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Lua de mel: escolhendo o destino

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Como foi dito anteriormente, depois de alinhados os pensamentos, as prioridades e a aritmética, fomos de fato à fase do planejamento propriamente dito.
Nosso casamento fugiu um pouco do costume dos casais que tem a praxe de inciar o planejamento com no mínimo 1 ano de antecedência. Começamos exatamente com um deadline regressivo de cerca de 10 meses (o que para mim é totalmente atípico, visto que já planejei viagens de férias muito mais simples com 9 meses de antecedência...).
A escolha do destino foi fundamental em todos os quesitos, e por isso, imensamente complicada pois não estávamos dispostos a fazer tanto investimento numa viagem tão simbólica e linda e "vacilar" em erros crassos. 
A data do casamento esteve sempre diretamente ligada ao nosso destino de lua de mel (dica tão importante que a maioria dos casais não leva em consideração). A ideia era casar ao ar livre e no fim do dia, durante o pôr do sol. Como moramos em Brasília, a época mais indicada para realizar essa…

A matemática da Lua de Mel

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A última vez que falamos aqui no blog sobre lua de mel foi com o post da Núbia, mas agora chegou minha vez! E vamos lá...
Não é novidade pra quem vai casar saber que além de lidar com todos os preparativos e gastos que envolvem uma festa de casamento (e suas festas agregadas), ainda é preciso rebolar pra pensar numa casa nova (aluguel ou financiamento), móveis e utensílios domésticos. E aí nessa história, onde fica a lua de mel mesmo?
Dependendo do casal, a lua de mel fica de escanteio, se tiver algum parente que tenha casa fora da cidade ou com diárias da Bancorbrás disponíveis, ela até acontece...mas em outros casos, não. 
No nosso caso, antes de pensarmos em casar eu já tinha fechado comigo mesma que em caso de casamento, a lua de mel seria a prioridade. Prioridade é a palavra, como não dá pra investir em tudo (ao mesmo tempo), o que resta é focar no que é mais importante para o casal. Pra minha sorte, encontrei um noivo que pensava parecido (falei sobre isso nesse post)
Então q…

Lisboa, em Portugal - Parte 2

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Leia o relato de Lisboa Parte 1 aqui.
Mais uma vez nossa passagem por Portugal foi feita na volta de um outro roteiro pela Europa. Ainda vou fazer um roteiro inteiro por Portugal passando principalmente pelo litoral que é ma-ravi-lho-so. Voltando ao post de 1 dia em Lisboa, decidimos dormir por lá para, quem ainda não a conhecia, ter pelo o menos a chance de comer um pastel de Belém e comprar uns portugalinhos fofos.  
Assim que desembarcamos no aeroporto de Lisboa, pegamos o metrô na estação que fica dentro dele. Como o roteiro iria girar entre Belém e o "centro" da cidade, resolvemos nos hospedar, pelo Airbnb num apê muito próximo do Cais do Sodré (é uma estação de metrô também) na Praça Duque da Terceira. 

De lá pegamos um bondinho em direção a Pastelaria de Belém. Depois da tradicional muvuca que é para comprar os pastéis, fomos andando até a torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimos e o Padrão do Descobrimento.
Voltamos à pista principal e pegamos um ônibus de volta e p…

Atenas, na Grécia

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Atenas é uma cidade agradável e reúne ruínas monumentais do berço da civilização em bom estado, ótima comida, muitos restaurantes, alguns dos melhores museus do mundo, bom transporte público, e preços justos na maioria dos locais. 
É uma típica cidade grande mas com detalhes muito especiais assim como Roma. A história está o tempo todo saltando aos nossos olhos.
Assim que chegamos no porto, contratamos o serviço de motorista para nos levar o dia todo pelos principais pontos de interesse. 
O primeiro local foi a Acrópole (ir de tênis e roupas confortáveis). Ela é, como o nome diz, uma “cidade alta”, construída por volta de 450 a.C. no ponto mais alto de Atenas (150 m acima do nível do mar e serviu originalmente como proteção contra invasores e depois como sede administrativa, civil e religiosa). A Acrópole de Atenas abriga o Erecteion, o Proprileu, o Templo de Athena Nike e, é claro, o Pathernon. Ao seu lado está o Museu da Acróple para quem tiver mais tempo e interesse. 
Como chegamo…

Capri, na Itália

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Chegamos em Nápoles e a dúvida de sempre bateu: ficar nem Nápoles ou ir para outro lugar? Anteriormente, decidimos ir para Pompéia, e dessa vez, apesar de termos saído do Brasil com uma decisão, acabamos mudando tudo em cima da hora. Resultado: fomos para ilha de Capri.
No porto de Nápoles, é possível comprar bilhetes nas cias de ferry que tem o mesmo valor de bilhete e apenas alternam os horários. A travessia até Capri dura entre 45 e 50 minutos, e apesar desse "tempo perdido" vale cada segundo. 
A chegada é espetacular, poucas vezes vi uma paisagem tão linda que chegava a parecer uma pintura naturalista, tipo quando a gente olha o Pão de Açúcar no Rio. Simplesmente maravilhoso!
Entre os vários de tipos de programas possíveis, o principal é fazer um passeio de barco ao redor da ilha passando por mais paisagens incríveis, pelas famosas grutas, como a gruta azul (o barqueiro praticamente entra dentro das grutas). Mas prepare-se para ter que gerenciar a baita inveja animal da…

Caso: A highway to hell de Santorini

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Da Série Cuidado na Estrada!


Santorini é aquele arraso de lugar, pessoas bonitas, sofisticadas, usando branco, chapéus, óculos de sol, dezenas de maiôs gourmet, champagne na mão por toda ilha, certo? Errado! Um pedacinho dela não lembra em nada todo o glamour da ilha grega. Vou explicar...
Perto do horário de retornarmos ao navio, eu e Glenda fomos bem serelepes em direção ao teleférico que faria (verbo no futuro do pretérito) nossa descida até o porto onde devíamos pegar o barco auxiliar. Antes de chegarmos no teleférico propriamente dito, encontramos a sua fila pelo caminho. Aquela fila de comprar fichas na festa junina que acontece no Maracanã.
Como uma brasileira raiz, entrei na fila e a Glenda foi tentar chegar na frente para descobrir pra que raios ela servia. Depois de certo tempo, ela volta com a confirmação de que era para o bondinho sim, porém ela não conseguiu ao menos chegar no início da maldita, e nem encontrar parentes nossos pelo caminho (brasileiras extreme). A pior pa…

Santorini, na Grécia

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Fico sem palavras para descrever Santorini, literalmente...
É exatamente tudo que a gente vê pelas fotos e filmes, nada a menos, e muita coisa a mais! Na minha opinião, vale a pena ficar uns 3 dias só por aquelas redondezas.
Vale lembrar que meu ponto de vista vai ser de quem chega e sai de Santorini fazendo cruzeiro. 
Primeiramente é preciso "visualizar" o layout da ilha que é dividida, sendo muito reducionista, em duas partes: Thira (Fira - centro) e Oía ("ía" na encosta esquerda - na parte superior na foto abaixo - e onde estão as tradicionais casinhas brancas de teto azul como as da foto acima).

Chegando de navio, a descida é por meio de barco auxiliar pois o navio não consegue chegar na encosta do morro. Até aí tudo bem, essa logística interna no navio é bem eficiente para não se perder muito tempo. 
O desembarque do barquinho é na entrada de Thira (Fira), considerando que a cidade é no alto, é preciso usar o teleférico para subir, ou ir apé pela estradinha h…