os resultados das eleições saem em menos de 24h horas após as eleições. Nos EUA, os votos sofrem contagem e recontagem comprometendo até a credibilidade do pleito.
Nós temos uma relação afetiva com nossa família. Nos EUA, as pessoas mal falam com os próprios pais. E quando eles ficam idosos, precisam contratar alguém para servir de cia.
Não precisamos ser ricos para viajarmos e até sairmos do país. Em vários países, pessoas com o nosso padrão de vida, não podem se dar ao “luxo” de fazer viagem internacional.
Temos um clima amistoso e praias paradisíacas. Muitos países sofrem com terremotos, furacões, vulcões e etc.
 

Claro que existe o outro lado, dos pontos negativos. Não estou tentando mascarar isso. Apenas levantar algumas qualidades que obviamente saltam aos olhos. Por incrível que pareça, tem muita gente ignorante que faz questão de exaltar a Europa, os Estados Unidos (dentre outros) e detonar o Brasil, não conseguem valorizar o próprio país. Para mim, é gente pequena. Admirar um determinado país gringo não torna obrigatório o auto-desmerecimento do país onde você vive e que te dá todas as oportunidades de ter essa “vida boa”.

Como escolher seu hotel em Las Vegas

Sempre ouvi dizer que a hospedagem em Las Vegas é um item muito fácil de resolver, porque são muitas opções e, portanto, acaba sendo ...