sábado, 27 de junho de 2020

Cayo Bolivar, na Colômbia





Um dos passeios mais fantásticos que já pude fazer numa viagem, sem sombra de dúvidas, foi em San Andres na Colômbia. O passeio maravilhoso em questão é para a ilhota, que no Caribe são chamadas de "cayo", de Cayo Bolivar. 

Quando for pesquisar, vai perceber que esse é um dos passeios mais caros de todos, tipo uns $110 por pessoa. Entretanto, não deixe que isso te desanime, porque valerá cada centavo essa experiência. 

Na época que fui, apenas 2 empresas faziam o serviço, por isso era muito importante reservar o passeio com antecedência pois há limite diário de pessoas.

De uma maneira geral as duas empresas saem juntas do pier, fazem todo trajeto juntas, e retornam juntas também no fim do dia. A diferença está no serviço, uma mais barata, conhecida como "Los Piratas" e outra mais cara e mais arrumadinha. 

Estávamos hospedadas no Hostel El Viajero e pedimos pra que fizessem a nossa reserva. Não sabíamos dessas diferenças e só descobrimos na hora. Deu tudo certo no final, mas hoje eu optaria em fazer o mais caro. 

O passeio inclui a ida para a ilha numa lancha rápida, passando pela ilha do farol, e depois chegando em Cayo Bolivar. É all inclusive de comida e bebida, aliás alguns passeios lá são assim. A gente fica o dia todo e no fim da tarde fazemos um mergulho de snorkel no lado superior da vegetação (ver foto) com um dos guias - aconselho levar seu próprio equipamento. 

Resumindo, foi um dia incrível porque o lugar é muito bonito e a praia tem essa cor maravilhosa padrão "Polinésia Francesa". 

O almoço é feito com os peixes que eles vão pescando na lancha durante o deslocamento. Tem uns lanches e bebidas a vontade nos coolers. Ou seja, leve umas comidas na bolsa caso tenha restrições alimentares.

Diferença entre as empresas: estrutura da lancha rápida, estrutura para almoço e infra de guarda-sol durante o dia. O Los Piratas era mais fraquinho em relação a essas coisas, ficamos improvisando sombras com nossas cangas e as palmeiras, e a comida também deixou a desejar. Em compensação eram bem divertidos e animados. 

Resumindo: não deixe de ir, leve muito protetor solar, equipamento de mergulho, comida, canga e uma câmera phoda pra tirar as melhores fotos da viagem. 

2020: Pelo que andei pesquisando, a ilha de Cayo Bolivar encontra-se temporariamente fechada para passeios para recuperação dos corais. Infelizmente o mal uso dos turistas acabou ocasionando o fechamento do local para que a natureza se recupere. Vamos torcer para que logo as coisas estejam melhores e que seja implantado o turismo consciente e sustentável. 


Cayo Bolivar - Colômbia                Viagem: 2014 (setembro)





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Bogotá, na Colômbia





sábado, 20 de junho de 2020

Veganos em Las Vegas




Assim como em Nova Iorque, achamos opções veganas bastante interessantes em Las Vegas, na maioria das vezes, fomos direcionados pelo aplicativo Happy Cow que mostrava as opções que estavam ao nosso redor.

Éramos um grupinho muito complexo de pessoas a ser atendido: 1 vegano, 1 celíaco, 1 chata pra comer e 1 pessoa que comia de tudo. Ainda assim, tivemos experiências muito boas por lá. Vários restaurantes, mesmo não especializados, tinham um cardápio vegano específico lotado de opções interessantes (e não só saladas). 

Vou listar aqui apenas alguns dos locais que acho que vale a pena ressaltar. É claro que tem muito mais opções a serem exploradas. 

Nacho Daddy (Strip e Freemont Street)


Esse restaurante mexicano com certeza foi o "achado" da viagem porque era um dos que atendia a todas as frescuras alimentícias do grupo (e cada um saiu muito satisfeito). Não é especificamente vegano, mas tem um cardápio lotado de coisas, além de ser muito bem avaliado no aplicativo. Fomos pelo o menos umas três vezes nele, inclusive no jantar de despedida de Las Vegas. Não deixe de ir, sendo vegano ou não. E atente-se para a fila que vale cada segundo de espera. Fomos no que fica na Strip, perto do hotel Planet Hollywood, e no que fica na Freemont Street. 

The Pizza Press (no Fashion Show Mall na Strip)


Essa pizza também nos conquistou pois tinha opção para todos, além de ser individual (com pessoas com frescuras essa é melhor opção). O grande diferencial é que você pode montar completamente a sua pizza, no estilo Spoleto, começando pelas várias opções de massas. O preço também era muito acessível, ou seja, parada obrigatória. 


Beerhaus (no Hotel New York New York)


Esse bar/restaurante alemão, além de ter uns brinquedinhos de bar nas mesas (no estilo dos biergarten alemães), tinha cervejas artesanais e a opção de hotdog vegano. Só cuidado pra pedir um que não venha com muita pimenta, a não ser que você curta, é claro. 


Hussong's Mexican Cantina (no Mandalay Bay)


É um restaurante/bar mexicano que fica no shopping do hotel Mandalay Bay. O ambiente é ótimo e dizem que foi a família deles que inventou a marguerita, então não deixe de provar (eu gostei). Eles possuem um cardápio exclusivo de opções veganas e sem glúten. Tem muitos aperitivos/petiscos bacanas. Fizemos ali o esquenta para o show do Maroon 5. 



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terça-feira, 16 de junho de 2020

Veganos em Nova Iorque




Não preciso nem gastar palavras para descrever a infinidade de opções veganas que a "Capital do Mundo" oferece, certo? Aliás, não só veganas, mas de todo leque das frescuras genéticas (intolerantes à lactose, alérgicos, cellíacos, etc) e socialmente adquiridas (chatos para comer). 

Nosso grupo era bem variado na viagem e vale a pena deixar bem claro o contexto antes de seguir: 

Matheus: vegano 
Tiago: celíaco (não pode com glúten)
Eu: chata para comer (cheia de limitações)
Núbia: come de tudo e da comida de todos

Pois bem, saiba que foram incríveis nossas experiências gastronômicas. Dá saudade só de lembrar...inclusive os melhores pratos eram os veganos (e olha que sou eu falando isso).

Para veganos a dica de ouro é baixar o aplicativo Happy Cow. Ele vai te dizer onde estarão os lugares com opções veganas ao seu redor. Nossas melhores experiências foram indicadas por ele. E olha que achar um lugar com opção vegana e sem glúten à primeira vista não parece tarefa fácil. Mas em NY tudo é possível, meu anjo.

Até o dog da barraquinha de rua era sem glúten...

Entre os achados veganos, os que se destacaram mais foram: 

The Veggie Grill (12 W 23rd St - na região do Flatiron Building)


Um restaurante em que o cardápio inteiro é vegano, de entrada, prato principal, lanches e sobremesa (uma raridade achar um exclusivo e poder comer sem medo). Tem um preço mega acessível e opções que qualquer vegano morreria de vontade de comer. O Matheus matou a vontade de um Mac&Cheese. Pena que só tem uma unidade em NY, mas pelo país há mais opções. 

Chelsea Market (75 9th Ave - perto do High Line Park)


O mercado do Chelsea é imperdível para qualquer pessoa, principalmente para os veganos que vão encontrar vários restaurantes com variedade de opções. Dica: não deixe de conhecer o restaurante Beyond Sushi. 



Esse restaurante também é diferenciado e tudo é vegano. Tem pelo o menos umas 6 unidades espalhadas por Manhattan. Conhecemos o que fica dentro do Chelsea Market. E mais uma vez, deu pra matar a vontade de comer o famigerado sushi que antes era o prato favorito do Math. 

Luanne's Wild Ginger (China Town)


Restaurante asiático que se não fosse o aplicativo passaria desapercebido, aliás, tem tanta opção de restaurante no China Town que é uma ansiedade total de querer entrar em todos. Fomos na unidade que fica na divisa entre o China Town e a Little Italy (Broome St com a Mulberry St). O ambiente é super pequeno, agradável e também tinha opções gluten free. Matheus comeu algo que vinha com "camarão", ninguém da mesa conseguiu identificar o que era, apenas aprovaram demais o prato (eleito um dos tops da viagem).



Sprinkles é uma bake shop que tem muitas opções de cupcakes, bolos e afins, tanto nas opções veganas, gluten free e tradicionais. Eu não sou muito fã de cupcake, mas a galera com restrições e que não têm muita oportunidade de comê-los em Brasília adorou. Eles tem várias unidades espalhadas por Manhattan, inclusive alguns "caixas-eletrônicos" de cupcake. 


É uma cafeteria bem charmosinha que está espalhada pela cidade e tem um grande diferencial: tem chocolate quente vegano. Não deixe de experimentar esse item raro de achar por aí. 



Quando for aos EUA não deixe de pesquisar se esses restaurantes existem na cidade que estiver visitando. Provavelmente a resposta é sim. O melhor de tudo é que os preços são iguais aos dos produtos tradicionais, diferente daqui em que geralmente são os itens mais caros dos cardápios. 

Depois de Nova Iorque, desembarcamos em Las Vegas e lá também experimentamos muita coisa boa que vale a pena conferir. 



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sábado, 6 de junho de 2020

Balada em Las Vegas, nos Eua



Como nossa viagem foi um combo de natal (NY) + reveillón (Vegas), resolvemos deixar as baladas propriamente ditas para Las Vegas. 

A primeira coisa a ser dita é que são inúmeras opções (tivemos muita dificuldade). Eu vou focar o post nas opções mais "ortodoxas", mas vale lembrar que, pra quem tiver interesse, também há um vasto cardápio de boates de strip, inferninhos e afins. Inclusive, durante a noite você vai ver promoters oferecendo verdadeiras regalias para ir até elas (geralmente elas ficam fora da Strip). 

Em relação às outras "mais comerciais", também vão ter promoters distribuindo benesses, como entradas grátis até um horário definido e etc. Também podem colocar seus nomes numa lista, e aí lá você se identifica, pega a fila e entra. Ou seja, sempre pare e pegue os flyers pois eles vão te render ofertas legais para economizar dinheiro. 

A noite começa a partir da meia noite, porém, as filas monumentais começam bem cedo, tipo as 22h. São vários tipos de filas, e várias "peneiras" e "triagens" até você, de fato, entrar (isso é bem chato). Então chegue cedo porque não vai ter como evitar (a não ser que você seja mais um asiático trilhardário que perambula por Las Vegas). 

O face control rola de forma escancarada. Capriche muito no visual. Mulheres DEVEM usar salto e maquiagem, e homens DEVEM estar de calça e sapato sociais. Vai ter gente vestida de tudo que é jeito, afinal é Las Vegas, então capriche no look e não tenha vergonha de ousar. Pode beber na fila, mas recomendo ser discreto para não queimar seu filme e acabar sendo barrado. 

Outra dica para economizar é não ir de casaco de frio, mesmo sendo difícil no inverno, porque o guarda-volume vai custar a bagatela de $25 por peça. Eu usava o truque do casaco da Uniqlo que é dobrável e pode ser embutido numa capinha. Ou seja, fica parecendo uma bolsa quando você envolve a cordinha da capinha no pulso. 

Faça esquentas, não vá de cara limpa achando que vai beber até morrer lá dentro. Além de ser bem caro, o acesso aos bares é muito comprometido pelo número de pessoas por metro quadrado. Não tem como ficar bêbado também porque os seguranças logo expulsam as pessoas "alteradas" dos eventos, seja por bebida, droga, ciúme ou valentisses (homens ou mulheres). 

Os lounges e cercadinhos vips são todos pagos à parte (aliás, custam bem caro) e, nós pobres mortais, temos que manter certa distância que é delimitada com cordinhas. Dica: não crie qualquer tipo de desavença com as hostess porque elas se acham e por qualquer besteira pedem para algum segurança te expulsar.  

Nos banheiros, geralmente, vão ter aqueles profissionais de limpeza que vão esperar o tip (gorjeta) depois do seu xixi. No masculino, tinha tip de $100, pasme. Outro costume convencionado é dar o tip para o bartender que fizer seu drink ou entregar sua cerveja (tipo $1 ou $2 é suficiente).

Agora a maior dica do mundo é: NÃO pague para entrar nas baladas. Entre com antecedência no site (https://vegasplugg.com/) e coloque os nomes das pessoas, no dia e balada que quiserem. Depois é só correr para o abraço. Dá pra colocar os nomes nas baladas mais tops e nos dias mais especiais (tipo na Omnia e na Hakkasan).

Dependendo da época que for, os ingressos podem até estar custando preços pagáveis. Não custa acompanhar a programação nos sites. 

Coyote Ugly (Hotel New York New York)


É um bar no estilo do filme "Show Bar" em que as bartenders dançam em cima do balcão. Ele fica no hotel New York New York. Paga-se por pessoa para entrar (se não me engano, acho que $20). E é bem animado porque, apesar da vibe mais country, as músicas que tocam são bem comerciais e transitam em vários estilos. Tem muito homem por causa das dançarinas e muita mulher porque é um lugar massa pra zoar com as amigas, fazer a despedida de solteira, beber uns shots de graça e também dançar no balcão. Inclusive tem uma parte do teto cheia de sutiens pendurados pois acontece uma competição pra ver quem tira o dito cujo no ato e consegue jogá-lo e engarranchá-lo no teto. É um ótimo lugar para fazer um esquenta, ou dependendo do seu grau, finalizar a noite lá mesmo. 


Omnia Nightclub (Hotel Caesar's Palace)


Essa foi a balada que escolhemos para passar a virada do ano, na ocasião rolou o dj Calvin Harris. Ela fica no Hotel Caesar's Palace e do lado de fora a gente não consegue se dar conta do vai encontrar lá dentro. Como está numa maravilhosa localização, bem no meio da Strip, seu ambiente externo, no terraço, oferece uma vista linda da principal rua de Las Vegas além de ter uma programação musical diferente do palco principal (no inverno tinham aquecedores e lounges com sofázinhos). Na parte indoor, acredito que tinham mais 3 espaços independentes, um com música mais latina, outro com música eletrônia, e o outro com Cavin Harris. Todos os espaços estavam bem lotados, não dava pra ficar transitando. A gente só conheceu esses outros ambientes quando decidimos ir embora (e tudo ainda estava longe de acabar). Com certeza essa foi uma das baladas mais bonitas que já pude estar. Padrão Ibiza. O teto (foto) era muito louco e fazia uns paranauê, desciam acrobatas e mulheres do teto...sem mais spoilers!


TAO Nightclub (Hotel The Venetian)


A TAO é uma balada que mais cedo funciona como restaurante e é toda decorada no estilo asiático (tem um mega Buda na entrada). Entramos todos de graça, inclusive os homens, e ainda era openbar até meia noite para as mulheres (o site das listas realmente funciona). Fomos só pra balada e aproveitamos o openbar (as bebidas estavam um pouquinho mais fortes que as dos resorts de Cancún). A música era bem boa, toca meio que de tudo, pouco reggaton e muita muita black. Apesar de ter apenas um ambiente, tem uma varanda legal com vista para "Piazza di San Pietro" do hotel. 



Observação: Em uma das noites íamos no hotel nos arrumar para a balada Hakassan mas acabou que não deu tempo e fomos direto da rua. Na fila, depois da segunda triagem, o segurança disse que o Matheus não ia poder entrar com a calça jeans. Acabamos indo embora e o Casal Net curtiu a festa (e gostaram bastante). Fica a dica!


quarta-feira, 3 de junho de 2020

Natal em Las vegas



Apesar da gente ter passado o Natal em Nova Iorque, quando chegamos em Vegas para o reveillón ainda tinha uma série de coisas de natalinas no ar.

Como já disse é possível levar as crianças para patinar no gelo no Cosmopolitan Hotel (eles estavam abertos na semana do ano novo). Pelo que vi na internet, também tem pistas nos hoteis The Venetian e o Palazzo, mas confesso não ter visto essas funcionando.

Já as decorações de Natal mais espetaculares estavam nos cassinos do Bellagio e Wynn. E na frente do hotel New York New York também tinha várias luzes e esculturas brilhantes de acordo com o tema. 

Fica dica também de gastar os dias subsequentes ao natal para ver as promoções nos outlets, lembrando que Las Vegas possui dois deles:

Las Vegas North Premium Outlets: ao ar livre (considere as condições climáticas), maior e um pouco mais longe da Strip (20 min de carro).

Outlet Premium South: ambiente fechado (com ar condicionado), menor e perto da Strip.

Outras opções são os shows que com certeza vão estar temáticos. É só escolher e curtir. Ah, e não esqueça dos casacos de frio!



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Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)
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Las Vegas: opções de bate-e-volta.
Ano Novo em Las Vegas.
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Como escolher seu hotel em Las Vegas.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Las Vegas com crianças


Antes de qualquer coisa, é preciso ressaltar que a dinâmica da viagem com crianças à Vegas será diretamente impactada pela época do ano em que for feita a viagem, ou seja, se estará frio ou calor. 

Ressalta-se que vou me ater nesse post sobre a minha experiência no inverno (dezembro/janeiro). 

Não sei você, mas os americanos simplesmente não mudam os planos deles em virtude das crianças. É cultural. Caso você esteja escalando o Everest, com certeza será ultrapassado por uma família americana com no mínimo 3 filhos. Depois da invenção da cadeira de rodas elétrica e dos carrinhos de bebê/crianças-grande-demais-pra-isso, ninguém segura eles! Isso tudo foi pra dizer que você vai ver crianças para caraca para todo lado que for. Eu confesso que eu e meu imaginário de "Las Vegas a Cidade do Pecado" ficamos bem surpresos. As crianças e o pecado convivem bem por lá. 

Sobre a hospedagem, aconselharia um hotel mais novo e com uma ventilação mais moderna pois, no caso de seus filhos terem problemas respiratórios, as coisas podem complicar. Isso porque os cassinos, áreas comuns e quartos são todos revestidos em carpete. Então imagina o carpete fechado num ambiente onde é permitido fumar? Aliás, não vai ter muito como fugir dessa realidade, visto que a rotina turística consiste no entra e sai dos cassinos dos vários hoteis. Reforce o kit remédios da garotada. 

Dica: O Hotel Vdara é 100% não-fumante. 

No inverno, eu aconselho levar as crianças na pista de patinação no gelo que fica no terraço do The Cosmopolitan Hotel. A vista é linda e a pista é pensada nas crianças mesmo. Outra atração é o Hotel Circus Circus que tem um quantitativo enorme de máquinas de jogos eletrônicos indoor, bem como um parque temático com montanha-russa e tudo. 

Nos outros hoteis você vai acabar achando atrações para ocupar o tempo dos pequenos. No Mandalay Bay tem o aquário Shark Reef e o parque aquático Mandalay Beach, no hotel The Mirage está o Siegfried & Roy’s Secret Garden and Dolphin Habitat (não indico passeios com animais), tem a montanha-russa do Hotel New York New York, no Hotel Flamingo está a atração Wildlife Habitat (não indico passeios com animais), o show Tournament of Kings no Hotel Excalibur, no Hotel MGM Grand está o restaurante Rainforest Cafe, etc. Se for o caso, também dá pra levar a família para esquiar na neve.

No verão tem hoteis com uma estrutura de piscinas espetaculares como o MGM Grand, The Flamingo e o Mandalay Bay. Você também vai encontrar um parque Wet n’Wild.

Já os shows serão boas opções para qualquer época do ano, então é só escolher entre as várias opções e se divertir. Uma dica é o espetáculo "Love" do Cirque di Solei.



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Las Vegas, nos Estados Unidos (Parte 1)
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Las Vegas: opções de bate-e-volta.
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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Ano Novo em Las Vegas


Depois do Natal em Nova Iorque, decidimos voar para Las Vegas para curtir o reveillón. Plano ousado e cheio de expectativas. 

Primeiramente, a dica é reservar tudo com antecedência porque os preços vão estar inflados, inclusive os de hospedagem. Os shows vão estar cheios e é bom garantir lugares decentes comprando tudo o quanto antes. Até porque você vai precisar de tempo pra escolher em quais ir devido às inúmeras opções. 

Pesquisamos demais nossas opções para a virada do ano. Muita coisa girava em torno de jantares e festa (tipo no restaurante na Torre Eiffel) ou a festa privada na Freemont Street (aquela rua com teto de led gigante). Descartamos a Freemont poque vimos uns vídeos e achamos que a faixa etária do público não estava muito alinhada com a nossa (pessoas de 40+). 

Focamos nas baladas que ofereciam pacotes de reveillón especiais (caros, porém especiais). E com essa decisão, abrimos mão de ver os fogos na rua (fique atento que depois da queima acaba o auê). A partir de certo horário a polícia fecha a Strip que vira um fervo de pedestres (é permitido beber na rua). Isso porque precisaríamos entrar na balada com certa antecedência para garantir um lugar digno por lá. 

Compramos a festa de ano novo com Calvin Harris na balada Omnia que fica no Caesar Palace. Adquirimos um combo de 2 ingressos + $ 100 de crédito de consumo. Tentamos pesquisar quanto custariam os drinks pra ter uma ideia de valores. E as informações eram bem desanimadoras de que custavam muito caro, tipo mais de $40, e além do mais, o acesso aos bares era bem complicado devido ao número de pessoas. Enfim, nos preparamos para o caos. 

Eis que o plano foi: jantamos em algum restaurante no Caesar Palace e retiramos nossos ingressos na balada. Fomos nos arrumar no hotel (estávamos no Paris, indo por dentro, saimos no Hotel Ballys que está praticamente em frente ao Caesar, era só atravessar a rua). Eu e Núbia planejamos não ir com muitas roupas/casaco (fazia um frio da gota serena) pra não precisarmos pagar pelo guarda volumes da balada (que custava tipo $25). Pra isso, precisávamos estar um pouco "calibradas", aliás, todos precisavam devido aos preços da balada. Fizemos um pistop na farmácia Walgreens (em Vegas é tipo o mercado de conveniência) e compramos uma garrafinha de Jack Daniels e sprite e fizemos nosso "esquenta" na rua devido às piriguetes do grupo que não queriam morrer de hipotermia. 

Chegamos e pegamos uma fila básica pra entrar, bom que fomos tomando nossos drinks. Entramos que fomos conhecer todos os vários ambientes da balada. Inclusive, um deles era no terraço que tinha uma vista maravilhosa da Strip. Não ficamos lá porque, apesar dos aquecedores, estava fazendo muito frio, queríamos garantir nossos lugares na pista do Calvin Harris. 

Depois do reconhecimento do perímetro, fomos ao bar gastar nosso rico bônus de $ 100 por casal. Deu pra comprar um drink pra cada num baita copo de acrílico, tipo um ovomaltine grande do Bob's. Onde lê-se "drink", leia-se "uísque ou gim com refrigerante de limão". Fechamos nosso copo do Bob's (tinha tampa, canudo e tudo) e fomos pra pista. A gente sabia que não ia conseguir voltar ao bar, pois cada vez mais ficava lotado, e no máximo iríamos conseguir chegar ao banheiro. A meta foi beber devagar o "milkshake" pra evitar o xixi e ter que comprar mais. Sinceramente, o barman fez tão caprichado que tinha muuuito álcool, durou tranquilamente a noite toda. Pudera, cada copinho custou uns 50 dólares. 

Resumindo, foi um show do Calvin Harris com todos os sucessos dele e uns paranauê de efeitos especiais, principalmente, na contagem e virada de ano. Luzes, papel picado, mulheres penduradas e a p**** toda. Era bem chato ir no banheiro, a gente tinha que explicar para os seguranças, mostrar nosso grupo e rezar pra ele deixar a gente ir e depois voltar pra dentro da cordinha da pista de boas. Era tanta gente que quando saia alguém essa pessoa não era liberada pra voltar. Meu pé começou a doer no sapato novo (comprei um salto com medo do dress code), e inesperadamente achei um chinelo no chão (what?!). E as pessoas que brigavam ou respondiam rispidamente os seguranças ou as hostess eram expulsas do evento sem cerimônias. 

Eu achei legal, mas acredito que tenha sido apenas mais um dia "normal" de festa numa balada qualquer daquelas (o que já é uma experiência bem diferente). Como já disse anteriormente, as melhores festas e conceitos de reveillón estão no Brasil. 

Veja o relato de reveillón em Nova Iorque.
Veja o relato de reveillón em Punta del Este.
Veja o relato de reveillón em Copacabana.


Leia também: 

Cayo Bolivar, na Colômbia

Um dos passeios mais fantásticos que já pude fazer numa viagem, sem sombra de dúvidas, foi em San Andres na Colômbia . O passeio maravilhos...