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Mostrando postagens de Julho, 2012

Expectativas: Aline

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Acho justo também escrever um pouco sobre a ansiedade do pré-embarque para a minha próxima viagem que será para um local desconhecido para mim e que, ainda por cima, será a primeira saída do país da minha companheira Núbia Blue Eyes. Primeiro de tudo, acho muito fino ela fazer a estréia do passaporte com um carimbo europeu, não é para qualquer um não. Tem muita gente por ai que se gaba de ter ido para o Paraguai. 
Eu sempre digo e repito que não sou, não mesmo, a A-CVC (Aline + CVC). Eu procuro fazer o mínimo de planejamento (o suficiente para a viagem acontecer). Entrando no clima da monografia da Núbia em estatística, tenho que confessar que minha ansiedade (x) se resume à fórmula: x= x(y+z), em que, “y” é a minha normal ansiedade nas vésperas de encarar um destino desconhecido aliado com a montanha-russa de expectativas e o medo (sim, o medo). E “z” equivale a ansiedade em acompanhá-la nessa aventura que vai marcar a sua vida e tentar fazer o possível, com tudo que está ao meu alc…

Próxima senha: Núbia

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Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece, e em se tratando de viagens eu seria mais específica e diria que, uma boa viagem, a gente nunca esquece. Daqui há exatos 10 dias eu estou partindo rumo a minha primeira viagem internacional e meu objetivo nesse post é dividir com vocês o que estou sentindo no momento.

Aqui dentro tem uma mistura de vários sentimentos: ansiedade, emoção, saudade antecipada dos que não vão e medo. Sim, medo! Que atire o primeiro passaporte quem nunca sentiu medo do desconhecido. E se o cara da imigração não for com a minha cara? E se eu não conseguir carregar minha mochila? E se eu comer algo que não me fizer bem? E se eu adoecer e perder vários dias? E se meu dinheiro não for suficiente? Mas é justamente isso, o desconhecido, que me motiva a botar minha mochila (ainda não adquirida) nas costas e pegar o próximo vôo para o outro continente.

Muita gente me perguntou: “Mas porque você vai para outro país?”, “O Brasil tem lugares tão lindos!” Realmente, eu c…

Caso: Andando nas ruas de Bruxelas...

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Da Série Cuidado na Estrada!

Chegou a nossa primeira noite em Bruxelas, na Bélgica. Eu estava animada para sair e ver o que tinha que ser visto afinal ali é a terra do épico e tão aguardado por mim: Tomorrowland. Na pesquisa de preparação da viagem eu não tinha achado nenhum nome de festa ou boate específica. A missão era descobrir isso no hostel com os funcionários, com o pessoal hospedado ou, ainda, com pessoas que cruzassem nosso caminho pelas ruas “bruxelezesas”.
Eu tinha anotado apenas o nome de uma praça (Place Saint Géry), que tem vários restaurantes e barzinhos nos seus arredores. Pensamos em como nos deslocarmos para o tal reduto da boêmia, de táxi ou metrô? Tinha uma estação meio próxima do hostel e o acesso se dava por uma das ruas mais movimentadas, então não hesitamos em usar esse meio de transporte.
O detalhe é que como já era noite, a rua “movimentada” estava completamente deserta, tudo fechado e só com pessoas de índole duvidosa perambulando na área. Era tipo o Seto…

Balada em Lisboa, em Portugal

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O esquema de baladas em Lisboa, chamadas de discotecas, funciona assim: por volta das 21h todos vão para as ruazinhas do Bairro Alto que bombam de quinta a domingo. Você entra em vários bares, pede uma bebida aqui, outra ali. Fica na rua de paralelepípedos, conhece gente, joga conversa fora...esse é o clima, nada de mesinhas! É um estilo meio Diamantina. Confesso que não marquei na lembrança nenhum nome específico pois entramos em vários deles. Mas não tem como se perder, vai ter muita gente nas ruas e travessas (Travessa Rua da Flor, Rua Atalaia, Rua da Barroca, etc). Procure experimentar a Ginja (um licor da fruta ginja típica da região) e um drink-shot chamado “moranguito” (uma mistura perfeita de tequila, batida de coco entre outros) que conheci por aquelas bandas. As bebidas são incrivelmente baratas, por exemplo: meio litro de caipirosca sai por 4 euros. Por volta das 3h da manhã a galera toda pega um táxi e vai direto para as baladas propriamente ditas. Resumindo: é muito bom!…

Balada em Miami, nos EUA

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Talvez nem todos saibam, mas a noite de Miami é tão divertida, interessante e produtiva quanto seus shoppings e outlets. Muita gente infelizmente só gasta tempo e dinheiro em Miami fazendo compras, algo que eu entendo perfeitamente, mas acho que vale muito a pena conhecer a praia e, principalmente, a vida noturna dessa cidade.
Pois bem, você pode optar por vários perfis de entretenimento noturno. Na zona central de Miami Beach estão os clubs mais glamurosos e que atraem um público mais “Miami Beach de ser”. Pessoas mega arrumadas, com grana no bolso para reservarem mesas de 500 mil dólares, com músicas basicamente eletrônicas, luxo...daquele “padrão Miami” que deve estar vindo agora na sua mente. É um esquema que envolve gente mais nova e se você chegar muito tarde corre o risco de não entrar por falta de lugar. Alguns grandes nomes: Liv, Mokai, Set, Mansion e Nikki Beach.
Por outro lado, existe ali pelas bandas de Fort Lauderdale, região também bem cheia de requinte e burguesia, a…