Espanha: Spain, sem pain!



Cheguei....cheguei de mais uma viagem impressionante. Impressionante pelo que vi, pelo que conheci e aprovei. Mais uma viagem até o velho continente, uma viagem minuciosa por uma série de cidades (não todas) da linda Espanha. Um país de uma diversidade descomunal, de proporções continentais, e que nem todos sabem, mas também possui uma Família Real até hoje. Eu confesso que sempre tive vontade de ir até lá, muita coisa me motivava: as histórias e fotos de pessoas que já foram, vídeos ou programas na TV e até o destaque dela no mapa múndi. Incentivos nunca faltaram, talvez uma oportunidade. Problema que foi devidamente, e ao seu tempo, resolvido.

Falando um pouco do que conheci daquele país, preciso dizer que me surpreendeu muito apesar da língua não ser tão assustadora assim. Na verdade mais ou menos, surgiram pelo caminho dezenas delas além do espanhol, como o castelhano, o valenciano, catalão...É possível sentir nas ruas o clima separatista que a Catalunya (cuja capital é  Barcelona) tem em relação ao resto do país. 


As comidas eram ótimas – para a minha alegria –, o clima (verão) mais gostoso ainda – achei que fosse sofrer muito com as temperaturas tão elevadas – e as pessoas temperamentais de acordo com a região e o clima de onde viviam. Minha companhia de viagem foi ótima, e tenho certeza que isso colaborou muito.


Por quase todas as cidades é possível encher sua garrafinha de água pelos bebedouros públicos. A maior atração dos bares são as cañas e os tapas (chope e petiscos) que são vendidos por um preço irrisório. Em alguns, basta pedir o chope que os tapas vem de graça. Também existe uma variedade tremenda de presuntos, os jamóns. Muitos montaditos e bocadillos (sanduíches) são feitos com eles (ibérico, serrano e york). Não se esqueça de pedir chupiscos nas baladas e restaurantes, são shots de bebidas que variam de cidade para  cidade. 


Não se esqueça de levar para a viagem sua carteirinha de estudante (a internacional ou a comum). Em praticamente todos os lugares que fomos, que cobrava a entrada, nossas carteirinhas regulares do Brasil foram aceitas e pagamos bem mais barato.


Resumindo, foi o máximo fazer uma imersão radical dentro da variedade artística que cada pedacinho da Espanha nos revela, como os trabalhos de Gaudí e Miró, a inspiração de muitas construções góticas e árabes, as cidades muradas e as portas antigas medievais, o clima exalado pelo ritmo flamenco e cigano, as várias igrejas e catedrais que não cansam de nos tirar o fôlego, a riqueza de alguns dos museus mais importantes do mundo, a modernidade surreal da arquitetura de Calatrava, a animação noturna exemplo para o mundo todo, as muitas praças e praias banhadas pelas deliciosas águas do Mediterrâneo (e do Atlântico ao norte do país).


Se eu indico? Completamente. A Espanha é um país completo: tem tudo a oferecer!


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