sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vaticano, na Itália



Bom, como todos sabem, o Vaticano é uma cidade-estado (a menor do mundo) que é sede da Igreja Católica e é governada pelo Papa. Vale dizer que é um "país" independente e soberano. A população é de 800 pessoas e a economia sobrevive do apelo turístico do Museu do Vaticano, dos serviços dos correios e de donativos. A segurança do Papa é feita pela guarda suíça, e seu uniforme é algo bem peculiar, com cores vivas e totalmente diferente de tudo que já vimos; pelo que andei pesquisando, o design da roupa é assinado por Michelangelo. 

O Vaticano é parada obrigatória para que vai a Roma, inclusive tem algumas paradas de metrô que ficam bem pertinho dele. A visita se resume-se basicamente em ir ao Museu do Vaticano e à Basílica de São Pedro

Na Europa, todos os museus são gratuitos aos domingos, inclusive o Museu do Vaticano. Então vale pensar um pouco se é ou não uma boa decisão ir visitá-lo no domingo. Eu e minha família fizemos isso e não me arrependi (mesmo que tenha ficado com muito medo do número de pessoas). A dica é sair muito cedo de casa pois a fila fica monstruosa e eles só deixam as pessoas entrarem até as 11h da manhã (se não me engano). Chegue, se possível, às 8h da matina (ou menos) para garantir a entrada e para ter tempo de curtir as salas do museu. 

Faça o Museu do Vaticano primeiro (pois tem esse limite de horário) e só depois a Basílica de São Pedro. O museu é muito sensacional, imenso e diferenciado. Vi muita arte em tapeçaria e muitas esculturas humanas com o "sexo" arrancado (seria uma censura?). Ele é super interessante e o ponto alto está na busca pela Capela Sistina. Todas as placas apontam para ela e sua visita acaba se tornando uma verdadeira caça ao tesouro, ou seja, à capela com teto mais famoso do mundo.

A capela, diferentemente do que eu imaginava, na verdade, é uma sala do museu. Os guardas não se intimidam em pedir silêncio para as pessoas, já que se trata de um lugar sagrado. Todos os centímetros da capela são disputados, principalmente as laterais com bancos propícios para a admiração do teto. Falando no teto, ele é imenso e lotado de afrescos. São muitas narrativas e realmente dá para ficar anos ali com a cabeça pra cima e o com o torcicolo comendo solto. Mais ou menos no meio, está a cena mais famosa de Michelangelo: "A criação de Adão". É realmente um tesouro da humanidade. E detalhe: não pode tirar fotos, sob pena de levar um sabão de um dos guardas que passam vigiando as câmeras. Mas vira e mexe você vê um ipad ou iphone invertido disparando fotos para todos os lados afim de conseguir apenas uma foto digna.

Ficamos a manhã toda por conta do museu, almoçamos na sua praça de alimentação (que é super boa), e depois fomos para a praça de São Pedro onde já existia uma fila épica para entrada na Basílica. O pior não foi a fila, e sim o sol escaldante, se tiver um guarda-chuva não hesite em levar no dia.

Até que a fila não demorou e entramos na Basílica. Eu confesso que realmente é a sede da Igreja católica. É muito lindo, mas muito lindo. Mais lindo do que tudo que já tinha visto, de todas as igrejas, catedrais, basílicas e tudo que já vi por esse mundo. Eu fiquei muito encantada com todos os detalhes, e principalmente com a escultura legítima da Pietá, também de Michelangelo que está lá dentro. Não deixe de descobrir uma escadinha que leva ao subsolo onde estão os mausoléus dos antigos papas.

A cereja do bolo está na parte em que é possível subir até o topo da cúpula e ter um visão da basílica e depois da parte externa que dá para ver todo o Vaticano em 360° e, consequentemente, Roma. O detalhe é que só é possível subir de elevador até um certo andar, depois tem que ser por rampas e escadas. Pessoas que não se dão bem em lugares estreitos não devem ir, é muito cansativo mas vale muito a pena.

No final, ainda presenciamos a troca da guarda suiça no portão lateral da Basílica o que também foi muito legal.

Experiência show!

Vaticano - Itália     Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Anjos e demônios, Van Helsing, Eurotrip, 2012.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Pisa, na Itália



A cidade de Pisa fica a poucos minutos de trem de Florença e vale ao bate-e-volta para conferir sua famosa torre inclinada. 

A maioria vai até lá só para ver a Torre de Pisa e depois cai fora. Eu acho meio radical essas coisas, e apesar de ter feito isso em virtude da escassez do tempo, acredito que pode ser uma cidade que tenha muito mais a oferecer. 

Enfim, vá para a estação central de trem de Florença e compre apenas o bilhete de ida para Pisa (para não ficar se espremendo no tempo caso tenha um horário de volta para cumprir). Minha dica é ir de manhã cedo para almoçar em algum restaurante gostosinho em Pisa. 

Chegando na estação de Pisa, é fácil pegar informações e tomar um ônibus até a Piazza del Duomo onde está a catedral e a torre pendente de Pisa. A torre é toda feita de mármore branco, patrimônio mundial da UNESCO e foi restaurada e estabilizada (por mais duzentos anos) por conta do seu apelo turístico. Dá para subir e ter uma vista de toda cidade, também dá para visitar a catedral (pena que poucos o façam). 

Logo em frente tem um monte de barraquinhas de souvenirs e mais um monte de restaurantes bem apresentáveis. Sem dúvidas vale o almoço. Depois e tudo é só voltar para a estação e pegar o trem de volta.

Ah e não se esqueça de tirar a foto mais clássica com a torre!



Pisa - Itália        Viagem: 2014 (maio)

´Assista: O paciente inglês


Florença, na Itália



Eu conhecia muito pouco de Florença quando fui para lá, mas coincidentemente hoje na minha aula de mestrado estudamos um livro de Maquiavel, um ilustre florentino e que tem uma estátua merecida no Palazzo Vecchio. Florença (Firenze) é a capital da Toscana, berço do renascimento italiano, patrimônio mundial pela UNESCO, cidade natal do Pinocchio e uma das cidades mais belas do mundo de acordo com a Forbes

Realmente é uma cidade linda e que merece ser explorada a pé. Acho que três dias podem ser suficientes e ainda é ideal incluir um bate e volta (de um turno) para a cidade de Pisa

Me hospedei no Soggiorno Santa Reparata que é um Bed & Breakfast, ou seja, uma penzione, tipo um hostel na casa de uma família italiana. Lá eles tinham um épico quarto com cinco camas e o café da manhã era uma delicinha. A localização era boa e acho que super vale a pena. 

Ande bastante e use ônibus apenas para subir até a Piazzale Michelangelo que fica na parte mais alta da cidade e que oferece uma vista panorâmica daquelas de se perder horas. No fim da tarde, nas escadarias, ainda rola uma musiquinha ao vivo de um artista de rua e muita gente fica sentada curtinho o pôr-do-sol. Não deixe de reparar nos "pés" dos postes de luz. Lá encima, ainda é possível visitar a Chiesa di San Miniato al Monte. 

Na Piazza del Duomo está a Basílica Santa Maria Del Fiore que tem a cúpula mais famosa da cidade, é parada obrigatória tanto durante o dia, quanto a noite. Passamos um dia anoite para jantar, e tinha muita gente concentrada nessa praça batendo papo, socializando, etc. 

Passe também pela Igreja Santa Maria Novella, uma das mais antigas do pedaço e que tem uma "cara" diferente das outras. 

Visite também a Piazza della Signoria que está na parte medieval da cidade, e ali perto ainda está o Palazzo Vecchio. Outro museu que deve ser visitado é o Museo Nazionale del Bargello, considerado um dos melhores do mundo. 

Um dos lugares que mais gostei foi a Ponte Vecchio que foi construída ainda Roma antiga, passou por reconstruções e hoje abriga as lojas mais caras do mundo no ramos de jóias e relógios. As fotos dela com o rio Arno ficam lindas.

O meu lugar favorito, preciso dizer, que é a Galleria dell'Accademia onde estão várias esculturas do gênio Michelangelo, inclusive a obra-prima: David (sim, é o que nós conhecemos por Davi de Golias). Ele é simplesmente a beleza em forma de mármore (tanto que tem sempre muitos alunos de arte estudando suas formas) - numa pedra que tinha sido diversas vezes recusada por outros artistas. Quando eu fui não era permitido tirar fotos, mas agora já é possível. O impossível é ficar menos de trinta minutos hipnotizado pelo gigante David (ele tem 5 metros e pouco). É um ícone do renascimento e até eu que sou leiga fiquei impressionada, dá para ver até as veias impressas por Michelangelo. Genialidade. 

Dica: dá pra comprar miniaturas do David em lojas que ficam mais longe da Galleria, inclusive mais barato. 

Dá para almoçar em locais mais em conta e gostosos ali perto do Palazzo Strozzi. O legal é que, vira e mexe, você acaba caindo numa feirinha interessante (principalmente ali pelas bandas da estação central de trem). 

Não deixe de experimentar em algum restaurante o Spritz, uma bebida laranjada que praticamente todo mundo bebe e é bem refrescante. E a cerveja (birra) Nastro Azzurro.


Florença - Itália    Viagem: 2014 (maio)


´Assista: Sob o sol da Toscana, Beleza roubada, Chá com Mussolinni


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Veneza, na Itália



























Conhecer Veneza para mim foi quase como conhecer Paris, aquela mistura de ilusão com realidade. É impressionante estar presente numa cidade de que tanto ouvimos falar, tanto vemos fotos, etc. É muito surreal ver que existe!

Veneza é o tipo da cidade que em dois dias dá para se conhecer bem. Desça na estação central de trem e vá se perdendo pelas ruelas. 

Ficar hospedado na cidade pode realmente ser caro, muita gente fica nas cidadezinhas do lado como Pádova ou Mestre, e aí fazem o deslocamento de vai-e-vem via trem ou ônibus. Eu fiquei num apê alugado em Veneza mesmo e acho que se for possível, é a melhor opção. Fiquei no Venice Apartments, dê uma olhada aqui.

O sistema de transporte é muito legal, é feito pelo Vaporetto. Você paga um cartão de 48h e pode andar livremente com ele. É como se fosse o metrô de Veneza, existem as paradas espalhadas por toda cidade e ele passa de tempo em tempo. Ele é 24h mas durante a noite os intervalos são bem maiores, é bom ficar de olho. 

O segredo é se perder pelas ruas sem medo, ir conhecendo cada cantinho, restaurante e cenário de filmes. Ande em direção à Praça de São Marcos que é a única praça de toda Veneza e à Ponte de Rialto. 

Durante a noite os restaurantes próximos à Praça de São Marcos são parada obrigatória (os que estão nela são meio caríssimos, tem até orquestra tocando música clássica), inclusive comi a melhor lasanha da minha vida por ali. O clima é ótimo e muita gente se arruma bastante para curtir a lua veneziana. Extremamente romântico. 

Os passeios de gôndola são bem caros, mas o truque é negociar no estilo brasileiro com o gondoleiro. Em todo caso, o passeio no Vaporetto é show de bola e serve como city tour. 

As máscaras de carnaval são bem lindas, e várias tem um preço bem acessível. Também nos demos muito bem em algumas lojas de roupas que vendiam tudo a 10 euros. A dica de ouro é comprar os colares feitos de arte em vidro (famosos da ilha vizinha de Murano-Burano), é possível achá-los por 1 euro. São presentes perfeitos: lindos, diferentes, pequenos e baratos. 

Vi várias plaquinhas sobre informações sobre os períodos de Acqua Alta, que é quando a maré do Mar Adriático aumenta e vários pontos acabam alagados. Acontece geralmente em novembro e dezembro mas não é nada alarmante, inclusive dizem que não atrapalha em nada a vida do turista. Existem apenas orientações sobre como proceder e continuar a diversão em paz. 


Veneza - Itália   Viagem: 2014 (maio)


´Assista: O turista, Cassino Royale, A liga extraordinária, O mercador de Veneza



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Lido - Paris



Em praticamente toda cidade que visitamos nas férias tem um show típico para apresentar um pouco da música, dança e cultura do local. Em Buenos Aires tem o show de tango, em Sevilha os de flamenco, e em Paris os "musicais cabaré".

É aquele mesmo esquema de sempre, um teatro muito fino e com uma decoração primorosa. Dessa vez resolvemos conhecer o show do Lido, uma famosa apresentação musical que fica num teatro na avenida chiquérrima Des Champs-Elysées (com um metrô na porta). São mesas e você pode fechar um pacote com jantar ou sem jantar (apenas com uma garrafa de champagne). Os preços são bem salgados, é aquele programão típico de turista mesmo. Escolhemos ir sem jantar, ganhamos a garrafa de birita, uma mesa colada no palco, muitos flertes com os homens (e mulheres) da apresentação - sim, eles meio que flertam com você. Até porque a mesa era tão perto que eu me senti no show várias vezes, se eu soubesse tinha caprichado mais na maquiagem, inclusive. Bateu uma fominha, e pedimos uns aperitivos no cardápio. O ingresso custou mais ou menos uns 80 euros, e olha que foi sem o jantar. 

Eu não tinha ideia do que iria assistir, confesso. Minha mãe já tinha ido no Molin Rouge (mesma proposta), então fomos conhecer o Lido. Pelo que sei, o Molin Rouge só tem uma desvantagem: estar no bairro de Montmartre que durante a noite dizem ser perigoso. Se estiver de excursão acho que não é problema, mas se for de metrô acho que já fica uma pulga atrás da orelha até porque eles acabam tarde, tipo meia noite. 

Fui de coração aberto, tomei a garrafa de champagne praticamente sozinha com minha tia e a diversão já se garantiu. 

O show é de uma produção muito alto nível, eles colocam coisas naquele palco que até Deus duvida. Muito bom, de uma qualidade digna de Paris. Os cantores e coreografias são muito legais. Não sei se deveria, mas vou dar um spoiler pensando em você que, de repente, é muito ciumenta: as mulheres dançam e se requebram de topless (termo mais eufemístico), e várias vezes, nas trocas de figurino, eu vi os homens usando fio dental (quando você tem muito champagne na cabeça, isso fica muito divertido, acredite em mim). 

Enfim, acho que vale a pena porque é muito bem produzido. É possível comprar os ingressos no próprio teatro ou nos pontos de auxílio ao turista. Se não me engano são duas apresentações por noite e é sempre bom comprar com antecedência para garantir o ingresso e reserva de mesa. 

Aqui está o site deles: http://www.lido.fr/


Paris - parte 2




Este post é um complemento do Post Paris - parte 1, meu primeiro relato sobre a cidade ainda em 2009. 

...dessa vez me hospedei numa região completamente contrária da que fiquei em 2009 (La Villette) e também por mais dias. 

Fiquei no bairro de Porte D'Ivry, e me hospedei no Kyriad Paris Sud - Porte D'Ivry. O hotel fica há uns 10 minutos da estação de metrô e e numa região tranquila. Em Paris o importante é ficar perto do metrô, sempre. Era um hotel digno e decente, nada demais.

Nesse mês de maio tava rolando um friozinho básico, mas com muito sol e uma necessidade louca de muito protetor solar. 

Essa ida foi muito imporante para eu valorizar a minha primeira vez em Paris, pois fiquei "muito menos" tempo e fiz um roteiro com minha prima que foi de enlouquecer qualquer um. Fizemos cada minuto daqueles dias render mais do que humanamente podiam. Dessa vez, por obra do destino (e olha que nem acredito tanto assim nele), encontrei uma amiga que coincidentemente conheci lá em Paris: a dona Sammyra que estava passando uma temporada básica pela França e compartilhou com a gente várias experiências na capital. Inclusive com direito à Favela Chic (nosso bar/boate preferido) mas sem boa noite cinderela...hilário...

Eu já tinha dito que Paris é o tipo do destino que você precisa voltar periodicamente porque sempre vai acrescentar alguma coisa na sua vida. E minha segunda vez me provou isso. Mais importante do que conhecer Paris, é importante voltar lá. 

Refiz alguns passeios (que agora me mostraram coisas que eu não tinha visto antes) e fui a locais novos. Foi pura mágica, como Paris é.

Os maiores ganhos da viagem foram:

- Basílica de Sacré-Coeur no bairro de Montmartre que é tudo aquilo que foi mostrado do filme da Amélie Poulain. Não tinha dado tempo de ir da outra vez e eu mal esperava para subir toda aquela escadaria que deu câimbra nas duas pernas da minha prima. Na real, a escadaria não é tão hard e no caso de pessoas com mais dificuldade de deslocamento (como minha mãe e tias) existe um mini-teleférico na lateral para fazer a escalada até o topo da montanha e entrada da igreja. Basta usar um dos bilhetes de metrô e perder uns 2 minutos da sua vida. Enquanto isso lá nas escadas o dia estava lindo, o céu maravilhoso e as panturrilhas mega torneadas.

É possível entrar na basílica e ir até a sua cúpula, que deve ter uma vista de Paris mais impressionante ainda. A cerejinha do bolo fica nas ruas que ficam atrás da Sacré-Coeur, tem um monte de lojinha, restaurante e cenários para fotos. Uma delícia.

- Outra região que achei o máximo ter conhecido é o Quartier Latin que é um dos mais caros do pedaço. Se você quiser boemia noturna corra para lá, pois está cheio de bares e mini boates super interessantes, já durante o dia também é bem legal porque possui uma porrada de restaurantes muito gostosos. Depois dali, ainda fomos caminhando e achamos várias lojinhas de souvenirs e a diversão foi garantida.

- Não tinha ido na famosa ponte dos cadeados de Paris. É fato de que praticamente em todas as pontes você ache símbolos de amor pendurados, mas tem uma delas que pode ser considerada a principal: Pont de l'Archevêchê. A coitada está mega super lotada, não cabe mais nenhum cadeado. Pelo que dizem é estritamente proibido anexar mais algum sob o risco de desmoronar a ponte rio Sena abaixo. É fácil de achar essa ponte, ela fica meio que nos fundos da Catedral de Notre Dame na Île de la Cité.

- Também fomos até os Jardins de Versailles e ao show Lido na Des Champs-Élysées, mas estes são assuntos para posts exclusivos.

-  Obviamente voltei à Torre Eifel, e dessa vez com direito à observação do Trocadéro, um local bem conhecido por fotos da torre (e cenas de filmes também). Realmente, vale muito a pena. Desça no metrô do Trocadéro, Faça mil fotos e desça as escadaria para chegar até ela. As fotos noturnas também ficam maravilhosas. 

- Refiz o Arco do Triunfo, Pompidou, a avenida Des Champs-Elysées, o Arc de la Defense, a catedral de Notre Dame, o museu do Louvre (conheci outros setores), Les Galeries Lafayette. E andei muito pelas ruas, ai plea região dos Invalides e Place de la Concorde.


Veja o post Paris - parte 1. 

Paris - França   Viagem: 2009 (novembro), 2014 (maio)

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