sábado, 14 de novembro de 2020

Tauá Resort Alexânia: vale a pena ir?


Eu disse que a temporada de resorts tava aberta...senta aí que lá vem experiência nova pra contar! Conhecemos o novíssimo Tauá Resort Alexânia numa oportunidade de comemorar o aniver do papai Math e fazer uma espécie de baby moon (já que precisamos cancelar nossa viagem "Plano A" por conta da pandemia).

Vou separar nossa experiência em tópicos para facilitar o convencimento entendimento (Nota: esse não é um conteúdo patrocinado, foi tudo escrito 100% na honestidade):

Localização e distância

A conhecida rede Tauá inaugurou há 3 semanas o seu novo complexo no Centro-Oeste, mais especificamente na cidade de Alexânia, cerca de 40 min de Brasília. Tudo que a gente tava precisando já que só tínhamos a velha Caldas Novas, Piri e o Rio Quente de opções (mais próximas). Nós amamos a ideia pois é muuuuito perto de Brasília, não cansa, não tinha pedágio, não precisamos abastecer o carro, o rádio não saiu do ar, a internet não caiu e ainda é colado no Outlet Premium Brasília.

Custo-benefício

Em relação às opções de resorts e hoteis fazenda aqui próximos, o custo saiu muito em conta levando em consideração que o regime do Tauá é de pensão completa (inclusos o café da manhã, almoço e jantar. Por enquanto o lanche da tarde não tá rolando mas um dia irá). Isso significa que você não precisa sair do hotel para fazer nenhuma alimentação, e paga por fora apenas o que for consumido nos intervalos dessas refeições, além das bebidas. 

Os preços dessas bebidas, petiscos e afins são bem camaradas e não rola aquela exploração exorbitante do nosso amigo lá do Rio Quente. Sendo assim, dá pra curtir as férias sem muita preocupação com a conta final. 

Habitações

Basicamente são três opções de quartos: sem varanda; com varanda; e com varanda e banheira de hidromassagem. Tudo pode ser visualizado no site. Particularmente não acho que vale a pena pegar o com a hidro (você não vai ficar muito tempo no quarto, a não ser que esteja indo só com esse objetivo).

Desconto

A minha dica é pesquisar o valor no Zarpo, no site do Tauá ou por meio do telefone deles (é 0800). No nosso caso o melhor valor ficou fazendo a reserva via telefone efetuando o pagamento no débito (aplicaram 10% de desconto).

Alimentação/Veganismo

Por enquanto só está funcionando um restaurante, onde são servidas todas as refeições que foram citadas, que funciona como um buffet clássico de resorts com aquelas mil opções de tudo. Há indicações de comidas sem lactose e glúten.

Em relação ao veganismo, não havia indicações e toda vez o chef precisava mostrar o que era vegano. Como praxe, avisei na reserva que o Math era vegano para que se preparassem para isso. Os atendentes no telefone e na recepção sempre deixaram bem claro que caso não tivesse algo do gosto dele, o chef poderia preparar o que ele pedisse. E aconteceu assim em alguma das vezes. Algo muito bacana, inclusive. Não sabemos se funcionou assim devido ao pequeno número de hóspedes, ou se será uma rotina normal em tempos de lotação máxima do hotel. 

Covid-19

Um dos critérios para minha escolha desse destino (Math ganhou essa viagem de surpresa) era o volume de gente hospedada e circulando no local até porque temos uma grávida em questão (eu).

O Tauá está funcionando com capacidade reduzida, além de ter instalações bem amplas. Isso foi decisivo para optar em ir para lá. Logo no check-in recebemos um par de máscaras e álcool gel. Todos usavam máscaras e cumpriam os protocolos de segurança, tanto hóspedes quanto empregados. Em relação a isso, nos sentimos bem seguros. 

O restaurante funcionava no esquema de buffet no qual todos se serviam de máscaras e com luvas que eram disponibilizadas.

Uma das brincadeiras durante o dia era adivinhar quantas pessoas estavam hospedadas e pasmem que descobrimos que tinha 80 pessoas (incluindo as crianças e o Theo na minha barriga). 

Detalhe que tinha muita gente com bebês, crianças, idosos e outras grávidas nesse grupo. 

Diferenciais (atrações)

Na minha opinião os maiores diferenciais são as piscinas aquecidas, a proximidade de Brasília, as atrações para crianças e o custo-benefício. 

As piscinas aquecidas são tudo de bom. Eram exatamente 4: 

Piscina das jacuzzis (ao ar livre): pense numa piscina enorme toda recortada com 15 jacuzzis com água quentinha. Parece até que eles estavam pensando no distanciamento do corona vírus. Ficava cada um literalmente no seu quadrado. Nossa experiência foi fantástica pois sempre estavam vazias e, além de tudo, ficávamos isolados das outras pessoas. Cabiam tranquilamente em cada uma por volta de 16 pessoas.

Piscinas (cobertas): no prédio do SPA tem duas piscinas quentinhas disponíveis para adultos e crianças, além de uma exclusiva para adultos (elas funcionam 24h). Isso significa que vai dar para aproveitar mesmo se o clima tiver frio ou chuvoso. Esse era meu medo, já que fomos em novembro e geralmente o clima tá nublado. Pra nossa sorte a maioria do tempo fez um solzão (que inclusive ferrou com a nossa pele). 

Já as piscinas frias são:

Piscina colada com a das jacuzzis (ao ar livre): ela tem uma temperatura intermediária entre a quente e a mais fria.

Piscina com vista do cerrado (ao ar livre): uma piscina gigantesca com uma vista deslumbrante, mais funda e mais fria. Tem umas espreguiçadeiras na água além de um bar molhado. 

Piscina das crianças (ao ar livre): aquela piscina amada pelos kids, com brinquedos, fontes e etc. 

Demais atividades

Além das piscinas frias e quentes, rola o SPA (fizemos uma divina massagem nos pés), um bar de esportes para drinks (numa noite rolou música ao vivo) além da Jota City, um baita prédio colorido específico para atividades de crianças. Tinha de tudo lá dentro, boliche, piscina de bolinhas, quadra de esportes, ping pong, escorregadores, labirintos, cinema, espaço baby, salas de oficinas de beleza, culinária, física, enfim, diversões mil que nem estou conseguindo lembrar. Além das brincadeiras com os monitores durante o dia e a noite. A meia dúzia de crianças que vimos estavam fritando. 

No hall do prédio dos quartos também rola uma cozinha para os babys.

Ah, é muito importante dizer que crianças de até 12 anos não pagam.

Eventos especiais

No site é possível ver uns pacotes para datas comemorativas e feriados que podem caber no seu orçamento. 

No momento da reserva, perguntaram se nossa ida era para alguma comemoração especial, e quando eu disse que seria o aniver do Math incluíram um mini bolo que foi entregue de surpresa no nosso quarto (bem fofo e gostoso). 

Gravidez

Como grávida, tive que tomar alguns cuidados, especialmente em relação à água quente que não é muito indicada pois abaixa a pressão corporal. Minha médica liberou minha ida contanto que não ficasse por muitas horas seguidas na água aquecida, dessa maneira ficava entrando e saindo pra não ter qualquer tipo de problema. De qualquer forma, fizemos uma ultrassonografia na véspera para ver estava tudo bem com ele. 

Outro alerta é para o uso de repelente, principalmente, para evitar as picadas que transmitem o zika vírus que é extremamente perigoso para o bebê. A dica é dar uma olhada na incidência do zika e evitar regiões com o surto da doença quando for planejar uma viagem, além de se lambrecar bastante o tempo todo para não correr o risco (gestantes precisam usar repelentes com icaridina).

Quanto ao quesito "insetos" no Tauá, preciso ressaltar que, por incrível que pareça e apesar de estar envolto no cerrado, não tinha insetos voando nem durante o dia e nem à noite (nem abelhas no refrigerante a gente viu). 

Demais considerações

A experiência relatada diz respeito à nossa hospedagem no mês de novembro de 2020, em tempos de protocolos de segurança frente ao corona vírus, e com a recente inauguração do resort (várias outras atrações e melhorias ainda serão implementadas). 

Para ver mais fotos do resort, acesse no instagram: @omundoderepente e @aline_carla. 

#tauaresortalexania #tauaresorts #omundoderepente


terça-feira, 27 de outubro de 2020

O-Theo no H-otel

 




Esse ano de 2020 vai ficar para história por vários motivos, principalmente por conta da pandemia do Covid-19 (e o tonto que comeu um morcego na China), e para nós, por conta da maior notícia de nossas vidas: o positivo do nosso bebê arco-íris, Theo. 

Férias frustradas à parte, nossas vidas, sobretudo nossas cabeças, já começaram a mudar numa velocidade inacreditável. E aí a pergunta que fica é: como vai ser nossa vida viajeira depois da chegada do Theozinho? 

Acho que esse post é mais sobre um despejo de expectativas do que qualquer outra coisa. Por que as dúvidas são muitas e a realidade, quase sempre, implacável. 

Me comprometo desde já a fazer novos posts futuros para dar um feedback sobre como estará nossas vidas e planos de viagem no pós-parto...até porque só vivendo para saber...

Será que necessariamente ter filho(s) significa abrir mão das coisas que mais gostamos de fazer na vida? Será que existe um meio termo? Será que tudo não passa de um grande exagero (afinal sou uma capricorniana raiz)? Será que nada vai acontecer? Será que vamos conseguir vencer? Ô ô ô ô ô ô...

Muita pergunta e pouca solução antecipada. Prefiro pensar positivo que a vida não vai virar esse caos pós apocalíptico que alguns tem o prazer de pintar.  

Prefiro anunciar que está aberta a temporada dos Resorts!

De qualquer forma, partiu comprar: 

- Carrinho prático, leve e compacto;
- Mochila de maternidade;
- Bodys de piscina com proteção UV;
- Fraldas à prova d'água;
- Berço portátil;
- Franquia de bagagem extra;
- Etc, etc, etc... 

sábado, 27 de junho de 2020

Cayo Bolivar, na Colômbia





Um dos passeios mais fantásticos que já pude fazer numa viagem, sem sombra de dúvidas, foi em San Andres na Colômbia. O passeio maravilhoso em questão é para a ilhota, que no Caribe são chamadas de "cayo", de Cayo Bolivar. 

Quando for pesquisar, vai perceber que esse é um dos passeios mais caros de todos, tipo uns $110 por pessoa. Entretanto, não deixe que isso te desanime, porque valerá cada centavo essa experiência. 

Na época que fui, apenas 2 empresas faziam o serviço, por isso era muito importante reservar o passeio com antecedência pois há limite diário de pessoas.

De uma maneira geral as duas empresas saem juntas do pier, fazem todo trajeto juntas, e retornam juntas também no fim do dia. A diferença está no serviço, uma mais barata, conhecida como "Los Piratas" e outra mais cara e mais arrumadinha. 

Estávamos hospedadas no Hostel El Viajero e pedimos pra que fizessem a nossa reserva. Não sabíamos dessas diferenças e só descobrimos na hora. Deu tudo certo no final, mas hoje eu optaria em fazer o mais caro. 

O passeio inclui a ida para a ilha numa lancha rápida, passando pela ilha do farol, e depois chegando em Cayo Bolivar. É all inclusive de comida e bebida, aliás alguns passeios lá são assim. A gente fica o dia todo e no fim da tarde fazemos um mergulho de snorkel no lado superior da vegetação (ver foto) com um dos guias - aconselho levar seu próprio equipamento. 

Resumindo, foi um dia incrível porque o lugar é muito bonito e a praia tem essa cor maravilhosa padrão "Polinésia Francesa". 

O almoço é feito com os peixes que eles vão pescando na lancha durante o deslocamento. Tem uns lanches e bebidas a vontade nos coolers. Ou seja, leve umas comidas na bolsa caso tenha restrições alimentares.

Diferença entre as empresas: estrutura da lancha rápida, estrutura para almoço e infra de guarda-sol durante o dia. O Los Piratas era mais fraquinho em relação a essas coisas, ficamos improvisando sombras com nossas cangas e as palmeiras, e a comida também deixou a desejar. Em compensação eram bem divertidos e animados. 

Resumindo: não deixe de ir, leve muito protetor solar, equipamento de mergulho, comida, canga e uma câmera phoda pra tirar as melhores fotos da viagem. 

2020: Pelo que andei pesquisando, a ilha de Cayo Bolivar encontra-se temporariamente fechada para passeios para recuperação dos corais. Infelizmente o mal uso dos turistas acabou ocasionando o fechamento do local para que a natureza se recupere. Vamos torcer para que logo as coisas estejam melhores e que seja implantado o turismo consciente e sustentável. 


Cayo Bolivar - Colômbia                Viagem: 2014 (setembro)





Leia Também: 

Bogotá, na Colômbia





sábado, 20 de junho de 2020

Veganos em Las Vegas




Assim como em Nova Iorque, achamos opções veganas bastante interessantes em Las Vegas, na maioria das vezes, fomos direcionados pelo aplicativo Happy Cow que mostrava as opções que estavam ao nosso redor.

Éramos um grupinho muito complexo de pessoas a ser atendido: 1 vegano, 1 celíaco, 1 chata pra comer e 1 pessoa que comia de tudo. Ainda assim, tivemos experiências muito boas por lá. Vários restaurantes, mesmo não especializados, tinham um cardápio vegano específico lotado de opções interessantes (e não só saladas). 

Vou listar aqui apenas alguns dos locais que acho que vale a pena ressaltar. É claro que tem muito mais opções a serem exploradas. 

Nacho Daddy (Strip e Freemont Street)


Esse restaurante mexicano com certeza foi o "achado" da viagem porque era um dos que atendia a todas as frescuras alimentícias do grupo (e cada um saiu muito satisfeito). Não é especificamente vegano, mas tem um cardápio lotado de coisas, além de ser muito bem avaliado no aplicativo. Fomos pelo o menos umas três vezes nele, inclusive no jantar de despedida de Las Vegas. Não deixe de ir, sendo vegano ou não. E atente-se para a fila que vale cada segundo de espera. Fomos no que fica na Strip, perto do hotel Planet Hollywood, e no que fica na Freemont Street. 

The Pizza Press (no Fashion Show Mall na Strip)


Essa pizza também nos conquistou pois tinha opção para todos, além de ser individual (com pessoas com frescuras essa é melhor opção). O grande diferencial é que você pode montar completamente a sua pizza, no estilo Spoleto, começando pelas várias opções de massas. O preço também era muito acessível, ou seja, parada obrigatória. 


Beerhaus (no Hotel New York New York)


Esse bar/restaurante alemão, além de ter uns brinquedinhos de bar nas mesas (no estilo dos biergarten alemães), tinha cervejas artesanais e a opção de hotdog vegano. Só cuidado pra pedir um que não venha com muita pimenta, a não ser que você curta, é claro. 


Hussong's Mexican Cantina (no Mandalay Bay)


É um restaurante/bar mexicano que fica no shopping do hotel Mandalay Bay. O ambiente é ótimo e dizem que foi a família deles que inventou a marguerita, então não deixe de provar (eu gostei). Eles possuem um cardápio exclusivo de opções veganas e sem glúten. Tem muitos aperitivos/petiscos bacanas. Fizemos ali o esquenta para o show do Maroon 5. 



Leia também:
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 2)
Las Vegas: opções de bate-e-volta.
Ano Novo em Las Vegas.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Veganos em Nova Iorque




Não preciso nem gastar palavras para descrever a infinidade de opções veganas que a "Capital do Mundo" oferece, certo? Aliás, não só veganas, mas de todo leque das frescuras genéticas (intolerantes à lactose, alérgicos, cellíacos, etc) e socialmente adquiridas (chatos para comer). 

Nosso grupo era bem variado na viagem e vale a pena deixar bem claro o contexto antes de seguir: 

Matheus: vegano 
Tiago: celíaco (não pode com glúten)
Eu: chata para comer (cheia de limitações)
Núbia: come de tudo e da comida de todos

Pois bem, saiba que foram incríveis nossas experiências gastronômicas. Dá saudade só de lembrar...inclusive os melhores pratos eram os veganos (e olha que sou eu falando isso).

Para veganos a dica de ouro é baixar o aplicativo Happy Cow. Ele vai te dizer onde estarão os lugares com opções veganas ao seu redor. Nossas melhores experiências foram indicadas por ele. E olha que achar um lugar com opção vegana e sem glúten à primeira vista não parece tarefa fácil. Mas em NY tudo é possível, meu anjo.

Até o dog da barraquinha de rua era sem glúten...

Entre os achados veganos, os que se destacaram mais foram: 

The Veggie Grill (12 W 23rd St - na região do Flatiron Building)


Um restaurante em que o cardápio inteiro é vegano, de entrada, prato principal, lanches e sobremesa (uma raridade achar um exclusivo e poder comer sem medo). Tem um preço mega acessível e opções que qualquer vegano morreria de vontade de comer. O Matheus matou a vontade de um Mac&Cheese. Pena que só tem uma unidade em NY, mas pelo país há mais opções. 

Chelsea Market (75 9th Ave - perto do High Line Park)


O mercado do Chelsea é imperdível para qualquer pessoa, principalmente para os veganos que vão encontrar vários restaurantes com variedade de opções. Dica: não deixe de conhecer o restaurante Beyond Sushi. 



Esse restaurante também é diferenciado e tudo é vegano. Tem pelo o menos umas 6 unidades espalhadas por Manhattan. Conhecemos o que fica dentro do Chelsea Market. E mais uma vez, deu pra matar a vontade de comer o famigerado sushi que antes era o prato favorito do Math. 

Luanne's Wild Ginger (China Town)


Restaurante asiático que se não fosse o aplicativo passaria desapercebido, aliás, tem tanta opção de restaurante no China Town que é uma ansiedade total de querer entrar em todos. Fomos na unidade que fica na divisa entre o China Town e a Little Italy (Broome St com a Mulberry St). O ambiente é super pequeno, agradável e também tinha opções gluten free. Matheus comeu algo que vinha com "camarão", ninguém da mesa conseguiu identificar o que era, apenas aprovaram demais o prato (eleito um dos tops da viagem).



Sprinkles é uma bake shop que tem muitas opções de cupcakes, bolos e afins, tanto nas opções veganas, gluten free e tradicionais. Eu não sou muito fã de cupcake, mas a galera com restrições e que não têm muita oportunidade de comê-los em Brasília adorou. Eles tem várias unidades espalhadas por Manhattan, inclusive alguns "caixas-eletrônicos" de cupcake. 


É uma cafeteria bem charmosinha que está espalhada pela cidade e tem um grande diferencial: tem chocolate quente vegano. Não deixe de experimentar esse item raro de achar por aí. 



Quando for aos EUA não deixe de pesquisar se esses restaurantes existem na cidade que estiver visitando. Provavelmente a resposta é sim. O melhor de tudo é que os preços são iguais aos dos produtos tradicionais, diferente daqui em que geralmente são os itens mais caros dos cardápios. 

Depois de Nova Iorque, desembarcamos em Las Vegas e lá também experimentamos muita coisa boa que vale a pena conferir. 



Leia também:



sábado, 6 de junho de 2020

Balada em Las Vegas, nos Eua



Como nossa viagem foi um combo de natal (NY) + reveillón (Vegas), resolvemos deixar as baladas propriamente ditas para Las Vegas. 

A primeira coisa a ser dita é que são inúmeras opções (tivemos muita dificuldade). Eu vou focar o post nas opções mais "ortodoxas", mas vale lembrar que, pra quem tiver interesse, também há um vasto cardápio de boates de strip, inferninhos e afins. Inclusive, durante a noite você vai ver promoters oferecendo verdadeiras regalias para ir até elas (geralmente elas ficam fora da Strip). 

Em relação às outras "mais comerciais", também vão ter promoters distribuindo benesses, como entradas grátis até um horário definido e etc. Também podem colocar seus nomes numa lista, e aí lá você se identifica, pega a fila e entra. Ou seja, sempre pare e pegue os flyers pois eles vão te render ofertas legais para economizar dinheiro. 

A noite começa a partir da meia noite, porém, as filas monumentais começam bem cedo, tipo as 22h. São vários tipos de filas, e várias "peneiras" e "triagens" até você, de fato, entrar (isso é bem chato). Então chegue cedo porque não vai ter como evitar (a não ser que você seja mais um asiático trilhardário que perambula por Las Vegas). 

O face control rola de forma escancarada. Capriche muito no visual. Mulheres DEVEM usar salto e maquiagem, e homens DEVEM estar de calça e sapato sociais. Vai ter gente vestida de tudo que é jeito, afinal é Las Vegas, então capriche no look e não tenha vergonha de ousar. Pode beber na fila, mas recomendo ser discreto para não queimar seu filme e acabar sendo barrado. 

Outra dica para economizar é não ir de casaco de frio, mesmo sendo difícil no inverno, porque o guarda-volume vai custar a bagatela de $25 por peça. Eu usava o truque do casaco da Uniqlo que é dobrável e pode ser embutido numa capinha. Ou seja, fica parecendo uma bolsa quando você envolve a cordinha da capinha no pulso. 

Faça esquentas, não vá de cara limpa achando que vai beber até morrer lá dentro. Além de ser bem caro, o acesso aos bares é muito comprometido pelo número de pessoas por metro quadrado. Não tem como ficar bêbado também porque os seguranças logo expulsam as pessoas "alteradas" dos eventos, seja por bebida, droga, ciúme ou valentisses (homens ou mulheres). 

Os lounges e cercadinhos vips são todos pagos à parte (aliás, custam bem caro) e, nós pobres mortais, temos que manter certa distância que é delimitada com cordinhas. Dica: não crie qualquer tipo de desavença com as hostess porque elas se acham e por qualquer besteira pedem para algum segurança te expulsar.  

Nos banheiros, geralmente, vão ter aqueles profissionais de limpeza que vão esperar o tip (gorjeta) depois do seu xixi. No masculino, tinha tip de $100, pasme. Outro costume convencionado é dar o tip para o bartender que fizer seu drink ou entregar sua cerveja (tipo $1 ou $2 é suficiente).

Agora a maior dica do mundo é: NÃO pague para entrar nas baladas. Entre com antecedência no site (https://vegasplugg.com/) e coloque os nomes das pessoas, no dia e balada que quiserem. Depois é só correr para o abraço. Dá pra colocar os nomes nas baladas mais tops e nos dias mais especiais (tipo na Omnia e na Hakkasan).

Dependendo da época que for, os ingressos podem até estar custando preços pagáveis. Não custa acompanhar a programação nos sites. 

Coyote Ugly (Hotel New York New York)


É um bar no estilo do filme "Show Bar" em que as bartenders dançam em cima do balcão. Ele fica no hotel New York New York. Paga-se por pessoa para entrar (se não me engano, acho que $20). E é bem animado porque, apesar da vibe mais country, as músicas que tocam são bem comerciais e transitam em vários estilos. Tem muito homem por causa das dançarinas e muita mulher porque é um lugar massa pra zoar com as amigas, fazer a despedida de solteira, beber uns shots de graça e também dançar no balcão. Inclusive tem uma parte do teto cheia de sutiens pendurados pois acontece uma competição pra ver quem tira o dito cujo no ato e consegue jogá-lo e engarranchá-lo no teto. É um ótimo lugar para fazer um esquenta, ou dependendo do seu grau, finalizar a noite lá mesmo. 


Omnia Nightclub (Hotel Caesar's Palace)


Essa foi a balada que escolhemos para passar a virada do ano, na ocasião rolou o dj Calvin Harris. Ela fica no Hotel Caesar's Palace e do lado de fora a gente não consegue se dar conta do vai encontrar lá dentro. Como está numa maravilhosa localização, bem no meio da Strip, seu ambiente externo, no terraço, oferece uma vista linda da principal rua de Las Vegas além de ter uma programação musical diferente do palco principal (no inverno tinham aquecedores e lounges com sofázinhos). Na parte indoor, acredito que tinham mais 3 espaços independentes, um com música mais latina, outro com música eletrônia, e o outro com Cavin Harris. Todos os espaços estavam bem lotados, não dava pra ficar transitando. A gente só conheceu esses outros ambientes quando decidimos ir embora (e tudo ainda estava longe de acabar). Com certeza essa foi uma das baladas mais bonitas que já pude estar. Padrão Ibiza. O teto (foto) era muito louco e fazia uns paranauê, desciam acrobatas e mulheres do teto...sem mais spoilers!


TAO Nightclub (Hotel The Venetian)


A TAO é uma balada que mais cedo funciona como restaurante e é toda decorada no estilo asiático (tem um mega Buda na entrada). Entramos todos de graça, inclusive os homens, e ainda era openbar até meia noite para as mulheres (o site das listas realmente funciona). Fomos só pra balada e aproveitamos o openbar (as bebidas estavam um pouquinho mais fortes que as dos resorts de Cancún). A música era bem boa, toca meio que de tudo, pouco reggaton e muita muita black. Apesar de ter apenas um ambiente, tem uma varanda legal com vista para "Piazza di San Pietro" do hotel. 



Observação: Em uma das noites íamos no hotel nos arrumar para a balada Hakassan mas acabou que não deu tempo e fomos direto da rua. Na fila, depois da segunda triagem, o segurança disse que o Matheus não ia poder entrar com a calça jeans. Acabamos indo embora e o Casal Net curtiu a festa (e gostaram bastante). Fica a dica!


quarta-feira, 3 de junho de 2020

Natal em Las vegas



Apesar da gente ter passado o Natal em Nova Iorque, quando chegamos em Vegas para o reveillón ainda tinha uma série de coisas de natalinas no ar.

Como já disse é possível levar as crianças para patinar no gelo no Cosmopolitan Hotel (eles estavam abertos na semana do ano novo). Pelo que vi na internet, também tem pistas nos hoteis The Venetian e o Palazzo, mas confesso não ter visto essas funcionando.

Já as decorações de Natal mais espetaculares estavam nos cassinos do Bellagio e Wynn. E na frente do hotel New York New York também tinha várias luzes e esculturas brilhantes de acordo com o tema. 

Fica dica também de gastar os dias subsequentes ao natal para ver as promoções nos outlets, lembrando que Las Vegas possui dois deles:

Las Vegas North Premium Outlets: ao ar livre (considere as condições climáticas), maior e um pouco mais longe da Strip (20 min de carro).

Outlet Premium South: ambiente fechado (com ar condicionado), menor e perto da Strip.

Outras opções são os shows que com certeza vão estar temáticos. É só escolher e curtir. Ah, e não esqueça dos casacos de frio!



Leia também:
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)
Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 2)
Las Vegas: opções de bate-e-volta.
Ano Novo em Las Vegas.
Las Vegas: opções de bate-e-volta.
Como escolher seu hotel em Las Vegas.

Tauá Resort Alexânia: vale a pena ir?

Eu disse que a temporada de resorts tava aberta...senta aí que lá vem experiência nova pra contar! Conhecemos o novíssimo Tauá Resort Alexân...